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História Killer Bunny - Jeon Jungkook. - Capítulo 6


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Notas do Autor


📌 desculpem a demora, baby's!

📌 espero que gostem, e desculpe-me se houver erros!

📌 My Oh My! - Camila Cabello.

Capítulo 6 - V - A black leather jacket.


Fanfic / Fanfiction Killer Bunny - Jeon Jungkook. - Capítulo 6 - V - A black leather jacket.

— Não há nada, Jeon Jeongguk, que me faça pisar na sua casa hoje a noite! – ditei, irritada.

— Então, já te disseram que você é muito atraente quando fica mandona e irritada? – disse rindo ladino, mas parecia incomodado com minhas atitudes.

— Já. – falei séria. – E eu acertei um soco na cara dele. – e a tentativa de me livrar do babaca, não funcionava, ele continuava com aquele sorriso cínico.

— Filha! – minha mãe voltou a sala. – Me desculpem interromper a conversa, porém... Meu amorzinho, você vai conosco para o tênis e o jantar hoje não é? – perguntou sorrindo.

— Mãe, eu prefiro ficar em casa. – a respondi, e vi ela respirar fundo.

— S/N... – me olhou brava, como se eu não tivesse muita escolha. O que era uma droga!

— Na verdade, senhora Go... – Jeon Jeongguk coçou a nuca. – Eu queria que sua gentil filha... – pigarreou me olhando. – Me acompanhace em uma festa... Apenas para conhecer novas pessoas, não é mesmo? – sorriu falso me olhando, e eu revirei os olhos.


Minha mãe deu de ombros, parecendo pensar se me livraria dessa ou não, e logo vi de relance o garoto se aproximar.


— Eu prometo não te importunar a noite toda, senhorita. – sussurrou.

— Mãe, deixe-me ir! Você mesma disse, que quer que eu me socialize mais. – sorri, mentindo.

— Hm, está bem! – ela sorriu nos olhando. – Mas... – me puxou, e se aproximou de meu ouvido. – Se vista adequadamente, querida. O senhor Jeon Jeongguk, é de sociedade alta... Se comporte! – sorriu falso, e se afastou de nós dois.

— Eu não vou colocar um vestido. – falei o olhando, e ele riu. – E nem saltos.

— Uau, mais feminina impossível. – sussurrou longe.

— Eu acho que não deixei claro... Eu não vou vestir a merda de um vestido rosa, só porque você manda. – ditei o olhando. – Quer me levar para a festa, tudo bem, mas nada de roupas formais. 

— Está bem. – falou, sem nem ao menos se importar. Aquilo foi estranho!


~ break of time.

Nós estávamos no carro dele, um silêncio total, demostrando que eu não estava afim de bater um papo civilizado com ele. O mesmo parou de frente para um enorme casarão, eu o olhei e vi ele pegar a chave e desligar o carro saindo, e antes que ele tentasse pagar de cavalheiro, abri a porta e desci rapidamente.


— Você mora aqui? – perguntei.

— Digamos que sim. – sorriu ladino, e me acompanhou até o enorme portão, jogando a chave para o manobrista. 


Havia um grande barulho dentro da casa, música alta, muitas luzes, isso parecia tudo, menos uma festinha simples e formal na casa do babaca. E ao ele abrir a porta, pude ter certeza que não era uma festa formal. 


— Senhorita, fique me esperando por aqui. – ditou. – Não arrume problema com ninguém, não esbarre em ninguém, e principalmente não mexa em nada.  – falou, e logo vi ele se distanciar subindo às escadas, junto com um garoto pálido, que parecia alterado.


Eu olhei em volta, havia bebidas, e às pessoas dançavam pelo enorme salão de festa da casa, parecia mais uma boate do que uma casa normal, e ao eu me aproximar de um quadro de família na estante, percebi que ainda sim era uma casa normal, e apenas uma festa idiota. – Eu observei às pessoas no quadro, eram quatro crianças, um garoto pálido, outro de cabelos negros e um sorriso meigo, uma garota dos cabelos pintados de ruivo e uma mulher. Eles não pareciam uma família rica, ou algo do tipo.


— Não pode sair pegando o que vê. – alguém pegou o quadro da minha mão, ao eu olhar para o lado, notei um garoto impressionantemente bonito. Ele me olhava bravo, e colocou o quadro na estante. 

— E quem seria? – perguntei.

— O dono da casa. – falou grosso.

— Perdão? – o olhei confusa.


Eu guiei calmamente meu olhar para a porta, na tentativa de ir embora sem ser percebida, mas foi aí que meu olhar bateu contra Jeon Jeongguk, que descia às escadas de um modo tão impressionante. Ele estava muito bonito, realmente dessa vez não posso negar!

Ele não estava com o terno de sempre, estava com uma calça preta, acompanhada por uma blusa branca lisa e uma jaqueta de couro preta, que parecia ter algum símbolo atrás. Eu pude respirar fundo, até notar que o garoto, ou melhor, homem parou a minha frente curvando a cabeça para o lado levemente. Há segundos ele parecia andar em câmera lenta. Pare S/N!


— Kim Taehyung. – escutei a voz dele mais próxima do que podia, congelei com sua presença por segundos, e logo ele pediu ao garoto ao meu lado para se distanciar apenas com seu olhar firme.

— Conhece ela? – perguntou ainda antes de sair, Jeon Jeongguk apenas o olhou novamente e assentiu, assim fazendo o garoto sair.

— O que foi isso? Para me impressionar? – falei rindo sarcástica, porém nervosa.

— Não, mas consegui? – ergueu a sombrancelha.

— Adivinha. – revirei os olhos, dando de ombros. – Isso nunca vai acontecer. Você é um idiota. – sorri falso.

— Eu estou falando da festa, não de mim. – falou, pegando dois copos de uma pessoa que passava, assim me entregando um deles.

— Só estou surpresa por você estar em uma festa assim. – falei simples, olhando o que havia dentro do copo, desconfiada.

— Eu não te drogaria, S/N. – riu. – Por que não damos uma volta lá fora, se estiver incomodada?

— Não gosto de multidões. – dei de ombros, entregando o copo para ele, sem nem ao menos beber e comecei a andar em direção a porta.

Ao sair, ele estava lá me acompanhando, e sem os copos, deve ter entregado para qualquer outra pessoa que passou.

— Por que está obcecado por mim? – me viro para o mesmo, o olhando irritada. – Se for pelo Sr.Go, saiba que é mais fácil seduzir a ingênua da filha dele. 

— Eu gosto de desafios. – respondeu simples. – Não de vádias genéricas. – riu, e eu o olhei impressionada dessa vez. – Parece que te impressionei. – se gabou.

— Nem a pau! – cruzei os braços, me sentando no banco que havia no jardim.

Eu posso ser um pouco teimosa quando quero!

 – De quem é a casa?

— De um dos meus... Melhores amigos. – respondeu simples. 

— E por que mentiu?

— Eu só omiti a verdade. – me olhou.

— Que saco! – sussurrei para mim mesma, ele sempre tem a resposta na ponta da língua. – Vou ser mais direta. Que tipo de negócios faz com o Sr. Go?

— Assuntos que não envolvem seu nome, então não pergunte. – disse sério, se levantando. 

— Para ser sincera. – me levanto junto ao mesmo. – Vocês parecem uns idiotas com os ternos. – ri o olhando.

— Uau. – ergueu a sombrancelha, e me olhou sarcástico, fingindo estar ofendido.

— Mas tenho que admitir, você combina com jaqueta de couro, estilo Bad Boy. – falei rindo, e o olhando.

— Então gosta do estilo mais selvagem? Mais "Bad Boy"? – ele deu um passo a frente, ficando rente ao meu rosto.

— Você não vai querer descobrir. – sorri ameaçadora, e passei por ele, mas logo parei meus passos. – Eles já devem ter saído para jogar tênis, então eu vou indo. – coloquei às mãos no bolso da minha jaqueta.

— Você deveria ficar e aproveitar a festa. 

— Eu não deveria nem ter aceitado vir aqui. – ri o olhando.

— É, eu já sabia. – ele deu de ombros rindo, e eu o olhei confusa. – Você é muito incoveniente, sabia?

— Você está falando consigo mesmo? – o olhei irritada.

— Eu estou falando com você, S/N. – ele deu alguns passos e o vi em minha frente, totalmente próximo a mim. 

Uau, e droga!

— Não me provoca, Jeon Jeongguk. – falei séria.

— Ou o que? – com às mãos no bolso, ele se inclinou, ficando rente ao meu rosto. – Eu também gosto do estilo mais selvagem sabia? Tipo Bad Girl. – sorriu ladino, e passou a língua pelos lábios, enquanto seu olhar estava caído sob o meu.

Eu não sabia o que fazer pela primeira vez em muito tempo. Ele tinha me tirado do foco, me fez sentir que eu queria algo bom, pela primeira vez, em muito tempo mesmo. 

— Que tal eu te levar em casa? Como você disse, eles devem ter ido jogar tênis, não é? – ele disse passando uma mecha do meu cabelo, por trás da orelha e novamente aquele sorriso ladino.

Eu desviei o olhar, pois era a única coisa que eu conseguia fazer naquele momento, e respirei fundo tentando focar novamente e sair daquela situação sem parecer que eu queria agarra-lo naquele momento.

— Vamos lá, senhorita... Diga, só precisa dizer que não quer ir sozinha para casa. – dizia, acariaciando minha bochecha com o olhar firme contra mim. 

"i love it when call me señorita..."

Eu não vou perder o controle, não quero que isso aconteça! Eu não vou me aproximar mais, porque sei que não vou conseguir parar tão cedo! A minha única opção é ir embora.

"i don't care!"

Ele se aproximou por alguns centímetros a mais, e pude sentir seu hálito fresco de menta contra meus lábios, o seu perfume intenso incêndiou minha mente na tentativa de me controlar, e seu olhar guiou-se aos meus olhos, como se implorasse para que eu dissesse sim. 

— E-eu sei me virar sozinha. – falei dando um passo atrás, e vi ele rir ladino.

— Eu não vou pedir de novo. – Jeon Jeongguk deu de ombros, rindo baixo e eu respirei fundo.

— Se você me... Beijar, talvez eu deixe isso... rolar?! – falei baixo, e me arrependi em seguida implorando para ter sido inaudível para o homem em minha frente.

Mas ao ele parar os passos, e se virar calmamente, pude ter certeza que eu corria perigo, pois ele parecia mais um pecado capital do que um homem normal, e eu o chamaria de "A Luxúria".

Ele era a própria reencarnação da Luxúria, e isso foi provado quando ele se aproximou rapidamente, e senti sua grande mão em minha cintura a apertando fortemente, seus lábios doces contra os meus me fizeram arrepiar e pude sentir minhas pernas quase bambas, ele era bom de beijo digamos assim. Ele sim, tinha castidade... E eu pude ter certeza que ele seria o meu maior pecado carnal naquele momento.





"Sim, um pouco mais velho! Uma jaqueta de couro preta... E talvez uma má reputação! Mas ele estava dando em cima de mim, e em um olhar eu fiquei sem ar... E eu disse, que se ele me beijasse eu talvez deixaria aquilo rolar!" - My Oh My!


to be continued?!



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