História Just one more letter - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Antiguidade, Cartas, Guerra, História, Jikook, Sem Nexo, Yaoi
Visualizações 13
Palavras 1.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa história se passa em um século menos avançado que o nosso e tem como personagens principais o Jeongguk e o Jimin (relações do shipp Jikook).

Não haverá outros personagens do Bangtan nesta história. Podem haver menções, mas eles jamais irão aparecer como um personagem.

Qualquer erro, vocês podem me alertar.

Há partes que estarão confusas para o entedimento e bem, é realmente para ser assim. Me perdoem por minha escrita deplorável e sejam gentis com a minha primeira história. :)

O prólogo é pequeno, mas os próximos capítulos serão grandiosos. Eu prometo.

Outra vez: essa é só uma introdução à história.

Boa leitura!!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Just one more letter - Capítulo 1 - Prólogo

"Cartas"


A lamparina ao meu lado mantinha-se incessantemente acesa, ajudando-me com a leitura e fazendo com que meu peito se erguesse de maneira nervosa. Passava-se das dez da noite e eu, fora de meu matinal horário, preocupava-me com a punição que poderia levar; e, por ora, se aquilo que estava em minhas mãos pudesse mesmo ser impedido de chegar ao seu destino.

Elizabeth vivia dizendo-me quão errado era o que eu estava a fazer. Dizia-me ela toda vez, "largue-o e deixe que esse sentimento vil se quebre" completando com "arrepender-se é a maior chance no fim de tudo". A voz dela fazia com que minha mente girasse em dúvida na hora de continuar minha sina perigosa. Para mim, algo que fazia-me ficar tão livre e diferente como a pureza dos mil santos sobre um banquete, como Tereza sempre descreveu, não tinha a menor chance de tornar-se um arrependimento futuro e não havia a menor chance de ser, por agora, algo errado. Era apenas o amor, por que tornaria-se tão impuro aos olhos dos outros?

Talvez por ser algo novo, sim, eu possuía isto em mente. Talvez por, assim posso dizer, o romance vir á ser alimentado por pensamentos impuros e improváveis e ser, em tempos tão obscuros que vem a cair sobre nossos ombros, um gasto fútil. Ele era, sobretudo, um amor crescido por entre as raízes de algo proibido por lei e algo morto há séculos passados pela liberdade de expressão; o amor entre os homens. Era estranho o fato para mim deste ser proibido, já que algumas das moças mais puras de nossa sociedade eram obrigadas à se adornar nos braços de desconhecidas sujas para torná-las mais belas superficialmente. Era algo tão tonto e escárnio que até eu, em minha situação, daria risada se não levasse tão a sério o modo de viver por entre essas divisórias.

Outrora, é por isto que me sinto tão bem a fazer o que faço todos os dias ao passar das dez da noite. Sento-me em meu dormitório, sentindo-me bem abaixo do fulgor da lua, iluminando-me com apenas ela e uma lamparina cujo gás já estava a acabar - ato egoísta da minha parte a se deixar acontecer já que, outra hora, muitas pessoas viriam a utilizar tal equipamento para seus estudos. Entretanto, com a pena de escrita pousa entre meus dedos mestres e a sua ponta apoiada sobre a folha fina de papel amarelada e envelhecida, sentia-me em um turbilhão de boas emoções, a culpa por meu egoísmo era incapaz de chegar até mim. Aquele sentimento de selvageria; sim, era ele que ultimamente me movia. Sentia-me como um cavalo selvagem no velho-oeste, pronto para qualquer aventura, sem temer, sem olhar para trás.

E como todas as noites, eu estava em uma posição desfavorecedora para a minha coluna. Tereza, se visse-me por agora, traria com si sua régua amadeirada e pediria-me as mãos para que o castigo fosse tomado. Eu não ligava.

Eu não ligo.

O sorriso em meus lábios cresceu sincero. Abrindo com cautela a gaveta quebradiça da escrivaninha do dormitório eu apanhei uma caixinha e a chave dela, que se encontrava em meu bolso, encaixou automaticamente. Girei; aquele "click!" fez com que eu me sobressaltasse, mas apenas isso; tudo se encontrava na mais pura paz noturna. A caixa pousa em minhas mãos possuía relevos. Era de uma cor azulada e seus detalhes eram dourados; algo da nobreza, diriam muitos! Para mim, era apenas um presente dado por minha mãe para guardar coisas importantes daqueles que me rondavam. Mamãe sempre soube e eu seguia seus ensinamentos: não era possível confiar naqueles que não confiavam em si.

Por dentro, a caixa era coberta por um veludo escuro e azulado, coisa que deixaria-me rico se pusesse a venda. O fundo estava coberto por inúmeros papéis, estes que eram preenchidos pela mais bela caligrafia que eu já vira antes. Cartas, resumindo meu contexto. Eram cartas em respostas as minhas. Acima delas, amassada e contornada por uma fina camada de poeira que preocupou-me de imediato, estava posta uma foto do destinatário. Recente, pego-me a admirá-la todas as noites antes de escrever e após este feito, para que assim possa ter bons sonhos e sair um pouco de minha realidade solitária.

Na foto, o dono das cartas punha-se de pé em meio á vários arbustos e árvores. Sua vestimenta era algo banal, típico do exército de nossa sociedade. As cores variavam entre marrom e verde em seus piores e mais foscos tons, como os de uma folha seca ou que já passará desse ponto. O sapato era uma bota grossa, negra, parecia pesada. O cabelo, negro e esvoaçado, sempre era coberto por um chapéu do mesmo tom do resto das roupas, mas ali naquela foto em específico, permitiu-se a liberdade para que eu visse quão sedosos eram. Compridos, o que era raro já que em sua maioria mandavam os recrutados rasparem as cabeças. Entretanto, apesar de tantos pontos diferenciados naquela foto, o que mais me trancou a atenção foi seu olhar combo a seu sorriso sereno. Naquela foto ele parecia não ir, mas voltar do exército. Peguei-me suspirando, pensando quão bom aquilo poderia vir a ser se fosse real.

Voltei a guardar a caixa junto com o que ela escondia. Pousei meus olhos no papel vazio à minha frente e mordi o lábio. O que eu escreveria dessa vez?

E lá fui eu.

"Boa noite, meu amor. Como você tem passado? A noite aqui é insana, de profunda solidão sem ter a receber suas cartas de volta.

Pois bem, resumirei-te meu dia em poucas coisas produtivas que fiz: aprendi, finalmente, a andar de cavalo e, por um milagre, agradei Tereza em questão ao jantar. Acho que os Deuses estão a favorecer-me. Quando casarmos, penso, será que poderei ser bom para você a ponto de receber elogios? Eu não sei, mas espero que sim e espero que você não tenha grandes expectativas sobre isto. Você tem conhecimento, eu sou um desastre.

A guerra vendo daqui tem tornado-se brutal e cansativa. Vejo pelo lado de fora e toda vez imagino-o aí dentro. As explosões fazem com que meu coração entristeça e encha-se de temor. Consultei por precaução Hara hoje, nossa vidente local, e ela disse-me que toda a guerra virá agora por um futuro melhor. Disse-me ela que não pode dar mais informações, porque se isto escapar, será enforcada como as bruxas que rondavam nossa vizinhança. Oh, ela deixou-me tão amedrontado. Não por eu mesmo, mas por você e por nós. Ainda quero dar-te uma família saudável.

Lembra-se de nossos planos quando ainda estava a me mandar cartas? Após a guerra, iríamos para a cidade próxima para fugir daqueles conhecidos que nos olham com desprezo e lá adotariamos duas crianças. Comprariamos uma casa grande e criariamos animais com o intuito lucrativo e afetivo. Nosso lar seria lindo, meu amor.

Oh céus, o medo está consumindo todos os meus neurônios. Pus os verbos no passado, mas este é nosso futuro descrito mil vezes. Ah~ eu digo isso, mas tenho medo de perguntar seriamente a Hara.

O futuro me assusta porque não sei se estarei junto a ti. É capaz de dar-me essa resposta, Jeongguk?

Com todo o meu amor, desejo que fique bem.

  Park Jimin."


Notas Finais


Curto, como eu disse, desculpem-me o desapontamento. :((

Espero que tenham tido uma boa leitura e espero que tenham gostado do conteúdo! Não tenho data para voltar. Vai depender de minha inspiração e do quão bem vai sair essa história.

Obrigada por ler.


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