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História KDA: Awaken the PopStars - Capítulo 36


Escrita por:


Notas do Autor


Oiii amores!! Tudo bem com vcs??🔥

Com leve atraso dessa vez, aqui estou eu com o cap 35!❤️❤️❤️🔥🥀

Gente, muito obrigada por todos os comentários e pelo carinho que vcs tem com esse fic!!❤️❤️ Isso me motiva demais e significa mt pra mim!!❤️🔥

Nesse cap, vamos ter a continuação do arco da Eve!! Eu resolvi usar um modelo diferente de cap (vcs vão entender dps de ler) Aos poucos, o tão misterioso passado da Eve vai vir a tona e vcs vão descobrir mais sobre a jornada dela antes de ser a Diva do KDA!🔥❤️❤️

🔥 O Cap contém algumas cenas mais fortes! (Cenas em itálico)🔥

Eu gostei muito de escrever essa cap e espero de coração q vcs gostem dele (ele entra na minha lista de favoritos)

Nos vemos nas notas finais!!
Boa leitura!❤️🔥💖🥀

Capítulo 36 - Capítulo 35 - Hurts Like Hell! O começo do fim...


Fanfic / Fanfiction KDA: Awaken the PopStars - Capítulo 36 - Capítulo 35 - Hurts Like Hell! O começo do fim...

 

- Pai, você acha que a mamãe vai voltar pra casa algum dia? – A garotinha de nove anos perguntou para o mais velho depois de muito tempo criando coragem para tal coisa. – Já faz dois anos que ela foi embora.

O homem parou de beber sua cerveja barata e olhou de relance para a menina que estava parada perto da porta da sala de estar.

- É bom que aquela vagabunda nem pense em voltar. – Ele se virou para ela. – Você não devia ser tão ingênua, pensando que ela voltaria para te ver. Ela te largou aqui comigo porque não queria ter um fardo como você.

Os olhos estranhamente dourados brilharam devido ás lagrimas que se formavam. Completamente destruída por dentro, a menina correu para seu quarto antes que começasse a chorar.

.......................

 

Cobertura Elle, distrito de Hollywood/ Los Angeles, EUA/ 13:40

 

A tarde em Los Angeles estava começando do mesmo jeito que nos últimos três dias para a integrante das KDA. Depois do episódio com seu pai na portaria do prédio onde estava morando, Evelynn havia sentia todo o medo e o desespero consumindo seus pensamentos, como se a pior faze de sua vida estivesse retornando aos poucos.

As visitas e o apoio de Elise não estavam ajudando a fazer com que os sentimentos ruins passassem. Nem mesmo a vitória de Akali naquela manhã havia tirado a Diva da fossa emocional em que ela se encontrava. Era óbvio que ela tinha ficado muito feliz pela namorada, mas queria poder estar na Ásia junto com ela naquele momento, e não na situação em que se encontrava.

Evelynn estava tentando se concentrar em alguns contratos de parceria que algumas marcas haviam mandado para o grupo quando escutou uma notificação de mensagem no celular, a diva detestava sons de notificações, então só os deixava ativados para pessoas importantes. Nesse caso, a líder das KDA.

Na mensagem, Ahri dizia que estava preocupada com a situação de Akali, que as ameaças estavam saindo do controle e que logo elas precisariam tomar uma medida de segurança.

“Ameaças?”

Naquele mesmo instante, a empresária pesquisou alguns tópicos sobre a rapper na internet e encontrou diversas críticas e ameaças à Maknae, a maioria usando como justificativa as atitudes de Akali contra os comentários machistas dos jurados e suas posturas em diversas fases do programa. Aquilo tudo poderia ser facilmente ignorado como os ataques de haters que elas recebiam todos os dias, até o momento em que começaram a circular algumas fotos da mais nova durante o dia a dia, indo para a Riot ou em algum lugar onde não deveria estar sendo fotografada. Algumas pessoas alegavam que sabiam sobre a rotina das meninas e que machucariam a rapper se pudessem, pois achavam que ela havia passado dos limites.

Quando já estava cansada de ler aquilo, a diva não hesitou em mandar diversas contas que estavam ameaçando Akali em redes sociais para que a equipe da Riot pudesse acionar o os advogados da empresa e também enviou para Ahri um contato de um conhecido de Graves, seu segurança, que morava na Ásia e poderia ser muito útil em relação à proteção das meninas.

Com as ordens enviadas, Evelynn pôde finalmente sair para um dos compromissos que teria durante sua estadia em Los Angeles.

 

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- COMO VOCÊ CONSEGUE SER TÃO INÚTIL? – A fúria era visível nos olhos do homem. O hálito de alguma bebida indicava que ele não estava em seu estado mais sóbrio, porém, era mais do que o suficiente para causar pânico na garota de doze anos que se encolhia em cima de sua cama. – Eu sou obrigado a conviver com uma criança irritante todos os dias e você não tem a capacidade de tirar uma nota decente na escola? Ao ponto do diretor ter que ligar pra perturbar o meu juízo?

- Me desculpa papai. – Ela já não conseguia mais segurar o choro. – Eu fiz o trabalho do melhor jeito que eu consegui.

- POIS NÃO FOI O SUFICIENTE! – Ele voltou a gritar, dessa vez, ainda mais alto. – E não me chame de papai. Até mesmo chorando você consegue ser igual à vadia da sua mãe. Não adianta chorar, eu não caio nesse seu charminho, você continua sendo um monstro.

Ele saiu em passos firmes e bateu a porta do quarto.

Aquele tipo de comparação já estava se tornando comum na vida da garota. Ela era tão ruim assim? Ela realmente havia tentado entregar um bom trabalho, contando que ela teve que refazer tudo em menos de um dia depois que a primeira versão foi destruída graças aos efeitos que o álcool tinha naquele homem.

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Sede americana da Riot Entertainment/ Los Angeles/ 14:30

O que todos sabiam sobre a viagem de trabalho da diva, era que ela iria até seu país natal para gravar um álbum americano, porém ela não havia viajado mais de nove mil quilômetros para isso. Acontece que como um compromisso importante relacionado ao caso secreto em que ela trabalhava com Elise surgiu, a diva precisou inventar uma boa justificativa para a viagem.

Com a ajuda de Khada Jhin, o presidente da Riot, ela aproveitou a rotina agitada das outras integrantes do grupo e gravou um álbum inteiro em segredo, além de dois videoclipes. O plano agora era gravar um vídeo extra no estúdio de Los Angeles para dar mais força a história que ela e o chefe haviam inventado, e era isso que ela estava prestes a fazer naquele momento.

Evelynn já estava na cabine de um dos estúdios de gravação, que havia sido preparado para a ocasião, e aguardava o momento para começar a cantar a música titulo do álbum novo.

A melodia era calma e a letra era profunda e sombria, havia sido escrita pela diva e com sorte, seria lançada para o público no dia em que seu sofrimento poderia finalmente acabar.


Eu realmente espero que doa como o inferno
Eu realmente espero que doa como o inferno
(Eu realmente espero que doa como o inferno)
Eu realmente espero que doa como o inferno
Eu realmente espero que doa como o inferno
(Eu realmente espero que doa como o inferno)
Meu amor disse que me amava
Meu amor disse que ele precisa de mim
Vou comer, dormir e respirar
Até o fim (sim)
Mas então meu amor ficou mal (foi mal)
Eu acho que ele teve uma recaída (sim)
Tive que roubar, enganar e me derrubar
Tinha que acabar (acabar, sim)

 

Ela sentia a intensidade da música em seu corpo, como se estivesse se libertando de algo que há muito tempo a incomodava, dizendo tudo o que queria dizer sem se preocupar com as consequências. Era essa música que ela queria que ele escutasse no dia em que todas as coisas que a atormentavam iriam finalmente desmoronar.


E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)
E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)
Você nunca deveria me deixar ir
Eu sei que estou bagunçando sua mente
O diabo te pegou bem dessa vez
E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)

 

Quando terminou de cantar, tanto ela quanto a equipe de áudio estavam sem palavras. Ela por estar recuperando o folego e eles por estarem assustados com aquela performance tão intensa.

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- Você tá bem? – O menino que estava sentado ao lado da garota de quinze anos perguntou quando viu que ela estava completamente avoada.

- Eu tô sim, estava repassando a minha parte do trabalho. – Ela disse a primeira coisa que veio em sua cabeça.

- Entendi, achei que tinha ficado com raiva de mim por causa do beijo de ontem. – Ele confessou receoso. De fato, aquele havia sido seu primeiro beijo, mas o motivo de sua aflição era outro. Como pôde ser tão idiota para levar um garoto até a sua casa, ela teria feito tudo diferente se soubesse que justo naquele dia, o pai voltaria mais cedo do trabalho e ficaria furioso com o flagra.

- Tá tudo bem, eu até gostei. – Ela sorriu, tentando tranquilizar o menino que não tinha nada a ver com aquilo.

- Ainda bem. – Ele suspirou. – O que são essas marcas nos seus braços? Alguém te bateu?

- E-eu caí da escada ontem. – Novamente, disse a primeira coisa que veio em sua cabeça. – Foi apenas uma queda, daqui a pouco as marcas somem.

Até quando ela teria medo de contar a verdade?

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Quando todas as gravações terminaram, Evelynn desceu até a recepção do prédio e ficou surpresa ao encontrar Elise sentada em um dos sofás enquanto tomava um café.

- Achei que não trabalhasse como advogada empresarial.

- Você sabe que não. – Ela revirou os olhos. – Mas eu tenho coisas importantes a tratar com a minha cliente que coincidentemente, está em um prédio empresarial. Vamos logo, vou contar tudo no carro.

- Como descobriu que eu estava aqui? – A Diva não havia dito que estaria na Riot durante aquela tarde.

- Você se esqueceu de que fui eu quem te apresentou o seu chefe de segurança?

- Você parece uma stalker. – Evelynn a seguiu até o carro que estava no estacionamento.

- Eu sou uma amiga preocupada/ advogada responsável. Anda, come isso. – A ruiva entregou uma sacola de papel, onde havia um hambúrguer com cheddar extra, uma caixinha de batatas fritas e um copo de refrigerante.

- Que lindo, além de cuidar de mim você me alimenta? – Elise sorriu como se dissesse “de nada”. – Mas então, sobre o que você queria falar comigo?

- Eu tenho duas noticias para você. – A advogada deu partida no carro luxuoso e saiu devagar do estacionamento. – A primeira é que aquele velho estúpido foi acusado de quase causar um acidente de carro por dirigir bêbado, somando com o fato de que ele foi contra um documento que o impedia de se aproximar de você. Resumindo, ele foi parar na delegacia, um dos policiais puxou a ficha dele e descobriu várias irregularidades da época em que ele era delegado e agora ele está tendo que lidar com uma investigação pesada de corrupção. Sem contar é claro, que a ordem de afastamento foi refeita e a distancia mínima é de quinhentos metros de você. Ele não vai ser mais um problema Evelynn.

A diva se segurou ao máximo para não começar a chorar de alívio ali mesmo, por tantos anos havia sofrido nas mãos daquele homem nojento. Agora finalmente estava livre. Ela evitou que as lágrimas caíssem, pois ainda precisava ouvir a segunda parte.

- E qual é a segunda notícia? – Ela perguntou incerta.

- O julgamento foi oficialmente marcado para a semana que vem. Depois de anos de negociações e ataques silenciosos, finalmente nós vamos poder levar esse caso para um júri. – Ela sorriu. – E com todas as provas que temos, a nossa chance é enorme.

Evelynn ficou atônita, fazia tempo desde que seu pai deixou de ser o maior problema em sua vida, e ela ainda não estava acreditando que em menos de uma semana, aquele ser humano desprezível poderia finalmente pagar por toda dor que a fez sentir.

- Então as chances dele são menores do que as nossas?

- Eve... Ele não tem chance. – Elise esperou o sinal ficar vermelho para pegar uma pasta dentro de sua bolsa e entregar para a diva. – Passamos todos esses anos coletando provas, não tem como ele se safar dessa vez.

E depois de todo o esforço, as lágrimas de alívio finalmente caíam dos olhos da cantora, representando a sua esperança de se ver livre de tudo aquilo de uma vez por todas.

............................

 

Não era a primeira vez que ela participava de uma festa universitária, apesar de ainda estar no ensino médio, aos dezessete anos, ela ganhava certas vantagens de ter uma melhor amiga que fazia sucesso entre os alunos do bloco de direito. Graças a isso, ela sempre tinha um lugar garantido nas melhores festas da Universidade da Califórnia. Aquela em particular, estava acontecendo em uma parte reservada de uma das melhores boates da cidade, onde não havia só alunos, mais também, pessoas de fora.

Naquele momento em particular, a jovem estava experimentando um novo drink depois de se apresentar pela terceira vez no Karaokê, dessa vez com “baby, one more time” da Britney Spears, enquanto esperava sua amiga que havia ido ao banheiro.

A atenção da jovem foi atraída rapidamente pelo homem de cabelos escuros e uma roupa social que se aproximou, saindo do meio da multidão. Ele exibiu um sorriso galanteador e se sentou em um banquinho perto da garota.

- Eu espero não estar incomodando, mas precisava elogiar as suas performances. Sua voz é única.

- Ahn, obrigada. – Ela sorriu de volta. – Eu gosto muito de cantar, alias, meu sonho é ser cantora.

- Eu acho que esse sonho está muito próximo de se realizar. Qual é o seu nome?

- Eu sou Evelynn Elle.

- Tobias Felix, conhecido como Twisted Fate. É um prazer conhece-la Evelynn.

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Aeroporto Internacional de Incheon/ Coreia do Sul/ 14:50

Depois de vários compromissos relacionados ao final do Reality Show, Akali não via a hora de entrar na mansão e se jogar em sua cama. Não que os compromissos estivessem perto de acabar, pelo contrário, agora ela teria mais algumas semanas de promoções do álbum, só que dessa vez, na Coreia. Tanto a rapper das KDA quanto Hannabi e Kon que ficaram respectivamente em segundo e terceiro lugar, teriam que passar um tempo divulgando as músicas do programa.

O frio de Seul causava certo estranhamento no corpo da Maknae, uma vez que ela havia se acostumado com o clima quente e seco dos Emirados Árabes. Como ela havia decidido voltar antes do resto da equipe, que ainda estava finalizando algumas coisas em Dubai, só lhe restava sair da sala de desembarque com suas malas e procurar uma de suas companheiras de grupo.

Ao sair pelo portão de desembarque e não encontrar nem Ahri nem Kaisa, Akali parou perto de algumas cadeiras enquanto tentava ligar para elas.

- Kinkou-sama? – Um homem um pouco mais alto, de cabelos escuros e que usava uma jaqueta preta de couro com capuz, chamou discretamente a Rapper. – A Senhorita Choi me pediu para te levar até a mansão.

Ele mostrou uma mensagem provando que ela realmente tinha falado com ele.

- Quem é você?

- Eu sou Talon Du’Couteau. – Ele se curvou rapidamente. – Seu novo segurança.


E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)
E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)
Você nunca deveria me deixar ir
Eu sei que estou bagunçando sua mente
O diabo te pegou bem dessa vez
E eu espero que doa como o inferno (oh-oh-oh)

 

 


Notas Finais


Música da Evelynn:
Hurts like Hell - Madison Beer

E esse foi o cap de hoje!!❤️💖 Gostaram??


🔥 Resolvi colocar alguns flashbacks no meio do cap pra vcs entenderem um pouco do porque a Eve tem tanto medo do pai dela, além de ser abusivo e cruel, ele também bebia muito e era violento.

🔥O último flashback introduziu a pior parte da vida da Evelynn, que vcs vão entender melhor no próximo capítulo! Alguma teoria??

Gostaram do personagem novo?? O Talon vai ser bem presente na vida das KDA a partir de agora!💖

Espero de vdd que vcs tenham gostado!! Me falem o que acharam nos comentários!! Alguma teoria sobre o TF? Curiosos sobre a infância da Eve??Ou sobre o julgamento? (Bora comentar pra deixar a Autora feliz e motivada!💖)

Obrigada por lerem até aqui!!💖
Nos vemos no próximo capítulo!!🔥Bye bye!💖❤️🔥✨


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