História Kevin Ulfson - A Desavença dos Deuses - Capítulo 2


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Categorias Mitologia Nórdica
Tags Asgard, Balder, Deuses, Freya, Loki, Mitologia Nórdica, Odin, Thor, Valhala
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Palavras 1.225
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Fantasia
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 2 - Capítulo 2 - ENTRE RAIOS E TROVÕES! ELE SURGE!


Fanfic / Fanfiction Kevin Ulfson - A Desavença dos Deuses - Capítulo 2 - Capítulo 2 - ENTRE RAIOS E TROVÕES! ELE SURGE!

8:09am

Kevin acorda e se levanta, se lembra rapidamente do amuleto e o põe no bolso da calça de moletom cinza que havia dormido, saindo de seu quarto ele segue ao banheiro da casa, fecha a porta e faz sua necessidade que sempre faz ao acordar assim como todo mundo, em seguida sem dar descarga no vaso, ele se encara no espelho, e do outro lado vê um rapaz de estatura média, cerca de um metro de setenta e nove centímetros, cabelos não muito grandes, mas não muito curtos, com uma coloração clara, mas não era louro, e olhos verdes, muito fracos, quase castanhos, ele então fecha os olhos e lava o rosto, quando abre, seu pai esta na porta tomando um xícara de café sem açúcar, Kevin detestava o cheiro que o café exalava pela casa, que não era lá a das maiores do bairro.

- Bom dia moleque! - Disse debochadamente Gerard tomando um gole de seu café em seguida.

- Dia... - Respondeu Kevin sem um pingo de ânimo.

- Dormiu no concreto foi? - Disse Gerard indo para a cozinha,

Sem responder, Kevin se dirigiu até a cozinha, sentou-se em uma das duas únicas cadeiras de madeira que havia na pequena mesa para apenas pai e filho comerem juntos, e procurou pelo pão e pelo requeijão como sempre fazia todos os dias após acordar, seu pai andou até o cômodo ao lado, aonde era seu quarto e vestiu-se para o trabalho, ele era serralheiro.

- Já vou indo, se for sair, não volta tarde! - Gritou ele saindo de casa ás pressas.

Kevin sem dar atenção. acabou sua refeição e se levantou e mais uma vez tirou o amuleto misterioso do bolso da calça e ficou admirando-o, e decidiu colocar no pescoço, parecia caber perfeitamente, não estava largo e nem muito apertado, e era muito lindo, ele parecia te deixar mais confiante, mais disposto.

Em seguida Kevin escovou seus dentes e trocou sua roupa, vestido sua mesma blusa preta e colocou uma bermuda jeans, que sempre usava para sair, e sem esquecer seu tênis folgado azul escuro de uma marca que ninguém em Midgard conhecera.

8:23am

Kevin: Ei, tenho que te mostrar algo, agora!

9:11

Gustavo: O que??

Kevin: Que demora para responder!

Gustavo: Eu tava dormindo, seu maluco que acorda cedo em pleno sábado.

Kevin: Você ouviu algum barulho ontem?

Gustavo: Tirando meus vizinhos fanfarrões, nada!

Kevin: Bom, eu ouvi, uma explosão, na verdade tava mais pra um trovão, mas foi muito intenso.

Gustavo: Ta, o que que tem? Ta me deixando curioso.

Kevin: Quando eu for na sua casa eu mostro e explico melhor.

Gustavo: Então poder vir agora, meus pais saíram, tiveram que levar minha irmã ao hospital.

Kevin: An... Ta! To indo.

9:29am

Kevin sem muita pressa, trancou as portas de sua casa totalmente, e pegou a chave reserva e saiu para a rua, em direção à casa de Gustavo, seu amigo, um rapaz quase do mesmo tamanho que Kevin, de cabelos pretos, e olhos castanhos, era fácil identifica-lo na rua pois sempre vestia uma calça jeans clara, uma blusa de frio branca e seu boné preto que destacava seus cabelos negros caídos nos ombros.

Kevin caminha pelo vilarejo Ingsberg e observa como tudo ali não mudou desde que nasceu, e ao lembrar de seu nascimento se lembra automaticamente de sua mãe , e como queria te-la conhecido pessoalmente, só sabia que era uma mulher alta, loura e que se chamava Astrid, sua mãe havia morrido em seu nascimento, por conta de fortes dores no parto, Kevin se sentia culpado, pois acha que nada no mundo é por acaso, mas prefere nunca tocar no assunto, e nunca quer dizer JAMAIS.

Chegando na casa de Gustavo, que ficava em frente à represa da cidade, Kevin atravessa a rua e num movimento de reflexo ele avista um homem velho com um sobretudo e um chapéu velho preto jogando migalhas aos pássaros que de repente desaparece com o movimento de um carro que quase atropela Kevin, ao recuperar a sanidade o Garoto rapidamente toca a campainha da casa do amigo.

- Quem é? - Perguntou Gustavo pelo interfone 

- Como assim quem é? Você só me recebe em casa. - Respondeu Kevin.

- Isso não é verdade. - Terminou Gustavo destrancando o portão pelo interfone.

Kevin entrou na casa de Gustavo, uma casa da classe média, seu pai era engenheiro e trabalhava a noite na cidade vizinha, sua mãe era dona de uma loja de roupas conhecida na região, dava para perceber de longe o quão rica era a família de Gustavo.

- Eae, senta aqui, me fala o que você queria me dizer. - Disse Gustavo sentando-se no sofá de sua sala.

- Então, ontem teve aquele barulho que eu falei, mas eu não sei por que, eu tive que ir lá ver o que era, e descobri que não era apenas um relâmpago ou algo do tipo! - Disse Kevin sentando-se e entregando o amuleto do pescoço até a mão de Gustavo.

- O que seria isso? - Perguntou Gustavo estranhando. 

- É um amuleto do Deus do Trovão, Thor, encontrei ontem na floresta da rua de baixo da minha casa, eu acredito que algo o trouxe até aqui. - Respondeu Kevin.

- Sério? Você acredita nessas coisas? - Perguntou Gustavo.

- Cara, acreditando ou não, isso veio do relâmpago, eu tenho certeza, nada é por acaso nessa vida. - Disse Kevin

- E o que acontece se eu colocar ele? - Perguntou Gustavo novamente colocando o amuleto,

- Eu creio que nada. - Disse Kevin.

Antes de terminar a ação de colocar o amuleto envolvido no pescoço, os dois amigos, ouvem um grande trovão vindo do lado de fora da casa, na rua para ser mais exato, um dos grandes capaz de abalar os céus, Gustavo jogou o amuleto para Kevin, que pegou no momento certo e guardou, os dois levantaram e correram para fora para checar de onde via o barulho, ou se havia começado a chover no local, mas para a surpresa dos dois amigos, o clima estava fechado, mas estava seco, ficaram os dois encarando os céus, quando mais um relâmpago seguido de um enorme trovão desceu dos céus em uma velocidade terrível. abalando as águas calmas da represa, ao olhar para as águas em tremor na lagoa, Kevin avistou do outro lado, em um matagal denso que envolvia a mesma, um homem, que de longe se observava que era enorme, assustadoramente forte e aparentemente estava parado, observando os amigos que entraram para dentro da casa no mesmo instante.

- O QUE FOI ISSO? - Gritou Gustavo assustado.

- Espera, deixa eu pensar. - Disse Kevin com um ar de desespero.

- Cara, aquele monstro vai nos matar, você viu como ele olhou para nós? - Disse Gustavo com o mesmo tom de desespero na voz.

- Como ele era? - Perguntou Kevin.

- O que? - Disse Gustavo.

- O homem, como ele era você percebeu isso? - Perguntou novamente Kevin ainda assustado.

- Ah! Parecia ser forte, grande, e ... Era ruivo! Com cabelo comprido e barba! E com certeza havia ódio em seus olhos, dava pra ver mesmo de longe. - Respondeu Gustavo.

- É ele! - Disse Kevin.

- ELE QUEM?! - Gritou Gustavo.

- Thor... O Deus do Trovão!

 



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