História Karma - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Drama Colegial
Visualizações 8
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi, começando uma história, espero que goste!

Capítulo 1 - Karen


Fanfic / Fanfiction Karma - Capítulo 1 - Karen

Era cerdo, umas 6 e pouco, as luzes do sol começara a raiar, batendo na janela sem cortina de um quarto grande, porém, vazio. Uma garota de longo cabelos estava deitada sobre uma cama pequena, enrolada a um lençol de cama, a cama estava encostada a parede fazendo que a menina ficasse em uma posição que sua costa a encostar na parede fria da casa.

Os olhos da menina abriam suavemente, olhando a luz do sol bater no chão repleto de corte de papéis espalhado, ela respira fundo e fecha os olhos novamente, até que uma batida é ouvida por ela, uma batida de uma porta, a porta do quarto dela, a batida não era forte e nem fraca, não houve palavras depois da batida, mas não significava que era apenas uma batida, era o sinal que estava na hora de levantar e fora isso que fizeste, se desenrolando do lençol, ela senta em sua cama e olha para a janela que a luz refletia:

- Bom dia raio de sol de merda.

Diz ela levantando da sua cama e pisando nos papéis repicados, indo em direção a sua porta, a abrindo e logo a fechando de maneira bruta, indo para o banheiro e repetindo o mesmo feito da porta do quarto.

Seu pai estava na cozinha, sentado em uma cadeira encostado a uma mesa, olhando papéis, sua feição parecia preocupado, ajeitando seu óculo, sobre a mesa teria um copo de café e uma garrafa do mesmo líquido que estava no copo, um saco de torradas industrial estava perto da garrafa. Enquanto o pai da garota segurava o copo de café, presta a tomar um gole, ele ver a filha dele passar na frente dele, indo em direção a porta da saída da casa, com um short, uma camisa preta e um casaco branco por cima, dava para vê alguns fios marron em meio aos fios tingidos de rosa, a garota estava segurando uma mochila nas mãos, antes de ir, ele diz:

-Karen, isso é temporário, eu vou dá um jeito, desculpe querida.

A menina olha para seu pai:

-É só uma escola idiota.

Diz Karen saindo da casa, ela pega uma bicicleta que ficou ao lado da parede do lado de fora da casa, ela monta nela e coloca a mochila em sua costa, e então, começa a pedalar pelas ruas em caminho da sua escola, enquanto ela seguia seu caminho, lembrava o quanto as coisas mudaram para ela nos últimos meses.

Ela lembrava que seu pai quando era diretor da escola, muitas pessoas queria ser amigo dela, sempre a convidaram para brincar das mais diferentes brincadeiras, mas deste o fatídico dia que seu pai foi expulso de da escola, deste os alunos até os professores a olham de maneira torta e por consideração ao seu pai, ela continua indo para a escola todos os dias.

Chegando na estrada da escola, ela desce da sua bicicleta e a segura, caminhando com ela até onde deixaria ela para pegar mais tarde, apois ela ter feito isso, Karen se dirige até a sua sala, enquanto caminhava, ela podia ouvir sussurros vindo de um grupinho de garotas, Karen para de andar e fica olhando para aquele grupo até que uma menina chamada Ashley diz a ela:

-O que você tá olhando filha de assassino?!?

Karen fecha seu punho com força, mas respira fundo e fecha a cara e ignora o que Ashley teria falado, porém quando ela sairia andando, Ashley a puxa pela borda do casaco, a fazendo ela cair de costa no chão:

-hahahaha filho de fracassado, fracassada é!

Karen levanta rapidamente do chão e pula para cima de Ashley, agarrando os cabelos dourados e bem hidratado da garota, com a outra mão, Karen bate no rosto branco e levemente rosado até a palma da mão dela ficar carimbado no rosto de Ashley. 

As meninas do grupo segura a Karen, tentando apartar a briga, mas quando mais puxava, mais fios loiros eram arrancado da cabeça da menina que apanhava, até o inspetor chegar e agarrar a cintura e apertar a mão de Karen, fazendo ela largar o cabelo da Ashley.

Apois alguns minutos depois, Karen estava na secretária, sentada em uma cadeira comun de cabeça baixa, o novo diretor da escola a olhava e logo desviava seu olhar para um pedaço de papel e assinava nele e logo a menina pegava o papel e detenção estava escrito no papel:

- Porque só eu ganhei detenção? Ela me chamou filha de assassino! Isso é.. 

Logo o diretor a interrompe, aclamando:

- Era só uma brincadeira e você não soube brincar.

Karen se levanta rapidamente da cadeira, pega sua mochila e abre a porta e preste de sair da sala, ela mostra o dedo do meio pro diretor:

- VAI SE FUDER!

A menina bate a porta e sai correndo pelos corredores da escola, e quando chega onde deixou sua bicicleta, a encontra detonada, em pedaços, ela a olha sem acreditar no que ocorreu:

- Como caralhos elas conseguiram quebrar até os canos da minha preciosa?

Karen pega um pedaço de cano de ferro que teria adesivos de flores rosas e corações vermelhos.

- Eu vou matar aquela filha da puta.

A menina esconde o cano na mochila e quando ela ia saindo da escola, o vigia a pergunta o motivo dela sair cedo, e com um pouco de vergonha, ela mostra a detenção, o vigia fala para ela.

- Sei que tá difícil criança, mas aguenta aí. 

O vigia era um funcionário que trabalhava fazia tempo na escola, ele conhecia o pai de Karen e dizia que ele, Diogo era muito bondoso para matar Cintia, só por que dos dois tinha uma rivalidade que iria chegar a esse ponto, o vigia passaria a mão sobre o cabelo da menina, entretanto, ela daria um tapa na mão de de Victor, o vigia, logo ela mostraria a língua para ele e sairia andando com passos pesado.

Quando ela andava, pensava em seu plano de vingança, iria se esconder na primeira esquina e quando Ashley passasse, ela a espancaria com o pedaço do cano até ela perder todos os dentes, o plano era perfeito na cabeça de Karen, porém, quando ela chega na marcada esquina, ela encontra um garoto de cabelos preto, pele parda e um tanto que magro, ele parecia ter apanhado, seu nariz saia sangue e estava assustado, sentando no chão, encostado a um muro de um casa que ficará exatamente na esquina, a garota pergunta a ele:

- Que demônios é você?

O garoto sem coragem de olhar para o rosto de Karen, com uma voz trêmula e baixa ele a responde:

- .....M-Marcos.



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