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História K-Shots: Twice - Capítulo 7


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Notas do Autor


Tentei fazer esse, não sei se ficou tão bomKKKKKKKKKKKKKKKK

Desejo uma boa leitura a ti, ser regido de luz!

Capítulo 7 - Doce anjinho. - Imagine Kim Dahyun


Fanfic / Fanfiction K-Shots: Twice - Capítulo 7 - Doce anjinho. - Imagine Kim Dahyun

Hwang S/n

Acordar às exatas oito horas da manhã não é para qualquer um, inclusive se for para organizar uma casa de doze cômodos, sendo eles: sala de estar, sala de jogos, sala de cinema, escritório, cinco suítes, cozinha, mini quadra de tênis e uma área de lazer com direito a piscina, sem falar na garagem e armazenamento de comida. É, se não houvessem meus colegas de trabalho para me ajudar, estaria desmaiada nos dias de hoje. 

Entretanto, o salário que ganho é mais do que o suficiente para pagar minha faculdade e cuidar de minha sobrinha de cinco anos, desde seus dois anos de idade a pequena mora comigo a pedido de sua mãe, esta que procura emprego e por isso não pode ficar com a criança. Mas quando saio, a deixo com minha vizinha e amiga Chou Tzuyu, parceira de estudos e alcoólatra nas horas vagas, existe amizade melhor?

Porém, não iria fazer nada que faria em meu cotidiano, por ser final de ano eu ajudaria meus patrões em algo a mais. Kim Ji-Hye e Kim Hyeon-Shik eram empresários que raramente tinham um tempo livre na agenda para lidar com a vida pessoal, e em tempos de natal e ano novo essa agenda só aumentava, por conta da empresa alimentícia os dois não poderiam ficar em casa e precisariam viajar a trabalho. Então, todos os finais de ano, eles me chamavam para ficar de olho nos três filhos deles, mesmo que fossem adolescentes beirando a vida adulta, a senhora Kim dizia que poderiam fazer aquelas palhaçadas que todo adolescente retardado faz quando os pais saem de casa.

Ela não queria que sua residência virasse um motel ou boate enquanto estivesse fora.

Nunca havia conhecido a terceira filha de Ji-Hye, mas de acordo com suas informações, tinha que ter uma atenção maior com a garota por seu estilo de vida ser diferenciado dos irmãos. A Kim mais nova era infantilista, sua idade era de dezessete, todavia, suas ações eram de uma criança. Devido a problemas no antigo casamento de sua mãe, Dahyun presenciou terríveis situações, fazendo assim sua mente regredir no tempo e apelas para o infantilismo, foi o melhor para seu bem estar psicológico. 

 

[...]

-- Meu doce? - Chamei-a sentando-me ao lado vago da cama. - Hyunie, acorde meu solzinho!

-- Hm... - Murmurou abrindo calmamente os olhinhos inchados e pequeninos pelo sono, ficou me encarando por alguns segundos para processar tudo em sua mente. Em breves segundos, um sorriso alegre brotou em seus lábios rosadinhos. - Bom dia! - Disse em um tom divertido, porém sonolento, e imediatamente agarrou meu pescoço em um abraço caloroso.

 A pele macia da coreana de fato me deixava derretida e pedindo por mais contato físico, seu perfume de bebê era viciante e as vezes me causava um bem estar maravilhoso, o efeito Dahyun me causava bem. Não trocamos palavra alguma durante alguns segundos, aproveitávamos aquele singelo toque entre ambas, adorava o jeito carinhoso de ser da Kim. 

-- Está com fominha, princesa? - Questionei quebrando o silêncio e tomando certa distância para ver seu rosto. 

-- Uhum! - Confirmou se colocando-se sentada e se espreguiçando seguidamente. 

-- Fiz sua mamadeira, tome enquanto está morna. - Peguei sua mamadeira de cor azul com detalhes rosas, estendi para a garota e a vi negar com a cabeça. - O que foi meu anjo? Não quer 'dedeira?

-- A. - Abriu sua boca e apontou para tal, logo saquei o que a menina quis dizer e me ajeitei na cama. Com cuidado, a acomodei em meu colo e deitei sua cabeça em meu peito.

Suas mãozinhas tomaram a mamadeira de mim com delicadeza, Dahyun levou o bico até sua boca e começou a sugar o líquido marrom. Pela manhã, Dahyun gostava de receber cafunés, na maior parte do tempo eram seus irmãos que faziam isto. Todavia, saíram pela noite e não haviam voltado ainda, então tive o imenso prazer de dar todo o meu carinho a mais nova. Acariciava seu rostinho macio, ao que aqueles lumes brilhosos conectavam-se com os meus, deixei um selar em sua testa e aquele sorrisinho que tanto admirava se fez presente abaixo de seu nariz.

-- Acabou. - Disse pondo a mamadeira em cima da escrivaninha. 

-- Então acho que vou preparar o almoço, antes que seus irmãos cheguem! - Tentei me levantar, mas Dahyun nem sequer se moveu para sair. 

-- Fica aqui. - Pediu.

Eu até iria contestar, se não fossem por aqueles lábios macios se encontrando com os meus em um selinho amável e tranquilizante. Quem sou eu para desobedecer minha "patroa"? Jamais.

-- Tudo bem, temos uns minutinhos a mais. - Falei colando nossas testas e roçando nossos narizes, demonstrando meu afeto pela coreana.

 

Teremos dois meses, dois longos e interessantes meses...

 

 


Notas Finais


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