História Justice - Malec - Capítulo 5


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Categorias Revenge, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane, Personagens Originais
Tags Alec, George, Justiça, Magnus, Malec
Visualizações 83
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláaa

Capítulo 5 - Ele é o próximo.


Deve se perguntar como sei que foi Axel Mortmain, um dos envolvidos em tirar Alexander de mim, é simples. Depois que nos encontramos da primeira vez, Alec continuou indo me ver, começamos um namoro à distância. Víamos-nos por duas semanas de dois em dois meses, mas conversamos todos os dias pelo ‘escrevendo.com’.   

Na segunda vez que Alec foi me ver eu descobri que ele era rico, tipo muito rico. Eu não fazia ideia disso quando o conheci. Não que eu ligasse pro dinheiro, era só um detalhe. Descobri mais sobre a família dele, eles eram donos de uma rede enorme voltada para a tecnologia. 

Quando Alec chegou na fazenda, estávamos no quarto e ele abriu a mala revelando alguns de seus diários. Como eu, ele também amava escrever. Ele contava tudo sobre o seu dia a dia.   

- Quero que fique com isso. – Ele havia dito. – São meus pensamentos, a minha vida retratada aqui, quero que me conheça melhor, e acredito que vai ser por meio disso.    

Eu havia entregado os meus também, Alec sabia sobre o meu passado e não me julgava, na verdade quando ele leu que quase fui abusado, ele me abraçou e prometeu me proteger. Eu sorri bobo com aquilo, porque eu via nos olhos dele, que ele iria cumprir aquilo.  

Diferente dele que deixava meus diários em Medan, já que a família dele não sabia sobre mim, eu ficava com os dele na fazenda e ficava lendo, sempre que terminava meus afazeres. Na época Ragnor ainda estava doente, mas ele tomava os remédios constantemente e eu cuidava dele.   

Cheguei à festa e corri os olhos pelo local, ainda estava um pouco vazio, os idiotas engomadinhos, como eu os chamava ainda estavam chegando. Peguei uma taça com champanhe e fui até uma das janelas.    

Continuei olhando até que meus olhos caíram sobre um homem, ele tinha mais ou menos quarenta e poucos anos, os cabelos grisalhos, as rugas e linhas de expressão bem claras no rosto. Usava um terno preto e sorria para os outros, minha vontade era de pegar a minha arma e estourar os miolos dele.   

Sai de meus devaneios quando George chegou ao meu lado, ele usava um termo azul e como eu odiava esses eventos, só que ele sempre ia pra me fazer companhia e me tirar de perto dos Branwell-Monteverde.    

- Que evento mais legal. – Ele disse com tédio.   

- São sempre assim. – Respondi com meu olhar preso em Axel, George percebeu.   

- Quem é o da vez? – Perguntou, ele sabia meus passos e ele sabia da lista, apontei com o queixo. – Não é o jornalista que fez a matéria com o Blue?   

Eu suspirei, George sabia do codinome, já que foi ele quem fez Alec criar a conta no ‘Escrevendo.com' ele era o melhor amigo do meu amor e o conhecia tão bem quanto eu.   

- Ele mesmo. – Respondi bebendo meu champagne. – Ele é o próximo preciso que fique amigo dele, que dê um jeito de ir a casa dele, finja que é um fã. –  Eu disse e George assentiu sabia o que fazer.   

- A lista de visitas chegou, acho que vai gostar de saber que Isabelle e Jace foram vê-lo. – Ele me informou e eu suspirei.   

Eu gostei de saber, já que eu não podia ir pelo menos a irmã e o amigo podiam. É, é isso mesmo o que estão pensando. Alexander Lightwood, o amor da minha vida está preso em uma prisão federal. Mas ele era inocente, eu sempre soube disso, George sabia disso, assim como, Isabelle e Jace, assim como os infelizes que o colocaram na cadeia. Meu Alexander foi preso injustmente e é iso que eu vim provar, além de querer tirá-lo de lá.

Quando eu ia comentar o que ouvi, olhei para o lado e vi Lydia entrando junto com a família, logo o olhar de Daniel caiu sobre mim e eu sorri pra ele. 

- Acha que ela viu? – George me perguntou.   

- Boa noite a todos. – Disse Lydia no microfone. – Hoje é o nosso primeiro dia da temporada dos Hamptons, e eu estou feliz e triste. Feliz, pois tenho vocês aqui, para fazer desse verão um dos melhores. E triste posição minha melhor amiga, Victoria Lodge terá que nos deixar. Ela irá embora ainda hoje dos Hmamptons para não voltar mais. – Um burburinho começou e eu sorri pequeno olhando para o meu amigo.   

- É eu acho que ela viu. – Zombei e ele bebeu champanhe para disfarçar.   

Os seguranças levaram Victoria para fora do salão e todos ficaria olhando incrédulos. Tanto ela quando Lydia eram melhores amigas desde a faculdade, ninguém esperava aquilo, mas ninguém esperava que a amiga fosse dormir com o marido alheio.   

O jantar decorreu, dei um jeito de me sentar próximo a Axel, George conseguiu sentar-se ao seu lado. Aquele pequenininho conseguia puxar assunto fácil, ele iria me ajudar e a outra parte eu faria. 

- Então você é um fã? – Ele disse sorrindo com a mentira que George havia contado, era tão fácil enganar esse povo, jogue um elogio e você os tem na mão. 

- Ah sim, sua edição sobre as ficções científicas ficou incrível. – O Lovelace disse. – Claro que sua matéria sobre Alec Lightwood também me prendeu. – Eu vi de canto de olho Axel ficando tenso, porém George continuou com a mesma postura. 

- É foi um belo trabalho, e devo dizer que foi difícil fazer a matéria, mas no fim deu certo. – Deu certo pra quem? Eu quis perguntar, mas fiquei quieto no meu canto, não ia atrapalhar tudo agora. 

- Eu ia adorar saber mais sobre como foi o processo, quando estava escrevendo a matéria. – George disse sorrindo.   

- Tire um dia para ir até a minha casa e eu lhe mostro os rascunhos. – Ele assentiu e eu respirei mais aliviado, a primeira parte estava feita. Bebi um gole do meu vinho em comemoração. 

No fim da noite Daniel acabou me puxando para dançar e eu não tive como reusar, George estava flertando com uma menina asiática e não foi me socorrer, ele me ajudava em muita coisa, mas quando via uma mulher, eu não existia mais. 

Estávamos dançando ao lado de outras pessoas, Daniel passava os braços pela minha cintura e eu deixei meus pensamentos vagarem.   

Flashback on

“Estava na fazenda, era o último dia que Alec ia ficar comigo ali, ele tinha que voltar para casa, voltar para o trabalho e meu coração já se apertava só de pensar em vê-lo partir. Eu estava cabisbaixo e ele percebeu. Ergueu meus olhos e sorriu, seu sorriso iluminava meu mundo.   

- Vamos dançar? – Ele perguntou e nem me deixou responder, já estava colocando uma música lenta pra tocar e me puxando para o centro do quarto.   

Ele passou os braços pela minha cintura, enquanto eu colocava os braços em seu pescoço. Começamos a rodopiar pelo quarto e estávamos sorrindo. Ele me girou e depois me trouxe para perto, nossos olhares se conectaram e eu o beijei. Os lábios dele eram tão macios. Eu poderia beijá-lo para sempre e mesmo assim não seria o suficiente.”    

Flashback off   

Voltei ao prese te quando ouvi uma voz me chamando. A realidade me atingiu e eu contive o revirar de olhos. Havíamos parado de dançar e Daniel olhava para mim.   

- Minha companhia deve ser muito chata. – Ele disse tristonho.  

- Não é isso. – Eu disse. – Só estou com problemas para resolver e isso acaba me fazendo ficar com o pensamento longe.  

- Tudo bem, eu entendo, mas eu estava perguntando se eu não poderia dormir na sua casa hoje, a gente podia matar a saudade... – Mal sabia ele que eu não sentia nenhuma saudade.   

- Daniel, nós terminamos. – Eu disse calmamente. – Podemos ser amigos e se for para sermos algo mais que isso, não vamos apressar. – Ele assentiu e vi George me chamado. – Eu preciso ir.  

Sabia que Daniel estava me observando, mas continuei andando até o Lovelace.   

- Vim te salvar. – Ele disse.   

- Se eu estivesse morrendo... – Deixei no ar. – Sem problemas consegui me livrar dele, já consegui o que queria nesse jantar, vou para casa. – Avisei.   

- Posso ficar por lá? Preguiça de ir de táxi e eu bebi não posso ir de carro. – Revirei os olhos.   

- Você é muito folgado! – Disse soando irritado, mas eu não estava de fato. – Mas tudo bem, você conseguiu mais uma etapa, precisamos passar o resto do plano.  

- Eu sei que você ama. – Ele disse rindo e assim a gente saiu, rindo em direção a minha casa. 


Notas Finais


é agora sabemos cadê o blue...


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