História Kill - imagine Lee Minho - Capítulo 3


Escrita por: e najno


Capítulo 3 - Surpresa


Fanfic / Fanfiction Kill - imagine Lee Minho - Capítulo 3 - Surpresa

Sook Kim — Ponto de Vista

E lá estava eu, almoçando com minha família. Não não, minha família não é lá aquelas coisas todas: rica, grande influência na Coréia, com empresas que rendem milhões e etcetera.

Meu pai é um talentoso —porém não muito reconhecido— pintor, quase todos os quadros de nossa casa foram feitos pelo mesmo. Tenho muito orgulho de ter Kim Dong Hyun como pai.

Minha mãe é vendedora de imóveis —muito fracassada— seu nome é Kim Parker, esses últimos anos ela mudou bastante, de uma pessoa dócil para uma pessoa arrogante e raivosa. Os negócios no rumo dela não estão indo bem e isso está me deixando preocupada.

Por sua vez meu irmão, Kim Seungmin. Ele é mais novo que eu completou seus dezeseis anos e está agora no 1°ano do ensino médio —arrastado mais conseguiu—. Não estudamos na mesma escola como podem ter notado, e isso é ótimo! Não que eu não goste de Seungmin mas é que ele me irrita demais as vezes e eu não queria que ele me visse passando por certas coisas envolvendo um certo alguém chamado Lucas.

—Fiquei preocupado com você minha filha, demorou demais para chegar em casa. Cheguei a pensar que tinham lhe sequestrado. –papai diz com um olhar frustado.

—Me desculpe, eu realmente não queria dar esse trabalho todo. Mas... O ônibus foi o principal vilão dessa história. –disse não querendo comentar sobre o real motivo do meu atraso.

—Com certeza seu dia foi mais interessante que o meu. Tive que limpar todo o refeitório por causa do Felix. –Seungmin disse colocando a mão na bochecha esquerda apoiando o cotovelo na mesa.

—Eu não gosto dos seus amigos, são bagunceiros demais. –disse mamãe sem ânimo e olhou pra mim estranho me fazendo engolir em seco– porque seu braço está vermelho de novo Sook? Andou brigando na escola?!

—N-não e-eu... Foi um acidente, eu bati na porta do banheiro sem querer. –digo e ela troca olhares com papai e depois suspira voltando a comer.

—“Acidente”, aham sei. –resmungou Seungmin e apenas volto a comer.

[…]

Termino de enxugar os pratos e talheres os guardando em seus devidos lugares e depois vou até a sala sento puxada por Seungmin antes mesmo de sentar no sofá para assistir ao filme que falamos durante o almoço.

—A gente vai pro quarto. –disse Seung e me puxou para o outro compartimento da casa da qual ficavam os dois quartos sendo um dos meus pais e o outro que era meu e de Seungmin.

—Diga de uma vez o que queres comigo. –digo sentando na cadeira de balanço.

—Foi aquele seu namorado Lucas de novo que lhe machucou não foi? Eu sei que foi, não eu não caio nesse seu papinho de 'foi um acidente'.

—Correção ex namorado. Ele agrediu o aluno novo Minho, Lee Minho por ciúmes o pior de tudo foi que tudo isso aconteceu porque eu olhei, olhei! O Minho. – digo irritada me lembrando do acontecido.

—Primeiro, você terminou com ele? Segundo, Minho? –bati a mão no rosto enquanto Seung caiu sentado na cama.

—Terminei e sim Minho. –falei e ele ficou aéreo por longos minutos.

—Lee Minho? Um cara alto, cabelos escuros, olhos grandes, rostinho de príncipe, um pouquinho albino que manja das danças? –perguntei e abri a boca num perfeito 'O'.

—S-sim... Seung de onde você conhece ele? É seu amigo? O que mais sabe sobre ele? Vai conta, eu estou... Eh, curiosa. –digo e ele serra os olhos.

—Nunca nem vi esse sujeito, saí dessa Sook. –disse e eu o olhei incrédula.

—Como nunca o viu? E se nunca o viu porque descreveu basicamente como ele é e acertou em cheio? –perguntei com uma sombrancelha levantada.

—Eu sei lá, já está morrendo de amores por esse sujeito? –perguntou cruzando os braços.

—O QUÊ?! Não seja bobo Seung o garoto mal chegou, eu nem conheço nada sobre ele mas, ele é tão diferente um diferente bom. Sempre calmo, gentil, digno da perfeição e ele gosta daqueles bombos que eu gosto da lipinha. –digo colocando a mão no queixo fazendo cara de apaixonada, não que eu estivesse apaixonada.

—Aham vou fingir que acredito que você não está apaixonada, mas... E o Lucas S/N ele aceitou a separação de boa? E se ele...

—Sook é a Camila na ligação. –nossa mãe entrou desesperada no quarto me entregando o celular me deixando assustada por tal maneira.

—Alô?... O-o Lucas o que?!... Eu estou indo por favor tente se acalmar, precisamos conversar sobre isso estou confusa... Alô? ALÔ?

—O que houve? –Seungmin perguntou confuso.

—E-eu preciso ir ao hospital o Lucas está m-morrendo. –saio correndo do quarto.

—Filha!

[15:15 p.m, hospital Kim Yoon Ha —principal de Seul—]

—Camila eu não fiz nada! Do que você está falando? –pergunto e a mesma me acerta um tapa.

Eu estou confusa, cheguei aqui fiz minha ficha e vim até o setor de emergência —um tanto calmo por sinal— avistando Camila sentada em uma das cadeiras de cabeça baixa. Assim que falei com ela, a mesma se levantou com tudo e começou a me agredir. Sorte a minha que os socos que eu recebia eram leves por causa da fraqueza —que até antes a mesma tinha—.

—Pare de se fazer de sonsa! Ok. Deixa eu refrescar sua cabeça. –disse e tirou uma caixa de bombos igual a que Minho tinha hoje em mãos— amassada jogando em mim– leia leia!

Encarei a caixa amassada em meu colo e aproximei meu rosto para ler o que havia escrito no canto da caixa: Sook Kim♡.

“E-eu escrevi isso na caixa do M-Minho... Não. Não pode ser.”

—Como pode fazer isso?! Encheu os bombons de agulhas de tricô para matar meu irmão pela besteira de hoje cedo? Eu te odeio Sook. –disse virando seu rosto chorando.

—Camila e-eu... –engoli em seco ao lembra do Lee.

—Se o Lucas morrer esqueça que algum dia fomos amigas você vai para a cadeia e vai apodrecer lá. –falou enxugando seu rosto.

Passei as mãos pelos cabelos querendo arranca-lós. Onde eu me envolvi? Droga, droga e droga! Algumas lágrimas começaram a sair e estantes eu já me encontrava em soluços horrorosos.

—Vocês são parentes do jovem Lucas? –levanto em um pulo assim como Camila e logo o médico trata de abri um sorriso.

—Ele está bem? –perguntamos em uníssono.

—O estado dele é estágio, conseguimos tirar todas as agulhas. Ele é forte vocês tem um garoto entanto, já já poderam vê-lo. –disse se retirando e rapidamente cessei a choradeira.

—Ele está bem, ele está bem... Bem! –digo querendo gritar ali eu juro que vou cuidar do meu namorado com todo carinho e amor que ele merece.

—Sook se acalme por favor. –Camila puxou meu braço e me abraçou, retribuir o abraço e assim que nos separamos sorri.

—Que cena linda! Vou liberar agora mas, só uma de cada vez. –disse o médico ali mais uma vez.

—Vai eu vou depois. –Camila sorriu e eu olhei para o médico que sorriu minimamente.

Dei uma corridinha até o quarto de Lucas e fiquei estática por um tempo. Todo seu pescoço estava com um gesso grosso seus braços estavam cheios de agulhas com fios de cores diferentes e ele estava puxando ar por uma cápsula que era ligada a um bujão de gás oxigênio.

Aquilo me doeu muito, eu ainda não entendo. Não consigo, não quero acreditar que Minho pode ter feito uma coisa dessas, a visão do perfeito que eu tinha sobre esse rapaz foi completamente destruída.

—Oi meu amor, como você está? –rio passando o polegar na sua bochecha– me desculpa, é tudo culpa minha eu não deveria ter olhado para ele. Eu vou me esforçar ao máximo para lhe dá todo o amor que você merece, melhore logo por favor. –digo e beijo sua testa vendo em seguida os batimentos cardíacos aumentarem, rio e saio do quarto enxugando meu rosto.

[…]

—Já está tarde filha vá deitar. –meu pai disse quase em uma ordem mais permaneci sentada no sofá brincando com meus dedos.

—Eu vou depois pai preciso ficar a sós por favor. –disse e ele se retirou.

Me levanto do sofá e vou a cozinha pegar um copo com água. Estava morrendo de sede, cheguei tarde em casa devido o trânsito e também porque eu estava tentando conversar com Camila, mas a mesma apenas disse que não acredita em mim. Volto a sala e paro ao lado da mesinha piscando algumas vezes ao ver a caixa de bombons “fechada” com um bilhete.

Meu corpo estremeceu de maneira anormal e por alguma razão eu me sentei no sofá coloquei o copo na mesinha e me apressei a pegar o bilhete o lendo em seguida:

“Para Sookinha'”

—Sookinha' que apelido é esse? –encaro o papel em minhas mãos.

Encaro aquela caixa por um tempo e respiro fundo antes de abri-lá colocando a mão na boca ao ver o que havia na caixa.

—AH!

“Bem vinda ao jogo!♡”



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