História Just Love - MingYang - Capítulo 4


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Categorias Got7, ITZY
Personagens Jackson, Lia, Mark, Personagens Originais, Yeji
Tags Aparição Do Got7, Aparição Do Itzy, Boy Story, Cute, Hanyu, Mingrui, Mingyang, Shuyang, Xinlong, Xinyu, Zeyu, Zihan, Zihao
Visualizações 3
Palavras 1.768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura '3'

Repostado em: 10/10/2019

Capítulo 4 - Três


Fanfic / Fanfiction Just Love - MingYang - Capítulo 4 - Três

|♡|


[Segunda-feira, 30/09/2019 | »sem aula«]


Durante a manhã, nem Shuyang e nem Mingrui apareceram para tomar o café. Zeyu tinha visto Mingrui enrolado na coberta em sua cama quando acordou mas quando chamou o mais novo ganhou apenas um silêncio, então decidiu deixá-lo lá, talvez, dormindo.


No entanto, ninguém tinha visto Shuyang. O manager tinha ido a empresa, resolver as coisas em relação às férias, mas Shuyang não tinha saído do quarto ainda e deduziram que ele também dormia.


— O que pode ter acontecido? – Zeyu perguntou preocupado para os três mais velhos.


— Eu gostaria muito de saber... – Hanyu falou também preocupado, olhando para o corredor que dava para os quartos.


Os quatro já tinham tomado o café da manhã e estavam na sala. Passava um dorama na TV mas nenhum deles conseguia prestar atenção. Todos estavam ocupados demais pensando nos menores.


— Geges... – uma voz baixa foi ouvida e todos se viraram para o corredor, onde Shuyang vinha devagar com suas pantufas e enrolado em um cobertor.


O menor estava com os cabelos bagunçados e a carinha toda amassada, por ter acordado recentemente. Porém, ele também tinha o nariz vermelhinho por causa do resfriado, não só o nariz como as bochechas que também estavam um pouco vermelhinhas.


Xinlong foi rápido em ir até o menor e o pegar no colo. Normalmente, Shuyang reclamaria mas, ao contrário disso, ele apenas envolveu suas pernas no tronco de Xin e deitou a cabeça no ombro dele.


Zihao, Hanyu e Zeyu se entreolharam perplexos. Xinlong, mesmo que surpreso, foi até o sofá com o pequeno nos braços e se sentou nele, sentindo seu ombro meio quente. Desconfiado, ele levou uma mão até parte da testa do menor que estava exposta e franziu o cenho ao sentí-la mais quente que o normal.


— Yu, pega o termômetro lá na caixinha médica, por favor? – Xin pediu e Hanyu o olhou, assim como Zihao.


— Ele está com febre? – Hanyu perguntou se aproximando e Xinlong o olhou, assentindo.


— Ele está mais quente que o normal. Tenho minhas suspeitas que seja sim febre. – falou e olhou o menor em seu colo.


Nesse mesmo momento, Mingrui apareceu na sala coçando os olhos, esses que ele arregalou ao ver Shuyang. Sem nem se preocupar em cumprimentar os mais velhos, ou perguntar o que estava acontecendo, apenas correu até Xinlong e olhou para o mais novo que estava no colo dele.


— Yanggie... – falou baixo e Shuyang abriu os olhos, levantando a cabeça do ombro de Xin e olhando para ele.


Eles ficaram se olhando por um tempo, sem falar nada até que Shuyang virou o rosto, se lembrando das palavras do mais velho no dia anterior e querendo chorar novamente. Hanyu, Zihao e Xinlong ficaram curiosos e Zeyu, que chegou com o termômetro, ficou confuso.


— Me desculpa, por favor. Eu juro que era mentira, eu não sabia. – Mingrui falou pegando a mão do mais novo e já sentindo seus olhos marejarem.


— Não pareceu mentira. – Shuyang falou baixo soltando a mão do mais velho e abaixando a cabeça também com os olhos marejados. - Na verdade, pareceu muito real e mentira parece isso, que você está falando agora.


— Por favor Shu. Eu fiz aquilo porque eu tinha lido parte da carta já... – Mingrui abaixou a cabeça e Shuyang começou a olhá-lo. – Eu achei que era para outra pessoa, eu não vi meu nome nela. Eu sinto o mesmo por você Yang e não suportaria te ver com outra pessoa, então fiz aquilo. Tentei ser frio e me afastar de você. Aquilo era sim mentira, eu só queria que ninguém desconfiasse... – ele falou baixo e Shuyang suspirou, se controlando para não chorar ali.


— Por que não me perguntou? – Shuyang falou sem aumentar o tom de voz.


— Fiquei com medo. Medo de você brigar comigo por eu ter lido algo pessoal seu. Medo de você descobrir meus sentimentos e achar estranho. Medo de estragar nossa amizade. Porém, mesmo com medo de estragá-la, eu fiz aquilo, fingi aquilo... – falou levantando a cabeça e olhando o mais novo.


Shuyang ficou em silêncio, assim como a sala inteira. Os quatro mais velhos revezavam entre olhar para os dois mais novos e um para o outro, confusos, enquanto Mingrui olhava para o Ren, ansioso.


Finalmente encontrei o caminho... – Shuyang cantou baixinho, quase inaudível, um verso de ‘Stay Magical’.


Então floresça a estrela adolescente... – Mingrui completou, também baixinho.


Eu quero você... – os dois cantaram juntos e se encararam.


Não era exatamente uma música de amor, mas ainda sim. Aqueles versos tinham uma pequena relação com os dois naquele momento.


— Eu te desculpo... – Shuyang falou em um quase sussurro e Mingrui ofegou, surpreso e feliz. – Mas você tem que prometer que não vai mais tirar conclusões precipitadas de nada. – falou com ênfase no ‘nada’.


— Eu prometo. - Ming falou afoito e Shuyang sorriu pequeno, fazendo uma careta de dor depois. – Opa, o que foi bebê? – perguntou preocupado e Shu corou um pouco pelo apelido, fazendo Mingrui sorrir, mas logo voltar para expressão preocupada.


— Minha cabeça... Está doendo. · Shuyang falou voltando a se deitar no ombro de Xin, que o encarava, muito confuso com aquela conversa que os mais novos tiveram.


— Ah! O termômetro... – Zeyu entregou para Xin e se sentou no meio de Zihao e Hanyu que encaravam a cena, perdidos.


Xinlong mediu a temperatura de Shuyang e confirmou suas suspeitas. O maknae estava sim com febre, provavelmente por ter saído no dia anterior sem estar devidamente agasalhado. 


Hanyu foi até a caixinha médica no banheiro, pegando um xarope para abaixar a febre e dando para o menor, que tomou e depois voltou a se aconchegar no colo de Xin.


— Meu Deus... Desculpa Yanggie, foi tudo por minha culpa. Primeiro você ficou resfriado, depois triste e agora com febre e dor de cabeça. – Mingrui falou triste e Shuyang se levantou, com cuidado, do colo de Xinlong e foi até o Gou, o abraçando.


— Não foi sua culpa. Eu fiquei resfriado porque além de deixar o cabelo molhado na hora de dormir, eu fiquei na chuva mais tempo que você, naquele dia. Eu ficar triste realmente foi sua culpa, mas agora já está tudo bem e eu estou feliz. E, eu ficar com febre e dor de cabeça é culpa do meu pouco cérebro de ir para rua de pijama e apenas um casaco no frio, além disso, eu já tomei remédio e vou ficar bem. – Shuyang falou e se afastou de Mingrui. – Não quero você se culpando por essas coisas bobas. – falou e voltou para o colo de Xinlong, se deitando novamente.


— Mas o que cargas d'água aconteceu com vocês dois? – Zihao perguntou já nervoso e curioso.


Hanyu o olhou com a sobrancelha arqueada, tentando entender o que aquele termo deveria significar.


— O que foi? Você vive reclamando e mandando eu parar de falar “palavras feias” perto dos menores, tenho que usar termos assim, ué. – se explicou e voltou a olhar os mais novos, que se encaravam sem ligar para o que estava acontecendo em volta.


— Meninos? – Xin chamou a atenção deles que pararam de se encarar, um pouco corados.


— O-Oi? – falaram juntos.


— E aí, o que aconteceu entre os dois? – Zihao perguntou de novo e Mingrui olhou para Shuyang que suspirou e assentiu.


— O Chan gege disse ontem que eu estava apaixonado, né? – Shuyang perguntou e eles assentiram. – Então, ele sabe por quem é, só que eu pedi para não falar. – Mingrui o olhou alarmado, e se o manager brigasse? – Ele disse que apoiava tudo, só que aconteceu que essa pessoa falou umas coisas que me magoaram bastante. – fez uma pausa, respirando fundo e olhando para suas mãos, apreensivo. – Essa pessoa é o Mingrui... – os quatro mais velhos arregalaram os olhos e os mais novo engoliram a seco.


— O motivo de eu ter agido assim foi que o Shuyang tinha escrito uma carta para a pessoa que ele gosta e eu li o começo dela, só que, com minha burrice, não perguntei para ele quem era a pessoa que ganharia a carta e nem vi meu nome nela. Assim, inventei de me afastar dele e falei tudo aquilo que o Zeyu e o Hanyu ouviram ontem, mas era mentira para vocês não desconfiarem, só que o Shuyang acabou escutando... – Mingrui falou abaixando a cabeça.


— Aí, eu sai correndo do dormitório e fiquei em uma praça até que o Chan gege me encontrou e me trouxe para casa. Nisso, o Mingrui foi lá no quarto, e eu acabei falando tudo que sentia, o entregando a carta. Depois, sai do nosso quarto e fui ficar com o Chan gege que me entendeu e falou que tudo bem. – Shuyang falou se encolhendo um pouco.


— Eu fiquei confuso... Por isso hoje acordei decidido a me desculpar e me declarar para ele. Felizmente, deu tudo certo e eu consegui. – Ming sorriu e olhou Shuyang que também o olhava sorrindo.


— Caramba... Por que não falaram com a gente? – Zeyu falou.


— Sinceramente? Eu meio que esqueci de vocês... – Shuyang falou envergonhado e Mingrui assentiu do mesmo jeito, enquanto os mais velhos os olhavam, incrédulos.


— Desculpa... – eles falaram juntos.


— Tudo bem, só que da próxima vez que algo assim acontecer falem com a gente. Ficamos muito preocupados com vocês. – Hanyu falou e os menores assentiram


— Mas... Vocês não vão achar estranho, tipo se começarmos a namorar? – Mingrui perguntou e Shuyang se engasgou com o ar, algo que não passou despercebido por Zeyu que riu baixo e respondeu:


— Não, eu acharia muito fofo na verdade. – falou e os outros assentiram, deixando Shuyang vermelho por realmente estarem falando daquilo.


— Só cuidado com as ruas, não esqueçam que são famosos e além disso, seria um escândalo: dois adolescentes em um relacionamento homossexual. – Hanyu falou. – Mas em casa, podem namorar sem proboema algum. Daremos todo o apoio para isso – completou, sorrindo.


Shuyang começou a tossir por engasgar novamente e todos se virara para ele que estava corado e tossindo.


— Ei, calma bebê, o que houve? – Mingrui perguntou e Shuyang corou mais ainda, conseguindo parar de tossir. – Isso é tudo porque eu falei em namoro? Ué, você me ama e eu te amo, não vejo motivo para eu não fazer o pedido. Só vou esperar eu conseguir arrumar e planejar tudo direitinho.


Shuyang colocou as mãos no rosto, envergonhadinho e deu um tapa um Mingrui, quando ouviu ele rindo de si. Depois, escondeu a cara no cobertor em que estava enrolado, ouvindo a risadinha dos mais velhos.





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