História Kill this Love - Tomione - Capítulo 12


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Categorias Harry Potter
Personagens Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Armando Dippet, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Cedrico Diggory, Charlus Potter, Cho Chang, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Percy Weasley, Personagens Originais, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Remo Lupin, Rita Skeeter, Ronald Weasley, Severo Snape, Simas Finnigan, Sirius Black, Theodore Nott, Tom Riddle Jr., Viktor Krum
Tags Alvo Dumbledore, Charlus Weasley, Ginevra Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Ronald Weasley, Septimus Weasley, Tom Riddle, Tomione
Visualizações 43
Palavras 1.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oie dsclp pelo atraso:(

Capítulo 12 - Mione?


Tom

“ ...então dormi”

Olhei para minhas mãos, provavelmente estava tendo um sonho lúcido. Meus pés estavam molhados, então olhei para o chão, que estava coberto de água. Aquilo era muito real. O local era completamente escuro.

— Olá, Tom. – Ouvi uma voz atrás de mim, então me virei rapidamente. — Ainda bem que deu certo.

— O que faz aqui?

— Você não respondia no pergaminho, então decidi invadir seus sonhos. Estamos conectados, esqueceu?

— Não, não esqueci.

— Bem, por que não respondeu?

— Estou no hospital-

— Por que está no hospital? – Interrompeu.

— Um homem perseguia Ben, Hannah e eu com uma faca, então decidi que protegeria os dois, mas acabou que levei uma facada.

— Por que não deixou os dois levarem a facada?

— Eles são crianças de dez anos e eu não sou um monstro. – Meus pés estavam congelados pela água fria.

— Ah, Tom, é sim. – Discordou. — Isso não vem ao caso. Mesmo que que fossem bebês, deveria ter se protegido! Aliás, quem protegeu você no orfanato? Ninguém. Ninguém, absolutamente ninguém te ajudou. Tudo que sou agora foi por mim mesmo. Meu mérito.

— E ser derrotado por um bebê?

— Cale-se! Apenas me ouça. Nunca mais diga isso! – gritou. — Agora, por fazer o que fez, seus atos terão consequências. O Ministério sabe o que fez.

— Que eu estuporei um lunático trouxa?

— Exatamente. Provavelmente vão mandar uma carta pra você por ser menor de idade e aqui... Somos pessoas diferentes.

— Somos pessoas diferentes, mas consegue invadir meus sonhos?

— Ah, isso vem com um pouco de magia das trevas o que não vem ao caso, novamente. – Respondeu aborrecido. — Era só isso. Tomei muito do seu tempo e dormiu mais do que deveria, acorde.

Então, no segundo seguinte acordei atordoado, minha cabeça girava demais e estava prestes a vomitar, mas percebi que duas crianças e uma coruja me encaravam com uma cara de interrogação no rosto.

— O que essa coruja está fazendo aqui? – Foi então que notei a carta em seu bico.

— Ela está aqui desde ontem quando caiu no sono. – Ben pegou a coruja com facilidade, e a colocou em cima da cama de hospital. — Mamãe não quis pegar e ler a carta porque ela é sua...

Peguei a carta do bico da coruja e a abri.

“Prezado Senhor Riddle,

Fomos informados que um feitiço foi executado de sua varinha às 20:05 em um beco sem saída.

Como bem sabe bruxos de menor idade não tem permissão de fazer feitiços fora da escola e, a continuar a prática, o senhor poderá ser expulso da referida escola. (Descreto para restrição racional da prática de bruxaria por menores, 1875, Parágrafo C).

Atenciosamente,

Mafalda Hopkirk

Escritório de Controle de Uso Indevido de Magia

Ministério da Magia

— E aí? Alguma coisa grave? – Ben perguntou tentando olha a minha carta, mas rapidamente a dobrei e a coloquei bem longe dos dois.

— N-não. – Menti. Gaguejar? Fala sério, Tom! — Como estão?

— Bem – Responderam juntos.

— E muito obrigado por ter sido esfaqueado para nos salvar..., – Ele hesitou. — irmão.

Baguncei seus cabelos cacheados ruivos, mesmo sendo impossível.

— Tom – Hannah me chamou e se aproximou, se sentando na cama. — quando sair daqui, vamos ter um jantar com uma família muito amiga da nossa. Eles queriam te conhecer porque mamãe falou muito bem de você.

— Que família? – Obviamente queria saber o sobrenome deles.

— É Gran- – Quando Ben começou a falar, foi interrompido por Sra.Bayers.

— Crianças, deixem o Tom descansar.

— Não, mã- Mary – De tanto ouvir Ben e Hannah a chamarem de "mãe", quase a chamei pelo mesmo nome, mas me corrigi a tempo. — Esta sala branca é chata demais. Ter companhia é até melhor para um paciente.

Mary parecia não ter percebido meu quase erro, então deu de ombros e se sentou no sofá que estava perto da cama.

— Não quero mais ficar aqui – Reclamei. Já estava com dor na coluna só de estar deitado na cama o dia inteiro.

— Mas vai ficar. Só por mais alguns dias para eles terem certeza que está bem. O corte não foi profundo, mas eles mesmo assim querem te manter aqui e eu concordo com isso. – Respondeu Mary, tirando uma revista e logo uma caneta, então ela começou a escrever coisas, depois riscar e pensar no que escrever.

— Podemos sair daqui e passear pelo jardim do hospital? – Hannah pergunta para Mary, que estava bem concentrada.

— Vinte minutos, nem mais nem menos. – Ela guardou sua caneta e revista na bolsa e me ajudou a me levantar. — O pai de vocês vem daqui à pouco. – Estava de pé, com os pés descalços.

— Oh, céus preciso comprar sapatos pra você. Por enquanto vai ter que ser esses de hospital mesmo. – Ela arrastou os pares para perto de mim e eu os calcei. Saímos do quarto e assim pude esticar minhas pernas e andar tranquilamente, mesmo que os três pensassem que eu estava gravemente ferido, pois estavam me "ajudando" a andar, o que achei bonitinho da parte deles.

O jardim do hospital era lindo, bem verde e continha flores de vários tipos. Nós nos sentamos em um banco e o vento batia em nossos rostos. Era uma sensação boa.

— Quem quer sorvete? – Mary tirou sua carteira.

— Eu! – Os gêmeos responderam rápido.

— Você não pode comer, querido. – Mary olhou pra mim, entregando uma nota para os dois, que correram à cafeteria do hospital.

— Ótimo, só porque estava com fome.

— Só até amanhã. – Avisou e eu assenti. Quando os dois chegaram, compraram mais que sorvetes: Salgadinhos, Kit cat, Oreo, pipocas e coca cola. — Eu disse S-o-r-v-e-t-e, não me lembro de ter dito Kit cat, ou oreo, pipoca... – Pegou a sacola e arregalou os olhos. — E o troco?

— O troco... Bem, o troco... – Ben começou a falar, provavelmente procurando uma desculpa boa. — A Hannah sabe.

A garota lhe mostrou o dedo do meio, sem que Mary percebesse. Provavelmente era algo ofensivo. Era hilário como os dois aprontavam.

— Hannah não sabe de nada. – Hannah se chamou pela terceira pessoa, então deu passos pra trás, tentando fugir, mas Mary pegou sua mão e a puxou de volta, a olhando com um olhar de reprovação. — Desculpa, mãe, mas não resistimos... Tanta coisa boa... – Disse Hannah encarando a sacola. — aliás não teve troco. Gastamos tudo.

Mary suspirou, tentando se acalmar. — Tudo bem, mas não comam tudo de uma vez e... Eu quero ficar com o Kit Cat. – Ben entregou a barra de chocolate à Mary, hesitando, já que sua irmã o encarava feio.

Uma cena cômica de família.

Hermione

Cinco dias depois...

— Mas mãe, eu queria passar a última semana n'A Toca... Por favorzinho?! – Pedi suplicando, após receber a notícia que iríamos acampar com a família Bayers, por causa da criança que adotaram. A criança não era bem criança. Para ser mais exata era um garoto da minha idade, um adolescente.

— Você passa todo o ano ao lado do Harry e do Rony, está na hora de passar um pouco com sua família, Mione. – Ela me encarou severa, enquanto tomávamos o café da manhã.

— Sim, mas...

— Filha, é para que ele se sinta mais à vontade, com a família e se a Mary quer a nossa ajuda, obviamente vamos ajudá-la. – Meu pai me interrompeu, então apenas assenti, derrotada e concordei.

— Hoje à noite vamos ao jantar na casa deles. Mary disse que ele foi atacado por um lunático com uma faca, mas o garoto se defendeu e defendeu seus irmãos. – Compartilhou a notícia interessante na mesa. — Me ajuda a fazer pudim e alguns cookies? – Assenti com a cabeça, animada para pôr a mão na massa.

— Ela nem sequer falou o nome do filho dela.– Minha mãe disse do nada. Talvez estivesse pensado alto.

— Ela quer fazer alguma surpresa? Não sei, mas talvez ela quer que ele mesmo se apresente, querida. – Meu pai pediu licença para sair da mesa e colocou a xícara que havia tomando café na pia e a lavou.

Minha mãe e eu passamos a tarde moldando os cookies, já que o pudim estava na geladeira. Depois colocamos no forno, então minha mãe logo disse:

— Vá se arrumar, os cookies vão estar prontos quando acabar, eu só vou limpar a bagunça.

— Eu te ajudo, mãe.

— Melhor não, depois vou estar te esperando sair do banheiro e isso demora muito, vai logo. – Tirei meu avental e o deixei em cima da mesa. Subi as escadas, entrando no meu quarto, então percebi que uma coruja batia na janela, era Errol. Abri a janela e peguei a carta.

“Querida Mione,

Perguntei aos meus pais se podia ficar na última semana de férias comigo...e com o Harry, é claro... Mande uma resposta pelo Errol... Até lá, se seus pais deixarem. Do mesmo jeito te vejo em Hogwarts. Mande mais carta e me diga o que faz de bom nas férias!

Rony”

Sorri ao terminar de ler a carta. Percebi que tinha uma queda pelo Rony, meu melhor amigo, no terceiro ano, desde então, ele é tão lerdo que não percebe minhas investidas, quando estamos a sós, já que seria vergonhoso fazer isso na frente de Harry.

“Oi, Rony...

Infelizmente não vou poder passar a última semana n'A Toca pelos amigos dos meus pais. Vamos acampar para que o garoto se sinta mais à vontade com a família, mas do mesmo jeito nos vemos na cabine do trem!

Ps: Harry mandou alguma coisa pra você?

Mione”

Dei a carta à Errol, então a coruja foi embora, rapidamente entrei no banheiro com a toalha em mãos e tomei um banho bem quente, depois corri para meu quarto e procurei uma roupa descente no guarda-roupa.

— O que eu deveria vestir para esse jantar? – Encarei meus vestidos e neguei. No final apenas vesti umas calças jeans, uma camisa social branca e calcei meus tênis pretos. Me olhei no espelho e notei que precisava arrumar meu cabelo, então os escovei com a ajuda de alguns produtos especiais para cabelos como os meus, volumosos.

— Mione, pode tirar os cookies do forno? – Minha mãe gritou do banheiro, enquanto as gotas d'água caíam. Desci as escadas e meu pai já estava arrumado, sentando no sofá entediado assistindo televisão.

Peguei dois panos e desliguei o forno abrindo a portinha. A bandeja dos cookies estava em cima do fogão. Me sentei ao lado do meu pai, os dois estávamos entediados.

[...]

Sai do carro, com uma tigela cheia de cookies coberta por papel alumínio em mãos. Meus pais andavam na frente e logo tocaram a campainha dos Bayers, que logo foi atendida por Ben. Mary, Ben e Hannah sinceramente podiam ser muito bem parte dos Weasley só pelo fato de terem cabelos ruivos e pelas sardas dos gêmeos.

— O que traz aí, Mione? – O garotinho tocou o papel alumínio. Meus pais já haviam ido à cozinha conversar com Mary e Leon.

— São cookies, – Ben arregalou os olhos. Estava prestes a pedir um biscoito. — mas só serão comidos depois do jantar e olhe lá. – Entrei na cozinha e deixei os cookies em cima da bancada. Cumprimentei Mary com um abraço, fiz o com Leon.

— O Tom está na sala com a Hannah. Estão jogando xadrez.

Tom? Coincidência gigante. Melhor nem pensar em Tom Riddle. Só de estar perto do garoto me dava um frio na barriga. 

Dei de ombros e fui até a sala, o garoto tinha cabelos pretos bem arrumados. Me lembrava aos de Tom Riddle, mas afastei aquele pensamento na mesma hora. 

Mione? – Hannah levantou seu rosto e veio em minha direção para me abraçar. O garoto se virou e quase engasguei ao ver quem era. 


Notas Finais


Comentem e agradeço pelos fav💖


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