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História Just One Year - Capítulo 25


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Notas do Autor


ATENÇÃO!
NÃO SAÍAM DE CASA! FIQUEM EM CASA! LEIAM FICS, LIVROS, VEJAM SÉRIES, MAS NÃO SAÍAM DE CASA!
E LAVEM BEM AS MÃOS E USEM ÁLCOOL EM GEL, NA RUA PRINCIALMENTE CASO NÃO CONSIGA LAVAR A MÃO NA HORA E NECESSITE QUE VOCÊ PRECISE SAIR DE CASA MESMO! O RECOMENDADO MESMO É FICAR EM CASA!

É sério gente, tá foda. Quarentena tá aí e eu não sei vocês, mas eu estou de boas! Eu sou antissocial, então todo o meu estilo de vida que fora criticado há anos, agora está sendo essencial para sobrevivermos!
Os humilhados serão exaltados!

Enfim,
Lavem as mãos direito e,
Boa Leitura! ^-^

Capítulo 25 - Halloween é data de terror mesmo part.2


Fanfic / Fanfiction Just One Year - Capítulo 25 - Halloween é data de terror mesmo part.2

Ok, minha última festa de Halloween. Halloween nunca me agradou totalmente, porque eu sempre ficava em casa com medo de duas coisas: 1- Bullying, 2- Assombrações e outros seres sobrenaturais que essa noite tem. Sei lá, ficar a madrugada toda na rua em plena lua cheia sabendo que essas coisas podem acontecer não me soa muito bem. Mas eu iria preferir mil vezes encontrar uma assombração, do que encontrar o que eu encontrei naquela noite.

Diário de Izuku Midoriya

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Festa rolando solta e parecia que eu estava participando de um rodízio de pessoas para me fazerem companhia enquanto todo mundo aproveita. Afinal, cada um dá os seus perdidos pra fazer duas coisas apenas: Fumar ou usar outras substâncias suspeitas, ou ir se pegar com alguém, trocar saliva ou outros fluídos.

E eu continuo com o meu refrigerante com Vodka, quer dizer, meio copo de refrigerante e dois dedinhos de Vodka. Meu coração e saúde agradecem. E mesmo no início eu falando pros meus amigos não beberem muito, eu não estava regulando tanto quanto falei. Afinal, é a última festa de Halloween de todos no ensino médio na Yuuei. É algo muito especial para eles para eu ficar regulando a diversão deles.

Agora estou sozinho só observando e curtindo a noite. A música estava boa, DJ Demônio Chargabolt tem um ótimo futuro nisso. E estou esperando dar 1 da manhã para finalmente poder pegar uma água no bar improvisado na cozinha do enorme refeitório. Minha garganta tá coçando de tanto açúcar e álcool que estou bebendo faz quase três horas inteiras.

– I kissed a boy and I liked it. The taste of his cherry chapstick. I kissed a boy just to try it. I hope my girlfriend don’t mind it... – cantei um pouco da letra da música atual que está tocando. “I kissed a girl” da Katy Perry é maravilhosa, porém a versão de garotos é melhor ainda.

– Se a sua namorada for a Alice, ela não vai se importar. – Shouto sentou do meu lado rindo e eu ri também.

– É, ela não vai se importar nem um pouco. – ri e percebi os olhos vermelhos dele – Conjuntivite?

– É, Conjuntivite verde maravilhosa! – riu revirando os olhos – Quer dar uns pegas por aí?

– Hã, passo, tá? – sorri meio sem graça. Ele não tá bem e não está na minha lista de afazeres ficar com alguém fumado e bêbado.

– Vou cobrar outro dia então. – ele deu de ombros – Quer fazer o que agora?

– Ah, sei lá... Agora to só curtindo as músicas e tentando não dormir.

– Então vou ficar aqui com voc- – ele parou do nada e ficou olhando fixo para um canto. Eu nem me importei tanto, maconheiro é foda – Izu, vamos achar a Alice e o Kai pelo amor de Deus!

– O que você tá vendo? – continuei olhando pra ele e rindo.

– Deus te ouça e seja alucinação de erva! – ele apontou para um lugar.

Eu me virei todo inocente, rindo achando que iria zoar com um maconheiro. Iludido eu. Lá estava tranquilamente o trio do inferno: Shigaraki, Himiko e Twice. O que caralhos o Shigatráfico tá fazendo aqui?!

– Como assim?! – disse chocado – O que a pescotapinha e o banda de K-pop do inferno estão fazendo com o Shigatráfico?! Dentro da escola?!

– Tá todo mundo fantasiado, não é difícil ele entrar aqui fingindo ser um aluno. Com a ajuda desses dois juntos, então... – Shouto disse e levantou me puxando – Vamos atrás do Kai e da Alice! Temos que dar um jeito nisso!

– Ligar pra polícia é uma opção depois do suicídio? – ri nervoso. Eu devo estar bêbado e drogado também, é tanta fumaça por aqui e as bebidas que estou tomando tão batendo justamente agora.

– Nem fodendo chamar a polícia! Se o Nedzu ficar sabendo, vai dar tanta treta que vai sobrar até para a geração do meu irmão pagar quando ele estiver no terceirão!

– Tá bem.

Saímos discretamente (lê-se, do modo mais tosco possível que gloria a qualquer coisa que ninguém nos notou e desconfiou) e fomos á procura de Kai e Alice por aí. Quando eu não preciso deles, eles aparecem, mas agora que eu preciso, cadê?

A festa se expandiu até o pátio e tinha bastante gente aqui. Como tá de noite, cada canto escuro é valido pra fazer o que quiserem. E nós temos a plena certeza de que os dois estão nesses cantos. Nunca quis tanto na minha vida que eles estivessem juntos se pegando em um canto.

Procuramos e finalmente encontramos um deles, o Kai. E adivinhem? Ele não estava sozinho. Eu e Shouto torcemos tanto para ser a Alice, mas não era. É da família Yaoyorozu, mas infelizmente não é quem queríamos.

– Como assim vocês tão se pegando?! – eu e Shouto perguntamos juntos e olhamos chocados para os dois.

– N-Não contêm para as minhas irmãs... – Momo pediu toda corada e sem graça com nós.

– Puta que pariu! Tinha que ser vocês para empatarem o meu momento! – Kai reclamou irritado, sem desgrudar de Momo.

– Foda-se que vocês estão se pegando, isso fica para a gente discutir outro dia! – Shouto disse – Mas antes: Como assim?

– Vocês dois juntos? Whats? – perguntei.

– Olha, não contêm para as minhas irmãs, é tudo que eu peço. – Momo disse separando-se do moreno – Outro dia contamos tudo que vocês quiserem.

– Vou cobrar. – Shouto disse.

– Tá, agora falem logo o que vocês querem! – Kai pediu (mandou).

– Tu não sabe quem tá aqui! O Shigatráfico! – eu disse.

– Vocês tão brincando, né? – Kai riu nervoso, mas o sorriso dele morreu quando negamos – Ai meu cu! Eu não acredito!

– Vocês tão muito chapados e bêbados. – Momo disse.

– Eu não to, e você sabe disso! – disse – É sério! O que fazemos agora?

– Não dá pra chamar a polícia e nem confrontar diretamente. – Kai pensou profundamente – Ah, foda-se, vamos ter que avisar a Alice. Ela geralmente sabe muito bem o que fazer nesses momentos.

– Eu já sei disso. – Alice surgiu atrás de nós que nem assombração. Atrás dela estava Dabi com uma cara não muita boa – Shigaraki veio falar comigo, e eu quero aprontar com aqueles arrombados.

– Ele falou com você? Falou o quê? – perguntei muito curioso.

Ela trocou um olhar com Dabi bem... Intenso? Não sei se é essa a palavra exata, mas foi uma troca de olhares no mínimo suspeita. Tem algo aí entre esses dois. Mais uma treta para a coleção.

– Nada que vocês devam saber agora. – Dabi disse meio triste. Ave Maria, o que aconteceu agora? – O que vocês devem saber agora é o seguinte: Vamos reunir toda a galera e vamos zuar um pouco com a cara deles. Precisamos da colaboração de todos.

– O que pretendem fazer? – Momo perguntou preocupada.

– Nada que possa causar danos á escola ou a nós. Então relaxa, Momo. – Dabi disse.

– Pra tudo dar certo, além de todos reunidos, precisamos de duas iscas. – Alice disse e os dois lançaram olhares para mim e Shouto. Não gostei.

– Não to gostando dessas brincadeiras. – eu disse.

– Nem eu. Tão olhando por quê? – Shouto perguntou.

– Vocês são fundamentais para nós. – Alice sorriu maldosa.

– Agora até eu fiquei com medo. – Kai disse – O que vai rolar?

– Sigam-me os maus! – Dabi deu um sorriso tão maldoso que estremeceu meu último fio de cabelo. Não estou gostando disso!

 

...

 

Eu ainda não estou gostando dessa merda!

Detalhe que vai acontecer no Festival daqui alguns dias: Haverá um Campo de Paintball em uma das quadras fechadas, cortesia do Clube de Futebol (Tinha que ser ideia da Ochako e Kacchan!).

E por esse motivo, lá dentro continham as armas e as balas que iriamos usar durante o Festival. Para podermos pegá-las, fizemos um trato com os dois: Pagaríamos pelas balas usadas para eles poderem repor e quaisquer danos nas armas. Assim, teoricamente, todos sairíamos ganhando.

Quer dizer, quase todos os envolvidos na situação.

No que isso importa? Bem, o plano genial de Alice e Dabi é o seguinte: Duas pessoas vão atrair o pessoal do Shigaraki para um canto vazio da escola, enquanto que os bonitos da Alice, Dabi, Kai, Katsuki, Ochako e Mei vão ficar atirando sem parar neles. Hitoshi e Momo vão vigiar para que nenhum professor descubra. Denki e Eijirou vão ficar na festa para dar cobertura a nós.

Adivinha quem são as duas pessoas de iscas? Eu e o Shouto!

Segundo Dabi, Shigaraki quer falar algo comigo e o Shouto. Não sei do que se trata, mas também não quero saber. E se nós formos notados por eles, eles com certeza virão atrás de nós. E é isso que tá me fazendo sentir meu coração acelerado, bem acelerado.

Eu não quero ser perseguido no final da minha última festa de Halloween!

Mas agora não tem volta. Eu, um fantasminha camarada de última classe, e Shouto, um vampiro de quinta categoria, estamos parados tentando não entrar em pânico enquanto sabíamos que Shigaraki, Toga e Twice nos observam de longe na maior caruda. Seja o que Deus quiser!

– Acho que eles estão avaliando o local, antes de dar o bote. – Shouto comentou baixo, tentando parecer que estamos distraídos e conversando normalmente sem notá-los.

– Cara, eu nem passei pelo o quê vocês passaram com eles, e mesmo assim to me cagando todo! – comentei colocando em prática tudo que aprendi no clube de teatro. Afinal, estão sendo úteis mesmo fora do palco.

– Passamos pelo inferno, saímos dele, mas os demônios gostam de mais de nós! – Shouto respirou fundo. Olhamos para trás e tomamos o maior susto quando vimos á tríade satânica vir em nossa direção devagar.

– Agora fodeu! Suicídio ainda é uma opção? – perguntei me tremendo todo.

– Eu que devia pensar nisso! – Shouto engoliu um seco e segurou minha mão – Vamos nessa.

Começamos a andar de boas para fora da festa, e alguns metros fora dela em direção á área dos clubes de esportes. Porém, assim que eles começaram a acelerar o passo em nossas direções, Shouto segurou mais firme a minha mão e começou a me puxar correndo muito.

Shouto é muito medroso, sério mesmo. Por isso ele vive com sono e dormindo pelos cantos. Segundo o próprio, quanto mais ele dorme, menos susto leva e pode seguir a vida feliz. Só que eu não sabia que esse ser, dorminhoco pra caralho, que chega até a dormir no meio da quadra enquanto estamos aquecendo, consegue ser tão forte assim para me levar correndo sem dificuldade alguma!

O canto que escolhemos, é no início do bosque onde fizemos a pegadinha dos calouros do oitavo ano. Os seis atiradores de elite estavam escondidos pelo mato e no escuro. Os três demônios nem perceberam quando passamos por Momo e Hitoshi escondidos para vigiarem.

– ATIREM LOGO!

Eu gritei quando passamos pela área demarcada e Shouto me puxou para a esquerda nos escondermos na árvore. Aí ouvimos os gritos dos três quando começaram a serem atingidos pelas balas de tintas e os barulhos de tiros. Escoramos na árvore e depois de recuperar um pouco o folego, olhamos para a cena hilária.

Vê-los gritando em desespero enquanto ficam todos coloridos, sem saberem o que está os atingindo direito, é bem engraçado e bom! Enquanto eu ria, finalmente me sentia um adolescente clichê das escolas que adoram aprontar.

Está valendo muito a pena esse meu último ano de vida.

– Shigatráfico, meu lindo! – Alice levantou com a arma de Paintball pendurada no pescoço e apareceu á frente deles quando os tiros cessaram. A maquiagem que eu ajudei-a a fazer de morte ainda estava intacta e ela segurava uma... Outra arma na outra mão abaixada?!

– Shouto, o que ela tá fazendo com aquela arma menor? – sussurrei para Shouto.

– To tão surpreso quanto você. – ele pensou um pouco – Será que é o revólver 38 dela que ela vive dizendo que vai comprar pra dar um tiro em que a irrita?

– Não sou de dar avisos, então sinta-se privilegiado, Tomura! – Shigaraki a olhou com raiva, os outros dois pareciam travados esperando ordens, até exalando medo eles estavam pelos seus cheiros – Se pisar na minha escola de novo, eu juro que te dou um tiro e te enterro por aqui no bosque, seu merda!

– Eu duvido, Shimizu. – Shigaraki desafiou.

– Ah, duvida? Beleza!

Ela levantou a mão com a outra arma, destravou com a outra mão e deu um tiro na árvore ao lado. Shigaraki com certeza veio sem proteção, porque não pensou duas vezes em sair correndo acompanhado dos dois imbecis para fora daqui. Corri para perto dela incrédulo enquanto os outros levantavam e nos reuníamos.

– Você tem uma arma? Sério? – olhei-a espantado, ela só riu da minha cara.

– Relaxa, é a arma de festim que eles usam nas corridas, natação... – ela mostrou melhor a arma quando caminhamos para fora do bosque e a luz da lua nos iluminou melhor. Respirei mais aliviado – Vocês não acharam mesmo que eu teria uma arma, não é?

– Doida do jeito que você é, não duvido de nada! – Shouto disse.

– Ainda bem que Deus não dá asas á cobra! – Ochako disse.

– Ai, mereço vocês! – Alice balançou a cabeça – Se eu tivesse uma arma, daria apenas um tiro em toda a minha vida, juro!

– Tipo Jack Sparrow? – Mei perguntou.

– Isso aí!

– Em quem você atiraria? – perguntei, eu já desconfiava da resposta.

– Eu daria um tiro bem dado no meio do cu do Dabi.

– EI!

– Ou no Shigaraki. Ou na Toga. Twice não, ele tem probleminha, mas não chega a me irritar. – Alice pensou bem – É, faria no Uni Duni Tê. Uma roleta russa.

Continuamos esse papo maluco, cada um dizendo em quem eles atirariam se tivessem uma arma e uma bala só. Eu descobri que provavelmente eu daria o meu tiro para a Alice, ela precisa mais que eu.

Quando estávamos chegando á entrada da ala dos nossos dormitórios, eu senti minhas mãos tremendo. Não que elas não estivessem antes enquanto eu corria, mas eu pensei que isso fosse parar depois de tudo.

É claro que nada em relação a mim passa rápido.

Finalmente senti meu real estado quando relaxei. Minhas mãos tremiam e suavam frio nessa madrugada mais fria ainda. Porém eu estava quente, mesmo já tendo tirado minha capa de fantasma, sentia calor e sentia que estava suando. Minha cabeça estava latejando, estou ficando tonto...

Por que o chão está tão perto do meu rosto? Ele subiu ou eu... Eu caí no chão? Eu não consigo me mexer. Estou deitado no chão e não sinto nada. Meus olhos pesam, e eu consigo ouvir gritos e pessoas falando coisas que eu não compreendo e nem quero compreender.

E lá vou eu passar por isso de novo...

 

...

 

Outra vez acordando de cara com essa luz branca forte. Já é a segunda vez na Yuuei, mais vezes do que eu pretendia por aqui. O que aconteceu? Eu desmaiei do nada? Eu tomei meus remédios tudo certinho antes da festa, não bebi muito, minha garganta até estava meio seca quando falei com Shouto e começou toda a merda da noite.

– Izu... – olhei para o lado, ainda meio grogue e só estava eu e Alice no quarto – Izu, meu anjo, como você está se sentindo?

– Que eu preciso dormir mais umas 36 horas antes de voltar a viver o mundo... – sorrimos. Eu estiquei minha mão e enxuguei uma bochecha dela meio molhada, já sem maquiagem – Você estava chorando muito, né? Sei que esses olhos vermelhos não são de Marijuana.

– Acho que minha noite não teria a mesma emoção se ela tivesse me visitado. Prefiro ficar com esses lindos olhos vermelhos por sua causa. – sorrimos, ela pareceu controlar seu choro – Izu, a Chiyo disse que você passou mal porque o seu coração ficou calmo de mais. Você teve uma queda de pressão, não precisa ficar se martirizando achando que foi algo que você fez errado, tá bem?

– Uma queda de pressão? Nada comigo é tão simples, até mesmo uma queda de pressão... – suspirei – Bem, ao menos não fiz nada de errado. Quer dizer, além de dar outro susto para vocês.

– Esquenta não. Sustos fazem parte da rotina. – rimos – Assim que a Chiyo te olhar direito, estará liberado para ir embora dormir na sua cama quentinha e macia.

– Até que a cama daqui não é ruim, mas a de casa é melhor. – sorri e lembrei algo – Alice, o que o Shigaraki falou com você? Que te deixou tão chateada.

– Ah... – ela respirou fundo e por mais que tentasse segurar o choro, não conseguiu e começou a chorar devagar – Izu, podemos só voltar para casa, dormir e eu falar sobre isso quando meu psicológico estiver bem?

– Ah, claro. – arredei devagar pro lado e fiz sinal pra ela deitar comigo – Vem, eu sou magrinho, você também, apesar dos seus peitões e bundão.

– Arrombado. – ela deitou de frente a mim e bagunçou mais ainda meu cabelo – Você também tem um bundão.

– Tenho nada.

– Tem sim! Mó bundão de crossfiteiro! Quando olho minha mão chega até a coçar!

Rimos e ficamos nos encarando por um tempo. E pensar que ficamos amigos tão rapidamente e tão do nada. Agora ela me ajuda quando eu estou quase que internado e eu sirvo praticamente de ursinho de pelúcia quando ela está péssima e precisa só de um abraço.

Dá pra considerar uma troca mútua, certo? Eu acho que sim. Aliás, tenho certeza.



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