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História Kakegurui XXX - Capítulo 5


Escrita por: e Hina_ChanS2


Notas do Autor


Sim, sim! Este é mais um capítulo gigantesco como o terceiro e voltamos a programação "normal" (kkk) que são os acontecimentos dentro da Academia Hyakkaou!

Fique com esse capítulo que se eu tentar dar alguma característica melhor do que o próprio título, será spoiler! Sem mais enrolações, tenha uma gostosa leitura! =D

Capítulo 5 - A última regra


HOJE

Quarta-feira

 

Kirari ao ver Sayaka abraçada com uma das duas almofadas, não perdeu tempo e tirou uma foto para mostrar pra ela depois.

— Sayaka, vamos tomar banho… — a dona do quarto balançou o braço dela. — Daqui a pouco dá a hora de irmos pro colégio!

— Só mais cinco minutinhos, mãe.

— Só deixo se me dar um beijo.

— Vem cá, por favor — pediu Sayaka com uma voz meiga e ainda de olhos fechados. — Tô muito cansada para me levantar… e a senhora também pode trazer o meu leite?

— Filhinha minha não deve ser preguiçosa — falou Kirari subindo na cama e ao chegar próxima da boca da sua filhinha Sayaka, encostou seus lábios e deu um selinho. Sayaka corou.

— Mãe, por que beijou minha boca?

— Shiu! Agora é hora do seu leitinho, filhinha. Abra a boquinha — Kirari colocou seu seio esquerdo na boca dela. A já criança sabia o que fazer e chupou o peito. — Continue ou levará algumas palmadas pra deixar de ser malcriada!

— A senhora que é uma péssima mãe e quer que seja bem-criada?

— Senhorita Kirari, o café da manhã já está pronto — avisou a mesma empregada de ontem atrás da porta.

— Já, já, descemos — disse Kirari se levantando da cama e indo pegar uma toalha limpa no seu guarda-roupas.

— Mãe, não tomei meu leite.

Kirari desistiu de pegar a tolha e foi até o freezer do seu quarto. Lá tinha um copo de vidro cheia de água gelada e depois que pegou, jogou a água no rosto da namorada. Rapidamente a garota arregalou os olhos e também abriu bastante sua boca.

— Que merda, Kirari! — exclamou Sayaka se levantando enquanto ia em direção ao banheiro do quarto. — Bora logo tomar banho pra a gente ir pra escola. Não quero mais chegar atrasada.

— Que bom que mudou de ideia, amorzinho — Kirari sorriu. — Só não vamos transar lá dentro porque temos que ir logo pra escola.

Sayaka assentiu e terminaram o banho o mais rápido possível. Kirari vestiu sua roupa como sempre e Sayaka além de ter que vestir a ex-calcinha de Mary outra vez, teve que vestir uma farda parecida com a da namorada. Tomaram café da manhã, escovaram seus dentes e após pegarem suas bolsas, entraram no carro. Chegaram na frente da escola e ao Ririka, Kirari e Sayaka saírem de dentro, os murmurinhos rapidamente vieram:

— Olha lá a secretária da presidente vindo no mesmo carro que ela e a vice…

— Será que…

— Deve estar sim! Tá até com uma roupa diferente da dela e secretária sempre transa com o chefe!

— É verdade! Mas no caso é a chefe…

Ao entrar da Academia, Ririka tirou o blazer, colocou na sacola com o seu nome e guardou no seu armário. Voltando a andar, corou ao ver inúmeros garotos e garotas estando alguns faltando apenas a cueca, a calcinha, o sutiã ou a calcinha para estarem nus e ela tentou o máximo não olhar para os garotos nus que mostravam seus pênis de inúmeros tamanhos e cores.

— Suzui! — exclamou ela correndo em sua direção e deu um beijo na sua bochecha.

— O-oi — o garoto corou e abaixou o tom de voz: — Você percebeu que ontem tinha tanta gente perdendo assim?

— A gente ficou lá na biblioteca até a escola se fechada… esqueceu?

— Ah, é mesmo — comentou e encostou a boca no ouvido dela. — Desde que sai daqui até um pouco antes de dormir só pensei em você.

A garota voltou a corar.

— Oi gente — disse Yumeko sorrindo com uma das mãos puxando a Mary que murmurava indagando “por que você tirou minha gravata?” para a namorada que já havia tirado sua saia. “Aff, ainda tá complicado não querer olhar para lá em baixo mesmo agora eu tendo uma namorada e ela estando aqui do lado! Será que tô tentando manter o fingimento que não namoro ela?”, pensou Suzui.

— Oi. O que aconteceu com ela? — questionou Ririka ao vê-la usando um óculos com lente preta.

— Bebeu tanto que não aguenta ficar em pé — Yumeko respondeu rindo e levou um soco bem fraco da namorada. — Viram?

— Pa-parem de rir de mim! I-isso não tem graça!

— Então quer dizer que vocês não…

— Já que essa inventou de ficar bêbada, decidi que vou esperar ela voltar ao normal.

— Vocês realmente não são o casal mais preparado da escola! Trágico!

O sino tocou e após eles se despedirem por agora, foram para as suas salas.

 

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Alguém bateu à porta da sala de reuniões e por se a única a estar ali, Kirari abriu. Uma garota com praticamente a mesma altura da presidente, tão peituda quanto Yumeko e tendo longos cabelos azul-escuro entrou já querendo dar um beijão na boca da outra, mas foi interrompida pelo dedo indicador da Momobami.

— Não posso mais namorar contigo.

— Por quê? — a garota questionou fitando aqueles fascinantes olhos azul-claro.

— A minha secretária finalmente quis transar comigo.

— Entendo.

— Não ache que eu não tenha gostado ficar com você… adorei, mas aquela garota me fascina em infinitas pequenas coisas que antes de conhecê-la eu as ignorava.

— Já tive uma garota assim… só que eu tive que vir estudar aqui e ela ficou na APK.

— Você estudava na Academia Pública de Konoha? Caramba… você também só me revela essas coisas depois do fim do nosso relacionamento?

— Por mais que eu queira fazer você trair sua namorada, eu não me sentiria bem fazendo isso. Sem contar que você nunca perguntou…

— É que como presidente do Grêmio Estudantil, posso procurar e descobrir tudo sobre os novos alunos… mas só fiquei triste que você não quis me revelar!

— Olha, se não for um problema pra você… ainda quero ser pelo menos sua amiga!

— Sério? Então eu quero — respondeu Kirari sorrindo e se abraçaram. — Bem, terei que resolver algumas coisas de presidente…

— Ah, entendi. Então até outra oportunidade!

— Até!

 

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Depois de ter emprestado uma borracha na primeira aula a uma colega, Ririka alongou o braço para pegar de volta e ao trazer seu braço novamente para apagar o erro ortográfico, um idiota que por já ter perdido a eleição presidencial, estava nu e sem olhar pra frente porque inventou de ficar vendo dois outros idiotas comendo algumas coisas que não pareciam fazer bem enquanto andava e fez a costa da mão da garota tocar no seu pênis mole.

— Olha por onde anda! — gritou Ririka corando mesmo tentando disfarçar com uma voz grosa enquanto via o pênis do colega crescer e ele tentou esconder com as mãos.

— Des-desculpa, vice-presidente!

— Atenção: após as aulas falaremos sobre a última nova regra — era a voz de Runa por meio do alto-falante da sala. — Repetindo: após as aulas falaremos sobre a última nova regra.

— Que bom que eu já perdi — comentou o idiota.

— Por que isso é bom? — questionou a colega que Ririka emprestou a borracha.

— Se essa vai ser a última regra, com certeza será uma bem rude e por eu já ter perdido, não serei mais afetado — retrucou sorrindo.

— Faz sentido!

 

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— Hora do noticiário eleitoral! Oi, sou eu, Runa Yomotsuki e antes de revelar a regra tão importante, tivemos que explicar diversas vezes uma dúvida que ficou em muitos de vocês que é a seguinte: “Se eu aposto e ganho. O perdedor não tem 50 votos, só suas roupas e eu não querer elas… e aí, como é que eu fico?”. Prestem atenção! Como as roupas equivalem a 50 votos, o integrante pagará tirando ela. O Grêmio Estudantil anotará que você tem 50 votos a mais mesmo o perdedor não tendo 50 votos em si. Vamos dizer que você tenha uma cueca, uma calça, um cinto e uma camisa… somando são 200 votos. Você não pode trocar as roupas por 200 votos porque se não você perderia tudo por não poder ficar sem roupas e deixaria de ser candidato a presidente. No máximo você poderá trocar três das quatro peças que você tem, ficando com 150 votos e ainda uma peça. Espero que tenham entendido!

“Agora revelarei o que pode ser a última regra adicionada e mais nenhuma outra será… foi pelo menos o que a presidente falou após me contar que estava tão alegre que fará dessa nova regra a última e ela é a seguinte: quem ficar com menos peças de roupas se tornará bicho de estimação e quem for o possuir de mais peças de roupas até o fim da eleição se tornará o novo ou a nova presidente do Grêmio Estudantil. Quem quiser desistir hoje já poderá voltar a usar suas roupas, mas somente hoje. Isso é tudo por hoje pessoal! Até mais!”

Alguém desligou a televisão na sala aonde estavam os membros do Clã Momobami que ainda estavam participando da eleição presidencial.

— Será que é mesmo a última regra? — indagou Ibara sério.

— Não importa mais, agora temos que decidir o que fazer sabendo da nova regra — disse Miroslava encostada numa das paredes.

— Uma coisa é certeza… Kirari adicionou a nova regra para muitos desistirem de imediato e deve estar dando certo — comentou Terano.

— Isso é bom — disse Rin sorrindo.

— Por que você estão tão felizes com isso? — perguntou Erimi.

— Primeiro que quanto menos pessoas sendo candidatas, mais chances nós teremos de vencer…

— E também tem o fato de que além dessa semana — Yumi começou a dizer interrompendo a sua irmã —, ainda faltam mais duas semanas para acabar a eleição… quanto menos alunos participando, mais rápido acabará e assim poderemos saber mais rápido quem será a nova mandachuva da nossa família.

— Não esqueça que tem homem participando disso também! — comentou Ibara apontando para Yumi e agora apontou para as outras também. — Não venham se achando só porque estão em maior número!

— Irmão, não se importe com isso — disse Rin. — Não por enquanto, pelo menos.

— O que você quis dizer com isso? — indagou Miroslava.

— Só que como Terano e Yumi disseram, está cada vez mais perto de nossa família se enfrentar… por isso eu e o Ibara não jogaremos como da maneira atual.

— De toda maneira, a partir de hoje temos que jogar um pouco mais, se não Kirari suspeitará de estarmos com todas nossas roupas — disse Terano.

— Você está pedindo para perdermos de propósito? — perguntou Miyo.

— Só as meias ou sua gravata, não precisa ficar nua, não.

— Esse papo todo só pra você ser a única que não ficará nua! — exclamou Miyo.

— Vocês sabem que eu sou a melhor opção para vencermos da Kirari.

— Tinha a Rei — disse Erimi.

— Ela não conseguiu concluir o que queria, então não conta. Enfim, Miyo, você preparou aquilo que eu te pedi? — indagou Yumi.

— Sim.

— Já que hoje podem ter muito alunos desistindo, faça acontecer daqui a pouco com aqueles que citei.

 

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Itsuki corria a procura de Kaede e somente o encontrou quando entrou no banheiro masculino. Ao entrar, viu o seu amigo lavando o rosto. O garoto estava a usar somente sua cueca vermelha pois nesses dias tentou apostar com alguns membros da família Momobami e perdeu todas.

— Oi Itsuki! Achei que você ficaria mais alguns dias sem poder voltar a vir pra escola!

— Me disseram que se eu quisesse voltar, já poderia… não era tão grave assim como pensei.

— Que bom — ele sorriu.

— Kaede, sou soube que você foi chamado pra participar do Jogo da Garrafa, mas não foi… qual foi o motivo?

— Eu finalmente percebi que você é a única garota que eu quero beijar e passar o resto da vida ao meu lado. Por isso… Itsuki Sumeragi, quer namorar comigo?
— Achei que nunca perguntaria… — respondeu ela sorrindo ao enxugar as lágrimas dos seus próprios olhos com as costas da mão esquerda. — Eu mais que aceito!

Eles se entreolharam esperando que o outro se aproximasse.

— Você poderia se abaixar? Sou baixinha…

— Ah, sim… desculpa — disse ele sorrindo e se abaixando para beijá-la. Mantiveram o selinho por quase um trinta segundos.

— Vejo que só porque arrumou uma namorada ficou todo animadinho… — murmurou Itsuki apontando para a cueca de Kaede.

— Do que você tá… — ele olhou e se avermelhou. — Foi mal…

— Que nada… sente só isso — disse Itsuki e abaixo sua saia junto com sua calcinha alaranjada. O garoto corou. — Vai, pode tocar.

Ele ficou inerte mesmo ela lhe permitindo. Ele era propriedade dela, mas como ela repetiu que ele poderia tocar, sentiu-se a vontade e tocou na vagina dela sentindo bastante aspereza

— Não me diga que achou que eu ia me depilar sendo que eu nem saberia se viria ou não visita — disse Itsuki ao perceber a cara de espanto.

— Não é por isso! E mesmo que fosse, eu pertenço a você e não devo reclamar de algo que nem você estava prevendo acontecer!

— Esqueça disso! Agora você é somente meu namorado. Por favor, diga o motivo de ter ficado assim.

— Você sabe que além de meu pai ser da politica, eu também era do Grêmio Estudantil. Então eu tinha muito poder, também tinha muito dinheiro e por isso sempre haviam garotas querendo dar em cima de mim… literalmente.

— Aonde você quer chegar com isso?

— Eu sempre recuei por saber que não estavam interessadas em mim e você foi a única que se interessou por mim como ser humano e não como só mais um nessa infinita partida de Xadrez.

— Você também tinha sido o único que eu sentia que tinha algo em comum e finalmente estamos juntos de verdade, né? — indagou Itsuki sorrindo. — Mas então, achei que você terminaria o serviço aí em baixo…

— Com prazer — disse o garoto se ajoelhando e começou a lamber o líquido que ficou escorrendo entre as pernas dela. Itsuki gemeu ao sentir ele enfiar e retirar seus dedos dentro da sua vagina. Alguém saiu de dentro de um dos boxes.

— Não dá pra vocês fazerem isso em outro lugar? Tipo dentro de um box desses já seria menos constrangedor!

— Só cai fora, cara! — exclamou Kaede tapando a vagina de Itsuki da visão do garoto.

— Eu ainda nem lavei minhas mãos…

— Então faz logo isso!

O garoto então correu para a pia, ligou a torneira, molhou as mãos, passou sabonete líquido, esfregou as mãos enquanto as molhavam, desligou a torneira, secou as mãos com um papel toalha e saiu do banheiro.

— Aonde nós estávamos mesmo? — indagou Kaede sorrindo.

— Aqui — respondeu Itsuki puxando a cabeça dele em direção a sua vagina. Outro aluno apareceu e vestia a roupa do Comitê Eleitoral. — Aff! Vamos transar ali no box mesmo!

— Kaede, você foi chamado para uma aposta. Vai querer participar?

— Não, obrigado. Ah, diga ao restante do Comitê que eu estou desistindo de participar da eleição.

— Kaede, tem certeza? Não era o seu sonho? — questionou Itsuki.

Era, agora só quero saber de te namorar!

O monitor foi embora e entraram em um dos boxes. Perceberam que, pelo menos, uma pessoa havia entrado.

— Que alívio! Não tem ninguém! — exclamou um garoto.

— Finalmente podemos transar sem que tenhamos que mentir que vamos na casa um do outro pra estudar — comentou um outro e se beijaram.

— E agora? A gente atrapalha eles ou deixa rolar? — indagou Itsuki baixinho no ouvido de Kaede. O garoto ficou pensando e ao ter a ideia, ele sinalizou por silêncio e deu uma descarga.

— Tem alguém aí?

— Cara, tu é idiota ou o quê? É obvio que tem!

— Pode ser a Loira do Banheiro!

— Isso não existe!

— Você tem certeza? — indagou Itsuki tentando fazer uma voz assustadora.

— Viu?

— Isso é mentira! É só uma maluca que entrou no banheiro masculino!

A porta de entrada do banheiro foi aberta e o crente da existência da Loira pulou em cima do outro. Dois garotos entraram correndo cada um para um dos três boxes.

— Eu te disse que aquilo não era comida saudável!

— E agora Kaede? Vamos transar entre dois caras que estão pra defecar ou esperaremos o casal sair?

— É melhor esperar!

A caganeira dos sujeitos começou a feder e Kaede após destrancar a porta, saiu correndo para fora do banheiro enquanto puxava sua namorada.

— Eu não disse que tinha uma Loira do Banheiro?

— Sai fora… ela só é a filha daquele ricão dos jogos de cartas!

 

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Suzui procurou um lugar da Academia que não atrapalhasse conversar a sós com a sua namorada e ao se sentarem em um dos bancos que haviam ali, indagou:

— Ririka, por que você deixou Kirari te chamar de irmãzinha sendo que vocês são gêmeas?

— Como você sabe disso? Ah, você não foi embora… por que você acha isso errado? Só acho que é uma forma de carinho me chamar assim!

— Por isso mesmo! Ela não apenas acha, como tem certeza que você é toda carinhosa, santinha… e você mostrou na frente da Mary e da Yumeko na biblioteca que isso não é tão verdade! Quando você não faz nada contra quando ela te chama de irmãzinha, está sendo claro que você somente é perigosa quando está usando aquela máscara! Seus objetivos não poderão serem conquistados assim! Não mesmo… você só conseguirá falando algumas verdades pra sua irmã e ainda a tirando do cargo, se tornando a nova presidente!

— Vice-presidente, você está sendo chamada para uma aposta — revelou Runa ao aparecer por ali.

— É só ela?

— Sim.

— Depois que acabar, nós voltamos a conversar sobre isso!

— Estarei aqui lhe aguardando! Ah, tenha uma boa aposta!

— Obrigada — Ririka sorriu e seguiu a Chefe do Comitê Eleitoral.

Ao entrar, já mantinham-se sentadas: Miyo que estava sem sua gravata, Yumeko que estava sem sua saia, Sayaka e Yumi eram as únicas que não tinham perdido peças. Instantes após entrar, Jun também entrou na sala e chegou dando um sorriso malicioso ao ver a calcinha preta de Yumeko por baixo da meia-calça e ela tentou ignorar a sua ereção por ele estar somente de cueca. Como Jun chegou, já estavam todos ali para participar do jogo.

— O jogo será “Quem sou eu?” e as regras serão as seguintes — iniciou Yumi. — As perguntas só podem ser respondidas com “sim” e “não”. Vocês têm que pôr a parte que é toda branca da carta na sua testa, pois você não pode ver o que está escrito. Não será permitido tentar adivinhar o nome em sua própria testa, por isso só diga o nome do filme que acha que é quando tiver certeza. Quem fizer isso ou revelar o nome ou algo do tipo terá que beber aquele líquido, tirar uma peça de roupa ou perder 50 votos. Quem vencer ficará com todos os votos dos jogadores que perderam. Tanto a bebida, como as roupas equivalem a 50 votos. O tema será “filme” já que é bem vasto e provavelmente vocês conhecem a maioria. Aqui na mesa os cartões estão virados para baixo, como podem ver e quem escolheu os filmes neles foi a própria Runa.

— Vocês podem ter certeza que não deixei o jogo fácil — informou Runa. — Ah, e sobre a bebida, ela não faz nenhum efeito colateral. Eu mesma testei segunda antes de permitir que fizessem essa aposta pois não quero que acontecesse o que aconteceu com Yumeko e faz 72 horas que estou normal. Agora como as regras já acabaram, vocês querem fazer essa aposta? — todos disseram “sim”. — Então cada um pode pegar uma carta. Quem começa?

— Eu — respondeu Sayaka já com a carta na testa. — Eu sou… um filme desse milênio?

— Não — responderam os outros cinco.

— Eu sou um filme desse milênio? — indagou Ririka que era a próxima na ordem.

— Sim — responderam.

— Eu sou um filme que está na lista de filmes com as maiores bilheterias de todas? — indagou Yumeko e responderam “sim”.

— Eu sou um filme que aborda temas realistas? — perguntou Miyo.

— Sim.

— Eu sou um filme de ação? — indagou Jun.

— Não.

— Sou um filme em preto e branco? — perguntou Yumi.

— Sei lá, tá achando que eu assisto filme velho? — indagou Jun. — Tempos Modernos… deve ser aquele filme do cara que faz piada sem falar nada…

— Seu idiota! — exclamou Runa. — Você não pode dizer o nome do filme e muito menos descrevê-lo… e como vejo que você só está de cueca e você não tem 50 votos, terá que beber a bebida.

— Tanto faz — falou Jun e bebeu. Nada aconteceu ao beber e foram para a próxima partida.

— Yumi, pegue outra carta e faça outra pergunta — ordenou Runa.

— Sou um filme em preto e branco desse século?

— Sim — responderam todos.

— Posso chutar?

— Sim, mas se errar, perderá a rodada e com isso, uma peça de roupa, 50 votos ou ter que beber aquilo.

— Sou Roma?

— Acertou — revelou Runa. — Como ela ganhou a aposta, agora possui 200 votos a mais. Vocês decidem beber aquele líquido, tirar uma peça de roupa ou perder 50 votos?

— Perder 50 votos — responderam todas as garotas que perderam.

— Certo — disse Runa e mexeu em um tablet. — Podem ir, menos o Jun.

Todas as garotas foram embora.

— Jun, já que você perdeu, terá que guardar sua cueca na sacola com seu nome.

— Tanto faz — ele respondeu tirando a roupa.

— Agora já pode ir.


Notas Finais


Esperamos que tenha gostado! Até o próximo capítulo! <3


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