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História Just One Night - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Olha quem voltou! Espero muito que gostem da parte dois! Muitas coisas por vir agora! Obrigada por todo o carinho que recebo de vocês.
Antes de lerem queria só dizer uma coisinha: como eu voltei com uma parte dois dessa fic, deixarei de lado por um tempo The Phantom of the Opera. Quando acabar essa fic, volto para minha outra e espero que vocês gostem também de TPOTO que já está disponível aqui no Spirit.
Boa leitura! ❤️

Capítulo 18 - Meses depois...


Fanfic / Fanfiction Just One Night - Capítulo 18 - Meses depois...

Pov Raquel


Cinco meses haviam se passado. Cinco melhores meses de toda a minha vida que só estavam começando. Depois de Sol ter recebido seu transplante de medula do seu pai, Sérgio - do seu verdadeiro pai -, tudo começou a se tranquilizar. Sol se recuperou muito bem nos últimos meses e já pode voltar para casa e viver normalmente, mas sempre fazendo outros exames para se certificar que estava tudo bem.

Durante esses meses, nunca tinha visto Sérgio tão eufórico na vida. Estava feliz por Sol ter se recuperado bem. Estava feliz por saber que daqui a pouquíssimos meses teríamos outra criança correndo por nossa casa, nosso pequeno Salva. E, de uma maneira de deixar todo caos no passado em Tóquio, Sérgio decide vir morar na Espanha comigo. Com sua nova família. 

Martín durante este tempo todo, além de sempre nos fazer companhia e nos preparar um belo jantar no seu restaurante, também conseguiu convencer Andrés de vir morar na Espanha como os velhos tempos. E, para eu não perder a oportunidade, faço de tudo para Alicia também vir para cá. Minha ruivinha já havia vindo duas vezes nos últimos meses para me ver e sei que estava com muita saudade da Espanha. Seu relacionamento com Germán acabou indo por água ‘baixo, pois o mesmo começou a ter relacionamentos escondidos com Dylan. 

Sim. O Dylan. Isso me pegou de surpresa assim como Alicia e, para o bem dela, todo dia tento convence-la de voltar para cá. 

E, agora estava eu, na minha casa, grávida de seis meses com um laptop em uma coxa enquanto fazia planejamentos de trabalho futuramente, e com o amor da minha vida em um cochilo calmo com sua cabeça deitada na minha outra coxa. Por Deus, como eu amava esses momentos. Sol estava conosco na sala enquanto desenhava em uma mesinha perto da parede de vidro da sala ao nosso lado. Desde que Andrés lhe ensinou várias técnicas de pintura e desenho, minha pequena não parou de desenhar e Sérgio não parava de morrer de ciúmes. 

Com um blues baixo tocando no cômodo da sala, volto a me concentrar em meus planejamentos com minhas pernas para cima, encostadas na mesa de centro da sala. 

Enquanto anotava várias coisas, recebo um e-mail de Alicia no laptop. – o que acabava sendo pouco raro ultimamente -. E então decido ver o que era enquanto uma das minhas mãos fazia um breve cafuné em Sérgio. 

“Oi loirinha! Como andam as coisas por aí?” 

“Oi cariño. Andam bem. Só não está perfeito porque não está aqui conosco. Sua afilhada está sempre perguntando sobre você, e seu futuro afilhado está começando a se mexer, preciso de você para ver isto! E como vão as coisas por aí?”

Minutos depois, Alicia me responde. 

“Essas alterações de humor por conta da gravidez andaram te deixando mais carente, hein. E, para deixar seu dia perfeito, tenho uma notícia para dar a você!” – mordo meu lábio inferior, logo surgindo um sorriso no rosto.

“Estou é mais fogosa isso sim, ruivinha. E, para minha ocitocina mudar com frequência, o pai dessa criança que carrego, tenta ser o mais cuidadoso o possível na cama. Tem até vezes que discutimos em algumas noites por querer mais e ele não. Então o que eu menos estou é carente. Mas me diga! Faz tempo que não me dá boas notícias!”

“Tesão acumulado? Então o que posso fazer para lhe dar um orgasmo bombástico já que seu namorado ‘tem medo de machucar o bebê’?” – Alicia me envia e no mesmo segundo tenho uma vontade enorme de rir, mas me controlo para não acordar Sérgio. 

Cállate Alicia. Não me faça rir agora. Conte-me logo o que tem a dizer, anda.” 

“Tudo bem, serei bem direta então: já arrumei minhas malas e daqui a três dias estarei na Espanha. E, dessa vez meu amor, é para ficar!” – Dessa vez sem conseguir com controlar, solto um gritinho de felicidade ao ler a mensagem de Alicia, fazendo Sérgio acordar desesperado pelo susto. Ele levanta seu tronco do sofá, pega seus óculos ao lado dos meus pés e me olha indignado e eu ignoro suas expressões.

Sorrio e rio sem parar. Finalmente Alicia estaria de volta na Espanha. Não via a hora de poder sair com ela por diversos lugar e a principio, deixa-la bem depois de tudo o que aconteceu com ela no Japão. 

- Raquel, cariño, está bem? – Sérgio pergunta sem entender nada e sem perceber o mando calar a boca para eu responder Alicia e ele me olha mais incrédulo.

- Shhh, preciso falar com Alicia. Fica quieto. – digo na maior felicidade e Sérgio olha para Sol ao nosso lado que ria da cara de seu pai. 

“Meu Deus você vai me matar de tanta felicidade! Eu estou morrendo de saudadeeee!!! Já tenho muitos planos em mente para fazermos juntas quando chegar! Mais tarde te ligo. Beijos minha ruivinha!” – escrevo rapidamente e logo envio a mensagem e fecho o laptop e finalmente olho para meus amores que sorriam sem entender nada.

- O que foi? – pergunto sem ter me importando pelo susto que dei em Sérgio e até em Sol.

- Nós que lhe perguntamos. – Sérgio diz e Sol desaba a rir animada. – Você me deu um susto. – Por fim, Sérgio cossa seus olhos, sua expressão ainda era um pouco sonolenta. 

- Ah desculpa Bela Adormecida – ponho uma mão em meu peito fingindo cinismo para entreter Sol e Sérgio começa a rir junto, negando com a cabeça ao mesmo tempo. 

- Papai é a Bela Adormecida! – Sol o provoca, fazendo Sérgio correr até ela e a pegar no seu colo, distribuindo vários beijos nas suas bochechas. 

- E você é a minha Cinderela! – ele murmura divertido para Sol. Por Deus, aquilo era a coisa mais bonita que eu via todos os dias. 

- E a mamãe é qual? – pergunto manhosa olhando para eles. Sol cochicha algo no ouvido de Sérgio, fazendo-o soltar uma gargalhada gostosa e eu sorrio. Sérgio com Sol ainda em seu colo, se aproxima de mim e com poucos centímetros de distância, Sérgio se inclina em mim e sussurra próximo ao meu ouvido.

- Mamãe é a outra Bela. – Ele murmura e Sol solta um risinho

- Pois você sendo a minha Fera, está perfeito. – sussurro de volta piscando um olho para Sérgio que mordia de leve seu lábio inferior logo transformando-se em um sorriso malicioso.

- Por que você estava gritando antes mamãe? – Sol corta o clima perguntando e Sérgio a coloca no chão.

- Porque sua dinda vai vir para a Espanha de novo! E agora ela irá passar todos os dias aqui! – digo eufórica novamente e Sol solta o mesmo gritinho que eu dei. 

- A Aurora está a caminho! – Sol grita de felicidade referindo Alicia à Pequena Sereia, fazendo todos nós rir. 

- Que bom que Alicia finalmente virá – Sérgio diz após me dar um breve beijo em meus lábios. – Espero que se divertem aqui. – Ele me da mais um beijo e eu sorrio de canto. 

- Não mais do que eu e você hoje de noite. – digo com malícia e ele me olha com intensidade.  Sei que quer transar comigo da mesma maneira como fazíamos. Selvagem. Ardente. Possessivo. 

- Raquel... – ele me repreende – Não podemos exagerar muito em certas coisas e...

- E mesmo assim estou louca por sexo – sussurro próximo de sua boca para que Sol não escutasse. Sérgio engole em seco.

- Eh, n-não vai dar hoje. E-eu preciso ver umas coisas com Andrés hoje de noite. – Sérgio diz um pouco nervoso.

- Não tem problema. Te espero aqui em casa e quando você chegar... – deslizo minha mão por seu peitoral até seu abdômen o provocando, ouvindo Sérgio arfar. – A gente brinca. Que tal? – por fim mordisco seu lábio inferior e quando Sérgio iria dizer algo, escutamos algumas batinas na porta. 

Reviro os olhos por estar quase o convencendo enquanto Sérgio se livra de mim em direção à porta. Segundos depois Andrés aparece com um presente na mão dentro de casa.

- Por Deus, por que vocês tem uma porta de quatro metros? Pé Grande mora aqui? – ele murmura ainda mal acostumado com a casa nova. Sérgio revira os olhos e eu começo a rir. E, sem deixar Andrés entrar direito na casa, Sol já estava correndo para abraça-lo e Sérgio tenciona o maxilar. Está com ciúmes! 

- Tio Andrés! – Sol o abraça com forma e Andrés sorri para ela. 

- Olá pequena! Olha o que eu trouxe para você! – Andrés lhe entrega o presente que segurava em suas mãos. Já tinha virado rotina Andrés mimar Sol com presentes toda vez que vinha aqui em casa. 

Sol o agradece e corre de volta para sala para abrir o presente.

- Sabe que não precisava disso, não é? – Sérgio diz o abraçando.

- Sabe que eu não vou parar, não é? – Diz Andrés logo se desfazendo do abraço e me olhar com um sorriso. – E aí mamãe? Como está essa barriguinha? – Andrés se aproxima de mim, me cumprimentando com um abraço e passando sua mão na minha barriga. 

- Crescendo cada vez mais! – digo. 

- Muito bem! – diz Sérgio se aproximando de nós dois. – Quer beber alguma coisa? – ele pergunta para Andrés com um sorriso mais falso do mundo e Andrés percebe.

- Raquel ficou grávida e você ficou cheio de ciúmes. Está assim por eu passar a mão nela ou pelo presente para Sol? – Pergunta Andrés e Sérgio mexe em seus óculos, nervoso. 

- Não estou com ciúmes. Apenas lhe perguntei se quer uma bebida. 

- Uhum, sabemos. – murmuro, fazendo Andrés rir e Sérgio se afastar indo para a cozinha. 

- Como aguenta um homem desses? – Andrés me questiona já sentado no sofá com seu olhar atento para Sol que estava separando seus brinquedos que André lhe deu. 

- Também queria saber. – digo passando uma de minhas mãos na minha barriga. – Ele anda muito preocupado com a gravidez. Se o bebê chuta ele acha que a criança está pedido socorro. – digo rindo.

- Bom, eu não sei como é ser pai, mas deve ser incrível, com muito estado de nervos. Homens tem medo de qualquer coisa acontecer. Sérgio já é muito preocupado, e, vendo o amor da vida dele assim, quer segurar você como a joia mais delicada do mundo, sem machuca-la.

- Mas quero que ele me segure firme, com força. Não me quebrarei. Sérgio é muito sensível, por Deus... – digo e percebo Andrés sorrir de canto. 

- Tudo bem, eu entendi o que você quis dizer. Quando uma mulher está grávida os homens acham que seus paus cresceram uns seis centímetros a mais e que irá parar na goela da criança. – Andrés diz calmo e eu solto uma gargalhada. 

- Você bem que poderia conversar com ele sobre algumas coisas a respeito disso, né? Ajudaria muito a minha libido. 

- Meu bem, eu sou gay e adoro falar sobre outras coisas específicas que não sejam sobre vaginas e bebês. Mas eu vou tentar ok? 

- Tentar o quê? – escutamos Sérgio se aproximar de nós com duas latinhas de cerveja e um suco natural de laranja para mim. 

- Tentar deixar você sóbrio hoje de noite. – Andrés sorri trocando de assunto e eu olho para Sérgio confusa.

- Sóbrio? – pergunto com a testa franzida.

- Ele não te contou? Iremos sair para um pub. – diz Andrés e percebo Sérgio passar a mão em sua testa sem olhar na minha cara.

- Por que não me disse Sérgio? 

- Eu te disse que iria sair. Só você que não perguntou para onde. – Sérgio dá de ombros um pouco rude. Sabe que eu sou capaz de me irritar com uma coisa tão besta.

- Mas poderia ter me dito. Vai ver acontece alguma coisa e eu não sei aonde você se meteu. – de repente meu humor muda completamente e Sérgio respira fundo procurando ter paciência. 

- Não comecem crianças. Discutem isso depois, por favor. – pede Andrés bebericando sua cerveja.

- Cala a boca Andrés – Sérgio e eu dissemos simultaneamente e ele levanta as mãos em forma de rendição.

- Tudo bem, só não estou afim de ver mais uma vez vocês discutindo por umas coisas tão bestas. Porque tu – Andrés aponta para Sérgio -, não precisa tratar Raquel desse jeito, o que custa dizer também? E você mãezinha, parece que está numa tensão pré-menstrual infinita. – agora quem se irrita é Andrés. 

- Vai se foder vocês dois. – digo irritada e saindo da sala em direção ao segundo andar. Sérgio tenta me parar, mas desiste. 


Pov Sérgio 


Bufo quando perco de vista Raquel subindo as escadas indo em direção ao nosso quarto.

- Sério? Um pub? – pergunto indignado e Andrés dá de ombros.

- Quer que eu diga o quê? Que iriamos em um Club de swing? O que você acha que homens fazem? Ou vão num puteiro, ou vão a um pub formalmente Sérgio. 

- Podia ter dito que iriamos se encontrar com Martín e fazer um churrasco. Assim o ciúme de Raquel nem aparecia e ela não estaria emburrada no quarto.

- Você nem gosta de churrasco! – Andrés franziu a testa. – E outra, você é burro também, né? Quer ir comprar alianças de casamento de noite. – Andrés sussurra para ninguém ouvir.

- E daí?

- E daí que ninguém compra alianças de casamento de noite! Se eu dissesse a verdade, ela com certeza não iria nem acreditar.

- Eu queria ir enquanto ela estivesse descansando na cama. Assim não precisaria querer ir junto. 

- E por que disse pra ela que iria sair? Se ficasse quieto, talvez nem desconfiasse. – Andrés passa suas mãos em seus joelhos por a mão estar gelada de tanto segurar aquela cerveja. 

 - Porque... Bom, porque... e-eu... – tento dizer alguma coisa, mas nada sai da minha boca. Como explicar que não posso transar com ela por todos os cantos em todas as posições diferentes?

- Tudo bem. Nem precisa me dizer nada. 

Andrés fica mais um tempo aqui em casa. Decido não ir atrás de Raquel. Acho que não quer a minha presença agora. Então decido ficar brincando com minha filha junto com Andrés. Ele lhe deu mais um quadro de pintura para Sol e nós a ajudamos a pintar o quadro. 

Horas depois, minha pequena diz que estava com sono. Então a levo para a cama e espero-a dormir. Lhe dou um beijo na sua testa e saio do seu quarto. Penso em abrir a porto do meu quarto e a de Raquel, mas escuto o barulho do nosso chuveiro ligado. Sei que está chateado comigo e com um tesão que nunca havia visto antes, mas eu não posso exagerar nas coisas. Deixo que a tome um banho e volto para a sala.

Andrés e eu conversamos mais um pouco e ele decide ir embora para tomar um banho e depois vir me buscar. Minutos depois ele vai embora e eu decido voltar para o quarto e tomar um banho também.

Ao chegar ao quarto, encontro Raquel deitada na cama mexendo no celular. O quarto estava iluminado apenas com os abajures ao lado da nossa cama. Olho para seu corpo nu e penso em como sou o homem mais sortudo no mundo. Raquel nem olha na minha cara, mas me provoca, abrindo levemente suas pernas, deixando a visão da sua vulva à mostra. 

Me aproximo dela e fico de joelhos na cama. Começo a beijar suas pernas e olhar nos seus olhos. A caixinha de som do quarto estava ligada e a música Wonder de Shawn Mendes soava pelo quarto.

- Me desculpa por aquilo – murmuro beijando agora sua barriga, mas ela não diz nada. 

- Não quero conversar com você – diz ela orgulhosa e eu já acostumado, sorrio de canto, ela percebe e se irrita mais ainda. 

- Cariño, não precisa ficar irritada com isso – murmuro beijando seu pescoço e a ouço arfar. 

- Você ainda vai sair? – ela pergunta e eu paro com meus beijos, olhando nos seus olhos. Eu era obrigado a sair, eu estava louco para pedi-la em casamento de uma vez. Quero chama-la de mi mujer logo. 

- Raquel... – tento dizer uma coisa, mas ela insiste. – Eu tenho que sair, eu prometi que...

- Sai de cima de mim. – ela pede uma vez e sem forçar a barra, saio de cima dela. 

- Raquel...

- Vai logo, não quero ver você. – diz manhosa pegando seus celular de volta na mão. E, desistindo, ando até o banheiro e quando iria deixar a porta encostada, escuto Raquel dizer: - Só quero que saiba que quando Alicia chegar aqui, não direi onde irei sair com ela. – me chateio por suas palavras e a ignoro. 

Tomo um banho de água fria e as lembranças de minutos antes estavam me deixando louco. Queria estar transando com ela naquele momento, mas ela estando irritada era difícil. Seu corpo nu a mostra na minha frente e seus peitos maiores me enlouqueciam.

Queria que eu estivesse com minha cabeça no meio de suas pernas, chupando-a e a lambendo intensamente. Podendo ouvir seus gemidos agudos no quarto. Suas mãos segurando com força meu cabelo quando a penetro meus dedos dentro dela. Ao pensar em tudo isso, sem perceber eu já segurava meu pau no chuveiro e começava a movimentar minha mão para cima e depois para baixo. 

Sem me importar, gemo alto no banheiro. Não estava nem aí se Raquel iria escutar. Aumento a velocidade na minha mão e alguns minutos depois eu gozo no banho imaginando seu corpo nu e suado por baixo do meu.

Saio do chuveiro e visto uma roupa formal e, quando saio do banheiro, vejo Raquel deitada na cama se contorcendo.

Ando até em sua direção e a encontro se masturbando na minha frente. Seus dedos entravam e saíam de si enquanto sua outra mão apertava um de seus seios. Seus olhos estavam fechados e sua boa semiaberta com alguns gemidos saindo da sua boca. 

Uma mistura de raiva e desejo crescia em mim. Estava irritado, pois sabia que era revanche. Ela ainda não percebeu que eu estava olhando-a e quando faço um barulho com meus pés no chão, ela abre seus olhos e percebo seu olhar de surpresa. Peguei no flagra e para minha irritação, ela continua se masturbando. 

Uma parte de mim não sabe se termina com aquilo ou deixo que ela faça aquilo sozinha por pura arrogância, pois sei que queria que eu transasse com ela naquele momento. E, sem pensar muito, escuto um gemido mais longo saindo de sua boca. Ela gozou. Gozou olhando nos meus olhos. 

Sentia meu pau implorando para que eu tirasse ela daquela calça apertada, mas não queria dar aquele gostinho a ela. Ela não quis que eu transasse com ela antes, então assim ficará. 

- Você se masturbou – rinjo os dentes. 

- E você também! – ela também diz no mesmo tom. 

Irritado e excitado saio do quarto e ligo para Andrés vir me buscar. Deixo Raquel no quarto e minutos depois, Andrés aparece e arranca o carro ao centro da cidade.


Notas Finais


Perdão por algum erro na escrita! 🥴


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