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História Kakashi: Um amor pra toda vida - Capítulo 32


Escrita por:


Notas do Autor


Yoooo! Boa leitura ❤️

Capítulo 32 - Pequenos momentos


Fanfic / Fanfiction Kakashi: Um amor pra toda vida - Capítulo 32 - Pequenos momentos

 

Nove meses depois...

Kakashi POV

 

 Despertei junto com o sol, que ainda surgia em pequenos e tímidos raios. Devido ao choro do bebê, que estrondava pelo quarto, fui obrigado a acordar mais cedo do que eu gostaria. Mas não posso reclamar, já que o meu passatempo preferido nesses últimos dez dias, tem sido velar o pequeno e frágil ser que ajudei a trazer ao mundo.

 Ao sentar-me na cama, vi Akemi começar a se mexer, enquanto resmungava algo que não consegui compreender. Contudo, aposto que, certamente, o seu murmúrio deveria ser uma reclamação, já que só conseguiu fazer o nosso filho dormir às três da manhã, e agora não deveria ser mais de cinco.

 - Eu vou. – Sussurrei em seu ouvido, beijando seu rosto em seguida. Após minha ação, notei que ela deu um pequeno sorriso, apesar de achar que já havia voltado a dormir.

 Levantei da cama e fui até o berço.

 - Oi, amigão... – O peguei.

 Apesar de estar com ele nos braços, não sabia muito bem o que fazer. Nunca tive muito contato com bebês durante toda a minha vida, então tentei me esforçar e aprender o máximo que pude em seus dez dias de vida. Mas ser o Hokage não tem me ajudado a trilhar o caminho da paternidade, já que quase não paro em casa. Contudo, uma coisa eu sabia: se ficássemos no quarto a Akemi iria acordar, e eu definitivamente não queria isso, já que ela tem passado noites em claro, principalmente quando viro a noite no escritório. Ela precisa descansar, e essa é uma das poucas coisas que posso fazer por ela.

 Desci com ele até a nossa sala de estar, e sentei-me em uma poltrona perto da janela. Como ainda estava um pouco escuro, liguei o abajur ao lado para clarear o local, e a luz me deu a perfeita visão daquele pequeno rostinho, que estava avermelhado devido ao seu choro. Enquanto eu o balançava nos meus braços, ele cessou o seu pranto.

 - No fundo, você só não queria estar sozinho, não é? – Indaguei. – Não se preocupe, estarei sempre com você...

 Após minhas palavras, vi suas grandes íris azuis me encararem.

 - Me olhando assim, até parece que você entende o que eu falo. – sorri, fitando seu rosto. – Você tem os olhos da sua mãe... E isso é bom, porque são os olhos mais lindos que já vi. É uma das coisas que mais amo nela, sabia? Uma das milhares...

 Após o pequeno intervalo que fez ficando em silêncio, voltou a chorar novamente.

 - Shh... – Tornei a balançá-lo. – Por que está chorando? – perguntei. – Você vai acordar a sua mãe.

 - Na verdade, eu não consegui mais dormir. – Disse, Akemi, descendo as escadas. – Estava ouvindo os seus elogios, enquanto me escondia no corredor. – sorriu. – Também amo os seus olhos.

 Ela veio até mim e selou um beijo em meus lábios, pegando o nosso filho em seguida.

 - Oi, meu amor... o papai não sabe do que você precisa, não é? A gente vai ter que ensinar a ele, e você vai ter que ser mais paciente... – Disse, sentando-se na poltrona em que estávamos. Logo após, despiu seu seio e o deu, para que cessasse o seu choro matando sua fome.  

 Sorri bobo com a cena.

 - Como sabia que era isso o que ele queria? – Perguntei.

 - Eu sou a mãe dele... – piscou.

 - Então nunca vou aprender isso?

 - Claro que vai. – riu. – Você só precisa prestar atenção, e treinar os seus ouvidos para diferenciarem cada choro.

 - Tá ai um treinamento complicado... – Disse, coçando a cabeça.

 - Você vai conseguir. E vai começar a treinar hoje, que é o seu dia de folga.

 - Como assim?

 - Eu estou a dez dias presa em casa vendo o sol apenas pela janela, Kakashi. Então decidi que, nessa manhã, irei treinar com os meninos. Eles também precisam de mim.

 - O quê?! Não pode sair e deixá-lo sozinho. – falei, preocupado.

 - Ele não estará sozinho, meu bem. Ficará com o pai, em quem eu confio totalmente... ou caso contrário, não o deixaria.

 - Mas Akemi, eu...

 - Shh... – Sussurrou. – Ele dormiu. Irei colocá-lo no berço, e vou aproveitar para tomar um banho decente. – Disse em um tom quase inaudível, e se levantou indo em direção a escada, me deixando totalmente paralisado.

 - Ainda iremos conversar sobre isso. – falei.

 - Você faz o café. – Ela me deu um beijo e saiu a passos lentos e silenciosos.

 Enquanto preparava algo para comermos, minha mente estava a mil. Como eu ficaria com um bebê recém-nascido, se não fazia ideia de como cuidar dele?

 - O cheiro está muito bom. – disse ela, ao retornar após quase uma hora.

 Eu estava sentado à mesa e a vi por nosso filho no carrinho, sentando-se comigo logo após.

 - Por favor, me diz que você já tirou essa sua ideia da cabeça. – falei.

 - Sério isso, Kakashi? Você é o pai dele. Se não puder ficar com ele até a hora do almoço, ninguém mais poderá.  

 - Eu não sei cuidar de um bebê! – Disse, e minha voz saiu um pouco mais alta do que eu gostaria. Em seguida, levei os meus olhos ao carrinho, e fiquei extremamente aliviado por não ouvir nenhum choro.

 - Se ele acordar porque você está falando alto, quem vai sair de casa para voltar apenas na hora do almoço será você! – disse, irritada, mais ainda falando baixo. Contudo, no mesmo tom amedrontador de sempre, me fazendo prender até a respiração.

 - H-Hai. – sussurrei.

 Logo após, a vi olhar pra cima e suspirar, cansada. Ótimo! Como se não bastasse um bebê para acabar com o seu psicológico, agora você, também! Parabéns, Kakashi, além de um pai horrível, você é um péssimo marido.

 - Olha, pode ir. – falei, e ela me olhou surpresa. – Nós dois iremos ficar bem. Eu só preciso de algumas dicas. – sorri, envergonhado.

 - A primeira regra é: se ele estiver dormindo, não o acorde.

 Revirei os olhos. Claro que é isso!

 - Não farei barulho algum.

 - A segunda é distinguir o choro. O máximo que posso fazer por você é informar que quando ele está com fome, seu choro é mais dengoso, diferente de quando está com cólica, que é algo mais agonizante. Você não vai saber diferenciar de primeira, então preste bastante atenção, ok?

 - Hai.

 - Hum... deixa eu ver o que mais... Ah sim! Ele também pode chorar quando precisar ser trocado, mas isso você saberá, já que seu olfato é ótimo. Você já me ajudou a dar banho e trocá-lo, então sabe como faz. – Pegou uma torrada e a mordeu. – Você deve alimentá-lo a cada duas horas. E caso ele precise de algum remédio, a Sakura anotou tudo o que você precisa saber. Está naquele papel. – apontou para a folha que estava presa na geladeira.

 - H-Hai.

 - E o mais importante: mantenha a calma. Não vai conseguir fazer ou pensar em nada se estiver nervoso devido o choro. É Provável que você esteja pensando: “ah mas eu sou um ninja, fui treinado para isso, então será fácil” – Disse essa parte com uma voz grossa, enquanto fazia uma careta. Se eu não estivesse tenso, provavelmente teria rido. – É extremamente difícil ficar calmo quando o seu filho está chorando e você não sabe o porquê, mas você vai conseguir.

 - E como tem tanta certeza? – indaguei.

 - Porque é você, Kakashi, e você sempre consegue. – Sorriu, e eu fiz o mesmo.

 Após mais alguns minutos ela saiu, me deixando, pela primeira vez, totalmente sozinho com o meu filho. Durante uma hora, eu realmente achei que poderia fazer aquilo, me tranquilizando a ponto de ler “Icha Icha”. Contudo, após algumas páginas, ouvi novamente seu choro.

 - Oi... – sorri, pegando-o. – O que você quer agora? A sua mãe deixou duas mamadeiras para você. Está com fome? – em seguida, fui até a mesa e peguei o pequeno frasco, dando-lhe logo após.

 Não muito tempo depois, ele terminou seu leite, e o coloquei apoiado em meu ombro para que arrotasse. E então, após quase uma hora, senti um odor um tanto diferente.

 - Você é bem rápido, não é? – perguntei.

 O levei até o quarto e o coloquei em cima da cama, tirando sua fralda logo em seguida.

 - Eu deveria dar banho em você?

 Não fazia ideia. Mas resolvi que faria isso. Já havia um tempo desde que ele comeu, então não teria nenhum problema. Eu o limpei, e em seguida, pegando-o no colo, fui até o chuveiro e aumentei a temperatura da água, para que sua banheira ficasse quentinha. A Akemi sempre fazia isso, e ele sempre ficava quietinho, então deve gostar.

 Após o banho, o vesti novamente deixando-o aquecido, e ao passar o olho pelo quarto, notei a bagunça que eu havia feito. Haviam roupas e fraldas por todo canto, além, claro dos produtos de higiene. Isso parece mais simples quando a Akemi faz. Na verdade, tudo parece mais simples quando ela faz.

 O coloquei no meio da cama, por segurança, apesar de saber que um bebê de dez dias não bolaria, e comecei a arrumar tudo. Após guardar as roupas e os produtos de higiene, ele voltou a chorar.

 - Ah... qual é?! Você deveria estar dormindo, sabia? Já comeu, já tomou banho. O que mais você quer? – perguntei com a voz tranquila, pegando-o no colo. Após estar aconchegado em meus braços, seu choro foi cessando, até parar completamente. – Então era disso que você precisava? – Em seguida, depois de poucos minutos, ao notar que ele estava calmo, o levei até o berço, onde o coloquei. Entretanto, após minha ação ele tornou a chorar, fazendo com que eu o pegasse no colo novamente. – Desse jeito eu não vou conseguir arrumar tudo. – suspirei, cansado.

 Segurando-o apenas com um braço, tentei juntar o resto das coisas, mas falei é para completar o meu total fracasso, a fralda suja vazou no lençol da cama.

 - A sua mãe vai me matar...

 No horário do almoço, quando a Akemi chegou, eu estava jogado no sofá, com ele dormindo sobre o meu peito. Até a respiração eu prendia, para que os movimentos da minha caixa torácica não o acordassem.

 

 Akemi POV

 - Tadaima! – falei, ao chegar em casa. Para a minha surpresa, a visão que tive foi do Kakashi deitado no sofá, com o Takashi sobre o seu peito. Sua para não parecia muito boa. Sua máscara estava com algumas manchas que pareciam ser molho, e o seu cabelo estava totalmente bagunçado, além disso, ele estava visivelmente cansado. Senti vontade de rir da cena, mas me contive.

 - Bom ver vocês dois sãos e salvos. Ou quase. – falei. – sussurrei, e em seguida, peguei nosso filho, já que o Kakashi parecia paralisado com medo de acordá-lo. – Eu trouxe comida. Está na sacola. Você pode por a mesa?

 - Hai. – Respondeu.

 Fui até a cozinha, e vi que estava uma zona. Além, claro, do cheiro de queimado que incendiava o cômodo. Peguei o carrinho do bebê e retornei a sala.

 - Você estava tentando incendiar a casa, ou o que? – perguntei, colocando nosso filho no carrinho.

 - Tentei fazer o almoço. Você sempre faz, então imaginei que conseguiria. Mas queimou. Duas vezes. – Falou, levantando-se do sofá.

 Ri. Fui até onde ele estava e baixando sua máscara, o beijei. E ele sorriu, em seguida.

 -  Não vai brigar comigo? 

 - Não por isso. Você se saiu muito bem. – me beijou novamente. – agora, que tal a gente almoçar rapidão, para tentarmos dormir um pouco?

 - Sabe... em outros tempos, eu iria sugerir que fizéssemos outra coisa... – disse com um sorriso malicioso. – contudo, hoje nada me parece mais tentador do que dormir.

 Rimos.

 - Não é? – falei.

 

——•••——

Alguns anos depois...

 Kakashi POV

 Acordei devido a uma sensação estranha, como se o meu corpo estivesse pulando, me dando um certo enjoo. Contudo, antes mesmo que eu pudesse abrir os olhos para saber o que estava acontecendo, fui surpreendido por um grande impacto sobre mim, como se estivesse sendo esmagado, que me fez abrir os olhos rapidamente.

 Ao buscar o que havia me acertado, notei dois grandes orbes azuis me olhando.

 - Yaaare! O que está fazendo? – indaguei, preguiçoso.

 - Já é a hora do almoço. Você dormiu demais, de novo! A mamãe mandou que eu viesse acordar você.

 O vi ir em direção a janela, puxando a cortina logo em seguida, permitindo que o sol entrasse no quarto, iluminando-o por completo.

 Me dando por vencido, levantei para ir até o banheiro. Mas antes, fui até onde ele estava e parando em sua frente, coloquei a mão em sua cabeça, bagunçando o seu cabelo prateado, que era idêntico ao meu quando criança.

 - Desculpe, ok? Prometo treinar com você a tarde.

 - H-Hai. – disse, corando. Foi até a porta do quarto em seguida. – Não demore, ou não esperaremos por você.

 - Hai, Hai...

 Desci as escadas ainda sonolento, e me dirigi até a porta que dava acesso a nossa sala. Ao chegar, a primeira coisa que vi foi uma menininha de cabelos brancos correr até mim, com o sorriso que alegrava até os dias mais nublados.

 - Papai! – pulou em meus braços e eu a abracei.

 - Ohayō, Akari-chan. – sorri.

 - Podemos ir ao parque hoje? – indagou-me.

 - Uma passada rápida a tarde, ok? Prometi treinar com o seu irmão.

 - Hai! – sorriu.

 Em seguida, fui até a cozinha. Ao chegar, vi Akemi cortar algo na pia. Caminhei até ela e a abraçando por trás, beijei seu pescoço.

 - Ohayō, Kakashi-kun. Dormiu bem?

 - Hai...

 - Que bom que vai treinar com o Takashi hoje. Por mais que ele não tenha demonstrado, ficou triste por você não ter tido tempo para ficar com ele, ultimamente.

 -  Estou ficando em industrializar mais a vila... tem sido corrido no escritório, Akemi... eu quero ser mais presente, mas não sei como conciliar as duas coisas.

 - Tenho certeza que você vai dar um jeito. – sorriu. – Agora vamos almoçar, porque eu estou faminta.

 - Hai, Hai...

 Após o almoço, ao invés de dormir, como de costume nos meus dias de folga, decidimos sair de casa para aproveitar o dia.

 Enquanto andávamos pela vila, algumas pessoas nos cumprimentavam, outras me davam parabéns pelo bom trabalho que estava sendo feito, coisa que me deixava satisfeito, já que o meu dever era, além de protegê-los, dar-lhes uma boa qualidade de vida. Contudo, o que realmente me deixava bem fazendo com que todo o cansaço que eu sentia sumisse, era passar um tempo a mais com a minha família, criando memórias para nós mesmos. No fim, a verdadeira felicidade está nas pequenas coisas, como caminhar de mãos dadas com quem você ama, ou ver seus filhos brigando na sua frente, mas ainda assim com os dedos entrelaçados, revelando que a ligação que têm é mais importante do que pequenos problemas.

 - Que tal um sorvete? – perguntei recebendo, em seguida, um olhar entusiasmado dos meninos, e ao olhar para Akemi, notei a mesma coisa. Realmente a fruta não vai longe do pé.

 Ri sozinho.

 - O que foi? – perguntou, ela.

 - Hã? Nada. – sorri.

 Após o sorvete, fomos até o campo de treinamento, onde passamos boa parte da tarde.

 Durante o treino notei que o Takashi melhorava cada dia mais, principalmente com as shurikens, me deixando realmente surpreso. Havia um tempo desde que treinamos pela última vez, mas ainda assim era um curto período para o tamanho da sua evolução. Apesar de não estar na academia ainda, seus movimentos eram muito bons no taijutsu. Além disso, seu controle de chakra também era bom. Claro que tinha muito o que melhorar, mas ele sabe disso, e em breve irá conseguir aperfeiçoar.

 A Akari também treinava com a gente, e pude perceber uma grande evolução. Apesar dela ser quase dois anos mais nova do que o irmão, conseguia lutar de igual para igual, mas com um pouco mais de dificuldade. Seus movimentos no Taijutsu eram surpreendentemente bons e ela tentava fazer todos com perfeição, ficando extremamente irritada quando errava, assim como eu quando tinha a sua idade.

 Para finalizar o treinamento, coloquei os dois para um combate corporal, de modo que usassem o controle de chakra nos golpes, como havia lhes instruído, e em seguida fui até a árvore em que a Akemi estava, sentando-me ao seu lado, na grama.

 - Eles evoluíram muito. – falei. – Você tem treinado eles muito bem.

 - Você também. – disse, encostando sua cabeça em meu ombro.

 Sorri e fiquei observando os dois. – A guarda do Takashi está muito boa. Quase sem nenhuma abertura. Contudo, a Akari é mais rápida do que ele em seus movimentos, então fica fácil de desviar.

 - É, de fato, um combate interessante, não acha? – perguntou.

 - Ah, eu acho sim. – ri.

 - Você deveria ensinar o Hiraishin a ela. Quando entrasse na academia, claro! Acredito que ela pode ficar tão veloz quanto você, ou até mais. Vocês duas são bem parecidas.

 - Já pensei nisso também. Mas é um Jutsu avançado.

 - Hum. – concordei com a cabeça.

 - Quando você vai ensinar o Shiden ao Takashi? – indagou-me.

 - Quando eu achar que ele está pronto. Contudo, provavelmente ensinarei o Chidori.

 Ela tirou sua visão dos meninos e me olhou.

 - Ele já despertou o sharingan, então quando ele conseguir controlá-lo e quando a hora certa chegar, ensinarei.

 - Talvez eu ensine o Shiden à Akari. Você acha que ela também vai despertar o sharingan?

 - Não faço ideia. Eu não deveria ter ele, muito menos o Takashi, então não sei se isso vai se repetir com ela.

 - Também penso assim. Mas eles não param de nos surpreender, então não descarto nada.

 Rimos.

 Após o treinamento, já no fim da tarde, fomos até o parque. Estar novamente nele me trouxe várias lembranças, pois passei um tempo da minha infância frequentando-o, principalmente com o meu pai. Eu estava bem nostálgico.

 - É a sua vez, papai! - Akari me puxou até o balanço, me fazendo sentar.

 - A sua também! – Disse, Takashi, puxando Akemi.

 - Yaare! – suspirei, cansado.

 Ela começou a me balançar, e fui tomado por uma sensação de felicidade. Havia esquecido o quanto eu gostava daquilo. De sentir o vento no meu rosto enquanto assistia o pôr-do-sol naquele pequeno balanço. Ao meu redor, ouvia a risada deles e então comecei a perceber o quanto eu amava aquele som, que me informava que as pessoas as quais eu mais amo no mundo estavam felizes.

 Sim, a felicidade realmente está nas pequenas coisas, e as menores momentos, no final, acabam sendo as maiores e mais importantes lembranças. Obrigado por me fazer reconhecer e me apegar as coisas simples, pai, irei recriar nossas melhores lembranças com os seus netos.

 

 


 


Notas Finais


Oi mifos! Tudo bem? Primeiramente, espero que tenham gostado do desenho, pq eu quem fiz ha um tempo kkk sei que não tá lá essas coisas, mas queria ver toda família completa, e fiz de coração.
Segundamente: Eu demorei um pouco pra postar esse cap pq tive um imprevisto, mas Espero que tenham gostado dessa versão do Kakashi kkkk e do capítulo.

Spoiler: o próximo (e provavelmente último) se passará no exame chunnin de Boruto.

Sobre os nomes dos dois:

Akari: em algumas traduções o nome está associado a cor vermelha. Contudo, encontrei alguns sites que falava que também poderia significar “luz, ou brilhante”. Eu pensei em por Akarui, que significa, literalmente, “brilhante”, mas gostei mais sem o U kkkkk. Ah, pra quem n sabe, o nome da Akemi significa “aquela que brilha intensamente” ou “linda luz” “brilho bonito” etc. então o nome das duas estão ligados.

Takashi: significa “homem obediente” ou “nobre” etc. não tem muita ligação com o Kakashi, já que o nome dele significa “espantalho”, mas a pronúncia é bem parecida, assim como a nova geração de Naruto tem os nomes parecidos com os dos pais. Por isso resolvi deixar esse.


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