História Just Sex - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bottom!jungkook, Jikook, Pwp, Smut, Top!jimin
Visualizações 1.556
Palavras 2.088
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Eu trouxe safadezas hoje, espero que gostem!

P.s.: só para deixar claro, Jimin tem trinta e Jungkook quase vinte e três aninhos.

Capítulo 1 - Do you want to fuck with me?


Eu não afagava seus cabelos castanhos, eu os entralaçava em meus dedos e puxava. Eu não beijava sua boca com carinho, eu a tomava com violência. Eu não acariciava seu corpo de forma gentil, eu o tocava selvagem. Eu não pegava seu corpo e colocava na cama com carinho, eu era bruto em qualquer lugar que estivéssemos. Eu não fazia amor com ele, eu o fodia. 

Mas o garotinho de apenas vinte e dois aninhos não reclamava, pelo contrário, me procurava toda noite que estava com vontade. E nem podia, afinal, também me usava como bem entendesse.

Jeon Jungkook era filho do meu chefe, um playboy indecente e mimadinho que eu mantinha uma relação nada convencional.

Mesmo que no início tivesse cogitado a ideia de fugir dessa tentação tão doce, nunca fui capaz de fazê-lo. Mesmo que tivesse proibido minha mente de ceder aos seus caprichos, meu corpo foi incapaz de obedecer. Porque minha carne era fraca e ele irresistível. Era impossível negar esse fato.

Nosso relacionamento era baseado em foder. Não havia romance ou afeto, não havia conversas ou palavras doces. Não havia amor. Logo, não haviam feridas nem corações partidos. Era apenas sexo e nada mais. E estávamos muito bem vivendo assim, sem compromisso algum, gastando nosso tempo e nossa energia transando loucamente em qualquer canto que fosse quando a vontade batia.

Meus amigos diziam que não entendiam como conseguíamos seguir com isso sem nem um pingo de sentimento que não fossem sexuais ou até mesmo não cobrar alguma coisa um do outro. A resposta era simples: nós somos iguais. Apesar da diferença de idade de quase oito anos pensamos do mesmo jeito, temos os mesmos desejos, não gostamos de apego e sentimos a mesma fome por sexo. Somos dois cafajestes, depravados e sem pudor. É por isso que nos damos tão bem.

Estava saindo do escritório de advocacia, exausto por ter ficado até tarde da noite em reunião, assim que adentrei meu carro o meu aparelho celular tocou. Não precisei olhar para saber quem era. E por mais cansado que estivesse, para transar eu não estava. Era minha melhor maneira de relaxar afinal.

— Boa noite. — sua voz soou atraente do outro lado da linha. — Eu estou estressado e com vontade de foder a noite toda. Você quer foder comigo, hyung? — senti uma fisgada no baixo ventre só de ouvi-lo. Sorri lascivo.

— A noite toda... Tem certeza que aguenta, garotinho? — ele resmungou, odiava que eu o chamasse assim. "Eu posso ser mais novo que você mas estou longe de ser um garotinho", dizia o castanho.

— Você vem ou não? — ditou impaciente.

— Deixe a porta destrancada. — foi minha única resposta antes de desligar.

Aproximadamente dez minutos depois eu estava cumprimentando o porteiro que era ciente das minhas visitas noturnas em qualquer dia da samana. Adentrei seu apartamento sendo recebido por um abraço envolvente.

— Como vai, Jungkook? — perguntei fitando seus olhos grandinhos e brilhantes.

— Famito. — passou a língua nos lábios, mordendo o inferior, acompanhei o movimento.

— Bem, eu estou aqui para matar sua fome. — sorri ladino.

— Uhm... que delícia. — lambeu minha boca, devo dizer que eroticamente. Sorrimos cheios de malícia. Agarrei suas nadégas, esfregando meu quadril no seu, fazendo-o arfar enquanto apertava meus ombros.

— Você não fez ideia do quanto vou te destruir essa noite. — murmurei rouco em seu ouvido.

— Pois eu irei adorar. — o beijei com firmeza, sentindo-me louco para tomá-lo para mim.

Nossas línguas se entrelaçavam afoitas, estávamos cheios de desejo. Rapidamente retirei sua camiseta jogando-a no chão, sua cueca teve o mesmo destino. Me afastei um pouco e lhe observei. Ele era um tremendo gostoso. O pior é que o maldito sabia muito bem disso. Ele ri, me puxando de volta, devorando minha boca. Caminhamos de qualquer jeito até o sofá onde ele me empurrou fazendo-me cair sentado para então sentar-se em meu colo, puxando minha camisa social e estourando os botões da mesma. Neguei, rindo. Jungkook era sempre apressado. Suas mãos abriram minha calça, levantei o quadril ajudando-o a abaixá-la mas ao invés de continuar a me despir ele começou a rebolar.

— Você gosta disso, baby? — questinou-me movendo-se com mais precisão. — Gosta de sentir minha bunda rebolando no seu pau?

— Ah, filho da p... — ele me deu um tapa no rosto. No instante seguinte inverti as posições, deitando-o. — Você não devia ter feito isso. — disse sério, devolvendo-lhe o tapa. Ele arfou surpreso, puxando meus cabelos.

— Você é malvado, hyung. — me deu um biquinho fingido, como se não gostasse.

— Você quem é. — mordi seu inferior, puxando-o entre os dentes. — E iludido. Acha mesmo que vou te deixar me bater como faz com os garotinhos que estão na suas mãos e você faz o que quiser? — questinei sarcástico.

— Sei que com você é diferente. Isso é bom. — acariciou minha nuca. — A gente se entende. Nós somos iguais. Nós fodemos bem. Mas não nego que é divertido te provocar. — rimos. Passei os dedos por seus fios, puxando sua nuca para mim, beijando-o. Me afastei apenas para retirar minhas calças e colocar a camisinha.

— Lubrificante? — ele apontou para a mesinha de centro. No instante seguinte eu estava devidamente preparado para tomar seu corpo.

— Nossa, como eu quero você. Consegue sentir, baby? — esfrego-me nele.

— Oh, sim! Vamos. Me fode gostoso. — rebolou em minha direção. Sorri. Levei meus dedos até sua entrada constatando que o malditinho já estava preparado para me receber. Enfio um dedo fazendo-o arfar completamente excitado. Enfio outro e ele se contorce.

— Você é tão bom... Consegue me deixar bem apenas me fodendo desse jeitinho, uhm...

— Me diz o quanto sou melhor que os garotinhos da sua idade. — massageei sua próstata fazendo-o tremer.

— Oh... Você... Você dá de dez a zero, baby. — sorri, voltando a beijá-lo. Segundos depois retiro os dedos e no passo seguinte ele geme junto a mim com a penetração, entreabrindo os lábios, me permitindo maior acesso a sua boca quente e por vezes depravada. Nossas línguas se entrelaçam famintas, suas mãos agarram minhas nadégas fazendo-me ir mais fundo mas mesmo assim continuei num ritmo lento.

Jungkook, como sempre impaciente, me empurrou novamente sentando-se em meu colo. Gememos em conjunto com a sensação de encaixe. É incrível. Ele continua tão apertado em torno de mim como da primeira vez. Aperto sua cintura sentindo-o quicar veemente em meu pau, me levando ao paraíso como todas as nossas vezes.

Quando se cansou abraçou meu pescoço, rebolando devagar, ofegante. Todavia, não se contentou somente com isso.

— Me dê mais. — o virei no sofá, colocando-o de quatro e entrando com força, fazendo-o estremecer e arfar. Ele se adapta fácil aos movimentos fortes, brutos. A realidade é que combinamos bem.

Com os movimentos rápidos e precisos Jeon logo grita consumido pelo prazer, jogando a cabeça para trás enquanto contraia e estremecia por completo. Gozei quase junto dele, desabando sobre seu corpo após retirar o preservativo.

— Eu quero de novo. — o ouvi dizer forçando uma voz manhosa. Mas já? Era incrível como ele sempre conseguia me surpreender.

— Então você quer que eu te coma de novo? — murmurei em seu ouvido. Arrepiado, ele se contorce deliciosamente embaixo de mim. Rapidamente coloco outro preservativo. Agarrei seus cabelos e puxei sua cabeça para o lado, abusando do pescoço até então imaculado. Minha mão livre levei ao seu pau, começando movimentos lentos, então ele começou mexer o quadril na direção contrária da minha mão. Circulei sua glande com o dedão, fazendo-o tremer, levei o mesmo a sua boca.

— Chupa. Sinta seu gosto. — ele o faz, muito bem por sinal. Porra. Por um instante imagino meu pau em sua boca e que tesão!

— Gostoso. — escorreguei lentamente para dentro dele. Jeon gemeu longo, eu baixinho. Comecei um vai e vem delicioso, sentindo-o tremer outra vez.

— Não acabe com a diversão tão rápido. Não goze agora, baby. — ele realmente tinha uma facilidade com isso, parecia um adolescentezinho insaciável que gozava de cinco em cinco minutos e ainda queria mais. Não que eu estivesse reclamando.

— Me faça gozar, Park. — exigiu. Sorri.

— Não. — tampei sua fenda. — Eu quero te machucar. — murmurei rouco em seu ouvido voltando com força, sentindo seu corpo tremer mais uma vez. — Para que fique a semana inteira me sentindo dentro de você. — ele arfou alto, rebolando e xingando.

— Eu quero gozar.

— Mas não vai.

— E-eu te odeio... — gemeu sôfrego.

— Se faz tanta questão, peça. — achei que ele iria teimar, porém, mais uma vez, me surpreendi.

— Me fode. Rápido. Com força.

— Muito bem. — acelerei o ritmo, ele estremecia a cada investida, contraindo em meu pau, me fazendo pulsar.

— Goza pra mim, garotinho. — soltei seu pau, sentindo-o contrair deliciosamente forte ao meu redor.

— Ah! Merda! — ele socou o estofado, gemendo alto enquanto se entregava.

Saí de cima dele, ajoelhando-me. Jungkook virou-se, pediu que eu aproximasse e acariciou minhas coxas, apertando, subindo e descendo as mãos por elas. Tomou minha ereção retirando o preservativo, colocando-a na boca, lambendo eroticamente e se lambuzando todo.

— Me goza, hyung. — disse sorrindo lascivo, em seguida me engolindo, chupando com vontade e por pouquíssimo tempo. Arfei, puxando seus fios, fazendo-o me soltar a tempo de gozar em seu rosto.

— Ah... — arfei satisfeito, ainda sentindo meus espasmos.

— Por que não gozou na minha boca?

— Foi você quem pediu para gozar em ti. — ele fez um biquinho fingindo chateação. Revirei os olhos. Passei os dedos sujos em seus lábios, lambuzando-os, sentindo-o chupá-los com vontade.

— Você é tão guloso.

— Eu sei que você gosta. — veio beijando do meu pau até a minha boca onde mordiscou meu inferior para então me beijar e iniciar tudo outra vez.


×


Era início de semana, início das minhas férias, eu havia acordado tarde e cansado. Tomei um longo banho de banheira para me revigorar e assim que saí do banheiro da suíte me surpreendi ao ver Jungkook ali, se despindo em meio ao meu quarto.

— Como descobriu onde moro? — ele assustou-se mas no momento seguinte sorriu largo e veio até mim.

— Você trabalha pro meu pai.

— Bom argumento. — sorri. — O que faz aqui?

— Vim fazer suas férias ficarem mais divertidas. — envolveu os braços no meu pescoço.

— Oh, tenho certeza que você consegue. — segurei sua cintura, aproximando-me de seu ouvido e murmurando sexy. — Você quer foder comigo, garotinho? — ele gruniu, agarrando-me para valer e beijando-me com desejo.

Então quando dei por mim estávamos em meio a toques e carícias instigantes no meio da minha enorme cama.

Estava em cima do seu corpo, me abaixei lhe dando mais acesso ao meu pescoço para que continuasse a marcá-lo. Envolvi os dedos em seu mamilo, massageando, fazendo-o gemer em deleite. Jungkook gemeu novamente quando levei a boca até lá, chupando com vontade, fazendo-o estremecer enquanto lhe punhetava.

— Awn... Eu acho que te amo. — ele murmurou alucinado, forçando minha cabeça em direção ao seu peito. Era óbvio que isso era da boca para fora, afinal, sempre dizia baboseiras quando brincava com seus pontinhos. Sorri contra sua pele.

Assim que parei com as carícias guiei minhas mãos para agarrar a parte de trás de suas coxas, puxando-o em minha direção, ele envolveu as pernas ao meu redor.

— Posso colocar? — pediu mostrando a camisinha que pegou no criado mudo. Assenti, logo sentindo seus dedos longos passeando pelo meu pênis. Passei o lubrificante, entrando em seu interior de uma vez só, pressionando lá dentro e saindo de novo, me deliciando com seus gemidos roucos.

Seus braços agarraram meus ombros, sua boca procurou a minha, beijando-me com a fome que só ele tinha. Iniciei movimentos bem fortes, rápidos, fazendo-o jogar a cabeça para trás e gemer prazeroso.

— Oh, hyung! — saí e voltei dessa vez forte e lento. De novo. De novo. E de novo.

O apertei contra mim o quanto podia continuando com as investidas embriagantes. Suas unhas arranharam minhas costas, ele mordeu minha orelha, gemendo dengoso em meio aquele prazer intenso.

— Ah, como você é bom... — murmurou alucinado junto a coisas sem sentido.

Aumentei o ritmo, estocando cada vez mais fundo e mais forte, ouvindo nossas coxas baterem eroticamente e a cama chocar na parede. Então em determinado momento senti meu corpo vibrar e gozei ao mesmo tempo em que ele estremecia. Gritamos juntos, atingindo um ápice mais que satisfatório.

No final daquele dia onde transarmos para caralho, também nos divertindo como nunca aconteceu. Então pude concluir que além de safado, irresistível, gostoso, maldito e tentador, Jungkook era fofo, engraçado, inteligente, encantador e talvez demais pra mim.



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