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História Justiça na Escuridão - Heróis ou Vilões? - Capítulo 4


Escrita por: , kautain e BrunoLuizz


Notas do Autor


Perdão pelas imagens ruins, estou improvisando no momento

Capítulo 4 - Conciencia pesada.


Fanfic / Fanfiction Justiça na Escuridão - Heróis ou Vilões? - Capítulo 4 - Conciencia pesada.

O enterro do jovem é realizada na capela mais conhecida da cidade, todos os que o conhecia Tomura estavam presentes.

Yoguro chega ao enterro querendo apenas se despedir do jovem.

As pessoas ali presentes se revoltam com a presença dele.

— Como tem a coragem de aparecer aqui? Você causou a morte dele, ele cometeu suicídio por sua culpa, eu sei disso, eu sei disso! — Diz um dos melhores amigos de Tomura.

— Eu não fiz nada... mas eu entendo que vocês estão sofrendo, eu não queria que acabasse assim, independente do que aconteceu entre eu e ele, eu nunca influenciaria em algo tão pesado como esse. Mas eu vou indo pra não trazer mais dor a vocês.

Após ver que não era bem vindo, Yoguro decide ir embora.

Ele caminhava pensativo, voltando pra casa com aquelas palavras em sua cabeça. Até que tropeça em algo e cai.

— Tome cuidado por onde anda garoto, vai acabar se machucando— Diz alguém com voz feminina.

Yoguro olha pra cima e vê uma mulher alta com olhos castanhos, um cabelo médio preto com pontas onduladas. Ela então estende seu braço para ajudá-lo a levantar, braço esse que tinha uma tatuagem estranha de algum tipo de símbolo.

— Obrigado, estava muito distraído e acabei tropeçando.

— Eu estava te observando a algum tempo, você parecia estar preocupado com a morte daquele jovem...

— Sim, todos estão me acusando de ter culpa nisso e eu não sei se realmente tenho ou não.

— Yoguro, talvez você não entenda nada do que eu vou dizer mas... Você provavelmente tem algum tipo de poder que te permite controlar as pessoas.

— Poderes?! Você tá brincando comigo? Não é hora pra isso.

— Tô falando sério. Neste mundo há alguns humanos que possuem super habilidades, e acredito que você seja um deles.

— Você tá falando sério??! Mas então você quer dizer que eu posso realmente ter matado Tomura? Eu sou um assassino?!

— Provavelmente sim.

— Eu preciso me entregar pra polícia, não quero fazer isso com mais ninguém!

— Calma, eu posso te ajudar, sem contar que você não teve culpa disso ter acontecido. — Diz a mulher colocando as mãos no ombro de Yoguro o acalmando — Eu preciso ir andando, me espere na saída da universidade semana que vem e eu te ajudarei a superar isso.

— Eu não estou entendendo muito bem, mas se você vai me ajudar eu vou te esperar lá.

E então se passa uma semana sem aulas em respeito ao luto.

Na segunda feira Yoguro foi a escola e teve um dia normal de estudos.

Na saída, esperou pela mulher que estava demorando um pouco.

— Desculpe pelo pequeno atraso, mas estou aqui

— Ah, não tem problema...

Eles então conversavam todos os dias, saindo da universidade e indo até a esquina da casa de Yoguro. Os dois conversavam bastante, porém, ela não passava muitas informações, nem mesmo o próprio nome.

Em uma sexta-feira eles iam conversando normalmente, até que presenciam um ladrão agredindo uma senhora e apontando uma arma pra cabeça de uma criança dentro de um beco.

— Passa o dinheiro ou sua neta vai ficar com um furo no crânio.

— Toma, é tudo o que eu tenho, por favor não faça nada com ela!! — Diz desesperada a senhora.

—Nossa que miséria vovó, sorte sua que estou de bom humor hoje e decidi que não vou matar sua neta, vou matar você! — Grita o Ladrão com um tom sarcástico.

A criança grita desesperada por socorro

O Homem então dispará...

Porém, não havia acertado a senhora nem sua neta, ele havia atirado em sua própria cabeça.

Ao olhar pro lado a senhora vê a silhueta de um jovem com sua mão estendida em direção ao ladrão e respirando profundamente como se estivesse espantado.

O jovem então começa a correr ...

" Eu matei mais uma pessoa, eu matei mais uma pessoa, o que eu estou me tornando?? Mas...eu salvei aquela senhora e sua neta... Mas mesmo assim não cabe a mim julgar ninguém! E pra onde foi aquela mulher? No momento em que eu fui pro beco ela já havia desaparecido " — pensa Yoguro correndo desesperadamente pra sua casa.

Ao chegar a sua casa, o jovem toma alguns calmantes e cai no sono por algumas horas...

Até que ouve batidas em sua porta e levanta pra atender.

Ao abrir a porta se depara com um homem dizendo.

— Boa noite, sou o delegado David Shulivan — Diz ele enquanto mostra seu distintivo.

— Ok, mas em que posso ajudar?

— Você precisa nos acompanhar até a delegacia, precisamos fazer perguntas sobre a morte de um ladrão que ocorreu aqui perto.

— Mas o que eu tenho a ver com isso? Eu estava em casa assistindo televisão.

— Não foi isso que as testemunhas relataram...

Eles disseram que viu alguém com o mesmo perfil que você correndo até aqui, e então chegamos neste endereço.

Peço que não resista, só queremos ouvir seu depoimento.

Yoguro então aceita ir e é algemado pelos policiais e colocado na viatura. Assim ele é conduzido até a delegacia.

Tudo estava caminhando pra prisão do jovem. Até que...

— Ei porque parou o carro? — Pergunta o Delegado.

— Tem uma mulher ali na frente fechando a passagem Senhor.

— O que? Essa mulher deve estar louca.

A mulher então sai do carro com uma máscara na mão e um cigarro na boca dizendo:

— Acredito que vocês não vão querer problemas, então entreguem o jovem.

— Quem você pensa que é?— Diz o Delegado saindo da viatura e apontando uma arma para a mulher

— Delegado David não é? Você conhece a máscara de Kitsune? — Diz a mulher levando a máscara ao rosto

Todos os policiais olham pro rosto da Mulher e acabam ficando paralisados.

— Vou pedir mais uma vez, entreguem o jovem.

— Entreguem o jovem imediatamente! — Ordena o Delegado

— Sim senhor! — Diz os policiais.

O Jovem então é entregue para a mulher...

— Muito obrigado, durmam bem e esqueçam de tudo...

Os policiais caiem no chão como se tivessem hipnotizados.

A mulher e Yoguro fogem do local e vão até um esconderijo...


Notas Finais


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