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História Kill or Die - Capítulo 1


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Notas do Autor


Bem, olá a todos. Essa minha nova história com Naruto, zumbis, e peitos kkk

Espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 1 - Fim do mundo para os vivos.


Fanfic / Fanfiction Kill or Die - Capítulo 1 - Fim do mundo para os vivos.

“Durante toda a minha vida, eu acreditei que o mundo apenas chegava ao fim para aqueles que morriam. Mas agora..., eu não tenho mais tanta certeza disso.”

Zumbis. Essa era a palavra para descrever tais monstros com uma fome insaciável por humanos, além de aberrações, que atormentavam a cabeça de um jovem loiro. Esse mesmo loiro, corria pelo terraço da escola, acompanhado de uma garota.

Com um golpe, ele retirou um morto de seu caminho, ao rebate-lo com sua espada de madeira. “Depressa!”

Chegando na escada, o loiro bateu em outro zumbi e em seguida passou outro por cima das costas, fazendo-o bater na parede e cair de cabeça. Rapidamente o garoto chegou ao topo da escada, mas a menina decidiu golpear o zumbi atrás, espetando-o com sua lança improvisada.

“Sua idiota!” repreendeu ele.

“Mas...” Então o zumbi agarrou o bastão, e a golpeou no estômago fazendo-a bater contra a parede e cair sentada, mostrando sua plena calcinha branca. O morto avançou para a transformar em sua refeição e tudo o que ela pode fazer foi fechar os olhos. “Não! Se afaste!”

“Rei!” o loiro correu para o zumbi, e o acertou na cabeça com um forte golpe de espada.

O morto caiu sem mais sinais de movimento. E a garota denominada Rei sorriu para seu amigo e secretamente paixão. “Naruto”

“Droga... Isso é uma loucura.” Disse o loiro chamado Naruto, e então viu os milhares de zumbis na superfície mais baixa do terraço.

Pessoas. Pessoas mortas, mas que ainda são capazes de andarem por aí. Alguns deles seguiam caminho em direção aos sons que tinham ouvido, e outros se alimentavam com a carne humana que tinham conseguido.

Naruto estava aterrorizado com o cenário. Ele simplesmente não entendia, assim como qualquer outro naquela escola. “O que diabos está acontecendo?!!!”

[...]

Era de manhã. 10 de outubro. Aniversário de 18 anos de Naruto Uzumaki. E embora devesse ser um dia feliz, não era assim que Naruto estava se sentindo, pois mais uma vez, sua madrinha Tsunade, a mulher que foi como uma mãe pra ele, o estava deixando. Ela era uma das melhores agentes do governo japonês, e estava sendo designada para uma missão de última hora. Apesar disso, esse não era o motivo da briga, já que era comum ela ficar fora por tempos indefinidos graças ao trabalho, mas o que tinha deixado Naruto furioso mesmo, foi o fato dela quebrar sua promessa.

Promessas eram algo de muita importância para o Uzumaki. Ele valorizava muito e odiava quando uma era quebrada. E foi assim que se chegou na discussão entre ele e Tsunade, pois ela tinha prometido estar presente no aniversário dele, e agora de repente estava partindo.

“Porque você tem que ir nessa droga de trabalho?! Você prometeu ficar pro meu aniversário! Você prometeu!!!” Gritou o loiro, com fúria em sua expressão.

“Eu não tenho tempo para discutir com você agora, Naruto!” respondeu Tsunade ao fechar sua mala e coloca-la no ombro, saindo do quarto em seguida.

“Como assim?! Quer dizer que o trabalho é mais importante do que sua promessa?!” enfurecido ele seguiu sua madrinha até a porta da casa. “Ei!”

Ela parou na frente da porta, soltou um breve suspiro e retornou para o seu querido pirralho, com uma caixinha preta na mão. “Eu sinto muito por isso Naruto, mas eu realmente tenho que ir. Esse..., é o seu presente.” Ela estendeu a caixinha.

Com frustração e raiva, Naruto simplesmente bateu na mão da loira mais velha, mandando a caixinha para alguma parte da sala. “Sai daqui... Vá embora de uma vez! Vá embora e não volte mais!!!”

Doeu no coração de Tsunade ouvir tais palavras de seu amado afilhado. Ela sabia muito bem que ele odiava quando uma promessa era quebrada, mas ele iria entender com o tempo.

“... Tenha um bom dia, Naruto.” Disse ela e saiu, deixando o loiro sozinho mais uma vez em sua casa.

[...]

“Tch! Porque teve que acabar daquele jeito? Droga.” Resmungou o loiro, ao relembrar da discussão do dia anterior.

Ele estava debruçado sobre a grade da escadaria, que dava visão do portão principal da escola.

Uzumaki Naruto. 18 anos. Notas médias porém, se destaca na aula de kendo e karatê masculino, estando no 1º lugar. Mata aula com frequência. E já participou de várias brigas, dentro e fora da escola.

“Você é idiota?” uma garota de cabelo rosa em dois rabos, chamou a atenção do loiro.

“Takagi?”

Saya Takagi. 16 anos. Notas altas. Considerada um gênio da turma. Porém é de uma personalidade difícil e um tanto cômica já que é aquela típica Tsundere.

“Sempre que está incomodado com alguma coisa, você foge para o mesmo lugar. Parece que ainda está no primário. Além disso, olhe pra si mesmo. O semestre já começou.” A agora nomeada Takagi, se aproximou dando um sermão. “Se continuar assim você precisará estudar nas férias ou repetir de ano.”

“Olha quem fala.” Disse o loiro desviando o olhar do decote da garota. “Você também está matando aula.”

“Mas eu sou um gênio, então tudo bem. Você no entanto, entrou aqui por sorte.” Retrucou ela.

“Porque você me odeia tanto, Takagi?” questionou Naruto de forma cansativa.

“Não gosto de idiotas... Especialmente aqueles que não reconhecem que são. Você é idiota, mas ao menos sabe que é. Talvez se eu disser que você é idiota, você fique menos idiota, idiota.” Respondeu a rosada.

Sendo franco, ela tinha razão, imaginou ele. Depois de pensar um pouco, Naruto percebeu o quão idiota foi ao tratar Tsunade daquele jeito. Ele parecia um pirralho mimado. Tão irritante. Tão idiota. Fez todo aquele teatro por causa de uma promessa boba, sabendo que o trabalho de sua madrinha normalmente envolvia salvar vidas ou impedir que uma merda muito grande acontecesse. Ele se sentiu péssimo.

Takagi notou o quão quieto e deprimente o loiro a sua frente ficou, além de que, em algum momento ele tinha se debruçado novamente na grade da escada olhando o horizonte.

“Você não tem jeito mesmo. Idiota.” Resmungou ela e saiu para voltar a aula.

Sozinho novamente, Naruto se lembrou da cara triste que Tsunade fez quando ele a mandou embora e do bom dia que ela desejou a ele. Ele se sentiu culpado. E isso por algum motivo o deixava irritado. Ele errou ao gritar com ela, mas ela também errou ao quebrar sua promessa. No fim, o loiro desistiu.

“Merda! Eu tenho que me desculpar quando ela voltar.” Resmungou Naruto irritado, e esfregando a cabeça.

Foi então que ele ouviu um barulho no portão principal da escola. Aparentemente era um homem, mas ele agia de maneira estranha.

“Quem é aquele? Parece suspeito?”

O loiro então notou que alguns professores foram verificar a situação.

“O que você quer? Não faça nada estranho.” Disse a professora com autoridade.

“Tudo bem, Hayashi-sensei. Deixe que eu cuido disso.” Um dos professores se aproximou, pegando o suspeito pela gola e o puxando contra o portão com violência.

“Espere, Tejima-sensei! Violência em excesso é...” disse a professora.

Então o homem que agia de maneira estranha, mordeu o braço do professor, deixando os outros em estado de choque. Ele se debateu de um lado pro outro no chão, enquanto gemia de dor. Naruto que observava, não tinha sequer reação, parecia que ele tinha travado diante da cena.

“Ele morreu.”

“Não pode ser. Com uma mordida?” Disse a professora, até ver um rápido movimento de reflexo na mão do homem. “Tejima-sensei! Você está bem?” ele abriu os olhos. “Tejima-sensei! ainda bem...”

O professor mordeu a mulher, fazendo-a gritar. Isso assustou Naruto, fazendo-o recuar alguns passos. Ele viu que os outros dois homens restantes fugiram, provavelmente para informar algum superior.

O loiro então decidiu sair daquele lugar. Ele correu pelos corredores do colégio, até entrar em uma sala de aula qualquer e fechar a porta. Ele encostou a testa na porta, enquanto respirava pesadamente.

“Naruto! O que está fazendo aqui?! Essa não é a sua sala! Já não basta matar aula, agora quer atrapalhar a aula de outras turmas?!” Disse o professor irritado.

“Sensei!” Naruto se aproximou do mais velho, com uma expressão de choque. “Você tem que me ouvir. Eu... Eu acabei de ver dois professores morrer no portão da escola.” Isso chocou a turma. “Temos que avisar o diretor. É perigoso ficar na escola.”

O loiro parecia estar em choque, e todos ali na sala puderam ver. Takagi, que era uma das alunas olhou estranhamente para o loiro, assim como outra garota de cabelos castanho claro sentada na última carteira ao lado da janela. Seu nome era Miyamoto Rei. 17 anos. Uma garota que repetiu de ano por algum motivo desconhecido, já que era uma boa aluna. Ela era uma colega de Naruto, no ano anterior eles estudaram na mesma sala, e fizeram uma amizade.

“Professores morrendo?” riu um garoto.

“Essa foi uma péssima piada. Você devia se esforçar mais.” Riu outro rapaz.

Os alunos começaram a rir, e o loiro se virou para a turma. “Não é uma piada! Isso é sério! “

“Pare, Naruto! Esse tipo de brincadeira não tem graça!” Disse o professor tentando se manter calmo, diante do rapaz que tirava sua paciência.

“Mas...”

“Chega! Saia dessa sala, ou eu te mando para a diretoria agora mesmo!” gritou o professor.

Naruto se irritou. “Tá!... Eu só tentei ajudar! Bando de idiotas, espero que todos morram!” berrou ao sair da sala.

Takagi, Rei e um gordinho da turma no entanto, pareciam ter algo em relação ao loiro que não os fez duvidar dele, embora estivessem em dúvida.

[...]

“Droga! Porque eles acharam que eu brincaria com uma coisa dessas? Idiotas.” irritado Naruto resmungava, enquanto de seu armário, ele arrancava uma espada de madeira de Kendo.

Ele pegou seu celular na intensão de ligar para sua madrinha, mas se lembrou que ela não estava em casa, e não atendia quando estava fora. Então ele guardou o celular de volta e fechou o armário, mas ficou surpreso com a garota que estava ali.

“Rei?”

“Aquilo que você disse na sala..., é verdade mesmo?” Perguntou a garota receosa.

“Claro que é! Porque eu brincaria com algo assim?!” afirmou ele, então ouviram as caixas de som da escola ligarem.

“Atenção, todos os alunos. Um ato violento está ocorrendo na escola! Todos os alunos devem evacuar o local de acordo com as instruções dos professores! Repetindo: Um ato violento está ocorrendo na escola!”

“Finalmente perceberam.” Disse Naruto.

“Todos os alunos devem evacuar o local de acordo com as instruções dos professores–“ o microfone fez um som desequilibrado, e então depois de alguns segundos, o professor começou a gritar. “Socorro! Me ajudem! Socorro!”

Um gordinho estava se arrastando para fora da sala de aula. Seu nome era Hirano. 16 anos. Um nerd, com uma certa paixão escondida por armas.

“Hirano!” chamou Takagi se aproximando, já que ela tinha saído da sala.

“Takagi-san.” Ele sorriu.

Ela se agachou e fez sinal pra ele fazer silencio. “Vamos fugir.”

“Isso dói! Dói... Dói! Pare! Socorro!” o professor berrava, e todos os alunos da escola ouviam através das caixas de som.

Assim, tudo silenciou. Todos em choque. Até que, um giz deslizou pela mesa de um professor, e se despedaçou ao bater no chão. O que veio em seguida, foi o puro caos. Naruto e Rei ouviram a gritaria de outros corredores.

“Naruto, vamos fugir.” Sugeriu Rei.

“Espere!” disse o loiro abrindo uma porta que levava a uma escadaria.

“O que você está fazendo?” questionou a garota.

Naruto encontrou itens de limpeza, e em seguida torceu o cabo de um rodo, transformando-o em um tipo de lança improvisada. “Com base no caos e no que eu vi mais cedo, é melhor andar armado. Eu já tenho minha espada de kendo, então você fica com isso. Você já fez parte do clube de combate de lança, certo? Então, imagine que isso é uma lança.”

“Certo.” Rei, pegou sua lança improvisada com certa indecisão.

“Ok. Agora precisamos achar um jeito de sair sem passar pela multidão.” disse Naruto, pensativo.

“Vamos pelo prédio de administração! Todos estão fugindo pelo prédio de aulas, então não deve ter ninguém por lá.” Afirmou Rei. Naruto apenas concordou com a cabeça, e assim correram pelos corredores.

Ambos chegaram a um caminho que levaria ao terraço do prédio de administração, mas se depararam com um professor, de pele e olhos cinzentos, como se estivesse morto.

“É o Akisaka-sensei, professor de japonês moderno?” perguntou Rei de forma aflita.

O loiro no entanto percebeu a mordida na perna esquerda do homem. “Cuidado, ele está...”

O zumbi avançou, parecendo um bêbado desnorteado. Mas antes que agarrasse Rei, ela se afastou balançando seu bastão de um lado pro outro. “Não! Afaste-se!”

“Ataque-o, Rei! Não hesite, vá com tudo!” encorajou Naruto.

“Não!” O zumbi agarrou o bastão empurrando a garota para tentar morde-la. Ele era forte, e parecia não medir esforços para conseguir uma mordida. Então Rei afiou seu olhar, empurrando o morto de volta. “Não subestime o clube de luta com lanças!”

Então depois de dois golpes com cada lado do bastão, Miyamoto avançou dando um salto, com um ataque de cima para baixo sobre o zumbi, e em seguida, o espetou no coração com a ponta afiada do cabo de rodo.

“Conseguiu!” sorriu Naruto.

Porém Rei notou os sinais de reflexos de vida no ser cinzento. Ele começou a se mover com mais força do que antes, fazendo a garota bater contra a parede. Ela imediatamente agarrou o bastão novamente na tentativa de manter o zumbi longe.

“Não pode ser! Eu atravessei seu coração. Por que ele ainda se mexe?”

Naruto então agarrou o professor pelas costas, puxando-o para trás. “Puxe agora Rei!”

A garota fez como ordenado e retirou a lança improvisada do morto, mas sua preocupação veio logo em seguida. “Naruto, afaste-se dele.”

“Tudo bem. Eu posso segura-lo–“ mal ele terminou e a cabeça do professor começou a virar. “O que diabos?! De onde veio tanta força?” ele tentou segurar a cabeça do zumbi, mas não deu certo.

Ele recebeu uma mordida no braço. Aquilo realmente doeu. E o pior, era que o morto estava fazendo isso para conseguir um pedaço de carne.

“Solte ele, seu monstro!!!” Avançou Rei, espetando o zumbi nas costas, porém ele não soltava sua presa.

Receber uma mordida já doía, mas ter um pedaço de sua carne arrancado foi ainda pior. Foi aterrorizante. E ele sentiu medo dessa coisa. Ao mesmo tempo em que gritava de dor, ele se afastou, segurando o braço ferido.

“Ele arrancou um pedaço de mim.” Murmurou Naruto, em pleno choque, vendo o sangue vermelho em sua mão.

“Naruto, cuidado!” alertou Miyamoto, espetando várias vezes as costas do homem. “Afaste-se dele!”

“Você ainda quer mais da minha carne?” Naruto recuou um passo, e fez uma careta de raiva, ao passar a espada de madeira para a outra mão. “Seu..., desgraçado!!!”

Ele segurou firmemente sua espada de madeira, passou-a para o outro lado de seu corpo, e com violência, retornou em um poderoso golpe aberto na cabeça do zumbi, pintando o chão de sangue vermelho. O professor caiu no chão, sem qualquer sinal de vida.

Naruto estava ofegante devido a adrenalina. Ele nunca imaginou ter que explodir a cabeça de um professor. Mas ele teve que fazer, ou sua vida iria pelo ralo.

“Você está bem?” Rei perguntou ao se aproximar preocupada.

“S-sim. De alguma forma.” Respondeu ele, incerto do que aconteceria a seguir.

“Aqui.” Rei tirou um pano branco do bolso, e começou a enrola-lo no braço machucado do loiro, fazendo um curativo improvisado.

O Uzumaki não pode evitar de corar com o gesto. Não eram muitas pessoas que vinham a ser gentis com ele, ainda mais, sendo uma garota tão linda como Rei. Ele tinha alguns olhares para ela, afinal, foi sua primeira amiga, desde que chegou a esse colégio, embora, por algum motivo, ela tenha se afastado depois que repetiu de ano.

“Obrigado” ele agradeceu, recebendo um sorriso simpático dela.

Um grito feminino percorreu o local. Ambos olharam para uma parte mais baixa da escola, vendo uma garota sendo devorada por um morto.

“Pare! Não me morda!” E foi mordida no pescoço.

Rei sentiu pena da pobre garota. Ela não podia acreditar que algo de filmes idiotas sobre zumbis, estava realmente acontecendo.

“Temos que continuar. Precisamos sair dessa escola o quanto antes.” Disse Naruto, agarrando a mão de Rei e a puxando.

Eles chegaram na cobertura. E ali viram o caos que estava a cidade. Fumaças subiam por toda a parte, como se estivessem num cenário apocalíptico.

“O que é isso? O que está havendo?” se perguntou o loiro.

“Estava tudo normal até agora há pouco.”

Rei sentiu um forte vento em suas costas, empurrando-a para frente. Naruto rapidamente a segurou e logo eles viram helicópteros passando.

“Um Black Hawk? Exercito Americano? Não... É a força de Defesa Japonesa.” Comentou Naruto surpreso. “De onde eles surgiram? Não há uma base nas proximidades.”

“Nos ajude!!!” sinalizou Rei, tendo esperança de resgate.

“Não funcionará. A força de defesa japonesa nunca viria aqui se não fosse por algo importante. Eles devem estar em missão especial. Não se preocuparão com a gente. Nem fizeram nada em relação àquilo.” O loiro apontou para outra vítima dos mortos nas partes mais baixas da escola. “Vamos ter que fugir por conta própria, tentar se esquivar ao máximo pelos lugares com menos gente, e evitar conflito com essas coisas.”

Duas garotas passavam por um corredor, animadas demais pelo que ocorria ao redor e prometendo amizade eterna, até a perna de uma ser agarrada. Ela pediu por ajuda, no entanto sua amiga a chutou para a morte, embora a traidora tenha sido em seguida a próxima vítima.

Um professor gordo fugia dos monstros. Ele estava tão assustado quanto qualquer outro. Estava em choque e isso mexeu com sua cabeça, levando-o a cometer suicídio ao pular pela janela.

“É como uma doença causada por eles.” Disse Naruto.

“Eles?” perguntou Rei confusa.

“Os zumbis atacam todos, mas isso não é um filme ou jogo. Por isso não dei um nome específico. Eles devoram pessoas que depois ressurgem como um deles. Não sei por que, mas a única forma de acabar com eles é esmagando suas cabeças.” Explicou o loiro com sua lógica através das observações.

“Então o que faremos?” questionou Rei.

“Vamos até lá bloquear a escada.” Respondeu Naruto. “Pronta?”

“Hai!” disse ela.

Assim, os dois correram pelo terraço, derrubando alguns zumbis pelo caminho. Na escada, Rei estava para ser mordida, mas Naruto a salvou esmagando a cabeça do zumbi com sua espada de madeira. [N/A: Acontecimentos do inicio do capitulo, só que resumido.]

[...]

Já estava de tarde. Próximo do horário do sol se por. A escola foi praticamente dominada pelos zumbis, e os vivos que restavam se escondiam de medo. Com Naruto e Rei não era diferente. Eles haviam feito uma barreira na escadaria do terraço, utilizando bancos e mesas que haviam encontrado.

“Isso é um pesadelo. Eu não quero mais continuar.” chorou a garota, olhando para o terreno escolar abaixo do terraço.

“Huh!” Naruto ficou surpreso. Ele não podia acreditar que ela estava desistindo.

“Se nós simplesmente pularmos, esse pesadelo irá acabar, não é? Tudo voltará ao normal. Não terá mais nenhum monstro. Vamos acordar em nossos quartos e perceber que tudo isso não passou de um sonho horrível.”

O loiro percebendo a ideia de suicídio, se irritou e agarrou o pulso da garota com força. “Que porra você tá falando, Rei?! Isso é a realidade! Se você pular, vai morrer, idiota!”

Rei puxou seu braço de volta, com irritação. “E o que você quer que eu faça?! A escola está infestada desses monstros! Nós nunca vamos conseguir sair daqui com vida. Eu..., eu prefiro morrer do que virar uma dessas coisas!”

Slap!

Foi o único som ouvido, quando o loiro tapeou o rosto da garota. Rei ficou surpresa com o ato. Ela colocou a mão no local atingido, de cor avermelhada, e encarou Naruto que tinha olhos frios e ao mesmo tempo preocupados para ela.

“Escute com atenção, Rei. Nós iremos sair desse lugar. Eu irei te proteger, não importa o que aconteça, mesmo que eu tenha que dar a minha vida. Isso..., é uma promessa! Então não me venha com essa história de suicídio de novo, ou eu vou te fazer engolir os próprios dentes.” Disse o Uzumaki com determinação.

Rei começou a ter lágrimas escorrendo por seu rosto. “Naruto...”

“Não se preocupe. Eu vou te manter segura, Rei.” Ele a abraçou, sendo retribuído rapidamente.

“Arigatō, Naruto.” Então ela soltou mais algumas lágrimas, enquanto afogava seu medo naquele abraço.

“... Eu sempre acreditei que o fim do mundo chegava apenas para aqueles que morriam. E agora, diante dos meus olhos, o fim do mundo caiu sobre os vivos... Mas..., eu não irei morrer assim tão fácil. Eu vou sobreviver e protegerei a Rei. Foi uma promessa. E eu..., nunca, volto atrás na minha palavra!”

.

.

.

— Fim do capítulo.


Notas Finais


E é isso. Obrigado pela leitura.
Até o próximo cap.


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