História Killer Desire - Capítulo 2


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Categorias Lily Collins, Prison Break, Wentworth Miller
Personagens Lily Collins, Personagens Originais, Wentworth Miller
Tags Ação, Drama, Luta, Revelaçoes, Romance, Suspense, Terror, Violencia
Visualizações 3
Palavras 2.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Luta, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite, amores da minha life <3
Mais um capítulo, espero que gostem. :D

Capítulo 2 - I never be more ready


Pela manhã, desci as escadas do hotel em que havia dormido na noite anterior, meus olhos estavam cansados e meu corpo estava exausto, apesar do incidente ontem á noite eu não mantinha sequer nenhuma expressão em meu rosto, e muito menos algum sentimento que pudesse ser resumido em apenas uma palavra, farto. A única coisa de que não saía de minha cabeça era quem havia enviado o indivíduo para me matar? Seria o General e, porque ele faria isto? Será que estaria planejando novas artimanhas e me queria fora da jogada?

Coloquei as mãos no bolso de minha calça enquanto caminhava para uma cafeteria próxima, eu precisava de muita cafeína se quisesse me manter de pé o dia inteiro, avistei rapidamente um lugar quase vazio em que eu pudesse se sentir mais confortável e observar melhor as pessoas ao meu redor, não era a primeira vez em que tentavam em matar.

O pequeno sino da porta havia avisado sobre minha presença no local, quando eu caminhava para uma das mesas sinalizando para o garçom um pequeno café, retirando meu telefone do bolso pondo sua bateria e pressionando o botão de ligar, logo uma pequena luz acendeu-se e havia algumas ligações, descartei as de menor importância até encontrar uma desconhecida, o que me deixou com um pé atrás da orelha, estavam tentando me rastrear, e conseguiram, de alguma forma mas conseguiram.

— Aqui está senhor — Ouvi o homem deixar o pequeno café a minha frente quando eu apenas o encarei e sinalizei um obrigado até que o mesmo se retirasse, o lugar era bastante tranquilo e até mesmo acomodado. Dei o primeiro gole em meu café quando vi a porta abrir-se e uma mulher adentrar o local, seus cabelos castanhos deixavam algumas mechas cobrirem seu rosto, ela me parecia um pouco apressada, a mesma trajava um vestido na altura do joelho e pequenos saltos, ela me parecia uma miniatura, seu nariz era afilado, eu diria que parecia uma pequena boneca, sua pele era intensamente pálida e seus lábios eram rosados, ela carregava consigo uma maleta e um jaleco, o que deduzi que fosse médica, ou algo deste tipo.

— Um café pequeno, por favor. — Ela falou enquanto procurava algo na bolsa assim que sentara em uma das cadeiras pegando o livro, buscando alguma página que me parecia muito importante por suas expressões de aflição. Percebi que o garçom foi até mais rápido com o café do que da última vez. — Obrigada. — Ela agradeceu dando um gole rápido sem ao menos se importar se estava quente, a mesma retirou seu telefone do bolso e atendeu uma ligação. — Sara Miller — sua voz era um tanto suave, por mais de que a mesma estivesse nervosa, mas era algo bom de se ouvir — Estou aí em alguns minutos. — Logo ela desligou seu telefone.

Ajeitei-me na mesa a observando quando a vi fechar o livro rapidamente e procurar algo na bolsa novamente, eu diria que bolsa de mulher um dos maiores mistérios de que eu tento desvendar durante essa minha jornada em 31 anos. Ela olhou para os lados e logo para o chão, realmente me parecia de que ela havia perdido algo, rapidamente ela passou a mão na testa apoiando os cotovelos na mesa, até que percebi de que ela chamou o garçom e falou alguma coisa tão baixo de que nem eu mesmo conseguia ouvir.

— Infelizmente não posso fazer isto, senhora. — Ele balançou a cabeça em negativa — eu digo ordens, se o gerente descobrir de que eu deixei passar, será meu emprego que não terei ao invés de centavos.

Ela estava sem o pagamento do pequeno café, o que me fizeram rir baixo e sozinho erguendo meu corpo da cadeira retirando a carteira do bolso tirando alguns trocados enquanto caminhava devagar em direção a mesa da mesma encarando seu rosto um pouco em aflição e envergonhado.

— Acredito que seja o suficiente para que ela tome mais um café. — Falei para o garçom, mas ainda a encarando, ela realmente era linda demais, cada traço de seu rosto parecia de que a mesma havia saído de uma revista.

— Não preci... — Antes que ele terminasse de falar qualquer coisa dei as costas e saí pela porta dando de cara com o barulho dos veículos e o calorão de que agora fazia na cidade, novamente  coloquei uma das mãos no bolso e caminhei rapidamente adentrando em algumas das ruas para que não fosse visto ou seguido, até que meu telefone tocou.

— Alô — Ouvi a voz conhecida de fundo assim que olhei para os lados novamente de forma um tanto desconfiada, pois a ligação poderia ser rastreada a qualquer momento.

— General, o que lhe trás a honra? — perguntei de forma irônica caminhando em direção ao hotel para buscar minhas coisas.

— Me parece que alguém não deu um jeito na bagunça ontem á noite. — parei de andar e fechei os olhos respirando fundo, lembrando do homem de que eu havia esquecido de esconder o corpo, seria mesmo idiotice até tentar esconder, afinal, o hotel possuía câmeras por todo o perímetro, seria um pouco difícil sair despercebido, e meu rosto nos jornais era uma coisa de que não poderíamos ter agora. De qualquer forma, eu iria entrar no jogo dele.

— Então se eu fosse você enviaria homens profissionais para fazer a execução — girei os olhos voltando a caminhar em direção aos fundos do hotel passando pela cozinha, onde senti o vapor quente do forno por estar ligado e um grande barulho dos funcionários de que trabalhavam ali, e quando eu menos pensava de que meu trabalho fosse barulhento eu finalmente havia conhecido algo pior.

— O que está insinuando? De que eu enviei aquele homem para lhe matar? — ele quase gritava do outro lado da linha. Se fosse o General, ele logo saberia que estaria morto, minha desobediência e ironia na maioria do tempo não era à toa. Eu sempre fui um homem de deixar claro que se me atacar, eu não irei revidar. — Acha mesmo que eu seria tolo em fazer isto? Preciso de você já próxima missão, não tenho motivos para lhe matar agora.

Ele tinha razão, mas não completa, talvez estivesse apenas tentando despistar a ideia de que me queira morto por um simples motivo, eu era a única ameaça para ele que não teria apelo algum em puxar o gatilho com a arma em sua cabeça. Assim que passei pela cozinha do hotel, dei de cara com o elevador que me levaria para meu quarto, assim em que aperto no número do andar.

— Eu não sei, eu disse isso? — como sempre tirava meu corpo fora para que ele mesmo começasse a falar tudo que sabia; as portas do elevador haviam sido fechadas enquanto eu encarava o painel contando os números dos andares.

— Pare de ser estúpido! Sabe que eu não seria capaz de fazer isto sem um motivo óbvio. — Seu tom de voz com toda certeza era de irritação, mas aquilo não me incomodava mais.

— Está com meu planejamento? — o cortei mudando de assunto neste exato momento.

— Estará em seu e-mail em poucos dias, inclusive eu — sem hesitar desliguei meu telefone retirando a bateria do celular mais uma vez vendo as portas do elevador se abrirem enquanto eu caminhava em direção ao quarto para buscar minhas coisas, de alguma forma eu sabia de que essa missão não acabaria nada bem.

**

Desci de meu carro, o dia ainda estava claro e caloroso como sempre fora, algumas armas presas em meu corpo escondidas entre as vestimentas pesavam em meu corpo, mas não o suficiente mais que minha enxaqueca. Essa seria uma das maiores missões de que eu estaria a participar, por isso eu usaria outros recursos para que nada me atrapalhasse, adentrei em um estúdio de confiança de um dos amigos de trabalho que costumavam tatuar-se sempre. O lugar parecia um pouco vazio, talvez por ser manhã, quando na verdade a noite o funcionamento era bem melhor por existir uma boate no interior do local, eu percebi isso assim que adentrei no local, era escuro e ao mesmo tempo bastante colorido e claro, olhei para os lados em busca de algum rosto conhecido, algumas mulheres estavam sentadas na mesa ao fundo, algumas delas possuía algumas tatuagens e trajavam roupas um tanto curtas, deduzi de que seriam garotas de programa ou bailarinas.

— Boa tarde, bonitão — Uma voz ecoou de fundo um pouco mais masculinizada, eu não estava crendo de que realmente um travesti acharia que eu estava ali para o que bem entendesse.

— Boa tarde, preciso de uma informação — Fui curto e direto, não queria prolongar tanto as coisas, eu não tinha tempo.

— Depende, em que posso te ajudar? — Olhei para trás e dei-me de cara com um rosto um tanto feminino, o homem possuía cabelos longos e negros, quando sua pele pálida destacava os mesmos, seus lábios estavam com um batom extremamente avermelhado, trajando um vestido azul, quase a cor do céu, o mesmo era longo, se sua voz não desse a suspeitar de nada eu diria que aquele era uma mulher e pessoa.

— Eu procuro a Valary — Sorri em oferta sob a troca da informação, tinha certeza de que aquilo ajudaria, o homem enrolou uma das mechas de seus cabelos na ponta dos dedos enquanto me encarava sorridente passando a caminhar a minha frente devagar.

— O que acha de me acompanhar? — tratei de olhar ao redor enquanto o acompanhava, ouvindo algumas das garotas a cochichar quando eu passava próximo, sabia de que imaginariam algo de que estava longe de acontecer. Tratei de soltar uma piscadela enquanto caminhava em direção a um corredor um pouco mais escuro do que o salão em aberto, as paredes me pareciam ser cobertas de uma espécie de espuma negra, e em todos os lugares escuros possuía luzes em neon, o que me incomodava um pouco.

— Tem certeza de que é apenas isso? — Ele sorriu colocando as mãos sob a porta de que havia parado a frente enquanto me encarava.

— Sim, obrigado. — Sorri de canto assim que caminhei próximo abrindo a porta e adentrando sem me intimidar, dando de cara com a mulher de cabelos loiros e curtos limpando algumas de suas ferramentas. —Valary.

— Scofield — Ela sorriu oferecendo a mão em comprimento. Seu corpo era magro e sua pele me parecia mais uma tela de tão clara, ela devia mesmo amar o que fazia, pois seu corpo era quase todo completo por tatuagens. — É uma honra te receber, sente-se por favor.

Sem delongas, sentei na cadeira ao lado em que ela havia estado a segundos atrás antes de me receber e encarei suas ferramentas, as pontas mais finas me chamavam a atenção, eu estava realmente um pouco ansioso com toda essa loucura, mas eu o queria fazer.

— O que vai ser hoje? Me parece de que é a primeira vez, mas relaxe, eu entendo. Demorei muito para fazer a minha primeira. — ela sorriu assim que levantou caminhando até uma pia próxima lavando as mãos.

O lugar era um pouco surrado dentro, mas tinha estilo, as paredes eram todas preenchidas com quadros e até mesmo fotos, algumas latas de cervejas preenchiam o local, talvez fossem de clientes, mas o que importava?

    — Me falaram muito bem do seu trabalho, por isso estou entregando essa confiança em apenas uma pessoa, você. — Eu queria passar a impressão da minha grande confiança em seu trabalho.

    — Eu agradeço, Sr. Scofield. — Seus olhos azuis eram claros e seus lábios eram carnudos, o que dava a entender de que não apenas as pessoas viriam para ver seu trabalho, mas também para admirá-la. — Qual a missão de que tem pra mim hoje?

    — Algo um tanto interessante, mas preciso saber se podemos acabar tudo em apenas duas sessões. — Retirei um dos papéis do bolso e coloquei sob a bancada para que a mesma tivesse alguma noção.

    — Espera, vai mesmo fazer isso tudo? — ela sorriu como uma criança de que havia acabado de ganhar um doce. — Me parece ser um conjunto, não sei, é muito complexo. — Ela apertou os olhos para entender um pouco melhor o mapa em que eu havia trabalhado a meses.

    — Sim, pode ter certeza, posso confiar? — Arqueei a sobrancelha enquanto cruzava os braços me sentindo mais à vontade.

    — Claro que sim! — sem exitar, ela abriu um grande sorriso. — Mas você está pronto para isso? — ela ergueu os papéis de que eu havia colocado sob a mesa.

    — Eu nunca estive tão pronto. — Sorri cinicamente para a mesma.


Notas Finais


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