História Just happened - Capítulo 2


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Categorias Benedict Cumberbatch, IZA, Rihanna, Robert Downey Jr., Tiago Iorc, Tiê
Personagens Benedict Cumberbatch, Personagens Originais
Tags Hot
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Palavras 982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Where can I find you?


Bom dia Londres,boa noite Brasil!!! Tô em Londres finalmente, estou num hostel bem baratinho mas bem aconchegante e já tomei muito chá verde por aqui. O café da manhã é bem estranho, tipo bem estranho tem linguiça e feijão (?), Mas eu tentei comer um pouco antes de ir pro curso. 

Coloquei a roupa mais confortável do mundo, uma calça de malha preta e uma blusa folgada verde. Londres está o inferno na terra de tanto calor, mas eu me recuso a andar de short, já tenho a autoestima baixa por conta da minhas pernas então não vou mostra-las de jeito nenhum. Coloquei um óculos de sol redondinho e meu all star preto de todo dia. 

Peguei minha bolsa e tranquei o quarto, coloquei o fone de ouvido e fui em direção ao centro da cidade, peguei um ônibus e começou a tocar Do I wanna know do Artic monkeys, combinou com a viagem que não demorou nem dez minutos. Desci e vi que meu curso era no mesmo prédio do Madame Tussauds mas em andares diferentes. Subi até o local e falei com a recepcionista que era super gentil, ela me mostrou minha sala mas disse que o professor teve um problema e que ele só chegaria mais tarde, resolvi passear pelo Tussauds as esculturas eram milimetricamente calculadas para serem clones perfeitos dos famosos, vi um lugar sem a estátua, li o nome que me parecia familiar, Benedict Cumberbatch. 

- Dá pra acreditar que vão me colocar aqui. - alguém disse me assustando, olhei para o lado e era um homem alto.

- É um péssimo lugar para se colocar uma estátua de cera. - fui sincera e ele riu baixo. - Muita gente vai passar e nem olhar, é bem longe do corredor principal.

- Nossa, está me deixando decepcionado com o lugar que eu escolhi. - eu ri e pedi desculpas. - Prazer, Benedict.

- Yohana. - levei um tempo até perceber. - Ai meu Deus, me desculpa falar tudo aquilo sobre a sua escultura. Eu não me controlo às vezes.

- Tudo bem, pelo menos dá tempo de mudar. Onde você me aconselha a colocar? - olhamos em volta procurando um lugar.

- Naquele canto, pessoas gostam de cantos. - eu disse e ele riu. - Vai ser mais notado ali. - eu disse colocando as mãos no bolso.

- Você não é britânica, veio de onde? - ele perguntou colocando a mãos no bolso também.

- Brasil. - ele fez cara de surpresa. - Eu não pareço brasileira né? 

- De costas parece. - ele disse e depois se desculpou, eu gargalhei alto. - Aceita um café? 

- Claro, eu já dei viagem perdida mesmo. - eu disse e ele sorriu.

O segui até a lanchonete do museu, pegamos uma mesa e logo nos deram o cardápio, ele pediu um chá e eu pedi um chocolate quente. 

- Então, o que faz aqui em plena semana. - ele perguntou enquanto assoprava o chá.

- Vim fazer um curso no andar de cima, mas o professor resolveu não vir hoje. - eu tentei rir. - Vão fazer sua escultura?

- Sim. - ele deu um gole no chá. - Curso de que?

- Escultura e pintura em tela. - eu disse antes de dar um gole generoso no chocolate. - Trabalha com o que?

- Atuação, sou ator. - eu levantei a sobrancelha, eu devia ter visto um filme dele, mas não lembro. - E você é pintora eu acho.

- Sou um pouco de tudo para falar a verdade. Desde de esculturas de gesso até pintura com tinta a óleo. 

- Qual sua parte favorita de pintura?

- Retratos realistas, eu vou um pouco para o lado do abstrato às vezes. Já falaram que meu estilo parece com Frida. - eu disse corando um pouco.

- Deve ser um belo trabalho. - ele deu um sorriso ladino. - Eu realmente gostaria de saber mais de você. 

- Você não vai querer saber da bagunça de ser humano que eu sou. Mas obrigada pelo convite. - eu disse tomando o resto do chocolate. - Preciso ir. 

- Tão cedo, está fugindo de mim? - ele disse e eu ri.

- Não, estou fugindo de mim. - eu disse e deixei o dinheiro para pagar meu chocolate.

Desci as escadas e logo o escutei chamar meu nome, me virei e ele veio quase correndo.

- Posso te levar em casa? - ele disse ainda arfando.

- Não é uma caminhada muito longa, posso ir andando.

- Por favor. - ele sorriu e eu não pude dizer não.

Entrei no carro, já violando as leis de "não entre no carro de estranhos", olhei meu celular e Thiago estava me ligando novamente. Resolvi atender.

Oi meu amorzinho.

Oi, para de me ligar de cinco em cinco minutos. Eu tô bem.

Estava preocupado só isso, onde você tá?

No carro indo para casa. 

Que carro? Você não dirige, quem tá dirigindo?

Um amigo, te amo, tchau.

Desliguei antes de ouvir o chilique dele, Benedict me olhava com cara de quem não entendeu nada, até porque eu estava falando em português.

- Desculpa, era meu irmão. - eu disse colocando o celular no silencioso e o guardando na bolsa.

Fomos o caminho todo conversando sobre nossos trabalhos, ele me contou que ia fazer um filme com a Marvel e que iria continuar fazendo Sherlock. O trabalho dele era mil vezes mais legal que o meu, eu quase não falará nada sobre mim. Chegamos na frente do hostel e eu pedi para ele parar.

- Então esse é seu esconderijo? - eu fiz que sim com a cabeça.

- É mais bonito por dentro. Obrigada pela carona. - eu disse já saindo do carro mas ele me deu um beijinho na bochecha, eu corei e sai rápido.

- Onde eu posso te encontrar de novo? - ele disse gritando pela janela.

- Na minha caverna ou perto da sua escultura. - eu disse rindo e me virei para o prédio, realmente ele era mais bonito por dentro.




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