História Just like Heaven - Capítulo 10


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Categorias Alexandra Daddario, Brant Daugherty, Capitão América, Chace Crawford, Doutor Estranho, Gavião Arqueiro, Heather Morris, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Formiga, Lucy Hale, Marshall Williams, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Thor, Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bobbi Morse (Harpia), Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Leonard Samson (Sansão), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Henry "Hank" Pym, Janet Van Dyne (Vespa), Loki, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Mulher-Hulk Vermelha (Betty Ross-Banner), Natasha Romanoff, Personagens Originais, Scott Lang (Homem-Formiga), Stephen Vincent Strange / Doutor Estranho, Steve Rogers, Thor
Tags Academia Vingadores, Alexandra Daddario, Amor, Ao3, Ao3 Br, Brant Daugherty, Capitão América, Carol Danvers, Casais Marvel, Chace Crawford, Crack Shipps, Crackshipps, Depressão, Doutor Estranho, Drama, Evangeline Lilly, Família, Fanfics Da Marvel, Filhos Dos Vingadores, Heather Morris, Homem De Ferro, Homem Formiga, Hope Van Dyne, Hulk, Ironwidow, Jank, Jennithor, Lucy Hale, Marshall Williams, Mulher-hulk, Natasha Romanoff, Os Vingadores, Paul Rudd, Romance, Scarletstrange, Scope, Scott Lang, Se Não Tiver Escreva, Shipper, Shipps, Steve Rogers, Thor, Tony Stark, Tudo Culpa Da Paola, Vespa, Viuva Negra
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Palavras 1.457
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não sei se alguém conhece ou já leu minha one "22" que foi postada em New Romantics. Reescrevi-a e usei neste capítulo.

Boa leitura <3

Capítulo 10 - Meia-noite


Fanfic / Fanfiction Just like Heaven - Capítulo 10 - Meia-noite

Old Music Studio

Após o ensaio aberto, Paola vai cumprimentar os primos que dividem a mesma mesa.

– Uau! – sorri, senta ao lado de Tay. – Tão bonitinho ver vocês juntos! Isso me dá até certa paz!

– Se Lúcifer está conosco, nada estará contra nós. – Francis responde rindo. – Viu que a Lulu tá pegando o Scott? Sabe o que é isso?

– Karma! – os demais gritam.

– Vocês são tão engraçados! – Hope ironiza, revira os olhos. – Quantos anos vocês tem mesmo?

– Idade suficiente pra levar na esportiva algumas brincadeiras. – Taylor debocha.

– Gente, por favor, chega disso! – Pierre brada. – Vamos apenas curtir a noite. Faz muito tempo que não ficamos juntos.

– Tu quer falar de quem? – Fran rebate. – Queria que estivéssemos de joelhos recitando poesias? – ri, começa a imitar o primo. – Oh, Bella, meu coração, meu sorriso, gelo do meu uísque! Como viver sem ti, oh imaculada rainha da minha alma?!

[...]

Após algumas piadinhas e alguns copos, os jovens estão prontos para explorar o que a cidade tem de melhor. A noite está perfeita e convidativa. Então, por que não aproveitar toda a madrugada com suas belíssimas tentações? Vestem-se como hipsters, tirando sarro dos mesmos, mas a fim de parecerem descolados. As músicas das boates e dos bares gritam para que se aventurem.

Param em cada bar a fim de provar novas bebidas. Estão felizes, livres, confusos e solitários ao mesmo tempo. Uma sensação miserável e mágica. Uma sintonia de almas rebeldes. Aquela não é uma simples noite e sim A NOITE.

O quinto bar no qual eles passam anuncia sua primeira atração. Um casal de pele morena e traços latinos protagonizam o momento tão esperando por universitários e convidados. Os amigos se entreolham tentando entender qual momento estava sendo tão aguardado e o porquê. A mulher toma o microfone, assume a frente do palco fazendo movimentos circulares com o quadril. A música de fundo guia seu corpo. Algo lento e provocante.

Reggaeton! – Tay brada visivelmente animado.

Não demora muito para que o rapaz pegue Paola pelos braços e a guie sob o som do ritmo favorito de sua mãe.

Começou quando eu olhei nos olhos dela.

Me aproximei e disse: Vamos dançar, que tal?

A noite está boa para um reggaeton lento, desses que não se dançam há muito tempo. Eu a olhei e já gostei.

A peguei e perguntei: Vamos dançar, que tal?

Essa noite dançaremos um reggaeton lento.

Chegue mais perto, meu bem, se solte!

Scott se pega viajando no sorriso de Hope, atrevendo-se assim convidá-la para dançar. Entre gargalhadas de surpresa, a garota aceita, colocando as mãos dele em cima de sua cintura.

– Ih, já viu o cão dançando?! – Francis aponta, começa a gargalhar.

– Deixa Lúcifer dançar! – Dave responde rindo. – Por que não me convida também?

– Por que eu faria isso?

– Porque eu não quero perder o seu amor essa noite. – sorri.

– Contra frases bonitas, não há argumentos. – puxa o rapaz. – Não vai perder o meu amor esta noite, Fiona!

Lizzy repara num rapaz aparentemente desinteressado, o que é um atrativo para a garota que sente completo tesão em ser desafiada. Nota que ele sorri pra ela. Joga a bituca do cigarro no chão, vai em direção a ela; assente com a cabeça, o que faz a loira hospedar suas mãos em torno do pescoço dele.

– Eu sei quem você é, sei o que você quer, Senhorita Rogers! – diz sorrindo de forma maliciosa. – Não vou ceder tão facilmente.

– Então, você não sabe o que quero. – pisca e puxa o lábio inferior dele com delicadeza.

[...]

Já no sétimo bar daquela madrugada, Scott sussurra no ouvido de Hope:

– Você não sabe nada sobre mim, mas aposto que vai querer saber.

Ela ri, larga sua lata de cerveja amarga; o beija com atrevimento e intensidade.

– Você ganhou a aposta! – sorri, está visivelmente bêbada. – Quanto devo?

[...]

O décimo bar tem uma temática de Hard Rock com estampa de onças e pôsteres de bandas dos anos oitenta. Francis, Taylor e Dave contam piadas. Paola, Hope, Scott, Lizzy, Bella e Pierre curtem a música, não saem da pista de dança por nada.

A banda cover do Kiss é anunciada, abre o show com o clássico I Wanna Rock N Roll All Night, o que fez todos cantem e vibrem na mesma sintonia.

Dave chama Francis para tomar um ar ao lado de fora.

– Tava tocando Kiss! – grita. – O que tu quer, criatura?

– Não quero perder seu amor essa noite...

[...]

Depois do show, os amigos vão até uma boate chamada Sweet Cherry. Na Dark Room, Hope encontra-se sem camisa. Seu corpo está literalmente em chamas. Scott a acomoda em seu colo, passa o fundo do copo de cerveja gelada pela barriga dela fazendo com que o corpo inteiro arrepie.

Essa é à noite em que todos abandonam os problemas. À noite em que a cidade inteira está acordada com a mesma vibração dos herdeiros da equipe mais poderosa da Terra.

No primeiro andar ao som de Rihanna, Liz se exibe a outro. O mesmo parece corresponder. A loira é conhecida por gostar de flertar, algo que auxilia nas massagens de seu grande ego. Algumas músicas depois, o homem que é visivelmente mais velho, se apresenta como Mar-Vell.

– Você é um Kree? – ri.

– O que sabe sobre essa raça, mocinha?!

– Sou uma Kree também! – gargalha cada vez mais alto. – Sou filha da Danvers.

– Você é como uma má notícia. – ele comenta rindo.

– Daquelas que vem para impregnar! – responde-o no mesmo tom. – Você é uma péssima notícia.

Ele morde os lábios e puxa-a para seu colo.

Enquanto isso, Scott e Hope voltam ao primeiro andar. Chegando perto do bar, o rapaz abraça-a, sussurra no ouvido dela: “Você é uma péssima ideia, mas eu tenho que ter você! Eu preciso ter você!”.

[...]

Cinco da manhã, os amigos correm pelas ruas. Mãos ao alto, gritos histéricos. Fazem uma parada numa festa de rua que toca R&B. Voltam a dançar e gritar. Taylor não pára de trocar beijos com Paola, a cada segundo repete que a ama. Bella e Pierre procuram por Lizzy. Chegam a questionar Hope se a mesma sabe da menina.

– Ela ficou na boate com aquele velho esquisito. – ri, empurra o casal. – Agora saiam daqui porque eu vou transar.

– Ela não vai não. – Scott responde auxiliando-a ficar de pé. – Ela tá muito bêbada, nem sabe o que tá dizendo.

[...]

Dentro um Opala vermelho, Liz desabafa com Mar-Vell.

– Eu sinto muito por isso. Sempre soube da instabilidade da Carol, por isso enviei o anjo para cuidar de você. – sorri.

– Você conhece o anjo?!

– Ele é um Kree, um grande amigo meu.

Os olhares se cruzam novamente, o homem puxa a garota para seu colo, volta a beijá-la.

– Você é uma péssima ideia, Capitão Mar-Vell! – ri.

[...]

Rumo aos bares que rodeiam a praia, localização exata de Liz; Bella, Pierre, Francis e Dave cantam animados juntamente a rádio sintonizada num dos CDs de John Mayer. A moça dirige, até porque é a única que não bebeu. O sol já está para nascer. No banco de trás, o outro casal se agarra sem pudor algum. O pequeno Barton finalmente admite que ama o baterista e que não há mais nada a se fazer do que se render aos encantos do mesmo. Fran pede para que dêem uma pausa, gritando que vai comprar mais uma cerveja.

– Estamos indo buscar a Liz! – Pierre vocifera enquanto Bella estaciona o carro. – Já está amanhecendo. Precisa mesmo beber mais?!

– Lizzy tá sarrando naquele macho bonitão da boate, ela já disse que está bem. Relaxa aí, já volto!

O casal de rapazes sai abraçado, gostam do que estão vivendo. Sem dúvidas a melhor fase do relacionamento é essa entrega do início. O casal que ainda está no carro aproveita para trocar carinhos. Um pouco antes de entrar na loja do posto de gasolina, Dave pára por alguns segundos, larga da mão de seu amado. Apreensivo, avisa que estão sendo seguidos. O pequeno arqueiro ri, diz que é apenas impressão. Entretanto, olha ao seu redor. Esses poucos segundos são a brecha necessária para que o grupo que observava os dois possam agir, batendo na cabeça do baterista e indo pra cima do jovem Barton. Os homens que agridem o casal gritam:

“Vocês são nojentos!”.

“Bando de viadinho ridículo!”.

“Por que não vira homem?”.

Bella é a primeira a notar. Num ato irracional, sai do carro. Ao encontrar-se diante de tamanha crueldade, chora, grita. Nesse momento seu corpo reage como nunca havia feito antes. Algo dentro dela ferve, as mãos começam a esverdear. Pierre corre até ela, tenta contê-la, mas já é tarde. A fera tão temida na alma de sua namorada já está solta e com sangue nos olhos.

– Meu amor, não faça isso! – grita enquanto ela esmaga os rapazes.


Notas Finais


O reggaeton é Reggaeton Lento do CNCO feat Little Mix.
cês tão chorando aí? </3


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