História K-Idol In My Life - BTS (Jimin) - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Drama, Família, Festa, J-hope, Jimin, Jungkook, K-idol, Romance, Shoujo, Suga, Taehyung
Visualizações 157
Palavras 3.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


➻ Annyeonghaseyo meus lindos a tia voltooooooo não me conti tive que terminar e postar esse cap logo.
➻ Primeiramente obrigada pelos favoritos e comentários ( lerei todos assim que postar)
➻ Espero que vocês gostem de ler assim como eu amei escrever esse cap. (Ficou maior do que imaginei, mas transmiti tudo o que tinha de transmitir pro discorrer da fic)
➻ Hoje é sem textão, espero que gostem e tenham uma boa leitura.
➻ Cap será corrigido depois que postar e responder os comentários.

Capítulo 12 - Love Maze - Par 2


Fanfic / Fanfiction K-Idol In My Life - BTS (Jimin) - Capítulo 12 - Love Maze - Par 2

"Quanto mais eu faço, mais confiante eu sou. Você tem que confiar em mim. Baby, não dê a mínima. Prometa-me Prometa-me"

 Love Maze - BangTan

Domingo, 11 de setembro de 2016

Trinta minutos após o show.

Poderia dizer que foi perfeito, mágico, incrível, esplêndido, magnífico? Sim poderia. Porém qualquer adjetivo para definir o concerto não seria suficiente. 

Em função disso se me perguntarem como foi simplesmente começarei a rir e apontarei pro meu rosto.  

Embora unnie e eu chorarmos tanto que no encerramento não tínhamos mais lagrimas. Serei eternamente grata pelas experiências loucas que Jimin está nos proporcionando, serei eternamente grata por essa parte maravilhosa da minha vida. 

— Deixa ver se entendi — Eve pronunciava encostada no carro prata do motorista que Park havia mandado busca-la. — Você e Jimin terão um encontro agora a noite? — Concordei e a mesma formou um “o” com a boca. — Por que não estou sabendo disso Yoon Ha Ni? Eu vou também!! 

Pelo concerto ter terminado de acabar todo mundo tentava chegar no seu local de descanso, passando, esbarrando e até trombando conosco mesmo estando bem próximas a rua. — Concordo unnie você não vai. — Expressei cruzando os braços desafiadora. — E só não te contei porque além da bonita aqui — pontei. —  Chegar atrasada lá em casa, passou o trajeto todo conversando com senhor Ye. 

— Não seja por isso. — Kim rebateu exaltada — Quando acontecer esse tipo de coisa pode me interromper a qualquer momento, posso estar até morrendo.  

Yves like a dramática. Quando ela quer me supera. 

Ergui os braços me rendendo . — Se quiser tanto ir assim te levo unnie. 

— Ta louca? — a morena em questão mudou completamente a expressão para horrorizada. — Quero ser madrinha dos filhinhos de vocês, vai que é hoje que um deles é gerado. — neguei perplexa para o que ouvia. — Sério se for menina será Park Min e a apelidamos de Mimi, se for menino será Park Chanyeol. Agora se for gemêos devo pensar em algo que combine... 

Pobre coitada pirou na batatinha de vez, decidindo se a acordaria daquele sonho agora ou daqui a pouco meu celular tocou DOPE na maior altura. 

Cause we got fire (fire) 

Higther (higther) 

I gootta make it... 

Atendi sorrindo por conhecer quem era do outro lado da linha. 

“Hani?” a voz que ouvi meia hora atrás por meio a ruídos de um microfone, nesta ocasião adentrou meus tímpanos suavemente. Era ouvido até mesmo sua doce e leve respiração. 

“Annyeonghaseyo oppa” encarava Eve exibindo meus dentes feito uma criança que acabou de receber um doce. 

“Estou indo pro estacionamento inferior ao estádio, já se despediu da sua unnie?” ele questionou provalmente andando. 

Mexi os lábios em um Bye Bye pra Kim que imitava nossa dancinha do fighting alegremente! Sim” respondi e ela entrou no carro. “Estacionamento inferior, indo.” 

“Gostou do concerto?”  ele disse ao que tudo em diga puxando assunto. 

Inevitavelmente gritei antes de responde-lo “Simmmm, vocês são incríveis Jiminie não ficamos um segundo se quer volta caladas”  tinha tanta informação que me atropela algumas vezes. “Aliás adorei sua performance em On it, maravilhosa!!”  

Juro ter ouvido uma mínima risada enquanto caminhava na direção oposta da multidão. Se não estou enganada a entrada do lugar não era muito longe de onde estava. 

“Fico contente que tenha gostado.” desci dois lances de degraus que levava ao estacionamento. 

Passei uma curvinha ao longe vendo carros parados, — Não, não, não senhorita. — fui impedida de continuar por um homem alto e robusto logo a minha frente, posso deduzir facilmente ser um segurança. 

“Oppa acho melhor vir aqui.” Preocupada comuniquei ao Jimin do outro lado da ligação.  

Permaneci imóvel ainda com telefone no ouvido, com medo de ser agredida ou levada presa pelo segurança que me olhava torto. 

— Pode dando a volta, a saída é pra la! —uma vez mais me repreendeu dando alguns passos em minha direção me deixando cada vez mais acuada. 

— Estou esperando meu amigo. – fui sincera. 

“Pelo amor de Min Yoongi cadê você, estou na saída da frente.”  

Silêncio.

Encarei o celular concluindo que não havia mais chamada, porém logo fui respondida. “Calma to chegando.”  

Sou aquele tipo de pessoa que não sabe fazer as coisas erradas bem, por esse motivo quando faço sempre ocorre algum mal entendido. Desta forma quando possível tento consertar mesmo que isso me cause problemas maiores, foi com esse pensamento que daria as costas e voltaria por onde acabei de sair. 

— Estou indo, senhor okay? – o rapaz assentiu aliviado sussurrando qualquer coisa apertando o ouvido. 

— Hey, Hwan – pro meu alívio Jimin colocou a cabeça do lado de fora do carro, alias o Sport preto era exatamente igual ao de quando me levou em casa. Pensei que idols possuíam um pra cada dia da semana.  – Ela está comigo, tudo bem. 

Sorri colocando a mão no peito, acreditei veemente que seria presa. – Está junto com ela senhor Jimin? – o mesmo concordou. – Certo, desculpe senhorita era só protocolo, deveria ter me dito de imediato. 

“Pode tirar o telefone do ouvido agora bobinha.” Park debochou me encarando. 

Desliguei o telefone e fui ao seu encontro no veículo.

—  Aish, que susto. — resmungava recuperando-me 

— Hwan não mata nem uma formiga, quem diria uma moça bonita. 

Semi serrei os olhos pro rapaz de preto dos pés a cabeça ao meu lado. – mas ele poderia me prender. 

— Definitivamente não deixaria custe o que custar. – respondeu fechando os vidros.  

 

Parque 

Nós trocamos poucas palavras durante todo o longo caminho, aliás não fazia a mínima ideia de onde estávamos indo.

Inclusive, mesmo que tenhamos nos aproximado tanto nesses últimos meses por mensagens e ligações ainda sinto uma certa distância entre Jiminie e eu.  

Ainda sim, me sentia bem com isso.

Sei, sei é estranho essa forma de pensar, todavia não conseguia mudar e por mais que o moreno dono do melhor sorriso ficasse o tempo todo calado bem diante dos meus olhos, não me importava desde que ele estivesse ao meu lado já era mais que o suficiente.

Havíamos chegado a quietude do carro era plena, pois Park agarrava o volante concentrado. 

Completava alguns minutos que mantínhamos estacionados em frente ao Mirror Lake, um grande parque repleto de arvores, flores e um lindo lago muito ilumino que cortava de fora a fora a cidade até desaguar no Cheonggyecheon. Aquela modesta lagoa era tão iluminada que as luzes laranjadas quando refletiam na água pareciam pequenos pôr dos sois. 

Algo único que só essa área possuía por causa da iluminação próxima. 

– Muito lindo aqui... 

– Sente frio Hani?” 

Enunciamos simultaneamente e rimos ao perceber tal feito. 

– Continue. – Ele incentivou soltando o volante que até então pressionava. 

Cogitar que respirávamos o mesmo ar abafado e quente devido os vidros estarem fechados a tanto tempo além do aquecedor, me deixava enlouquecida. Literalmente. Sem contar o delicioso perfume vindo dele. 

Seria capaz de cometar um abuso.

Respirei pesado um pouco tímida por estar no mesmo ambiente que aquele pecado, aproveitando para atentar alguns casais passarem de mãos dadas diante de nós, – Só havia pensado o quanto esse lugar é lindo. – indiquei com o dedo. – E não oppa aqui dentro ta quentinho não se preocupe tanto. – Mostrei meus dentes em um sorriso falho, já que era encarada em silêncio. 

Minhas pernas tinham terríveis espasmos de nervosismo que pelejava miseravelmente controla-los, minha imaginação me corroía por dentro querendo descobrir o motivo de termos vindo até aquele lugar.

Pra de ter uma idéia ia desde coisas simples como “uma breve conversa” a “uma declaração com beijo no final tipo aqueles de filmes.” 

Definitivamente ficaria louca caso nenhuma atitude fosse tomada. 

— Oppa olhe aqui...— Pelo moreno parecer muito distante o chamei. Péssima ideia por sinal, já que ao nossas orbes encontrarem-se desesperei e esqueci o que diria. Por fim acabei improvisando. — Quer apostar uma corrida? 

Antecipando sua resposta abri a porta do carro sendo inundada pela gélida brisa. Não tendo mais volta pela escolha infantil que fiz corri pela trilha de pedra marrons em meio ao campo esverdeado ademais uma determinada distância.

Atrapalhada visto que sou péssima em exercícios físicos e cansada retornei os olhos ao Chimchim. 

Embora passasse da meia noite algumas pessoas andavam pelas ruas indiferentes assim como os carros e motos. A proposito mesmo longe enxergava perfeitamente Park me encarar sorrindo majestoso lá de dentro. 

PECADO.

Os faróis foram acesos e piscados três vezes — Volta pra dentro maluca, vai pegar um resfriado aí. — Enunciou brincalhão após colocar a cabeça pra fora do veículo. 

Ele venceu e por que estou fugindo dele?! 

Fechei os olhos abrindo totalmente os braços, desta forma abarrotando meus pulmões de ar. Carecia daquilo, ou seria capaz de cometer um atentado contra ele se ousasse sorrir mais uma vez daquela maneira. 

— Já vou já vou. — resmunguei. 

Percorri a estreita trilha cabisbaixa por não ter conseguido anima-lo e muito menos me controlar. 

— Ou melhor levo eu mesmo. — Juro ter escutado, ergui a vista e Jiminie havia descido do automóvel encarando assustadoramente minha pessoa. — Corra Hani, não deixe que a alcance 

Era brincadeira. 

Boba que não sou, sem ele terminar de dizer já corria com toda minha força na direção oposta. Sai da trilha de pedrinhas, disparando pela grama escorregadia e arvores crescidas até próximo ao lago onde lá fiquei encurralada e sem folego. 

— Tempo oppa tempo. — solicitava gesticulando com as mãos ofegante, em contrapartida ele parecia que não havia corrido nada. 

Onde você estava com a cabeça Hani.

— Não, não — Jimin aproximava-se ao mesmo tempo em que me afastava na mesma proporção. Contudo ou eu parava, ou caia no lago. 

Parei, calculando uma estratégia. 

Poderia me jogar na água. Não! 

Poderia me render. Não! 

Poderia tentar correr e desviar dele... 

Na última tentativa de escapulir e voltar pro carro utilizei o restante do fôlego para poder fugir. Uma investida falha por sinal, muito falha.  

No exato momento que ultrapassava Jiminie, ele me apanhou e caímos direto na grama úmida. 

Ele por cima e eu por baixo em meio as suas pernas. 

Riamos feito dois retardados, como se não houvesse amanhã — Perdeu. — Esgotada mostrei língua pra ele pela provocação. — Ah é assim mocinha? 

Desta maneira Park atreveu-se a fazer cócegas na minha barriga, suas mãos eram pesadas e gentis. 

Ao mesmo tempo que gargalhava implorava pra que ele parasse, pois sou muito sensível a cócegas. —opaa, oppa eu vo, eu vo morrer para para para pleasu! — suplicava contorcendo toda na grama em meios suas pernas que me prendiam firme. 

O pouco que era capaz de enxergar com os olhos semiabertos o moreno em pauta também sorria. Lindo, droga.

— Garanta que não mostrará mais língua ao seu oppa.  

Mais do que depressa. 

— JURO, JURO, JURO NUNCA MAIS FAÇO ISSO – grite despertada por sorte aos poucos as cócegas foram sessando. 

Ainda sob mim ele me fitou sem ao menos piscar por alguns momentos parecendo estar em outro mundo, para em seguida voltar a si arrumando sutilmente minha franja. 

Jimin deitou-se ao meu lado. 

Demorei uns três minutos até me recuperar por completo, me sentia como um tomate que acabou de ser atropelado. 

— Se arrume – o moreno pediu olhando pra cima, coincidentemente  o céu sob nossas cabeças naquela noite era mais estrelado que o normal. 

— Oi? – o contemplei, mas o mesmo somente apontou pra mim sem mudar de posição.  

Claro, procurei o que ele tentava expressar e notei minhas roupas todas bagunçadas.  

O casaco xadrez que trajava praticamente saiu por completo. Minha barriga toda de fora e até mesmo esqueci que vestia saia pela posição das minhas pernas. – Céus eu sou um menino. — pensei alto sorrindo exasperada meu rosto queimava. 

Arrumei, quero dizer tentei me arrumar o melhor que pude. 

— Pronto? Posso olhar? —  indagou sereno. 

Se fazia cosplay de pimentão antes, agora então nem se fala. 

— Desculpe, sou um desastre. 

Park sorriu travesso me cravando seus globos castanhos que chamamos de olhos — é fofa. — tampei o rosto com as mãos negando. – Aliás antes que me esqueça tenho uma coisa pra te dar. – ele sentou para tirar uma caixinha preta retangular do bolso. — Sinto muito não deu tempo de embrulhar, queria ter entregado antes, mas não encontrei uma forma legal. 

Pensaram que era um anel né danadas, também pensei. Mentira. 

Abri a caixinha aveludada, logo de cara dando visão a um pingente de celular todo em prata branca, junto a um “J” dourado na extremidade.  

Definitivamente era a coisa mais linda que já tinha visto e tido oportunidade de ter em mãos. 

Mais do que depressa tirei o celular do bolso da saia me sentando – É lindo Jiminie, o J é de que? – tentava colocá-lo no celular erroneamente. 

Recebi um tampinha na testa. 

— J de Jimin, o que mais séria?  

Ao ouvir o aquilo o pingente caiu das minhas mãos, agora que não consigo colocar isso mesmo. 

— Deixe-me que coloco – o moreno em questão tomou o celular das minhas mãos tremulas dependurando o pingente por si mesmo. – Prontinho, agora estarei contigo onde quer que vá. 

Apertei contra meu peito sustentando o choro de tremenda alegria. – Obrigada vou cuidar como se fosse minha vida. 

Envergonhada reconhecia o olhar consistente de Jiminie sobre minha pessoa, até quando adquiri coragem para mira-lo, como pressuposto ele sorria largo escondendo os olhinhos pelas pálpebras. – O que foi? – questionei sem jeito. 

— Não, não é nada. – Park levantou-se estendendo a mão pra me ajudar a levantar. – é só que a Hani deixa tudo mais intenso e bonito quando estou do seu lado. 

Isso é algum tipo de teste né buda, ala, deus? 

Como um pimentão vermelho jovem, segurei a gelada mão recebendo ajuda para levantar que, aliás não foi solta enquanto observamos o lago a nossa frente seguido pelo horizonte repleto de luzes da cidade. 

Aquele momento poderia durar para todo o sempre que jamais enjoaria. – Me prometa uma coisa Jiminie. 

Quebrei o silêncio fúnebre que formou entre nós.  

— Sim, o que? – respondeu de imediato. 

— Me prometa que nunca irá desistir das coisas que te fazem bem, que te faz sorrir.  

De forma aconchegante minha mão foi apertada, — Prometo. 

Li em algum lugar que todo mundo tem um poder. O poder de transformar o mundo, nem que seja o mundo de uma pessoa só. 

Jimin transformava o meu. 

 

No carro 

Regressamos ao veículo escuro ainda de mãos dadas, Park agia naturalmente parecia até não importar-se e do fundo coração também não, embora minhas mãos estivessem suando. 

— As cócegas foram jogo baixo oppa. — Rosnei ao sentar no banco. 

Sorri apenas de imaginar ao notar Jiminie fazer movimentos com os curtos dedinhos parecidos com que recebia a pouco. 

— Você sorrindo é melhor do que chorando Hani. — O contemplei sem compreender, por sua vez mantendo o acanhado sorriso encaminhou a fria mão até meu rosto afagando minha bochecha. — Por que chorou no concerto? Aconteceu algo? Alguém te incomodou? 

Sequer piscar conseguia, quem diria respirar ao obter tal notícia.   

Park vulgo Jimin havia me visto no meio daquela multidão toda? Mal conseguia enxergar unnie que permaneceu ao meu lado o tempo todo.  

O que tinha de tão especial em mim que não compreendo? Por que logo eu? 

Sorri acanhada sem mostrar aos dentes, poxa vida realmente estava muito viciada em Park Jimin. 

Embora estivesse viajando em meus pensamentos, inconscientemente conforme uma drogada fechei os olhos pra apreciar o carinho em questão que recebia.  — E-eram lágrimas de alegria Jiminie. Alegria por estar ali. De ter tido a chance de conhece-lo melhor. De poder ter tido o melhor dia da mi... 

Minha fala se extinguiu por causa uma pressão gélida, suave e úmida contra meus lábios. Instintivamente abri os olhos e era o que pressupunha. 

Jimin selava detidamente nossos lábios. 

Meu coração foi a mil, não milhões, não bilhões, não trilhões de batimentos por segundo. 

Queria ter voltado a fechar os olhos. 

Ter agido normalmente. 

Até mesmo ter dado passagem pra aprofundarmos mais o beijo. 

Em compensação naquela ação Park me pegou tão desprevenida, tão descuidada, tão desapercebida que mais assemelhava a uma pedra de Mamoré dura e fria do que qualquer outra coisa.  

Devo confessar até Jimin abrir os olhos aquele instante durou uma pequena e doce eternidade. 

— Desculpe, — rejeitava consigo mesmo após juntar nossas testas. — E-eu s-sinto muito Hani. — tirou ao que parece um pedaço de grama do meu cabelo.

Eu me odeio. 

Não havia porque ele se desculpar era meu primeiro beijo, mas tinha gostado. Claro que gostei, porém o máximo que fiz foi levar minha mão até os lábios atônita.

Ele suspirou mordendo a boca.

— Vou te levar pra casa. — Jiminie afastou-se e ligou o carro tão veloz que sequer consegui raciocinar.  

Estraguei tudo, estraguei tudo, estraguei tudo. 

— Errh tudo tudo tudo... — buscava me manifestar de algum modo, contudo só saia grunhidos e sons esquisitos. 

— Tudo bem Hani.— as palavras dele eram duras e ásperas. — Sinto muito, não deveria ter feito.  

 

Em frente ao prédio 

Cruzamos praticamente a cidade toda sem dizer uma única palavra e me abominava por aquilo. 

Paramos de frente ao meu condomínio, até o clima era pesado — Amanhã te mando mensagem. — nem o carro desligou. 

— E-espera jimin... 

— Amanhã conversarmos Hani, tenho que ir. — nossos olhares se cruzaram por acidente e não ouve nada o que dizer nem o que fazer a não ser sustentar por um breve instante o olhar para não deixar tão na cara que ambos estávamos confusos. 

Entendendo a situação peguei minhas coisas e desci do automóvel, contendo as lagrimas — Tchau oppa. 

Minha voz saiu mais embargada do que imaginava e obvio que ele percebeu, mas ignorou dirigindo o carro. 

O observei dobrar a esquina, expectava do fundo do coração que aquele não fosse nosso último adeus. 

Uma vez que sem perceber Park se tornou o meu assunto favorito, minha música predileta, meu pensamento constante, o meu avesso, sem perceber tinha mais dele em mim do que eu mesma. 

 

Notas Finais


➻ MAS OQ JIMINIIEEE ????
➻ MUITA INFORMAÇÃO NÉ??? EU PODIA DIVIDIR EM DOIS OUTRA VEZ MAS PENSEI ~que seria muita maldade com vocês
➻ Próximo cap será curtinho curtinho provavelmente libero amanhã.
➻ Espero que tenham gostado anjos e não esqueçam de comentar o que acharam.
Ps; Fico muito solft escrevendo sobre esses dois nossa sinhora.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...