História Keypiece - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Besta, Drama, Mistério, Verdade
Visualizações 2
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Sci-Fi, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Lá vai algo que estava nas profundezas da minha mente, e só consegui resgatar agora. Espero que desfrutem dessa possível saga e... Bem me dêem dicas e falem oque gostaram e oque eu posso melhorar, até a próxima talvez.

Capítulo 1 - Desencaixado


Fanfic / Fanfiction Keypiece - Capítulo 1 - Desencaixado

–Oque você se lembra daquela noite?–Perguntava o tio Kimo, da loja de conveniência na esquina da minha... O quê?

–Eu... Eu não são oque houve, não me lembro de muita coisa... –Minha cabeça doía sempre que eu tentava lembrar, como se fosse uma certa punição por apenas ousar se lembrar do que aconteceu... Mas... O que aconteceu.

–Então?

Eu não sabia o que dizer, como saberia, eu não tinha ideia do que estava acontecendo ou oque estava por vir... Afinal eu sou apenas uma peça sem espaço nesse enorme quebra-cabeça.

Capítulo 1- Sem lugar de encaixe.

Após o que aconteceu... Ou melhor, após eu ter acordado no que restou de uma casa que talvez era minha, eu fui direto para um quarto, estava intacto para minha surpresa. Paredes cinzas com adornos roxos, eu adorava aquela cor pelo que sentia, a cama ficava no centro do quarto, a direita havia um criado mudo de carvalho eu acho, bem de qualquer forma ele era bonito, a esquerda tinha um guarda-roupa grosso e escuro, não muito longe, acho que uns 20cm a direta do guarda-roupa teria a janela, dando direto para a rua.

O lado de fora não estava nada bonito também, nas ruas tinham carros abandonados e aleatoriamente, como se tivesse acontecido uma espécie de evacuação, ou algo do tipo. Na casa da frente tinha uma pessoa, talvez a única pessoa viva que eh vi em toda minha vida.

Ruuuaaaaarrrr!!!!!

Não sei se vocês estão acostumados a escutar esse tipo de coisa mas, oque caralhos foi isso? Um rugido? De quem? Ou melhor de onde e porque?

Essas perguntas estavam me matando, eu precisava de algo para me distrair, porém não havia nada ali para me distrair... Espera, o carinha na casa da frente, será que eu posso ir lá? Será que é seguro ir para lá? Sair na rua sem nenhuma proteção ou sem nenhuma informação sobre oque aconteceu?... Mas... Se eu continuar aqui também não descobrirei nada.

Decidido a me arriscar eu dei uma ultima vasculhada pela casa, encontrei um ano de vassoura e uma faca, um pouco mais nos fundos dos destroços da casa, havia uma espécie de fita isolante e também um arco com três flechas, sendo que uma delas estava quebrada, ou seja, duas flechas um arco e agora... Uhm!! Uma lança!

Usei a fita para prender a faca no cabo de vassoura, muito esperto isso né?. Bem agora estou maquinado e pronto para ir até a casa do carinha, que fica do outro lado da rua.

Avançando contra a casa do carinha, eu mentia em constante perigo, além da sensação de ser observado. Mas não pelo carinha, por outra pessoa, alguém que demonstrava perigo de verdade.

No momento em que eu me encontrei com a porta, eu me toquei que era um estabelecimento de vendas, ou uma loja de conveniência para encurtar os detalhes. Quando empurrei o portão notei que estava aberto, talvez ele tenha aberto para mim, ou ele n tem certeza do que aconteceu e espera que alguém surja para ajudá-lo.

Do lado de dentro do lugar havia algumas prateleiras vazias e outras com restos de pacotes vazios de salgadinhos que eu tive a sensação de sempre comer eles quando voltava da... Escola? Onde era minha escola? Quem eram meus amigos? Meus colegas de sala, meus professores e... O que houve com eles? Com todos eles...

–Pequeno Oroka! Não acredito que você esta bem, em estou tão feliz que você sobreviveu ao ataque daquela coisa... Onde estão seus pais?–Disse o carinha da loja de conveniência.

Oroka... Esse é meu nome, mas e meus pais ? Eu não sei onde estão, eu não sei como eu sobrevivi a... Aquela coisa? Do que será que ele esta falando? E... Por que?

Nesse momento, sem motivo algum, meus olhos começaram a lacrimejar, eu estava chorando e nem sabia o por quê, eu só... Chorava.

–Não se preocupe Rorô, seu tio está aqui.–O carinha se ajoelhou na minha frente, ele abria seus grandes braços e me direcionava um sorriso.

Ele era grande, cerca de 189cm, forte e tinha uma barba rala que combinava com seu jeito bobão sorridente, usava um tipo de uniforme que chutei ser da loja de conveniência onde trabalhava. Olhos cor de mel e cabelos curtos e espetados castanhos, porém estavam com um tom acinzentado, deve ser por causa do pó desses destroços.

Eu não tinha muito oque fazer, ele era a única pessoa que me reconhecia e que sabe sobre mim, eu estava precisando disso, eu preciso disso. Corri em sua direção, sem nem pensar duas vezes eu me aconcheguei em seus braços largos e me desfiz em lágrimas, pois era tudo oque me restava alí.



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