História Justice - Malec - Capítulo 6


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Categorias Revenge, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane, Personagens Originais
Tags Alec, George, Justiça, Longfic Malec, Magnus, Malec, Malec Longfic
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Palavras 1.789
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oláaa

Capítulo 6 - É tudo o que consigo ver.


Quando acordei pela manhã senti minha cabeça doer muito, claro eu tinha tomado alguns drinks com George, ele devia estar do mesmo jeito que eu, já que caiu no sofá e lá ficou eu pelo menos consegui subir pro quarto.  

Eu sempre deixava uma jarra com água e aspirinas no criado mudo. Peguei o remédio e bebi a água. Levantei da cama e fui até a outra parte do meu quarto, perto do banheiro. Havia um móvel pequeno, retirei-o do lugar e me abaixei, fazendo careta.   

Abri o compartimento e lá tinha os diários de Alec, esses eram os mais novos. Era os que ele escrevia da cadeia. Agora eu era rico, ou melhor, milionário. Tinha condições de fazer o que eu quisesse. Com a ajuda de George consegui comprar um policial que ficava encarregado de cuidar de Alec que já havia sofrido atentados de dentro da cadeia e Luke cuidava dele, se não fosse por isso meu amor já estaria morto.   

Peguei um dos primeiros que ele escreveu, foi logo assim que foi preso e condenado, eu ainda estava em Medan, Ragnor estava piorando não podia deixá-lo e nem tinha como sair de lá, eu não tinha dinheiro na época.   

Quando vim para NY, já conhecia George e pedi que ele desse e um jeito de entregar um diário a Alec, foi assim que meu menino soube que eu não havia esquecido dele. Uma semana depois eu recebi o diário de volta.   

Sentei-me no chão enquanto a dor de cabeça passava. Abri o diário e comecei a olhar tudo escrito. Alec costumava desenhar também. Havia alguns sóis, luas, estrelas, tinha uma nota dizendo.   

“É tudo o que consigo ver da cela.”  

Aquilo tinha machucado o meu coração. Meu amor que era um pássaro solto estava trancado feito um criminoso. Continuei olhando as páginas até chegar a que eu queria.   

Diário do Alec;  

“Axel Mortmain    

Ele foi o jornalista que a corte disse que precisava conversar comigo. Ele era o que eles chamavam de confiável, mas eu o conhecia, ele era membro do clube pandemoniun. Mesmo que muita gente não soubesse, eu já o vi nas reuniões. Ele sempre ligava uma câmera e fazia perguntas. Às vezes ele perguntava a mesma coisa mais de uma vez só pra ver se eu ia mudar, eu nunca mudava, sempre falava a verdade, mas sabia que a verdade não chegaria a quem devia.   

‘- Alec você sabe por que está aqui?’   

‘- Você sabe o porquê, mas eu repito. A família da minha prima estava trabalhando no empreendimento e eles colocaram o avião a baixo. Não fui eu. Eu só soube do esquema quando o avião já estava caído. Eu sou inocente e sei que no fundo você também sabe, só que o dinheiro fala mais alto.’    

Eu respondi pra ele com desdém. Ele tinha as gravações dos meus depoimentos. Ele sabia a verdade e não fez nada para me ajudar. Ele é um dos culpados por eu estar aqui trancado. Ele foi comprado para me deixar aqui dentro, porque ele sabe que se a verdade vier a tona ele vai cair, junto com os outros.”   

Bufei com aquilo, mas reler aquelas páginas me lembrou das fitas. Axel ainda devia tê-las, eu precisava delas. Guardei o diário no compartimento e me levantei colocando o móvel no lugar. 

Entrei no banheiro e me despi, colocando as roupas da noite anterior dentro do cesto. Entrei em baixo do chuveiro e deixei a água morna cair sobre mim. Já não tinha mais dor de cabeça, o que era um alívio. 

Flashback on   

“- Alec! – Gritei ofegante, já não aguentava mais correr.   

- Você é muito fraco Cahya. – Ele disse eu dei língua pra ele. – Que coisa feia. – Brincou aproximando-se de mim.   

Era noite em Medan, nós estávamos correndo no jardim de Ragnor. Por quê? Bom porque Alec era uma criança que gostava de brincar de corrida. Claramente ele era melhor nisso do que eu.   

- Vem vamos voltar pra dentro se eu correr um pouco mais vou ter um ataque cardíaco. – Chamei e ele aproximou-se de mim, pegando-me no colo.   

Eu ri com o gesto, não estava esperando aquilo. Ele riu também me levando pra dentro da fazenda. Ele me pôs no chão e nós subimos para o quarto. Toda vez que ele estava na casa eu acabava dormindo no quarto com ele.   

- Vou tomar um banho. – Alec disse e eu assenti, porém ele parou na metade do caminho quando me ouviu.   

- Quer companhia? – Perguntei olhando em sua direção.   

Eu o conhecia a mais de um ano. Já estávamos namorando há meses e ainda não tínhamos transado por que eu tinha receio, dado as tentativas do meu padrasto e do dono do orfanato. Alec me analisou com cuidado, ele sempre deixou bem claro que nunca ia me apressar, e ele cumpriu aquilo.   

- Tem certeza? – Ele perguntou me olhando.   

- Sim. – Respondi convicto olhando em sua direção e andei até ele entrando no banheiro.   

Quando entramos no banheiro, Alec me beijou com vontade e urgência e mesmo assim eu conseguia sentir o carinho em seus lábios. Eram sempre macios e ótimos para beijar, eu estava viciado. Afastamo-nos e eu o vi retirar sua camiseta pela cabeça e jogá-la no chão. Eu fiz o mesmo abaixando os olhos quando ele me encarava.   

- Não fique envergonhado, seu corpo é lindo, você é lindo. – Ele disse e eu sorri beijando-o novamente.   

Eu senti os lábios de Alec descendo pro meu pescoço onde ele mordeu e chupou a área diversas vezes. Eu arfei e senti meu corpo indo de encontro a parede. Ele desceu os beijos até o meu peito e foi descendo, passando pelo meu abdômen, até se ajoelhar na minha frente.   

Ele olhou para cima e aquela era uma visão tão erótica que eu gemi. Ele pediu permissão e eu concedi. Ele abaixou minha calça e cueca me liberando, retirou minhas roupas completamente e eu arfei sentido seus lábios sobre meu membro.   

Eu estava duro, Alec com pouco me deixava daquela forma. Ele chupava, lambia, me colocava completamente dentro de sua boca e eu gemia junto com os gemidos que ele dava. Ele estava gemendo, porque estava me dando prazer.   

Eu me desfiz em seus lábios e ele se levantou sorrindo limpando o canto dos lábios. Eu sorri tímido e o vi terminar de retirar suas roupas. Se eu achava aquele homem lindo, agora então.   

Ele me levou até o chuveiro e ligou a agora morna, puxou-me para perto colando nossos corpos e eu arfei sentindo o membro dele contra mim. Ele sorriu levando o sabonete fazendo espuma passando em mim. Confesso que não sabia o que fazer e eu acho que estava estampado em meus olhos, pois ele sussurrou.   

- Relaxa amor, eu vou ter minha satisfação e você vai ter a sua pela segunda vez essa noite. – Os pêlos do meu corpo arrepiaram de uma forma, que eu nem vou comentar.   

Senti as mãos dele descendo pelo meu corpo espalhando a espuma. Decidi fazer o mesmo e comecei a passar nele, sentindo a pele quente, os músculos contra os meus dedos. Ele me beijou enquanto nossas mãos ainda trabalhavam.    

Quando terminamos o banho Alec me pegou no colo, passei as pernas pela cintura dele e meio que às cegas voltamos para o quarto completamente molhados. Ele sentou-se na cama – comigo em seu colo – e eu não contive um rebolado ali, ele sorriu.   

- Quer ir até o fim? – Ele perguntou.   

- Sim. – Respondi no mesmo instante.   

Alec levantou-se apenas para me colocar deitado sobre os lençóis. Os lábios dele estavam sobre os meus e tudo o que eu mais queria era tê-lo em mim. Ergui meu quadril para ter mais contato e gemi. Alec levantou-se e foi até a mala, de lá ele pegou um vidrinho e me disse que era lubrificante e camisinha.

Com todo o cuidado, ele me preparou, um dedo após o outro, com calma, ele foi me conduzindo, me dava beijos longos, mosrdia ainda mais o meu pescoço, gemia e sussurrava em meu ouvido. 

- Já estou pronto para ser seu. - Falei para ele que sorriu ladino e me beijou antes de vestir a camisinha e passar o lubrificante.

A próxima coisa que eu senti foi o membro dele entrando. Confesso que eu achei que fosse morrer de dor, - mesmo depois de toda a preparação, era a minha primeira vez - mas ele começou a distribuir uma série de beijos pelo meu ombro, indo até o pescoço, estava tentando me distrair e estava conseguindo.   

Quando a dor começou a passar senti um calor pelo corpo e comecei a me movimentar, era um fogo que só ele ia conseguir apagar. Eu o queria e sentia que ele me queria igual. Senti-lo dentro de mim foi algo que eu não consigo achar palavras para descrever. Ele começou a entrar e sair de mim, no começo de vagar, com o tempo foi aumentando. eu estava em puro êxtase, era uma sensação tão boa. Quando ele se desfez em mim e que - pela segunda vez - me desfiz também, nós sorrimos, por que estavamos nos braços de quem queriamos.''

Flashback off   

Eu sorri e mesmo assim senti as lágrimas descerem pelo meu rosto, quando com aquela lembrança eu cheguei ao meu ápice. Ainda embaixo da água eu deixei que a mesma levasse os fluídos.   

Aquela foi à primeira vez em que fui dele. A primeira vez em que fiz amor com ele, porque o que tínhamos era amor, sempre foi. Eu ainda o teria de volta, agora era questão de tempo e tudo o que eu mais queria era ter Alec de volta, poder beijá-lo e sentir o corpo dentre perto do meu.

Desliguei o chuveiro e enrolei a toalha na cintura. Voltei para o quarto e peguei uma roupa qualquer, calça de moletom e camiseta. Me vesti e desce, encontrando George na sala.   

- O café tá pronto. – Ele disse sem tirar os olhos do computador.    

Andei até a cozinha e me servi com café, quando voltei pra sala George ainda olhava para o computador.   

- O que tem de tão importante ai? – Eu perguntei o computador era meu, não me importava que ele olhasse.   

- As câmeras na casa da Lydia. – Falou. – As brigas lá começaram cedo. – Ele disse e eu sentei ao seu lado.   

“- A minha melhor amiga John! – Lydia gritava. – Podia ser qualquer uma menos ela!”    

- Então ela queria ser corna? – George perguntou para ninguém em especial.   

- Deve ser. – Dei de ombros, pouco me importando com aquela família. 

Hoje eu tinha um trabalho a fazer, eu precisava das fitas, aquelas que iriam ajudar a inocentar o meu Alexander e eu as teria.  



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