História Kevin Ulfson - A Desavença dos Deuses - Capítulo 1


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Categorias Mitologia Nórdica
Tags Asgard, Balder, Deuses, Freya, Loki, Mitologia Nórdica, Odin, Thor, Valhala
Visualizações 5
Palavras 950
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - O INCRÍVEL TERRÍVEL CASO DO AMULETO DO TROVÃO


Fanfic / Fanfiction Kevin Ulfson - A Desavença dos Deuses - Capítulo 1 - Capítulo 1 - O INCRÍVEL TERRÍVEL CASO DO AMULETO DO TROVÃO

9:31pm

Kevin: Gustavo você esta ai? Ta acordado?

9:54pm

Gustavo: Fala o que você quer

Kevin: Como iremos fazer o trabalho de Biologia?

Gustavo: ...

Gustavo: Vem aqui em casa amanhã

Gustavo: Aqui a gente resolve.

Kevin: Que horas? 

Gustavo: Sei la! Umas duas e pouco.

Kevin: Combinado.

10:02pm

Kevin Ulfson, o típico garoto ''certinho'' da sala de aula, apesar de sua conduta com os professores ser uma das piores, ele queria sempre estar acima em questão de suas notas, mas nada nem ninguém o impedia de gritar mais alto em casos de discussões paralelas com os professores, especificamente a sua professora Cíntia, de Matemática.

Para entender melhor Kevin, devemos dar uma olhada em seu quarto, no qual era pequeno, mas cabia uma cama de casal, e suas centenas de livros e quadrinho, realmente bagunçado e pouco limpo, ele morava em um pequeno vilarejo no exterior, chamado Ingsberg, era frio e havia algo em torno de dez mil pessoas, Kevin conhecia apenas sete, incluindo seu amigo de infância, Gustavo Beintrauss.

Era tarde da noite de sexta-feira, Kevin dava uma última olhada em seu celular antes de se deitar, estava tão focado na tela do aparelho que parecia ser importante, era algo haver com seu interesse em lendas de mitologia que seu avô lhe contara, Kevin então sem se importar muito com seu local de dormir, deixa o celular de lado e se joga na cama, esparramando o monte de roupas no chão e lentamente cai no sono profundo.

2:41am

Kevin que dormia calmamente em sua cama, é acordado por um grande feixe de luz seguido de um enorme trovão, um impacto tão forte que o vidro da janela de seu quarto se estremeceu, assim como sua porta de madeira, Kevin abre os olhos e se levanta no escuro procurando o interruptor de luz para enxergar algo, ao acender as luzes, ele sai rapidamente de seu quarto, e vai ao encontro da cozinha, e la vê seu pai, um homem grisalho, alto, de pijamas abrindo a porta calmamente.

- Vai dormir, não foi nada. - Diz Gerard, o pai de Kevin.

- Se não foi nada por que você ta aqui? - Diz Kevin.

- Vim fumar um cigarro. - Respondeu seu pai abrindo o maço de cigarros.

Kevin voltou ao seu quarto e esperou que seu pai fosse se deitar novamente, ele estava curioso, com o que havia acontecido para gerar tanta energia em seu sono, assim que teve certeza que seu pai tinha ido dormir, Kevin vestiu-se com sua blusa de frio preta e saiu de fininho na rua, para que seu pai não acordasse, teve muito cuidado para abrir o portão de sua casa sem fazer muito barulho.

Ao chegar na rua viu que no quarteirão de baixo onde a rua terminava em uma floresta, saia uma fumaça que mais parecia de uma fogueira que alguém havia acabado de apagar, Kevin ligou a lanterna de seu celular e foi caminhando até o certo lugar, estava frio naquela noite, sempre esta frio naquele lugar que por todos era dado como entendiante e desinteressante, menos pelos idosos que adoravam jogar bingo nas festas da comunidade. A rua onde Kevin estava agora é onde seu fim encontra-se a tal floresta, ao chegar ele para repentinamente e observa a densa escuridão, e ficou mentalizando que teria que ser corajoso como os heróis das historias que ouvia desde pequeno pelo seus parente antigos, tal como seu avô, Kevin se focou em apenas ir em direção à fumaça no meio das árvores e sair de la o mais rápido possível.

Ele então colocou seu capuz na cabeça cobrindo seus cabelos castanho-claro e adentrou à floresta bem devagar, iluminado sempre o chão, para evitar cair em um buraco ou pisar em fezes, assim que havia caminhado o suficiente dentro daquela floresta, ele pensou que de repente poderia estar ali atoa, mas sentiu uma gota de água cair em sua mão, em seguida outra, e outra, havia começado a chuviscar, não só isso, como um relâmpago havia caído a alguns metros de distância onde ele estava, e por impulso correu, em linha reta, tropeçou e caiu num buraco, ao se levantar, iluminou o mesmo para ver se havia pisado em algo que não queria ter pisado e encontrou, um pequeno amuleto com formato estranho, com um tipo de escrita diferente, algo como runas, era prateado, com uma corrente fina de aço, se tratava de um colar, ao se deparar com aquilo Kevin automaticamente se lembrou das imagens que outrora havia pesquisado, era um nome dificílimo de se pronunciar e de se escrever, algo como '' Mioumir''? Não, não era isso, ''Mjãonir''? Não, também não, ''Mjölnir'' é, definitivamente era isso!, em seguida após se lembrar o guardou no bolso da blusa, se levantou e caminhou até a rua iluminando o caminho de volta, e também havia parado de chover ou de trovejar, tirou o capuz da cabeça e também o amuleto, parou na rua e ficou observando-o.

- Como você veio parar aqui? Será que caiu do céu? Ou alguém deixou cair quando corria, mas não pode ter sido por acaso, e ainda está um pouco quente! Será um presente dos deuses? Tem até um símbolo de trovão, não tem engano! É mesmo o Mjölnir. - Pensou ele, observando cada centímetro do amuleto.

Em seguida o guardou no bolso e voltou para casa, entrou em casa bem silenciosamente, trancou o portão e entrou pela porta da cozinha, onde tomou um copo de água, foi até seu quarto, tirou sua blusa de frio e se deitou, deixou a luz acesa e ficou observando mais uma vez o amuleto, e de repente adormeceu com o mesmo na mão esquerda.

 

 

 



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