História Karma Is A Bitch - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Lu Han, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Carma, Comedia, Exo, Hunhan, Kpop, Lemon, Luhan, Oneshot, Sehun, Vergonha, Yaoi
Visualizações 207
Palavras 3.689
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Só Deus e Jisoo sabem o quanto eu procrastinei para não terminar essa fanfic hoje akksskksk
Mas aqui estou - to até no pc, coisa que nem faço - com dor no pescoço de tanto olhar para o monitor externo do satanas que fica onde judas perdeu as botas - eu preciso de um notebook novo mds -

Atenção essa fanfic contem muita asneira para uma só autora, perdoai e não desiste dela

Agora eu acho que foi o lemon digno de filme de porno (foi não, mas nós finge que sim)

Espero que gostem
AH
Essa fanfic é dedicada a minha bebê mais artista linda que tem o SeHun como utt e HunHan como otp (essa parte eu não tenho tanta certeza não, mas nós finge que é), minha Jisoozinha do meu kokoro. Aproveite a leitura, não vou fazer outra dessa tão cedo aksksjjsk

BOA LEITURA

Capítulo 1 - .alguém me bate antes que o universo faça isso


Fanfic / Fanfiction Karma Is A Bitch - Capítulo 1 - .alguém me bate antes que o universo faça isso

|SeHun Point Of View|

Eu havia acordado tão feliz naquele dia, era folga do grupo e como LuHan estava pela Coreia eu teria um tempinho a mais com o Xiao, mas eu tenho certeza que o mundo não estava ao meu favor, justamente naquele dia tão bonito Chanyeol e Kyungsoo estavam a ter mais uma de suas brigas infantis, juro por toda minha alma que aquilo era muito amor guardado.

-- Chanyeol, eu vou te jogar no meio da pista e passar por cima com o carro. – Kyungsoo pegou a chave do automóvel bem na hora que eu ia sorrateiramente pegá-la.

-- Chega! – Junmyeon gritou com todo ar que tinha no pulmão e pegou as chaves da mão do Do, eu olhei para o baixinho invocado e para o Kim, ambos muito irritados, rezei muito para ninguém matar ninguém. – Hoje é nosso dia de folga e vocês estão deixando todos estressados com essas brigas idiotas, vocês nem sabe por que diabos estavam brigando, então para quê continuar?! – JongIn segurou os ombros de Junmyeon tentando acalmar nosso líder e MinSeok tentava acalmar Kyungsoo.

-- Ann... – Chamei a atenção dos presentes para mim. – Sem querer cortar o clima do seu sermão, hyung... – Olhei para o chão e para o teto procurando a coragem que tinha no fundo do meu corpo. – Mas pode me dá as chaves? Eu tenho encontro com o LuHan hoje.

“Caro leitor que está lendo esse meu depoimento, se aquele negócio de poderes que nós retratamos nos MVs fosse verdade... Eu juro que o Junmyeon já havia me matado afogado”.

-- Ninguém vai usar o carro, eu irei com o manager pegar Yixing no aeroporto e iremos passar o dia resolvendo alguns assuntos pendentes com a empresa. – De novo agradeci por o negocio dos poderes não serem reais. O Kim colocou a chave em cima do balcão e se virou para nós. – Quem pegar a droga dessa chave, vai morrer engasgado quando for beber água.

“Eu nem queria ir de carro mesmo” – O líder subiu as escadas pisando forte e sendo seguido por um MinSeok que murmurava o quanto Junmyeon estava precisando de água com açúcar.

-- Foi bom ver vocês. – Chanyeol pega a chave do carro e olha para elas, acho que pensando se valeria mesmo a pena morrer por causa daquilo. E bem, ele deve ter concluído que sim, já que foi na direção da porta.

-- Ei Park, espera ai que você vai me levar também. – Kyungsoo acompanhou o outro, bem, agora temos menos dois integrantes no grupo.

“Será que agora eu tenho a possibilidade de ter mais linhas ou vai tudo para o Baekhyun e pro Chen de novo?”

-- Eu não vou ariscar morrer, vou de táxi mesmo. – Murmuro enquanto pedia um táxi por aqueles aplicativos e avisava LuHan que iria demorar um pouco para chegar no shopping que ele estava. Apenas avisei para o resto presente que iria sair e entrei naquele táxi, tinha esperança que o resto da manhã desse certo para mim, mas não era bem assim que tinham planejado esse dia para mim. – O que houve? – Perguntei para o motorista quando o carro parou no meio do caminho, devia falta ainda meio quilometro até o shopping.

-- O motor morreu. – O cara suspirou pesadamente e eu olhei as horas no celular, LuHan iria me matar por me atrasar tanto. – Acho que vai demorar mais de uma hora para o mecânico vim até aqui. – Ao ouvir aquilo paguei a metade da viagem e sai do carro. – Ei para onde vai?

-- Desculpa moço, mas eu não posso esperar isso tudo não, corro risco de perder minha cabeça. – Ajeitei a máscara no meu rosto e o boné na minha cabeça. Graças as minhas pernas enormes e minha pose de atleta, eu cheguei ao local com apenas alguns minutos de demora, me benzi mais do que padre quando entra em local com demônios, logo na entrada avistei LuHan batendo o pé no chão impaciente. – É hoje que eu pago meus pecados... – Sussurrei para mim e me aproximei da fera. – GeGe! – Tentei abraçar o rosado, mas ele fez questão de desviar do meu afeto.

-- Estamos em publico, Sehun. – Ele reclamou. – Deixa para essas demonstrações de amor quando estivermos no meu quarto de hotel. – Ele me puxou para dentro do shopping. – Espero que me recompense por essa demora toda.

-- Oh se vou. – Sorri de ladino e acompanhei ele pelo local, LuHan passou por algumas lojas de roupas caras, mas não demoramos muito por lá, agradeço todo dia o Xiao não ser um ZiTao na vida. Esse tempo de andar pelas as lojas foi o suficiente para o mais velho ficar mais calmo e tranquilo comigo e começar a me tratar com mais carinho.

-- Hun, vamos ver um filme?

-- Quantos você quiser, razão do meu viver. – O chinês soltou um riso fraco e bateu levemente no meu braço, sabia que ele ficava envergonhado quando soltava as minha pérolas. Subimos até o andar do cinema e ficamos por um bom tempo olhando os filmes que estavam em cartaz, acabamos por optar por um de aventura que havia acabado de sair, já que era uma das nossas categorias favoritas.

Bem, quando Xiao LuHan me chama para assistir filme no cinema, é apenas para assistir filme mesmo, já que o chinês se recusava a tirar sua atenção da telona para me dar umas bitocas.

“Se eu quisesse me pegar contigo estávamos no meu quarto, não no cinema” – Era o que ele sempre me dizia quando eu tentava arrancar pelo menos um selinho dele. Mas meu caro leitor, se você acha que eu vou perder essa batalha sem ter vencido a guerra – tenho a leve impressão que o ditado não é assim -, você está muito enganado.

-- Hannie. – Sussurrei perto da orelha do rosado e vi seus pelos da nuca se arrepiarem. – Me dá um beijinho.

-- SeHun, eu vou te dar um tapa caso você me incomode mais uma vez. – Abri a boca para reclamar da agressividade, mas o Xiao enfiou pipoca na minha boca para que eu ficasse quieto. – Guarda saliva para mais tarde, bebê. – Ele piscou para mim, se qualquer dia eu falar que Xiao LuHan não tem efeito sobe mim, pode me bater, me arrepiei por inteiro.

-- Sim senhor. – Claro que depois daquela eu fiquei bem quietinho apenas vendo o filme, porque prestando atenção eu não estava.

✿✿✿

Joguei meu casaco na poltrona que tinha no quarto de hotel em que o Xiao estava ficando e me joguei na cama esperando ele sair do banheiro, depois do filme ainda tínhamos ido almoçar em um restaurante, mas um grupo de fãs acabaram por seguir nós na volta para o shopping, então decidimos que estava na hora de vim para o hotel.

Suspirei pesadamente, não era nem meio dia ainda e meus planos bonitinhos de momentos com LuHan tinham ido descarga a baixo. Será que eu queimei bruxas na vida passada? Fiz pole dance na cruz?

Fiquei olhando as publicações no istagram, vendo Junmyeon com Yixing, Chanyeol e Kyungsoo tirando fotinhas felizes e postando ai pra quem quisesse ver.

“A vida de todo mundo dando certo e eu aqui na merda” – Decidi bloquear o celular e jogar ele longe de mim, no criado mudo que tinha do lado da cama. LuHan saiu do banho com uma roupa mais casual e poxa... Eu o esperava de toalha para uns amassos, mas como eu disse: Minha vida amorosa tá bem ruinzinha, acho que esse Xiao não me ama.

-- Se tu me odeia diz logo. – Cruzei os braços na altura do peito recebendo a atenção do mais velho, aquele sorriso sínico sabia bem do que eu tava falando, mas ainda teve a audácia de perguntar ‘o que’. – Você sabe o porquê, LuHan.

-- Eu não tenho culpa se correr das fãs me deixou cansado. – Ele se jogou na cama ao meu lado. – Não estou afim hoje, Hun. – Um sorriso sacana ainda sambava bonito no rostinho de porcelana.

-- Eu também não estou afim. – Ele me olhou curioso e confuso. – Mas pensa bem, o ‘não’ é negativo, na matemática negativo com negativo dá positivo, então nós dois juntos estamos afim. – Fiquei por cima do Xiao que ria da minha lógica sem lógica.

-- Você é impossível, Hunnie. – Seus braços enlaçaram meu pescoço e ele me puxou para o beijo que eu estava esperando há meses, só Deus e Baekhyun – já que ele escuta minhas reclamações – sabem o quanto eu amo os beijos que LuHan me dá, poderia ficar a noite toda só nos beijos, mas não só de saliva viverá o ser humano, rs.

Meus lábios instantaneamente desceram os selares por seu queixo e pescoço, ia abrindo lentamente os botões da blusa que ele usava enquanto dava pequenas mordidas e chupões em seu pescoço. O mais velho me empurrou levemente apenas para puxar minha blusa e deixar meu torso totalmente desnudo, livre para ele ficar olhando quantas horas quisesse.

-- Os treinos fazem muito efeito. – Ele sorriu de ladino, minhas mãos não ficavam quietas nenhum segundo – e eu nem queria mesmo -, logo elas estavam tirando a calça do Xiao. Bem, poderíamos ter continuado aquele chamego gostoso, mas o meu celular começou a vibrar mais do que os vibradores do Baekhyun – não que eu saiba que ele tem vibrador, pff -. Soltei um rosnado e decidi ignorar. – Pode ser importante.

“Eu odeio quando o lado sensato dele ataca” – Peguei o celular e li todas as mensagens do Junmyeon, primeiramente ele falava o quanto queria que Chanyeol e Kyungsoo morressem queimados em alguma caverna qualquer – não me perguntem de onde ele tirou a caverna, eu não sei -, depois as mensagens falavam que o manager queria ter uma conversa conosco sobre o próximo comeback do grupo.

-- Logo no dia de folga. – Reclamei saindo em cima do Xiao, vesti a blusa e guardei o celular no bolso.

-- Vai ter que voltar? – Seu rosto agora parecia menos feliz e eu sabia que ele estava chateado por nosso dia ter sido estrago de todas as maneiras possível. Dei um pequeno aceno me sentando na cama para calçar o tênis. – Tudo bem... Bem, vai dar certo em outro dia. – Ele tentou me confortar, mas sabia que ele era o mais triste ali, dei pequenos selares por seu rosto e por fim beijei seus lábios rosados.

-- Vai sim. – Ser otimista sempre, amém. – Eu preciso ir agora, até outro dia GeGe. – Beijei o topo da sua cabeça, peguei o meu casaco e sai do hotel já pedindo outro táxi.

✿✿✿

Caro leitor, quando seu namorado ou namorada falar: ‘vai dar certo outro dia’, não acreditem nessa lorota, porque o universo escuta isso e dá risada, tenho certeza que o mundo não está girando ao meu favor – nunca esteve -. Agora deixa explicar o porquê de tanto rancor e indignação no meu pobre coraçãozinho fraco, eu e o LuHan nos encontramos sim em outros dias depois daquele encontro arrasado.

Acontece que todos os outros encontros foram arruinados também, sempre, ou era fãs ou era os meninos me incomodando, juro que até pensei em ir até uma igreja exorcista para ver se tinha algum demônio me perseguindo, não é possível que haja tanto carma em uma pessoa boa como eu. Ok, talvez não tão boa.

-- Agr. – Soltei um som qualquer de indignação deitado no sofá da sala, acabei esquecendo que MinSeok e Chen estavam ali vendo filme de terror e se assustaram com meu barulho. – Desculpa hyungs.

-- O que houve Sehun? Parece abatido.

-- Mais abatido do que frango em abatedores. – Se eu tinha piadas sem graça, Chen ganhava o oscar de piadas sem sentido. Eu e MinSeok reviramos os olhos na mesma hora e intensidade, resolvendo por então ignorar tudo que o Kim mais novo poderia dizer.

-- Meus encontros com LuHan estão dando todos errados. – Suspirei apoiando minha cabeça com uma das mãos. – Nunca conseguimos dar uns amassos gostosos, poxa.

-- Não tenha nada que nós podemos fazer para ajudar? – O mais velho ali perguntou e foi como se uma lamparina tivesse acendido na minha cabeça. – Eu não gosto dessa sua expressão de que vai aprontar.

-- Continua com expressão de nada para mim. – Chen resmungou pausando o filme ao perceber que não voltariam para ali tão cedo.

-- Tem que aprender a ler as expressões de nada, essa claramente vai aprontar. – MinSeok explicou calmamente para o mais novo as minhas diferentes ‘caras de nada’.

-- Vocês vão me escutar ou não? – Perguntei já me irritando, os dois apenas fizeram um sinal para que eu continuasse. – Nossa próxima folga está próxima, certo? – Eles concordaram. – O que vocês acham de vocês todos irem para algum local e deixar a casa para mim e para o Lu.

-- Por mim tudo bem, difícil vai ser convencer os outros.

-- Deixe com o mestre. – Sorri animado com aquela ideia. Passei toda aquela semana convencendo membro por membro, JongIn e Baekhyun não foram tão difíceis, já que os dois sabiam que a minha seca estava tão grande que parecia verão nordestino no Brasil, Chanyeol e Kyungsoo eu tive que prometer algumas coisas e Junmyeon e Yixing acabaram por se programarem em um passeio – romântico para o líder e normal para o chinês lesado -.

Finalmente o dia da nossa nova folga havia chegado, a casa estava vazia apenas para eu e meu chinês cheiroso, havia desligado todos os aparelhos que tinham possibilidade de nos atrapalhar naquela noite, faltei desligar a caixa geral e fazer um jantar a luz de velas, mas não tinha velas. LuHan chegou bem no horário que havíamos marcados, colocamos um filme qualquer de comédia na televisão para assistir. Não estávamos no cinema, então o Xiao nem fazia questão de prestar atenção no filme e sim nos beijos que eu dava em todo seu rosto e pescoço.

-- Hunnie, vamos para o seu quarto, por favor. – Ele sussurrou quando comecei a tirar sua camisa, na ultima vez que nos encontramos acabamos esquecendo a porta do hotel de LuHan aberta e o manager dele quase nos pegou no ato bonito. Peguei o rosado no colo e segui até meu quarto – me certifiquei três vezes se tranquei a porta direitinho -, deitei ele na cama e voltei minha atenção aos carinhos em seu corpo ouvindo os pequenos arfares que o chinês soltava. Tomei seus lábios em um beijo mais necessitado dos que os outros, fazia tempo que não tínhamos uma intensidade boa.

-- Adoro quando fica assim... – Passei meu polegar direito pelo lábio inferior do menor. – Tão submisso. – Sorri malicioso e ele fecha os olhos abrindo a boca levemente, estava totalmente ofegante pelo beijo que tínhamos acabado de ter.

-- Hunnie... – Ele puxa um pouco de ar. – Vá logo com isso. – Solto um riso soprado, claro que eu estava louco para me enterrar naquela carne gostosa que se chama bunda de Luhan, mas tinha que proporcionar muito prazer para nós dois, não se sabe quando meu carma iria deixar um momento daqueles acontecer novamente.

-- Para que ir rápido se eu posso ir lentamente. – Provoco dando leves selares no seu pescoço antes de dar um chupão, com certeza ficaria a marca e era isso que eu queria, marcar meu pequeno LuHan – por mais que no outro dia ele me socasse forte por deixar marcas que maquiagem não cobre -. Tiro sua blusa e jogo longe, faço o mesmo com a calça e logo ele estava apenas de box. – Seu corpo parece tão gostoso, tão necessitado por mim. – Murmuro passando o dedo indicador do seu pescoço até a barra da box.

O garoto estremece por baixo de mim e segura minha mão em cima de sua box, sorrio malicioso e tiro minha mão dali. Abaixo meus lábios até seus mamilos, mordiscando primeiro o botão rosa direito, aquela parte sempre foi muito sensível, já que o Xiao passou a ofegar pedindo por mais contato.

-- Hunnie. – Ele tornou a me chamar manhosamente. – Você não acha que está com muitas roupas ainda, hn? – Ele estava com uma expressão maravilhosa, tanto os lábios quanto os olhos estavam entreabertos, isso que era estar necessitado por Oh Sehun.

-- Quer que eu as tire baby? – Mordo os lábios. Levanto-me da cama e começo um pequeno stripe para meu amado, percebo que o mesmo estava me encarando de boca aberta. – Para que ficar só observando se você pode tocar. – Tiro a ultima peça de roupa – que era a box -, e volto a ficar por cima dele. – LuHannie. – Sussurro seu nome roucamente, fazendo os pelos do baixinho se arrepiarem, minha mão acariciava levemente sua ereção por cima do pano que ainda cobria ela.

-- H-Hun... P-Por favor.

-- O que você quer? – Sorrio sacana. – Diga com palavras baby.

-- Me chupe, droga. – Ele diz estridente, riu e desço minha mão até sua box tirando-a. Levo meus lábios primeiramente a suas coxas, mordendo a parte interna delas, vou subindos os beijos até chegar em seu pau, coloco-o todo na minha boca e fico olhando a reação do baixinho. – Ah... – Ele arqueou as costas e fechou os olhos com força. Faço leves sucções em sua glande e passo a língua por toda a extensão de seu membro. Luhan começou a tremer, então deduzi que seu orgasmo já estava para chegar e como não queria que isso acabasse tão cedo, parei a boquete com um beijo estalado em sua glande. – Hun! – Ele resmunga reclamando e tenta levar as mãos para o seu pau, mas eu o impeço.

-- Vamos com calma GeGe, a noite nem começou ainda. – Vou até minha gaveta e tiro algumas coisas de lá: lubrificante, preservativo e um par de algemas, tenho que admitir que tenho um ladinho sadico. – Já que você não vai parar quieto, vou ter que fazer isso. – Sorrio sacana, viro-o de costas e prendo suas mãos na cabeceira da cama. Dou um tapa forte em sua nádega direita fazendo ficar a marca da minha mão, o chinês gemia implorando para eu o soltar. – Qual seria a graça nisso?

-- SeHun! – Ele geme ao bater mais uma vez em sua nádega, sempre amei esse ladinho masoquista do menor, só faltava me chamar de ‘mestre’. – P-Por favor, vá logo...

-- Você é tão apressado Hannie. – Sorrio malicioso, mas eu estava tão louco quanto ele, pego o tubo de lubrificante e coloco um pouco nos meus dedos, tinha que prepará-lo direitinho já que fazia meses que não fazíamos aquilo e eu tinha a total certeza de que não era corno, penetro um de meus dedos em seu orifício e espero ele se acostumar, vou colocando aos poucos e logo estava com os três dedos se movimentando rápido dentro dele, tiro os dedos e recebo um muxoxo de descontentamento vindo do mais velho

Pego o preservativo e coloco-o em meu pau, coloco um pouco de lubrificante por cima da camisinha e na entrada do baixinho já que só a que vinha no preservativo não servia de nada, fui estocando devagar para o menor ir se acostumando com a ‘invasão’ e meu tamanho que humildemente digo que é bem grande, quando estava totalmente dentro parei de me mover e passei a beijar seu rosto e pescoço para distraí-lo da dor, confesso que estava louco para foder ele com força, mas precisava esperar um pouco, sabia o quanto aquilo doía desde vez que o deixei ser o ativo.

O interior dele praticamente esmagava meu pau, poderia até dizer que ele era virgem, se não fosse meu namorado por anos, rs. Aquela pressão toda só me fazia perder o resto de sanidade que eu tinha, assim que o baixinho rebolou contra o meu membro percebi que ele já havia se acostumado, comecei com movimentos lentos e pausados, indo aumentando sempre que ele se acostumava novamente.

O cheiro de sexo já estava ao redor do quarto, o som dos nossos corpos se chocando e de nossos gemidos se misturava com o barulho da cama batendo na parede – estava indo com muita violência mesmo, ou a cama tinha pernas vagabundas -, agradecia morar em um condomínio e não ter muitos vizinhos para reclamar, qualquer coisa eu falo que foi o Vivi.

Ao ouvir um gemido alto e rouco vindo de LuHan conclui que tinha encontrado o seu ponto especial e passei a acertar só naquele local, fazendo o baixinho gemer cada vez mais e chegar ao seu orgasmo. O interior dele apertou ainda mais meu membro e com mais algumas estocada cheguei ao meu orgasmo, sai de dentro dele e tirei o preservativo jogando na lixeira que tinha ali no quarto.

Soltei as mãos do chinês e levei uma série de socos no peito, ri levemente, doeu, mas nós finge que não e prossegue a vida feliz por sair da seca do quinze. Segurei suas mãos, com muito esforço devo resaltar, e lasquei um beijo na sua boca que estava inchada de tantos beijos que já havia dado ali.

-- N-Não... M-Me prenda... Nunca mais! – Ele tenta dizer entre os ofegos e beijos. Vou nem falar que ele gosta, vai que eu apanho mais, LuHan é baixinho, mas tem uma força do satanás.

-- Eu te amo Hannie. – Sorrio abertamente, ele cora e devia o olhar, ele sempre ficava envergonhado com minhas demonstrações de amor, sempre digo isso.

-- Eu também te amo Hun. – Dou vários selinhos em seu rosto. – Mas você me deixou quebrado... – Solto um riso alto e levo mais socos nada leves no peito. – Não ri!

-- Desculpa meu amor. – Ele cora. – Descansa depois eu cuido direitinho de você. – Beijo sua testa e abraço-o.

-- Depois o caralho, vamos tomar um banho agora, SeHun. – Eu odeio quando o lado limpinho dele ataca. – Vamos, prepara aquela banheira para nós e me leva no colo.

-- Claro vossa alteza. – Me levantei e fiz o que ele ordenou – porque eu sou só um simples serviçal do príncipe Han -, voltei para o quarto apenas para pegar ele e levar até o banheiro. Não vou mentir e dizer que rolou mais coisas do que um simples banho, mas isso é conteúdo para outro roteiro de pornô... Digo, para outra historia, rs.

[FIM]


Notas Finais


Jisoo, leva meu corpo pq a alma já foi
a escritora de sadfic e fluffly perdeu o jeito total de escrever lemon, mas vamo seguir o baile aksks

Views em UNB e UNI.T amem (não pode deixar de panfletar nunca)

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Parando de gravar em três, dois, um---


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