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História Karma Konserta: Crepúsculo - Capítulo 13



Capítulo 13 - Precedente do fim


Bella não entendia o que estava em jogo, mas pelo menos passou a ter uma noção da seriedade do problema. Eu não queria Edward perto dela, mesmo que para isso eu mesmo me afastasse. Depois que a mandei para o quarto, passei a noite em claro, pensando se a mandaria mesmo para casa, mas no fim que não era uma boa ideia. Ela ficaria mais segura perto de mim.

Ou assim eu imaginava.

Senti dores por todo o corpo, e imaginei se não estava velho demais para essas coisas. Apotamkins eram bem mais fortes que os humanos, e por isso temiam muito quando viam um humano que conseguiam fazer frente a eles. Imagine só, um a gazela que mata leões, a simples menção disso faz todos os grandes felinos tremerem de medo, mas no fim a gazela é apenas uma gazela.

Apotamkins possuem fraquezas bem exploráveis, mas seus pontos fortes fazem jus às lendas. Quase perdi a consciência quando fui atingido no rosto naquela luta, e qualquer instante de desequilíbrio frente a um deles é morte certa. Por quanto tempo eu conseguiria combatê-los? Por quanto tempo eu os dominaria por um medo infundado?

Quando Bella veio até a cozinha, tomei um gole de café e disfarcei as preocupações.

- Bom dia, querida.

- Bom dia, pai.

- Fiz panquecas para você.

- Obrigado.

Ela se sentou à minha frente, do outro lado da mesa, e empurrei o prato para ela.

- Conseguiu dormir? – Questionei.

- Não muito, não o bastante, mas é melhor que nada.

Tomei outro gole.

- Me desculpe – Comentei.

- Pelo quê?

- Eu não sei. Só sinto que devo me desculpar.

- Você não fez nada além de tentar me proteger.

- E como estou me saindo?

- Bom, ainda estou ilesa.

Ouvi o som de um carro parando na frente de casa.

- E que bom que está – Falei. – Deve ser o Billy lá fora. Vou conversar com ele. Termine seu café, querida.

Ela assentiu, mas pareceu não dar muita importância. Suspirei, assenti de volta e fui até lá fora.

- Bom dia, Charlie – Disse Billy, saindo do carro com a ajuda de Jacob.

- Bom dia aos dois – Respondi.

- Como ela está? – Jacob questionou.

- Tirando o humor, bem.

- Posso falar com ela?

Dei de ombros.

- Se tiver coragem para isso, vá em frente, mas não garanto nada.

Vi o brilho de seus olhos morrer, e ele assentiu.

- Carlisle entrou em contato comigo depois que você me ligou ontem à noite – Disse Billy.

- E o que ele disse?

- Que vai ignorar o incidente pelo bem mútuo de todos, mas espera que não se repita, uma vez que eles não infligiram o acordo. Ele espera que o clã não interfira.

Foi a vez dos meus olhos de perder o brilho. Meus ombros caíram, senti um pouco de vergonha de mim mesmo e suspirei com pesar.

- Eles estavam com a minha filha e eu fui o último a saber, Billy. Como eu deveria me sentir sobre isso?

- Sei que agiu como pai, mas precisa entender que está causando problemas a todos. Se algo desse errado, o clã não poderia te ajudar.

Eu o responderia se tivesse algum contra-argumento, mas eu simplesmente não tinha nenhum, ele estava certo.

- Não preciso da ajuda do clã – Falei. – Não espero que vocês quebrem o acordo.

- Por quê? – Ouvi a voz de Bella atrás de mim. – Vocês têm um clã inteiro de lobisomens à disposição. Pelo que eu sei, vocês são aliados e os vampiros são as pragas. Por que vocês simplesmente não os atacam?

Billy abriu a boca para dizer algo, mas levantei a mão e o interrompi. Bella não falou em forma de acusação, não queria que fizéssemos aquilo, ela só queria entender melhor as coisas. Eu devia explicações a ela.

- Há muitos apotamkins no país, mas aqui é o único lugar onde eles aprendem a conviver em paz – Falei. - A maioria está sob o peso do acordo e pode viver sem medo aqui. É mais fácil tentar manter esse ambiente que tentar exterminar uma raça inteira. Se Forks deixar de ser um lar seguro para os vegetarianos, os clãs deixarão de ser vegetarianos.

- Pai, não tente me dizer que está fazendo isso pelo bem de todos. Vi como você lidou com eles, e aquilo não era raiva apenas por minha causa. Você os odeia de verdade.

Eu a encarei, formulando uma resposta na mente.

- Não temos como eliminar a todos – Confessei. – Isso não é um filme ou um dos livros que você lê, isso é a vida real. Não há como simplesmente travar uma guerra secreta entre vampiros e lobisomens sem que isso seja um caos público. Apotamkins só se revelam ao sol, então é difícil saber quem é o inimigo. As coisas não são tão simples, Bella. Não podemos simplesmente montar uma tropa e atacá-los.

- O acordo não é esse, Bella – Disse Billy. – Charlie não é o carrasco deles, é seu protetor. Aqui os vegetarianos podem viver em paz sabendo que Charlie vai dar conta dos apotamkins que são uma ameaça para a espécie.

Ela franziu o cenho e cruzou os braços, mas apesar disso sua voz saiu suave.

- Eu acho que nunca vou entender isso – Comentou.

- Isso não é importante agora – Falei. – O foco agora é manter os Cullen dentro do acordo. Eles são a família mais influente graças ao Carlisle.

- E vamos nos desculpar por você ter batido nos filhos deles?

Cerrei os dentes.

- Vamos conversar e acertar as coisas.

Ela desviou o olhar.

- E quanto ao Edward?

Levantei a sobrancelha.

- O que tem ele?

Ela sacudiu a cabeça em negação.

- Nada.

* * *

Billy e Jacob foram conosco até a casa dos Cullen.

Bella não pareceu muito feliz com a ideia de voltar lá, mas não se queixou de nada no caminho. Quando chegamos lá, Esme sinalizou para que estacionássemos na garagem. Fiquei irritado ao ver que havia dois carros lá dentro e ainda cabiam os dois em que estávamos. Malditos vampiros com dinheiro.

Esme nos cumprimentou com uma expressão de desconforto, mas se prontificou em ser educada. Entramos na casa e encaramos a família Cullen sentada de um lado da sala em sofás provavelmente posicionados para essa reunião. Bella, Jacob e eu nos sentamos frente a eles – Billy ficou ao lado, em sua cadeira de rodas -, em dois outros sofá do outro lado da sala. O rosto de Jasper ainda estava um pouco machucado, mas não era nada mais visível que alguns arranhões. Edward, Emmet e Rosalie estavam bem, e a loira me encarava como se estivesse curiosa para abrir minha barriga e ver quantos órgãos eu tinha por dentro, e Alice estava simplesmente calada e quieta sem demonstrar muita coisa na expressão.

- Bem, acho que podemos conversar mais civilizadamente agora, Chary – Disse Carlisle.

- Não venha me culpar, Carle, seus filhos que me atacaram – Retruquei.

- Você trouxe o Edward acorrentado até nós! – Berrou Rosalie.

Carlisle levantou a mão, silenciando-a.

- Peço desculpas pelo comportamento de todos eles. Edward entrar no quarto de Bella escondido foi um erro, mas um que acredito já ter sido devidamente punido – Ele olhou para Edward, que pareceu encolher.

- Se estamos entendidos sobre isso, gostaria de não presenciar mais hostilidades – Disse Esme. – Acredito que já tenha sido o bastante.

Ela olhou para os filhos e para mim, e confesso que me senti um pouco culpado por exagerar. Sorte minha que culpa não é arrependimento.

- E o que traz o Sr. Black até aqui? – Carlisle questionou. – Pensei ter deixado claro que não tinha qualquer intenção de ter desavenças por causa do evento da noite passada e que garantiria que isso não significava que quebraríamos o acordo.

- Estou aqui por saber que não fizeram nada de errado – Disse Billy, e na hora eu soube o que aquilo significava. – Trago minha simpatia com esta causa e meu apoio. Desaprovo veemente as ações de Charlie, uma vez que foi uma ação desnecessária e agressiva além da conta.

Carlisle me olhou, e quase pude ver um sorriso de satisfação em seu rosto.

- Devo dizer que isso é inesperado – Disse ele.

- Para nós dois – Respondi, olhando com um pouco de desgosto para Billy.

- Desculpe, Charlie, mas não posso apoiá-lo. O clã não aprova o que você fez e não vai compactuar em prestar ajuda a quem descumpriu o acordo. Sei que Bella é sua filha, mas as regras são o que mantém as coisas funcionando. Além do mais, eles não a mataram, mesmo que tivessem o direito disso.

Cerrei meus punhos e dentes com força.

- Peço desculpas pela minha atitude – Falei, mas preferia ter tomado outro soco no rosto que falar aquilo.

Carlisle olhou para seus filhos.

- Eu que devo me desculpar – Disse Edward. – Fui eu quem invadiu sua casa e que me aproximei de sua filha. Não tenho razão alguma nas minhas ações.

- Não vou me desculpar – Disse Rosalie, cruzando os braços com raiva virando o rosto. – Mas vou admitir que também agi mal.

Emmet assentiu, assim como Jasper. Os dois não teriam feito nada se ela não tivesse feito antes, então ela acabou falando por todos.

- Se estamos entendidos, acredito que resta apenas um assunto a falar com vocês – Disse Billy.

- E qual seria? – Esme questionou.

- Carlisle representa os apotamkins, Charlie representa os humanos e eu represento o clã. Assim sendo, quero dizer que Jacob assumirá meu lugar logo mais.

Levantei a sobrancelha.

- O que quer dizer com isso? – Questionei.

- Ele chegou na idade em que se torna um homem, e já venho preparando-o para assumir o clã há um tempo. Ainda não estou sem condições de continuar representando o clã, mas precisamos de um jovem forte para resolver alguns assuntos de formas menos pacíficas, se precisarmos.

- Visto a noite passada, entendo perfeitamente seu posicionamento – Disse Carlisle.

- Desculpe, Charlie – Finalizou Billy, virando sua cadeira e saindo.

Jacob trocou um olhar com Bella e tentou sorrir, mas não conseguiu.

Suspirei, frustrado. Eu deveria manter a paz, mas minhas ações estavam fazendo com que os quileute se preparassem para conflito. Eu estava estragando tudo.

- Bom, acho que nos resta conversar sobre uma última coisa, Chary – Carlisle comentou.

- Sim – Concordei, mas estava insatisfeito com a situação.

Edward se levantou, caminhou até mim e me olhou nos olhos, mesmo eu não tendo me levantado para falar com ele.

- Já dei minhas desculpas ao senhor – Disse.

- Sim, e as aceito – Eu não aceitava, mas precisava dizer que sim.

- Quero pedir uma coisa.

E me pus de pé para olhar no fundo de seus olhos.

- Acordo do mundo vai me impedir de matar você se chegar perto da minha filha outra vez – Rosnei.

Vi o ânimo de Rosalie e Emmet mudarem de passivos para agressivos, mas ambos permaneceram sentados.

- Eu quero sua permissão para continuar a ver Bella – Disse Edward, e foi uma afronta, apesar de que ele não demonstrava qualquer traço de agressividade na voz.

- Não.

Bella ficou inquieta, mas pareceu não saber o que falar.

- Sr. Swan, eu sei que não tem por que confiar em mim, mas...

- Mas nada – Interrompi. – Não quero nenhum de vocês perto dela de novo.

- Então por que a trouxe, Charlie? – Esme questionou.

- Para que ela veja e ouça minha decisão.

Olhei para ela, que se encolheu por um segundo antes de se levantar.

- Sei que está zangado, pai, mas não pode me controlar. Sabe que só sua palavra não vai impedir nada, e a não ser que me mande embora...

- Então mandarei você embora – Afirmei.

Ela desviou o olhar e uma lágrima deslizou de seu rosto.

- Charlie – Carlisle chamou a atenção. – Não se deixe levar pela emoção.

- Se eu me deixasse levar pela emoção, todos vocês estariam mortos, agora. A parte de mim que é pai faria de tudo para tirar vocês da vida da minha filha, mas a parte de mim que é xerife e protetor deste lugar me impede de tomar ações precipitadas.

- Não é você quem decide isso – Bella reclamou.

- Não é essa a vida que você vai se orgulhar de ter! – Gritei. – Sabe o que isso significaria para você? Sabe o quanto você teria de sacrificar, o quanto teria que se dedicar? – Fui até ela e segurei seu rosto com as duas mãos. - Olhe para mim, Bella, eu decidi me envolver com eles e perdi tudo. Perdi minha esposa, perdi amigos, perdi meu direito de escolher outra vida e perdi você por muitos anos.

Ela me olhou com tristeza, tocando minha mão com a sua.

- Eu sei que só quer me proteger...

- Então entenda que não posso deixar que fique com ele – Retruquei. – Não faça isso com você mesma. Não posso deixar que escolha para você o mesmo que escolhi para mim.

Outra lágrima banhou seu rosto. Ela olhou para mim, depois para além de mim, para Edward.

- É verdade, Edward? – Bella questionou. – É verdade sobre Katherine?

- Sim... – Edward confessou.

- Por que eles a mataram?

Edward abriu a boca, mas hesitou e acabou não dizendo nada. Bella era esperta, já tinha entendido tudo sem que eu precisasse explicar os detalhes.

- Katherine foi uma mensagem – Falei. – Tentei protegê-la, dissuadi-la da ideia de estar com ele, mas ela não me escutou. Nem todos os apotankims aceitavam a convivência com os humanos, e quando viram que um deles estava se relacionando com uma humana, decidiram matá-la como protesto.

Bella olhou para Edward e descarregou todas as lágrimas. Ela me abraçou, gemeu e se desfez em prantos. Olhei para trás, para os Cullen, e vi Edward dando as costas.

- Acho que não temos mais nada a resolver, Carle – Comentei.

Carlisle assentiu, mas não pareceu satisfeito. Sua expressão era pesarosa e séria, apesar de desapontada e talvez um pouco triste.

- Então manteremos distância, se é o que quer – Disse ele.

Fiz sinal com a cabeça e guiei Bella até a porta, depois até o carro, e fomos embora.

Dirigi um tempo antes de falar qualquer coisa, pois ela ainda chorava, e acho que não escolhi bem minhas palavras.

- Podemos ir até a Cora comer alguma coisa, se quiser. Sei que não é quinta-feira, mas tenho certeza que o bolo de frutas ainda vai ser delicioso.

- Não precisa, obrigada – Disse ela, desviando o olhar e secando o rosto com as costas da mão.

Olhei para a estrada, para o carro parado no sinal vermelho a nossa frente, e parei atrás dele.

- Eu sinto muito, querida.

- Tudo bem, você só quer me proteger...

- Bella, eu... – Não foi tão triunfante para mim quanto imaginei que seria quando eu finalmente conseguisse convencê-la.

- Eu que fui burra de me apaixonar por um cara daqueles. Para começar, ele deve ter idade de ser meu avô.

Havia um tom de sátira em sua voz, mas não consegui rir com sinceridade. Olhei dela para o carro à frente, e vi que o sinal estava verde, mas que o carro não se moveu. Buzinei, mas não houve resposta.

O motorista do carro buzinou de volta, e minha paciência acabou.

- Eu vou ver se está tudo certo com o cara ali da frente – Comentei, mas Bella pareceu nem ouvir.

Suspirei, saí e fui até o carro à frente. Bati na janela do lado do motorista e o chamei.

- Tudo bem, amigo?

Ele estava de óculos-escuros, chapéu e luvas. Ao lado dele estava outro homem vestido igual.

- Desculpe, acho que o carro afogou – Disse ele, rindo com desconforto, provavelmente por me ver fardado.

Sacudi a cabeça de um lado para o outro.

- Quer que eu chame um reboque? – Perguntei.

Ele riu, e por um segundo o reflexo do sol no meu distintivo iluminou seus dentes.

Seus caninos eram um par de presas que saltaram de sua boca.

Saquei minha pistola, mas era tarde demais. Ouvi um carro vindo na minha direção e saltei para a rua para desviar. Quando levantei a cabeça, vi alguém entrando na viatura e assumindo o volante. O grito de Bella me despertou e levantei para mirar no motorista, mas o apotamkin do primeiro carro saiu e pulou para cima de mim. Sob o sol, ele não era mais forte que uma pessoa normal e não tive dificuldades para empurrá-la e dar com a coronha da pistola em seu rosto, mas ele conseguiu tempo o bastante para que o outro que estava no banco do passageiro assumisse o volante e acelerasse, dando espaço para o que entrou na viatura também o fizesse.

Apontei a arma, mas não pude atirar, pois Bella estava no carro. Ouvi seu grito sendo abafado pelos vidros e fiz menção de correr atrás, mas o apotamkin que derrubei segurou meu pé por um segundo. Quando vi, eles já estavam dirigindo para longe.

Virei a arma para o rosto do que tinha ficado e me enchi de raiva.

- Para onde a levaram? – Gritei.

Ele sorriu, tapando o sol que batia em seu rosto repugnante com a mão.

- Logo vai saber.

O carro que tentou me atropelar deu a volta e acelerou de novo na minha direção. Corri e desviei, mas as rodas passaram em cima da cabeça do apotamkin que ficou no chão. Vampiro ou não, sem cabeça qualquer um morre na hora.

Algo foi jogado do carro, e quando corri para pegar, vi uma mensagem presa em uma pedra.

 

Se a quiser de volta, esteja no velho estúdio de ballet ao anoitecer.

 

Merda, merda, merda!

Os desgraçados atacaram de dia para me pegar de surpresa. Sabiam que eu não esperaria por isso. Eles queriam usá-la para me atingir.


Notas Finais


E chegamos ao penúltimo capítulo. O próximo provavelmente vai ser o maior, mas o final ainda é o final. Desculpem a demora, aconteceram algumas coisas e meu cachorro faleceu depois de 13 anos na família. Fiquei abalado demais para escrever, então espero que entendam, mas me sinto um pouco melhor e pretendo trazer o fechamento desse projeto logo. Eu pretendia fazer um karmakonserta de lua nova, mas continuar a partir do final daqui não daria certo e fazer a partir do final do primeiro filme em sua versão original faria menos sentido ainda, então deem sugestões de qual obra gostariam que fosse alvo do próximo karmakonserta.
Desde já agradeço a todos por lerem, estou realmente muito contente com a quantidade de comentário e a visibilidade que a história está tendo. Vocês parecem estar gostando muito, então fico muito feliz com o que estamos fazendo.
Se puderem, compartilhem com os amigos, isso nos ajuda demais.
Enfim, aguardem o final e comentem as expectativas que vocês têm sobre o que vai aocntecer.


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