História Kept Woman (HIATUS) - Capítulo 12


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Categorias Ariana Grande, Jamie Dornan, Josh Devine, Justin Bieber, Lucy Hale, Miley Cyrus
Personagens Ariana Grande, Jamie Dornan, Josh Devine, Justin Bieber, Lucy Hale, Miley Cyrus, Personagens Originais
Tags Abuso, Ação, Amizade, Amor, Ariana, Ariana Grande, Busca, Drama, Horror, Imprisoned, Intimidação, Jariana, Justin, Justin Bieber, Kept Woman, Medo, Miley Cyrus, Perda, Policial, Psicopata, Sentimento, Sequestro, Síndrome De Estocolmo, socorro, Stockholm Syndrome, Suspense, The Stockholm Syndrome, Tragedia
Visualizações 239
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!!
Mais um capítulo!!

E leiam as notas finais please...

Boa leitura!!

Capítulo 12 - Betrayal


Fanfic / Fanfiction Kept Woman (HIATUS) - Capítulo 12 - Betrayal

A tarde caía ao longe, dando lugar a uma noite calma e clara. A brisa batia contra o rosto dando uma refrescância boa da primavera e as flores sacudiam junto às folhas nos galhos das árvores. Surpreendentemente — ou não — aquilo tudo parecia um cenário de filme, de sonho ou qualquer coisa parecida.

—Justin! — gritou. — Justin, querido, entre! Está quase na hora do jantar.

Justin olhou para a porta e sorriu. Largou a bicicleta no gramado e correu para dentro da casa. Assim que chegou na sala de estar, ouviu a voz doce de sua mãe novamente:

— Querido, vá tomar banho. Olhe o seu estado. — riu. — Daqui a poucos minutos seu pai está de volta.

— Eu vou, mamãe.

A mulher passou as mãos pelos cabelos do menino e deu-lhe um carinhoso beijo na ponta do nariz. Ele foi saltitante até o seu quarto, onde pegou sua toalha e as roupas limpas que sua mãe havia deixado em cima da cama. Levou-as consigo ao banheiro e se despiu rápido para entrar na água morna que enchia a banheira. Pegou os brinquedos infláveis que sempre ficavam ali e pôs-se a banhar e brincar. 

A campainha da casa tocou cerca de cinco minutos depois, Justin ouviu. Bastou um único toque para que não soasse mais o som, em um sinal de que havia sido logo atendido quem quer que estivesse chegando ali àquela hora. Justin não ouviu mais nada, nem mesmo o som do CD de música clássica que sua mãe havia colocado no volume baixo no cômodo ao lado. Ele saiu da banheira e se secou, colocou as roupas rapidamente e fez, curioso, o caminho de volta à sala de estar.

— Não... — algumas risadas foram ouvidas por Justin. — ...para com isso, você tem que ir. — risadas novamente.

Chegou apenas na porta e viu. Sua mãe estava em pé no meio do cômodo enquanto um homem que não era seu pai a beijava. Justin achou aquilo estranho, mas não soube o que fazer. Sentiu que estava errado em bisbilhotar sua mãe, ela pedira que ele não fizesse isso diversas vezes. Justin decidiu dar meia volta, e ir novamente para o banho, ou quem sabe para o seu quarto, até que fosse chamado mais uma vez para o jantar.

Antes que pudesse fazer isso, porém, a porta se escancarou. Justin arregalou os olhos ao ver seu pai parado, observando por um instante, como se analisasse a cena, querendo ter certeza do que estava vendo. Sua mãe, visivelmente desconcertada, estava estática no meio da sala de estar, enquanto o homem apenas coçava a nuca, em um gesto de nervosismo.

— Jeremy... — a mulher gaguejou. — ... eu... eu posso...

— Cala a boca. — ele respondeu entredentes.

— Jeremy, não é o que você está pensando.... — ela soltou uma risada nervosa, bem diferente da de minutos antes.

Jeremy andou devagar enquanto olhava de forma ameaçadora para sua esposa. Justin continuava escondido, e o homem observava a cena como se não estivesse ali, e como se não fosse o pivô daquilo tudo.

— E o que você acha que eu estou pensando, vagabunda?

— Jeremy, não precisa ofender. — ela parou de andar para trás e levantou o indicador em sinal de reprovação. — Podemos conversar como dois adultos.

— Eu já disse para calar a boca! — gritou, e no mesmo instante cerrou o punho e levou-o de encontro ao rosto de sua esposa, fazendo-a cair no chão.

— O que pensa que está fazendo? — o homem gritou e partiu para cima de Jeremy, e os dois começaram uma seção de golpes.

— Jeremy! Pare! — a mulher gritou. — Pare! Por favor, parem!

Jeremy lançou um soco ao rosto do homem que o fez desmaiar. Mesmo com ele inconsciente, Jeremy continuava a agredí-lo, sem medo de que chamassem a polícia, sem receio de que seu filho estivesse vendo e sem a preocupação se poderia matá-lo ou não. Pattie continuava aos gritos mandando-o parar, mas nada que realmente surtisse efeito.

Justin viu, então, o momento em que seu pai parou bruscamente as agressões contra o homem, e avançou em Pattie. O menino até pensou em se intrometer, mas estava em alto estado de choque para que conseguisse se mover até lá. Jeremy agarrou o pescoço de sua esposa e apertou-o o máximo que pode, fazendo-a desmaiar poucos minutos depois. Justin resmungou fino, tentando segurar o choro, e Jeremy o olhou rapidamente. Levantou-se e andou até o menino.

— É isso que acontece quando você trai alguém, filho. — falou, casual, e bagunçou os cabelos do menino, caminhando para outro cômodo enquanto Justin chorava baixinho.

Alguns minutos depois, Jeremy voltou a sala de estar, Justin já estava sentado no sofá. O homem, que anteriormente estava caído no chão, foi arremessado, sem importância, em um milharal a alguns metros dali. A mulher, ainda desacordada, estava amarrada a uma cadeira próximo à lareira.

Jeremy colocou um baú ao lado de sua esposa, ele parecia alterado. Justin, que ainda chorava baixo olhando para seu ursinho de pelúcia balançava os pézinhos, apreensivo. Viu seu pai sair atordoado pela porta e sentiu o vento gelado da noite entrar na casa. Ele se levantou devagar e caminhou até sua mãe.

— Mamãe? — a voz fina saiu embargada. — Mamãe, por favor, acorda.

Ele tentou sacudí-la afim de acordá-la, mas em vão.

— O que está fazendo aí, garoto?

Justin olhou assustado para seu pai, que gritava e o empurrou para longe da mulher.

— Você está traindo o seu pai! — ele gritou novamente, logo após sacudir o garoto pelos ombros. — Igual essa vagabunda fez! — deu um tapa no rosto do menino, fazendo-o chorar alto. — Você não vale nada! Igual a ela! Desgraçado!!

— Papai, para, por favor! — o menino gritava vez após vez, enquanto levava golpes cegos de seu pai.

— Isso é para aprender a não ser um desgraçado igual a sua mãe! — ele continuava a bater no garoto.

— Papai! — o menino apenas chorava.

Poucos minutos depois, Jeremy parou de agredir o próprio filho, voltando sua atenção a sua esposa, que começava a acordar.

— O que você fez com ele? — ela gritou. — Justin! Meu bebê, fale com a mamãe! Justin!

Justin chorava, quase inconsciente, mas Jeremy o fez sentar de frente para a mulher, para que visse toda a cena que se seguiria.

— Quando você trai alguém... — ele abriu o baú olhando para Justin.

— Pare, Jeremy! Solte-o agora!

— ... você merece ser punido da pior forma, Justin. Aprenda.

Jeremy pegou um maçarico de dentro do baú e o acendeu. Pegou uma garrafa de álcool e jogou por todo o corpo de sua esposa. Ele não se importou se poderia ser preso por fazer aquilo, quais seriam as consequências para si e para seu filho, não pensou que poderia estar sendo observado por algum vizinho, não pensou em nada.

— Vai para o inferno, sua vadia desgraçada. — falou entredentes com o tom mais raivoso que conseguiu. Pattie arregalou os olhos e tentou se soltar, sacudindo o seu corpo. Justin observava tudo atônito.

— Nãão! — a mulher gritou, quando sentiu a quentura tomar conta de seu rosto. Jeremy queimava a face de sua própria esposa na frente de seu próprio filho. — Jeremy!!! — logo o fogo havia se alastrado pelos membros e tronco da mulher.

Aquila cena não era saudável para Justin, ele tinha apenas seis anos, nunca deveria ter visto aquilo. Talvez, se não tivesse presenciado tamanha brutalidade, os seus traumas não teriam permanecido e aquilo não perpetuaria em sua mente.


Notas Finais


P.S.: segundo estudos, morrer queimado é a pior forma de morte que um ser humano pode ter.

***

Comente, favorite se não o tiver feito, e compartilhem com os amigos de vocês ♥

Eu escrevi uma Droubble inspirada aqui (em parte) falando sobre relacionamento abusivo, deem um olhada!!

Só acessar >> https://spiritfanfics.com/historia/flores-10885362


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