1. Spirit Fanfics >
  2. Just get in the car (Imagine Park Jisung - NCT Dream) >
  3. 008; Uma festa e tanto

História Just get in the car (Imagine Park Jisung - NCT Dream) - Capítulo 9


Escrita por: AnnabethS

Notas do Autor


OIII!!! HAHa, eu aposto que vocês já estavam começando a ficar assustadxs!
Como podem ver, eu demorei um pouquinho, mas foi para um bem maior.
Devo dizer: Se preparem para esse capítulo. Não é pouca coisa hein kkkk.
AAA eu queria muito comentar isso: Eu completei 3 anos no spirit essa semana! O tempo passa rápido pra caramba, né?
De qualquer maneira, espero que gostem tanto quanto eu gostei.

Boa leitura!

Capítulo 9 - 008; Uma festa e tanto


Fanfic / Fanfiction Just get in the car (Imagine Park Jisung - NCT Dream) - Capítulo 9 - 008; Uma festa e tanto

— Será que eu vou ter de repetir? — Murmurava, indignada, a senhora de cabelos cor vinho a qual a tediosa função de: “observar os jovens e garantir que fizessem suas tarefas na detenção” era atribuída. Já há alguns segundos, tentava explicar aos dois recém-chegados o que ambos não conseguiam compreender: Teriam de ir para a diretoria, ao invés.

— Mas isso não faz sentido algum! Nós mal acabamos de chegar, por acaso deixamos de fazer alguma questão ou começamos a bater papo para você se incomodar de repente as- — ________ é interrompida por uma audaciosa mão em seu ombro, que junto a um olhar repreensivo de Park, a ousavam pedir para deixar de falar.

— Nós estamos indo, senhora. Obrigado pela recepção. — Às forças, então, a tira de lá junto a si. Como se adivinhasse seus próximos passos, já adianta a fala: — Eu sei que isso não faz sentido, mas não custa ser respeitosa, não acha? — Ele agora a olhava sério, como se estivesse extremamente desapontado com suas recentes atitudes. E estava.

 

Mas talvez não nessa proporção.

 

Na mesma velocidade em que ficou chocada, a garota não pôde evitar ficar sem graça com tal sermão. Então, simplesmente murmurou um “É verdade” e começou a andar em direção da diretoria.

— Você pode pelo menos me falar o motivo disso tudo? Eu sei que tem uns babacas por aí falando baboseira, mas eu não faço ideia do porquê. — Passa a acompanhá-la a passos calmos.

— Jisung, você realmente precisa dar uma olhada nesse seu celular. — Ela para, encarando-o. E como esperava, recebe um olhar confuso, estendendo a mão para que o menino entregasse o objeto.

— Aqui. — Diz ao colocar a matéria que mais cedo havia lido. Esperou alguns instantes até ver no mesmo uma expressão de total indignação e descrença se formando.

— Mas que merda! — Para alguns segundos, repensando sua frase e levantando o olhar para a menina. — O que estão comentando de você! Isso é totalmente injusto, eu- — Suspira. — Me desculpa, Zhong. Isso não teria acontecido contigo se não fosse por mim. — O olhar triste que possuía foi suficiente para amolecer sua recente raiva.

— Tudo bem, não foi sua culpa, Ji. — Até mesmo ela se surpreende com a maneira que acabara de chama-lo. — Mas seus fãs amam você mesmo, hein? Eles tão’ por toda a parte! — Procura deixar o clima mais leve, e assim arranca uma risada do outro.

— Como você pode ter certeza que eram meus fãs e não seus, madame? — Ele possuía um olhar malicioso e um tom brincalhão. Voltavam a andar agora.

— Ai meu deus, eu tenho fãs? — Faz seu melhor para interpretar a personagem de uma ‘patricinha lisonjeada’ de forma correta.

— Mas é claro que tem! Desde que você entrou na faculdade, por sinal. — Dá uma piscadela para a mesma, que novamente solta uma boa risada.

 

Ao mesmo tempo, uma face não muito amigável já os esperava ao final do corredor, fazendo com que todo o clima agradável ali fosse varrido para debaixo de um tapete.

— Vejo que estão se divertindo muito. — Diz a diretora, que dessa vez possuía uma aparência cansada. — Bom, isso acaba agora. Eu fiquei sabendo que não andam prestando muita atenção na aula, então por que não aproveitam e tentam aprender na prática? — Ambos se entreolharam, ela dava um sorriso extremamente maldoso de alguém que acabara de se dar bem.

— Venham comigo. — Passou a guia-los para os fundos da escola, onde havia o estacionamento dos funcionários. Quando chegam lá, veem a dificuldade que estavam realmente aguardando: O carro praticamente destruído da diretora Yoon, que todos naquela escola conheciam por estar há meses parado e sem conserto.

— O mecânico disse que há sim um jeito de arrumá-lo, mas como eu estava há algum tempo percebendo essas recentes ações dos senhores, pensei que serviria de uma ótima lição. — Dá um dos sorrisos mais amarelos possíveis. — Bem, então, boa sorte! — Se retira.

— E a mocreia ainda não quer pagar o conserto... — Jisung a olha, chocado. — Ei! É verdade. E a sorte mesmo é que eu sei da teoria, senão, a gente taria’ ferrado. — A jovem diz, continuando chocada com o estado do automóvel.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— Cuidado, você precisa colocar certinho aqui, olha. — Aquilo estava começando a ficar desesperador. No início, resolveram rapidamente a maioria dos problemas que o carro possuía, mas depois, ficaram o que pareciam ser horas tentando resolver os graves vazamentos que aconteciam.

— Ai meu deus, eu não acredito. — Um deles finalmente havia parado, fazendo com que só restassem mais duas tarefas que poderiam ser concluídas em menos de uma hora. Zhong olha o parceiro com o sorriso mais aliviado que dera nos últimos meses, enquanto ele esperava ansioso pelo resultado.

— Deu certo! — Ele imediatamente da um urro de felicidade, quase caindo do chão de tanto alívio, e ambos começam a rir freneticamente.

— Meu deus, eu pensei que ficaríamos aqui pra’ sempre! — Coloca a mão a testa, ofegante, fazendo com que a garota risse de seu estado.

— Woah, eu estou exausta, vamos descansar uns minutos, por favor. — Diz sorrindo e se dirigindo ao meio fio, onde se senta e retira as grossas luvas. O garoto a acompanha e acaba se deitando, pouco se importando em se sujar de poeira ou algo do tipo.

 

— Eu nunca pensei que me deitar em um chão de asfalto seria tão confortável. — Ri, olhando para o céu e fazendo com que Zhong começasse a analisar sua feição. Por um instante, sentiu como se estivesse vendo-o pela primeira vez na vida.

— Uau, as estrelas estão lindas hoje. — Se deita também, o garoto passando a prestar atenção na mesma.

— Realmente. — Diz, e recebe o olhar da jovem. Seu coração acelerou quando seus olhares se encontraram, e, por um momento, sentiu que existiam apenas ela e ele.

O rapaz fitou seus lábios e novamente, seus olhos. Estavam consideravelmente próximos, podiam sentir levemente a respiração um do outro, quando a porta que levava a escola foi aberta.

— Não, Renjun, não é questão de eu não confiar nela, só tenho medo do que ele pode fazer. Você sabe como Par- — A voz imediatamente para, e na velocidade da luz, Zhong se levanta.

— ________? — Era Dong-hyuck, acompanhado por um Renjun com cara de paisagem. — Meninos! — Ela se levanta e vai de encontro com os amigos, lhes dando um abraço apertado. Ainda não havia visto nenhum dos dois desde o fim de seu passeio, o que foi ótimo para disfarçar a situação que estava prestes a acontecer ali.

— Yah, sua chata! Onde é que você estava? A gente te procurou por horas querendo saber de você! — Ele da um tapa fraco no braço da amiga, se fazendo de emburrado.

— Aqui, ué! A nossa diretora lindíssima não quis pagar um mecânico pra consertar o carro dela, então a tarefa ficou pra gente. — Se refere a ela e a Jisung, que agora havia se levantado e estava ao seu lado.

Ao contrário do que esperava – uma piada brincalhona sobre a autoridade máxima da faculdade –, ela nota um olhar desconfiado do mesmo para o menino a seu lado. Logo disfarça com uma risada, mas a garota sempre percebia qualquer que fosse a atitude suspeita de seu amigo.

— Ei, daqui a pouco vai ter uma festa na casa de um veterano de medicina que conhecemos. Você deve estar sabendo né, Park? — Renjun se pronuncia.

— Sim, meus amigos devem ir. — Todos estavam agindo de forma extremamente estranha, e Zhong parecia ser a única a não entender o porquê.

— Sério? Mas que ótimo, nós poderíamos ir juntos! — Olha para os três, tentando arrancar alguma verdade de suas expressões ou próximas atitudes.

 

— Sim, Shuhua levou Yuqi para a casa dela, devem estar se arrumando. — Dong-hyuck sorri para a mesma, o que a deixa frustrada pela maneira que eles todos conseguem encobrir o que querem realmente falar.

— Certo, então. Eu e ________ só precisamos terminar isso aqui. Vai ser rápido. — Park conclui, e então eles se despedem.

— A gente se vê já, gatinha! — A garota ri com o apelido de sempre, voltando para o carro como se nada houvesse se passado antes da chegada dos mesmos.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— Até mais tarde então! — Novamente, havia pegado carona com o mesmo. Estava prestes a sair do carro quando o garoto segura a sua mão fortemente.

— Sim? — Já o fitava há alguns segundos, esperando que falasse. E ela sabia que ele queria falar.

— Ah... Não, esquece. A gente conversa mais tarde, vai lá. — Sorri docemente, Zhong faz o mesmo. Entretanto, movida pela vontade, não consegue se segurar. Se estica um pouco em seu banco, se aproximando do rapaz e lhe dando um não muito rápido beijo na bochecha.

— Até! — E sai, sabendo que atrás dela, ele sorria bobo.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— Uma festa? Uma hora dessas?! — Chenle exclamava, confuso.

— Sim, maninho. Você já me deixou ir até em uma rixa! Uma festa não é nada, vamos, por favor. — Ela o sacudia de um lado para o outro, tentando convencê-lo, quando decidiu que deveria mudar de estratégia e fazer o olhar pidão que sempre funcionava.

— YAH! Não comece com esses olhos grandes, não precisa disso tudo. — Ele bufa, a irmã sorrindo já satisfeita. — Você já chegou tarde. Eu sei que a escola avisou o porquê e tudo o mais..., Mas ________, isso já está ficando preocupante... — O sorriso se esvai. Ela sabia exatamente do que ele iria falar.

— É sobre isso, então. — Volta seu olhar para o chão. — Eu estou mudada? É isso? Porque parece que todos vocês querem dizer isso cada vez que olham pra mim. — Fitou o irmão, potencialmente chateada.

— Não, maninha. Você sabe que eu confio em você, e eu me orgulho de você. Nunca deu trabalho para nosso pai, suas notas são ótimas, é uma menina super doce e educada. Mas essas detenções estão ficando cada vez mais frequentes. Isso depois que você passou a se envolver com- — “Jisung”, o corta, e ele a olhando triste, assente com a cabeça.

— Chenle... Eu tenho que te dizer, não é bem o que parece. Eu sei que teve tudo isso da matéria, mas foi só aquilo! Todas as punições que eu levei não são por causa dele, fui eu que estive no lugar certo, mas na hora errada! — Dá uma breve pausa. — Eu não estou deixando de ser uma aluna exemplar, ou de ser a irmã que você conhece. Eu só... Estou aprendendo a me divertir com ele. — Sorri, sincera. Fora totalmente honesta, falou do fundo do coração para o irmão o que ela não havia dito nem a si mesma.

— Acho que vou chorar. — O surpreendente era que aquilo não era sarcasmo, e sim, ele realmente começara a lacrimejar. — Meu deus, você está tão crescida, eu realmente vou ter que te ensinar meus truques no Beer Pong. — Ele tentava secar as lágrimas que desciam com as costas da mão, fazendo com que a menina passasse a rir, desacreditada.

— Ai não, Chenle! Você ta parecendo eu de TPM! — O abraça, ainda rindo, enquanto o mesmo começa a ter uma mistura entre risada e choro.

— YAH! Está bem. Você pode ir. De qualquer maneira, papai já sabia que você iria se atrasar, então já deve ter ido dormir. Mas presta atenção que eu só te peço três coisas: — Ela ajeita a postura, se mostrando “responsável”. — Não chegue bêbada e nem fazendo barulho, não traga Jisung para cá e USE CAMISINHA. OUVIU? Essa é a mais importante. Eu tô’ falando sério, você não faça nadinha, nada, sem a camis- — Ela o interrompe quase morrendo de rir: — Tá bem, tá bem! Quer me entregar uma então, por precaução? — Ele a dá um tapa nas costas, murmurando “Abusada!”.

— Sendo assim, vou me arrumar! — Se levanta e sobe as escadas, pululante.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— QUE É ISSO, MEU DEUS?! Mas que mulher maravilhosa, papai do céu. — Yuqi exclamou, recebendo vários “SHHH” em resposta. Na porta da casa de ________ estava o grupo de amigos, esperando-a dentro do carro que Dong-hyuck dirigia.

— Eai, o que acharam? — Dá uma voltinha para as amigas, mostrando seu look. A garota usava um vestido corset, um casaco de tricô e botas ¼, tudo na cor vinho.

— Você ta de tirar o fôlego, menina! — Shuhua se pronuncia, fazendo com que ela novamente desse uma risada e agradecesse, entrando para dentro do veículo. Assim, aos berros e aos cantos, chegaram em poucos minutos no local do evento, logo descendo do veículo.

O queixo das garotas, as quais não conheciam o tal veterano de medicina, caiu. Se deparavam com uma enorme mansão, onde uma festa de proporção surreal os aguardava dentro. Sem falarem nada, adentram em conjunto a casa.

A música alta penetrou seus ouvidos de forma brusca. Era cedo para uma festa – aproximadamente meia-noite –, mas centenas de pessoas já haviam chegado. Mal se passara meio minuto e Renjun e Haechan já cumprimentavam os tantos estudantes de medicina que ali estavam, enquanto Yuqi e Shuhua corriam para bater papo com o calouro gato de design.

— Meu deus, eu achei que ia demorar pelo menos um pouquinho até a gente se separar. — Dá de ombros, dando uma boa olhada ao arredor. Não reconhecia ninguém.

Começou então perambular por entre as pessoas. Encontrou então algo que lhe interessava: Uma mesa de sinuca e logo ao lado, um minibar. Encaminhou-se então animada para o local.

 

— Minha nossa, Mark. Será que se a gente pedir pra você sair, você para de tentar ser bom nesse jogo? Cruzes. — Ela nota um garoto magro de cabelos negros dando sermões em seu parceiro de jogo. — Cala a boca Jaemin, eu to’ tentando me concentrar. — Se senta então numa das cadeiras do minibar, observando-os. Aqueles nomes não a estranhavam.

— Posso saber o que essa bela donzela deseja? — Diz o suposto barman da noite, um rapaz de feição doce e voz profunda, fazendo com que ________ desviasse o olhar da cena.

— Acho que estou aberta a opções hoje, então, o que você me indicaria? — Se debruça na mesa, sorrindo brincalhona. Ela amava pedir recomendações quando o quesito eram comidas ou drinques, pois assim sabia se a pessoa era boa no que fazia ou não.

— Se eu não soubesse analisar uma pessoa, eu facilmente lhe daria um cosmopolitan. Mas você parece uma pessoa bem genuína... Ainda assim tem algo aí muito interessante, hein? — Ambos riem. — Um Sex on the beach para você. — Encara a menina com um olhar que ela considerara atraente, indo preparar o “pedido”. Mal havia conversado com aquele jovem e Zhong já percebia que ele certamente arrancava muitos suspiros por onde passava.

— Gostei. — Diz simplista, com um sorriso aprovador.

— E qual seria seu nome, senhorita? — Pergunta, ainda atento na tarefa.

— Zhong ________. Posso saber o seu? — Apoia o rosto na palma da mão.

— O real é um pouco entediante, então, pode me chamar de Félix. — Entrega então a bebida pronta, onde a garota percebe um pequeno limão cortado no formato de suas iniciais, pendurado logo na borda do copo, fazendo com que ela abrisse um sorriso.

— Bem, devo dizer que é um codinome muito estiloso. — Dá o primeiro gole. — Woah! Está delicioso! — Imediatamente se surpreende com aquela mistura exótica de sabores, mas ainda assim, suave.

— Sabia que ia gostar. — Dá uma pequena piscadela. Nesse mesmo instante, Shuhua e Yuqi a abordam.

—  Desculpa mana, a gente te deixou sozinha na entrada meni-... — Yuqi falava ofegante, mas logo para ao avistar o rapaz que servia a amiga. — Uau... Quer dizer, perdão, estamos atrapalhando algo? — Dá uma risada sem graça ao tentar disfarçar.

— Que nada, fico honrado em servi-las também. — E assim, ambas já faziam seus pedidos, coisa que nem lhe deixou chocada. Elas sempre sabiam o que queriam.

 — Garota, o que é isso? Você tem um imã pra’ homem gostoso ou o que? — Shuhua sussurrava, o que fez ela rir. Ao mesmo tempo, pega o pequeno papelzinho que se encontrava debaixo do copo. “Me ligue se tiver interesse de saber meu nome mesmo ;)”, e um número de celular abaixo.

— Falando em homem, o seu chegou. — A outra se referia a Renjun, que se aproximava junto de Haechan.

— Ele ainda não é totalmente meu, sabe. Eu só... Estou esperando o pedido de namoro há uns poucos dias. —  Arranca um “MEU DEUS!” das duas ouvintes, o que as deixou extremamente chateadas, pois com a presença do garoto já ali, não poderiam fazer mais perguntas.

Os 5 amigos se puseram a conversar animadamente durante vários minutos, quando os garotos de antes começaram a reunir várias doses de bebidas em cima da mesa de sinuca. Com seus olhos de águia, Zhong percebe o jovem mais baixo embaralhando uma pilha de cartas.

— Gente, perai. — Gesticula, para que seus colegas dessem um instante no assunto. — Ei! Vocês vão jogar sueca?? — Fala em um tom mais alto, para que o outro grupo os percebesse.

— Sim! Querem se juntar? — Diz o encarregado de organizar os shots. Ela logo olha para os outros 4, com um olhar curioso, fazendo com que eles todos rissem em aprovação.

— Queremos sim! — Diz então, já se levantando.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— HAHA!!! 4 de copas! — Gritava um moreno, que Zhong agora conhecia por ser Jeno. Todos acabaram se apresentando antes de o jogo começar, o que a fez descobrir que eram eles os amigos aos quais Jisung se referia mais cedo.

— ... ________! — Pronuncia, fazendo com que todos gritassem de felicidade, exceto por ela. Isso significava que teria de tomar a dose dupla.

— Ah nãooo... Isso é injusto. Fala sério! — Ela era a que havia menos tomado shots ali, e sabia que eles faziam isso de propósito. Mas, como sua resistência alcoólica não era muita, já se sentia um pouco tonta, hesitando.

— Vai amarelar, mulher? — Haechan se segurava em Jaemin, quase caindo, mas ainda fazendo pose de bronca.

— Aff, tá’ bem! — Se apoia, então, no batente da mesa, apanhando o pequeno copo. Iria passar a beber, quando uma mão envolve sua cintura e retira o pequeno shot de suas mãos.

— WOAHHH! O PRINCÍPE PARK CHEGOU, MEU DEUS! — Mark batia palmas, sarcástico, pela demora que o rapaz havia feito. Todos começam a gritar e rir, e ele vira a bebida com facilidade, arrancando vários “UUUuu” dos outros participantes e um sorriso da garota. Depois que bebe o segundo, o jogo continua.

— Yah... Você demorou, sabia, seu chato? Achei que não viria. — Eles estavam consideravelmente próximos, fazendo com que seu quase sussurro pudesse ser ouvido pelo mesmo.

— Me desculpe, linda. Eu tive alguns imprevistos em casa. — Ele dá um sorriso maroto, mas por algum motivo, Zhong sentiu que algo mais sério havia acontecido. Decidiu não falar nada.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— Gente, eu tive uma ideia! — Estavam todos calados, agora. Alguns ainda tontos, outros já sóbrios. Cada um havia buscado um lugar para se sentar, Yuqi deitada na mesa de bilhar num silêncio profundo, quando de repente decide falar.

— Meus pais viajaram a trabalho, sabe. Eu não sou de dar festa, mas uma ida de amigos não seria má ideia. — Isso parece acender uma luz na face de todos, mas Zhong decide consultar o relógio. 30 minutos para as três.

— Haechan, você consegue dirigir? — Pergunta Renjun, que terminava uma segunda garrafa de 500 ml de água. Ele nega. — Tudo bem, eu levo vocês. — Dá um tapinha no ombro do amigo.

— Vamos jogar derdade ou vesafio! — Grita Shuhua, totalmente embriagada, arrancando uma risada frouxa de ________.

— Eu topo! — Agora é Jaemin. Ainda sendo um dos mais sóbrios, sua maneira de agir se igualava a de um bêbado.

— Eu vim no meu carro, não posso deixar aqui. — Diz Jisung a Mark. — YAH! Você não pode só.. Supor... Aish. — Desiste de tentar se defender. Sua salvação era Jeno, nem 10 garrafas de vinho o derrubavam.

— Então está decidido. — Yuqi se levanta de uma vez, quase amassando a cara no chão.

 

⚘ೃ⊹,, ´-

ㅤㅤㅤㅤ╰► quebra de tempø;;

 

— MINHA POLTRONA NÃ- esquece. — Como sempre, ________ sentava no lugar favorito da “dona” – pelo menos temporariamente – da casa.

— Toma, Jeno. — Jaemin estende uma cerveja para o mesmo. Alguns minutos depois, a garrafa se encontrava vazia e girando no centro da mesa.

 — Verdade ou desafio, Yuqi? — Mark perguntava.

— Verdade. — Se sentava com as pernas cruzadas no canto do sofá oposto.

— Qual foi a última pessoa com quem você dormiu? — Ele dá de ombros, não conseguindo pensar em uma pergunta melhor.

— Meu ursinho de pelúcia. — Dá a língua e ele revira os olhos, girando a garrafa de novo.

Jaemin pergunta para Haechan. Haechan tem de ligar para o ex.

Jeno para Mark. Mark cria um rap com a última mensagem que ele mandara por SMS.

Renjun para Jisung. Jisung tenta dançar sensualmente com apenas uma perna.

 

E ficam assim durante alguns minutos, rindo de vários dos desafios e confissões. até que cai em Zhong para Shuhua.

— Verdade ou desafio, mon amour? — Ela sabia exatamente o que fazer se sua resposta fosse a segunda opção.

— Desafio, anima as coisas, chérie. — Faz um típico olhar desafiador. Checkmate. A garota imediatamente se arrepende.

— Você sabe o que é né? — Ela começa a rir malignamente.

— NÃO ACREDITO. — Seu olhar fica ainda mais desesperado.

Certa vez, quando as garotas estavam no cinema, Yeh começou a explicar a maneira mais eficaz de fazer uma lap dance em alguém, caso elas precisassem algum dia.

 — Parece que você que vai precisar colocar a teoria na prática, amiga. Eu te desafio a fazer uma lap dance em Huang Renjun. — Desenha os caracteres chineses do nome no ar, rindo ainda mais. — Mas não precisa se sentir pressionada, é só caso você tenha a coragem, sabe. — Gesticula, como se estivesse duvidando. E ela sabia que ela era a melhor maneira de convencer a amiga.

— Sua sacana. — Ela se levanta e vai em direção do garoto. — Posso? — Ela aponta para seu colo. Todos agora riam baixinho. Ele apenas deu de ombro com um sorriso meio desacreditado, meio satisfeito.

— Coloca pelo menos uma música. — Se senta então colo do garoto, e a outra dá play em uma playlist qualquer em seu celular.

Todos passaram a gritar de animação ao ela começar a dançar, dando a impressão de já ter feito aquilo milhares de vezes.

— MEU DEEEUS! — Haechan exclamava, impressionado. Ele jamais imaginaria que uma cena daquelas pudesse acontecer.

Shuhua fazia daquilo quase como uma brincadeira com o parceiro, acertando o ritmo a cada passo que fazia, quando decidiu parar e se levantar, mandando um beijo para o mesmo no ar ao se sentar novamente.

Eles mais pareciam um bando de macacos gritando por suas vidas, ou Yuqi’s multiplicadas várias vezes, e demoraram alguns minutos para eles superarem e continuarem com o jogo.

— Aai, ai... Okay, verdade ou desafio, amiga? — Yuqi perguntava para ________, deixando a menina com medo do que poderia acontecer.

— Desafio. — Respondeu, ainda assim.

— Eu vou então fazer seu jogo, amiga. Você sempre comentou como body shots nem são tão difíceis... — Seu queixo começou a cair. — Então faça um no Park! — Ela imita a mesma risada maligna, arrancando um gritinho de Shuhua, as duas fazendo um high five.

— Woah... Não acredito. — Olha mais uma vez para a amiga, como se perguntasse se ela tinha certeza. Os garotos estavam tão animados quanto, pois já haviam pegado a tequila, o sal e o limão.

 

Ela procura o olhar de Jisung, que focava no chão, rindo desacreditado e com uma mão sobre a boca em choque. Logo, ele se volta para a mesma, ainda rindo, e ela da de ombros, fazendo o mesmo. Se levanta então, estendendo a mão em sua direção.

— Eu não preciso me preocupar com você desmaiando em cima de mim, né? — Ele ri, aceitando o convite e se levantando ao pegar em sua mão, mas levando vários pequenos tapas no braço depois.

— Palhaço! Senta aí. — Ela aponta para a mesa de centro, enquanto colocava a garrafa de vidro apoiada no chão. Ele obedece.

Jeno passa a estender o trio para a garota, que os coloca de lado tirando o casaco e amarrando os cabelos em um coque improvisado. Todos agora se sentavam para observar.

Lentamente, então, ela segura a barra da camisa do garoto. Sem demora, ele a tira, deitando-se na mesa, mas com os antebraços apoiados, podendo ver nitidamente as expressões da garota. Parecia estar à disposição da menina, apenas esperando por futuros comandos.

Por um instante, ela se deixou hesitar e admirar a bela visão que possuía: O garoto mais bonito que já vira, sem camisa e deitado. A sua frente.

 

Era de deixar qualquer uma maluca.

 

Sentia suas mãos suando quando colocou a tequila no copo. Lentamente, posicionou-o no ventre do garoto, fazendo então uma pequena trilha de sal em seu abdômen definido. Por final, estendeu o meio limão, que ele rapidamente mordeu, olhando em seus olhos. Os outros começaram a murmurar.

 

Se sobrepôs, então, acima dele. Pegou o copo com a boca, virou de uma vez, rapidamente percorrendo o sal com a língua. Por final, já de olhos fechados, retira o limão dos lábios do mesmo, apertando o máximo de suco que podia. Sentia uma acidez enorme em sua boca, a garganta queimava e pontadas agudas martelavam sua cabeça. Mal conseguia respirar.

Depois de alguns segundos de muita luta, dá um grande suspiro e volta a recuperar o fôlego, escutando os berros de todos a sua volta. Os berros que, ao abrir os olhos, pareceram apenas um som de fundo.

 

Jisung a encarava de uma maneira a qual nunca havia feito. Se sentiu mais uma vez preso a seu olhar, da exata maneira que havia ocorrido horas atrás. Sua atenção recaiu pela enésima vez para os lábios da jovem, vermelhos como cereja. Nunca desejara tanto não estar rodeado por tantas pessoas. E o mesmo sentia Zhong.

 

— YAH! Vocês vão querer um quarto agora ou algo assim? Tem vários lá em cima, sabe, uma mesa não é tão boa quanto uma cama, isso eu garanto. — Yuqi retirava ambos daquele devaneio. Sem mais se olharem, o rapaz rapidamente vestiu a camisa e a outra arrumou seus cabelos, voltando para seus lugares.

 

O jogo voltara a correr normalmente, exceto para aqueles dois. Certamente, demorariam para esquecer aquilo que acabara de acontecer. 


Notas Finais


Esse foi o maior capítulo que eu já escrevi NA VIDA. Se estiver com um erro aqui, um erro ali, não reparem, foi uma jornada e tanto revisar isso aí.
Enfim, não se esqueçam de comentar o que acharam, isso me ajuda muito e me motiva a escrever mais!
Eu acho que vou tentar manter essa frequência de 2 semanas, mas vocês podem me dizer se quiserem, por exemplo, um capítulo de 2000 palavras toda semana. Caso vocês gostarem mais dessa ideia, eu tento me esforçar pra isso!

Bem, a gente se vê daqui a pouquinho então, hein?? Eu volto!
Beijinhos da sua escritora <3

PS:. esse era o look que a Zhong estava usando na festa, se vocês quiserem saber:
https://i.pinimg.com/474x/de/0b/dd/de0bdd84e82406b46290dca986adddce.jpg


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...