História Just like Heaven - Capítulo 8


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Categorias Alexandra Daddario, Brant Daugherty, Capitão América, Chace Crawford, Doutor Estranho, Gavião Arqueiro, Heather Morris, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Formiga, Lucy Hale, Marshall Williams, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Thor, Viúva-Negra (Black Widow)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bobbi Morse (Harpia), Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton (Gavião Arqueiro), Dr. Bruce Banner (Hulk), Dr. Leonard Samson (Sansão), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Henry "Hank" Pym, Janet Van Dyne (Vespa), Loki, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Mulher-Hulk Vermelha (Betty Ross-Banner), Natasha Romanoff, Personagens Originais, Scott Lang (Homem-Formiga), Stephen Vincent Strange / Doutor Estranho, Steve Rogers, Thor
Tags Academia Vingadores, Alexandra Daddario, Amor, Ao3, Ao3 Br, Brant Daugherty, Capitão América, Carol Danvers, Casais Marvel, Chace Crawford, Crack Shipps, Crackshipps, Depressão, Doutor Estranho, Drama, Evangeline Lilly, Família, Fanfics Da Marvel, Filhos Dos Vingadores, Heather Morris, Homem De Ferro, Homem Formiga, Hope Van Dyne, Hulk, Ironwidow, Jank, Jennithor, Lucy Hale, Marshall Williams, Mulher-hulk, Natasha Romanoff, Os Vingadores, Paul Rudd, Romance, Scarletstrange, Scope, Scott Lang, Se Não Tiver Escreva, Shipper, Shipps, Steve Rogers, Thor, Tony Stark, Tudo Culpa Da Paola, Vespa, Viuva Negra
Visualizações 101
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou deixando de aviso em todas as minhas fics que tirando meu Guerra Civil, todas estão sendo reduzidas. Então, você, amado leitor fantasma, apareça ao menos pra dizer "oi".
Eu não entendo como a história tem visualizações, mas apenas três leitoras ativas.
É chato ter que ficar praticamente implorando comentários, mas ainda é pior postar uma trama grande para as mesmas pessoas sempre (inclusive amo demais essas nenês).

Enfim

Boa leitura <3

Capítulo 8 - Fascínio


Fanfic / Fanfiction Just like Heaven - Capítulo 8 - Fascínio

Dave disse “te amo”, depois riu como se fosse uma piada. Francis realmente quer acreditar que é isso, uma grande piada. Já faz alguns meses que os rapazes costumam ficar olhando a cidade em cima dos prédios. Comem salgadinhos, tomam cerveja e trocam alguns beijos. Respiram o doce ar poluído que só a grande e civilizada cidade pode proporcionar.

O pequeno Barton gosta dele porque a risada deles combina.

[...]

– Você me beijou em cima do prédio!

Dave grita enquanto Francis o carrega por seu apartamento. Já está amanhecendo e o baterista está visivelmente tonto.

– E você está bêbado, seu cuzão! – ri. – Não sabe beber, porra!

– Ei! – tenta dar um tapa em Fran, mas se desequilibra. – Eu quero usar seu amor essa noite! – sorri.

Dá uma longa pausa, se joga na poltrona da sala.

– Não faz drama, garoto! – continua rindo, senta ao lado dele.

– Eu não quero perder seu amor essa noite, Canarinho.

[...]

– Eu não sou um cara romântico. – Francis diz.

Dave só consegue pensar: “Jura?

– Mas falo sério quando digo que o que sinto por você é diferente. Posso parecer um monstro por fora e às vezes ajo como um, mas tenho sentimentos. Eu sou como Shrek e você é o Burro. – outra risada.

– O Shrek não fica com o Burro, ele fica com a Fiona. – o baterista corrige.

– Não assisti essa parte do filme! A questão é que, parando pra pensar na vida que estou levando e nas coisas que estou fazendo, tenho total certeza que você tem sido maravilhoso pra mim.

O herdeiro Barton respira fundo, tenta impedir as mãos de começarem a tremer. Algo em sua cabeça não está fazendo sentido. Questiona-se o porquê do coração está acelerado com relação a um sentimento que nem tinha conhecimento até então. Já faz algum tempo que estão no apartamento do músico, e ele não consegue mais esconder o jeito com que se sente.

Mansão Pym

Scott acorda às dez da manhã. Passa a mão no rosto, esfrega os olhos algumas vezes, se força a levantar. Sorri ao ver sua amável e arrogante menina favorita usando seu blusão jeans, óculos escuros e o cabelo preso de qualquer jeito. Ela é linda, sexy e estilosa sem fazer esforço.

Senta na cama enquanto ela está de costas falando com seu tio Barton.

“Sem problema, tio. Estou bem. Sim, fica tranquilo. Tio, por favor! Eu juro que não transei! Como assim por que não transei? Tio, eu não tenha nada com o Scott! Deus me livre ter um filho dele! – finalmente grita. – Tio, eu também amo você. Dá um beijo na tia passarinha”.

Lang até tenta fazer uma piada, mas ela é mais rápida com as palavras:

– Sabe que horas são?

– Você quer me informar as horas ou quer me hostilizar por estar acordando às dez da manhã?

– Fui ao mercado. Caminhei. Fiz café e ainda tive tempo de pegar a correspondência. E você dormindo! Não esqueça que temos a palestra depois do almoço!

– Uau! Que tal substituir Diane Prince?

– Não entendi.

Diana Prince! – gargalha. – A Mulher Maravilha!

– Sei quem é, mas não entendi a graça.

– Você é muito rabugenta! – finge estar irritado.

– Desculpe.

Ela responde num grande tom de tristeza, dá de ombros e segue em direção ao banheiro. Scott levanta e vai atrás, fica na porta enquanto ela começa a se despir.

– Nunca viu uma mulher nua?

– Só na playboy, tia! – ri, cruza os braços.

– Tem cara mesmo. Quer um mapa?

– Uau, trocou a ferradura?!

Ela entra na banheira, deita, fecha os olhos.

– Posso ficar, Jujubinha? – sorri.

– Pode, mas nunca mais me chame assim.

O rapaz tira a roupa, senta de frente pra ela e percebe porque a moça o encanta tanto. Ela anda como uma líder. Faz o que uma líder faz.  Ela o fez pensar em deixar-se envolver cada vez mais. Esse é o tipo de garota que ele precisa!

– Scott?

– Desculpe, estava viajando!

– Normal! – finalmente solta uma risada. – Me perdoe pela forma que tenho agido, mas minha cabeça anda um grande nó!

– Sei o que te preocupa. – pede passagem, senta entre as pernas dela, acomodando a cabeça em seu pescoço, então sussurra em seu ouvido. – Eu não sei se é precipitado dizer isso quando nos conhecemos há pouco tempo, mas acho que te amo!

A conexão é tão forte que ambos sentem arrepios dançando pelo corpo.

– Eu também acho que sinto o mesmo! – responde em meio às lágrimas. – Seu desgraçado!

– Não consegue elogiar sem ofender?!

Universidade de Direito Super-humano

Taylor chega dez minutos antes da palestra da subcomandante de polícia sobre humana. Doutora Mallory foi uma grande rival de sua mãe no passado, mas ainda sim é uma mulher de extrema inteligência que irá lhe acrescentar muito na futura carreira. Caminha pelos corredores cantarolando o ritmo latino favorito de sua progenitora. Traja regata, jeans com modelagem ajustada, jaqueta de couro preta e chapéu da mesma cor. Usa algumas correntes que balançam levemente com seu andar. Abre o armário, pega apenas o necessário. Beija a foto de seus pais e mais uma vez jura que será tão bom na advocacia como Jennifer. Não demora em chegar ao auditório. Surpreende-se ao ver Hope acompanhada de Scott na primeira fileira. Cumprimenta-os de longe, seu foco dessa vez não é fazer piadas ou questionar porque alguém com o coração de pedra está vivendo um romance. A meta é aprender, mostrar a todos que vai além de um rosto bonito e um corpo sarado. Pensa em Paola, precisa impressioná-la, afinal, a mesma ainda não quer casar com ele.

[...]

Uma hora e meia de fundamentos e psiques mutantes, eis que chega o momento tão esperado: As perguntas dos alunos! Tay apressa-se em ser o primeiro a levantar a mão.

– Boa tarde! – diz tentando disfarçar o nervosismo. – Me chamo Taylor Odinson e gostaria de saber qual foi o caso com maior apelo emocional que enfrentou em toda a sua carreira.

– Boa tarde, Sr. Odinson! – a palestrante responde rindo. – Interessante receber uma pergunta desse porte vindo do filho da Walters. – corrige a própria postura, aparenta superioridade. – Sem dúvida foi quando tive que defender o Dr. Pym usufruindo do codinome Jaqueta Amarela.

O coração sente uma pequena pontada, não demora a olhar Hope e vê que a mesma aparenta horror ao ouvir aquilo. Uma cena de segundos com um peso emocional de anos. Volta-se a doutora que começa a explicar o porquê daquele caso ter sido o mais intenso de sua vasta carreira.

– Jaqueta Amarela foi o penúltimo codinome usado pelo cientista, um pouco depois de ter sofrido um acidente químico no cérebro, adquirindo esquizofrenia. Lembro-me perfeitamente de quando chegou a meu conhecimento que o herói havia matado uma vilã que aparentemente estava se rendendo, o que gerou uma corte marcial na antiga Mansão dos Vingadores. Doutor Pym não aceitou ser expulso e num grande surto criou um robô com capacidade de matar cada um dos colegas de equipe. Não teve êxito em seu ataque, sua esposa conseguiu dar fim a máquina e depois pediu o divórcio. Um pouco depois, não satisfeito com o que fizera, uniu-se ao Doutor Starr, ironicamente um antigo inimigo seu. Ambos estavam juntos para controlar uma mulher de extremo poder e o fim seria a morte da mesma. Uma jovem indefesa, sobrinha de Elihas, a mesma foi usada em experimentos científicos, perdendo o braço no meio do processo. Esse foi o caso com mais apelo sentimental de todos os meus anos de carreira. – sorri. – É complicado lidar com clientes que além de poderes, também possuem psique insana.

– E qual foi o desfecho desse episódio? – a filha de Pym segura às lágrimas enquanto pergunta.

– Jaqueta Amarela cumpriu cinco anos de prisão, mocinha. – responde despreocupada, mal sabe que a menina que lhe questiona é a filha do homem citado.

[...]

A palestra finalmente chega ao fim. Odinson levanta com pressa, procura pela prima por todo o auditório e não encontra. A mesma está longe, usando apenas um codinome como filtro de pesquisa na Internet: Jaqueta Amarela.

Herói ou vilão? Jaqueta Amarela acaba de ser preso.

A socialite e líder da equipe Vingadores conta a imprensa que está se divorciando do cientista e herói Hank Pym.

Os Vingadores pedem oficialmente que suas imagens sejam desvinculadas do Jaqueta Amarela.

Após a prisão de Jaqueta Amarela, os socialites Tony Stark e Janet Van Dyne são vistos trocando beijos em um luxuoso restaurante.



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