História Just Love - Me x Finn Wolfhard - Capítulo 1


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Edward "Eddie" Kaspbrak, Eleven (Onze), Georgie Denbrough, Henry Bowers, Jonathan Byers, Kali "Eight" (Oito), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Michael "Mike" Hanlon, Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Steve Harrington, Will Byers, William "Bill" Denbrough
Visualizações 74
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - 001 - Canadá.


Fanfic / Fanfiction Just Love - Me x Finn Wolfhard - Capítulo 1 - 001 - Canadá.

Eu estava acordado em todo o mal humor existente na face da terra.

As Olheiras de Cansaço, as Remelas de Desgaste e os Dentes atolados de doces da festa de ontem não me deixam mentir.

Alias, era Segunda-Feira. E, em partes, isso não era muito agradável, se eu pudesse usar esse termo.   

Tomei coragem, cai da cama (sim, cai por um simples motivo, PREGUIÇA DE LEVANTAR), quase quis me arrastar ao banheiro (mas eu fui a pé mesmo) e pegei a pasta de dente, o fio dental e a escova e iniciei a escovar os dentes de podridão.  

 Eu Só tenho 15 anos. 1,64 de altura, 56 kg, cabelo ondulado e curto, olhos castanhos e muitas sardas. MUITAS.

Após eu ter escovado os dentes, fui arrumar o cabelo, todo bagunçado, circunstância da noite de ontem.

Percebi que meu cabelo tinha crescido um pouco mais, e minhas olheiras bem reparáveis. Mas isso não era problema no momento.

Com um sorriso de Hollywood, como minha mãe sempre diz para mim, fui pra cozinha fazer meu café da manhã, já que ninguém estava em casa.

Decidi fazer um misto quente com chocolate quente para começar o dia bem... “Suculento”.

Até alguem me ligar. Era o Jaeden, ele não parava de me ligar essa semana. As vezes, nos banhos que tive, eu me perguntava por que tanto ele me ligou. Eu atendi.

—Bom Dia, Jaeden.

—Bom Dia! Como vai parceiro?    

—Morto, Com Sono, Com Fome. E você?

—Ótimo agora em falar com meu amigão!

—Oh, que bom. O que faz de bom da vida?

—Ah, só arrumando o meu material pra quinta.

—As aulas ai começam... Quinta?

—Isso, até que não é ruim.

—Concordo Plenamente, Jae.

—E seu amigos?

—A Ahim ainda insiste na dieta maluca do atum com alface, O Shiro só sabe Comer, o Chris está namorando com um cara bem legal, Keiichiro mandou muito bem na apresentação na escola, a Hammy ainda continua sendo uma vaca e o Barry está trabalhando um restaurante mega top como disse ontem.     

—Wow. Mas e você e a Ahim?

—Separamos, isso porque o Padrasto dela é um completo de um Filho de Uma Prestadora de Serviços Eróticos, e fez de tudo pra nos separar por eu simplesmente ser Bissexual e também gostar de homens, e mulheres, lógico.                                          

—Trágico, mas você tá triste?

—Um pouco, mas de boa.

—Pelo menos isso.

—Yep.

—Bom, eu vou ir tomar café da manhã.

—Eu também, Jae.

—Te ligo de novo daqui a pouco, ok?

—Okay, bye.

—Bye.

Eu desliguei, até que o Jaeden melhorou meu dia, que foi muito bom, por sinal. Eu comecei a fazer meu misto quente primeiro, como eu tenho manias de organizar tarefas como o “Fazer o Café”.

Enquanto eu fazia o misto, alguem tocou a campainha. Era o Barry, de férias do trabalho devido as aulas começar na Quarta.

Eu e Barry somos amigos de infância, confesso que já tive uma quedinha por ele antes de eu namorar a Ahim. 

Desde que eu e o Barry nos conhecemos, nunca mais se separamos e sempre nos preocupamos um com o outro.

Convidei ele para entrar, e ele não recusou.

—Então Kel, vim passar o dia com você.

—Oh, valeu.

—Sua Mãe Me Avisou que Iria passar o Dia Sozinho porque ela foi resolver umas coisas dela. Então ela pediu pra eu te fazer companhia.

—Tudo bem! Não tem problema. Está com fome? Estou fazendo meu café.

—Não se preocupe cara, já tomei o meu.

—Posso confiar em você?

—Claro, estúpido!

—Hahaha!

Barry é um irmão pra mim, sempre nos divertimos e as vezes damos altas risadas em coisas sérias.

—Acabei de falar com o Jae.

—Sério?

—Sim, ele te parabenizou pelo novo trabalho ontem.

—Legal! Alguma notícia do pessoal?

—Novas não, e tu?

—Também não.

Ficamos puxando papo sem sentido, e contamos piadas de tiozão que sempre rimos por motivo desconhecido.

Eu e Barry começamos a maratonar Flash o dia inteiro. Ele me explicava as coisas e eu mais... Interessado. Até eu cair no sono.

Ele acabou assistindo o resto dos episódios da Temporada 1 sozinho, enquanto eu dormia com a cabeça em seu colo. Até minha mãe chegar e Barry me acordar.

Eu, percebendo onde minha cabeça estava, logo levantei corado e assustado. Eufórico, olhava pros lado até localizar minha mãe.

Então, eu e Barry iriamos até ela.

—Ah, Oi Mãe!

—Oi!

—Oi pra vocês! Trouxe uma surpresa pra você, dorminhoco.

—Eu não sou dorminhoco, é só você que é muito elétrica e olhe lá amiga!

Minha mãe pegava três passagens apenas de ida pra Vancouver, Canadá.

—Vamos? É pra amanhã!


—Oxe! Sério? Meu Jesus De Cristo Amado Do Céu Do Wolfhard da Cocótinha.

—E não pense que vai sozinho.

Barry mostraria sua passagem.

—Eu e o pessoal vamos também.

—AI COCÓTA DO CÉU.

Eu entraria em um pânico misturado a alegria e ansiedade. Só de pensar que eu iria para a cidade do amor da minha vida!

Calma. Eu respirei, fui calmamente a meu travesseiro e comecei a gritar como maluco sem nenhum medo, preocupação ou vergonha.

Tomei vergonha na cara, levantei e pedi para que Barry viesse até meu quarto, e foi isso que ele fez.

—EU VOU PRA CIDADE DE FINN WOLFHARD, PROVAVELMENTE MORAR NA CIDADE DO AMOR DA MINHA VIDA.

—Sim.

—COMO PODE ESTAR CALMO?

—Porque eu não tenho toda essa obsessão pelo Finn.

—E SE VOCÊ ESBARRASSE COM O GRANT?

—Ih Rapaiz.

—TALVEZ EU ROUBARIA UM BEIJO DO FINN SE EU ME ESBARRASSE COM ELE.

—Sério?

—Sim.

—Acho que é por isso que te chamam de louco no colégio.

—EU SEI. NÃO ESTRAGA MINHA FELICIDADE

—Calma.                             

—EU NÃO TENHO CALMA, POLLA.

Nós ficamos se encarando, eu com suor no cabelo e bem louco, e ele estava com a mão em meu ombro, com um rosto que me levava calma.

Barry começaria a procurar algo em meu guarda-roupa bagunçado. E finalmente achou, a minha mala.

—Vamos ter que arrumar suas coisas.

—Okay, partiu.

Eu e Barry começamos a arrumar minha mala, alias, amanha era o dia.

Passamos o fim da tarde arrumando a minha mala e brincando com meus travesseiros, assim, levando minha ansiedade pra um lugar distante da minha mente lotada de coisas e acontecimentos, o que não me ajudava muito.

Barry, como amigo, te amo.

Acabamos caindo na minha cama, todos cansados. Ficamos exatamente 20 minutos deitados ali.

Ao perceber que Barry dormiu, eu levantei lentamente, peguei minha roupa e toalha em direção ao banheiro para ir tomar banho.

Assim, tomei um banho rápido, e voltei pro quarto com uma camisa preta, blusa branca e calça preta. E Barry ainda estaria lá, dormindo.

Assim, fiquei ao lado dele mechendo no celular e nada dele acordar.

Meus olhos comecariam a enfraquecer, meus cílios baixaram a guarda, o meu corpo relaxou e enfim, o sono chegou e me ganhou.

Então, enquanto dormia, lembrei do que aconteceu ontem.

Aquele dia foi incrível. Eu e meus amigos passamos a noite e a madrugada festando na casa do Chris.

Parecíamos Maiores de Idade, mas apenas tinhamos de 14 a 16 anos.

Mas quando o Sono afetou todos, ficou mais interessante, porque ficamos loucos também.

Jogamos Salada Mista, e só me faziam beijar a Ahim, o que era bom, porque aquela sensação boa que vem dela nunca vai enjoar.

Nos Atolamos de Doces toda Hora, principalmente do Maldito Fini de Amora que a Ahim nos trouxe.

Não foi a melhor noite, mas até que poderia ter sido.

Acordamos com o chamar de minha mãe, o sussurro suave se confundia com uma voz tremula do frio de 10°c de São Paulo.

Barry viu em seu celular que era 03:09, e a viagem estava programada para as 04:45, isto é, estamos correndo com o tempo, e com a felicidade.

Nós levantamos e fomos escovar escovar os dentes, ele parecia estar mais disposto que eu.

Pelo menos usei o “Parecia”.

Vimos que a mala de Barry estava na sala. Alias, não queria sair aquela hora, a não ser para apenas ir para aquele aeroporto tão familiar, por mais que eu nunca tenha ido pra lá.

Fui me arrumar, e Barry ficou a minha espera na porta de meu quarto.

Sai. Estava com uma camiseta do Finn, Uma Blusa Preta e Calça Jeans. Barry foi em frente.

Após isso, ele também saiu. Porém, com uma Camisa Branca, Blusa de Ziper Azul Marinho e Calça Jeans.

Assim, se passou um tempo, e deu 04:00.

Minha Mãe Apareceu em Seu Quarto, Pedindo para que Fossemos Entrando no Carro de Meu Irmão.

E assim fizemos, fomos descendo até o carro do meu irmão.

Lá estavam todos meus amigos, a frente do portão, no carro de seus respectivos responsáveis. Isso apenas me fazia mais feliz.

Assim, Barry, Eu e Minha Mãe, que Carregava as Malas, entramos no carro de meu irmão e fomos para o aeroporto.

Eu comecei a ouvir Céu Azul, enquanto olhava para a paisagem de motores e rodas. Pra mim, era mais música para meus ouvidos.

Barry começou a me observar, e já percebia que eu não largava a janela, então ele disse:

—Kel, a Janela não é o Finn.

—Ah é!

Soltei a janela imediatamente, bem envergonhado, e Barry começava a rir baixo.

Passou 20 minutos, e eu já avistava o imenso Aeroporto, que me fazia imaginar Vancouver.

Entramos no Estacionamento, deixamos os carros lá e, já fora do carro, todos nós fomos entrando no Aeroporto. Mas sempre eu e meus amigos. Tirando a Hammy.

Fizemos o check-in e, pela minha anciedade, meu irmão foi rapidamente comprar algo para nos alimentar.

Mas como não podemos dormir no ponto, fomos diretamente no lugar onde ficava os aviões, em procura do CAN-8912.

Achamos, e enfim, entramos no avião. Eu não aguentava mais de tanta felicidade.

Eu olhava o relógio, e quando vi...

04:45.

O Avião começou a fazer suas manobragens, dava muita aflição de nós cair-mos. Mas, já decolamos.

A viagem foi bem tranquila, não houve nenhum problema.

Se passou 10 Horas, e o piloto avisava que já estavamos perto do nosso destino.

Eu dava um sorriso no rosto, e percebi que essa demora valia realmente a pena.

Então, esperei 30 Minutos, e o Piloto avisou para colocar os cintos, pois iriamos descer.

Ahim, que estava do meu lado, sussurrou:

—Vê se não grita quando chegar, tá?

—Não garanto, mas eu tento.

A descida parecia uma turbulência horrível, mas nada tirava minha felicidade.

Quando eu vi, já descemos. A porta começava a abrir, e eu parecia um macaco apressado. E quando a porta abriu, todos sairam de forma civilizada, mas eu sai as pressas.

Desci do avião e estampei um sorriso no rosto.

Vi no Celular, Era 08 Horas e Pouco, mas, alguém esbarrava em mim, o distraído da parada.

Ele olhou e disse:

—Me Desculpe.

—Nah, tudo be—

Eu vi. Eu entrei em choque. Era ele. O Amor da Minha Vida.

Finn Wolfhard.


Notas Finais


Desculpinha se a história ficou horrivel, mas é o máximo que pude fazer.
Bye bye!


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