História Kami: O abençoado pelo fogo - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Tags Aventura, Fantasia, Magia, Romance
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Palavras 721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora, obrigado a todos que estão acompanhando a historia, boa leitura a todos.

Capítulo 7 - Kami: Sentimentos de uma vida passada


 Nós entramos na casa e fomos em direção ao seu quarto, Alison parecia não estar na casa então perguntei a um guarda:

—Com licença, a Senhorita Alison já voltou?

—Ela ainda não retornou de sua visita a capital.

—Ah… obrigado.

Sean já havia subido e estava me esperando no topo da escada:

—Não se preocupe tanto, ela não tem um temperamento muito amigável.

—Os guardas falaram que ela ainda não voltou, ela foi direto ver o que estávamos fazendo e não deu mais sinal de vida.

—Quem se importa com ela, e falando nisso tire essa roupa, ela está todo molhada.

—Você também deveria, está em um estado bem pior que o meu, me pergunto por que ela te atacou tão violentamente por você pegar um escravo, foi a primeira vez que um desconhecido realmente se preocupou comigo.

Minha vista borrou e lágrimas cairão dos meus olhos:

—Ei! Ele se aproximou e pois as mão em meu ombro fazendo-me arrumar a postura. Não precisa se preocupar comigo eu sou tão forte quanto ela, e você não é mais um escravo você é meu amigo. Ele sorriu olhando em meus olhos me soltou e foi em direção ao quarto.

Mesmo ele tentando me consolar e mostrar minha nova vida eu n me contive e mais lágrimas cairão dos meus olhos molhando minha face, puxei a parte de baixo da blusa deixando minha barriga exposta e a levei até meu rosto o secando.

O barulho dos passos pararam acho que ele se virou para falar algo:

—Pare de tentar me seduzir e vamos logo, meus pais não sabem quem é você e acho que não seria uma boa ideia te encontrarem chorando no meio da casa. Falou com um tom irônico seguido de uma risada.

Ele andou mais um pouco e um rangido ecou pelo corredor, acho que as portas não eram tão modernas quanto a casa, fui até seu quarto abrindo a porta lentamente ele estava próximo a cama de costas exibindo musculos bem definidos e uma cicatriz além da toalha no ombro, ele não percebeu minha presença e entrou no banheiro fechando a porta alguns segundo depois o som da água atingindo o chão começou. Fui em direção a cama para me sentar e me lembrei que minhas roupas estavam molhadas devido ao gelo, virei e fui até a porta dando algumas batidas e falando:

—Posso pegar outra roupa?

—Pode sim, deixe a molhada pendurada na sacada.

Fui até o armário e peguei outras, quase todas eram iguais com exceção de um terno e algumas outras coloridas. “Sacada” pensei comigo mesmo, procurei pelo quarto e não havia uma saída clara, puxei a cortina e la estava uma pequena extensão para fora da parede com um murinho e um pequeno engradado, encostei a cortina tirei minhas roupas, coloquei as outras e fui até a sacada para estender as molhadas. Da sacada dava pra ver o jardim aos fundos e a piscina além de um caminho que seguia em frente antes da curva para a piscina, o segui com os olhos e levavam até uma mesa com algumas cadeiras, minha mãe e a mãe do outro menino estavam colocando comida junto com outros funcionários ela me avistou na sacada e acenou, eu acenei de volta e dei um sorriso, mais ao fundo depois de uma curva havia outra mesa que provavelmente era para os funcionários, ela ainda estava vazia e aparentava ter uma qualidade inferior a outra. O jardim era enorme haviam vários pássaros, flores e árvores o céu estava bem azul com poucas nuvens e bem ensolarado.

—É bonito não é?

Levei um pequeno susto e olhei para o lado Sean havia saído do banho estava com a toalha amarrada na cintura seu corpo era bem definido e seus cabelos estavam molhados um sino ecoou ao fundo fazendo um som que quebrou o silêncio:

—Ah… é sim, a natureza contracenando com as obras humanas formam cenários incríveis, eu tenho poucas lembranças dessas paisagens.

—Já falei para você não fica se referindo a sua vida de escravo, vou me trocar, esse sino é para avisar que o almoço está pronto vamos logo.

Ele entrou e puxou a cortina tampando a vista do quarto. Algum tempo depois ele puxou a cortina e me chamou para irmos comer, eu o segui para fora do quarto.


Notas Finais


Obrigado a todos que estão acompanhando a historia espero que estejam gostando e qualquer duvida ou sugestão deixe nos comentários ou mande um pm.


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