História Killer Look - Justin Bieber - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Melanie Martinez, Ryan Butler
Personagens Justin Bieber, Melanie Martinez, Personagens Originais
Tags Drama, Drogas, Gangster, Justin Bieber, Melanie Martinez, Novela, Romance, Sexo, Trafico Humano
Visualizações 123
Palavras 3.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooiiee meus amoreeess!!!
Como vai o feriado de vcs??
Então babes estoi eu aki pensando em postar, finalmente, o hot no próximo capítulo, o que vcs acham?
Me convençam 😂😂😂

Boa leitura =)

Capítulo 14 - Game


P.O.V Justin

Eu precisava tomar um banho, estava cheirando só a sangue e querosene.

Depois de Rachel ter retirado a bala e estancado o sangue, essa foi a primeira coisa que ela recomendou. Eu estava me sentindo como se tivesse fumado maconha, mas ela disse que era só resultado da perda de sangue.

Subi para o meu quarto e fui direto tomar uma ducha, meu ombro latejava, aquela porra ardia muito com a água como se estivesse repuxando minha carne, eu havia tomado dois analgésicos mas não estava fazendo efeito nenhum, eu precisava de algo mais forte. Sai do banheiro e chamei Ryan. 

- O que foi? - ele perguntou assim que entrou. 

- Eu preciso de alguma coisa forte pra dor. 

- Você não tem aí? Cocaína? Maconha?

- Morfina. Eu preciso de morfina. 

- Ah... acho que tem lá no meio de umas cargas, no subsolo. 

- Trás pra mim, e manda a Maria trazer o meu almoço, tô com muita fome. Eu vou dar uma dormida e depois a gente vai ter uma reunião séria pra ver o que encontramos no Notebook, e o que Chaz encontrou. As garotas que estavam presas, onde vocês as colocaram? 

- No subsolo, estão nas celas, o que você vai fazer com elas? Vai botar pra trabalhar nas boates? 

- Ainda não sei, eu quero checar se sabem de alguma coisa, provavelmente não mas, elas parecem muito novas pra trabalhar. Eu não mexo com prostituição, talvez com trabalho escravo. Mas não vou botar elas pra trabalhar, os caras que frequentam as boates querem mulheres, e não crianças. Por hora vou mantê-las aqui, elas viram muita coisa. 

- Hum, okay, já volto. - ele parecia pensativo 

- Ryan - chamei antes dele sair - Aconteceu alguma coisa? 

- Ah... Não, não aconteceu nada, é só um problema com a Cait. 

- Hum, okay.

Ele saiu, e Rachel enfiou a cabeça pela porta. 

- Como você está? - ela perguntou 

- Eu estou bem. - respondi simplesmente, não estava afim de conversa. Deitei na cama. 

- Tem certeza? - Ela entrou e se aproximou - Talvez eu possa melhorar o seu ânimo - sorriu 

- Não valeu, tô de boa. 

- Tem certeza? Talvez se eu... - ela subiu na cama e sentou em cima de mim.

Talvez em outra situação eu apreciasse bastante isso, com certeza, ia botar ela quatro. Mas agora, com meu ombro latejando e a cabeça cheia, eu não estava disposto pra isso.

- Ah... Não Rachel, não rola agora. Vaza. 

- Mas Justin! - ela parecia ofendida, tava pouco me fodendo pra isso.

Ela fez uma cara decidida e sorriu. Começou a rebolar maliciosamente em cima de mim.

De repente me lembrei de Las Vegas, ela havia feito a mesma coisa lá, ela sentava, mexia e rebolava no meu pau. Aquilo estava começando a ficar bom, é... Talvez...

Quando eu estava quase cedendo a porta foi aberta e Ryan entrou, se deparando com Rachel em cima de mim, não se tem privacidade hoje em dia.

Rachel saiu imediatamente de cima de mim e passou pela porta, vermelha. Ele fechou a cara, parecia estranhamente com raiva, jogou um embrulho de papel em cima da cama. 

- Taí o que você pediu. A empregada já vai trazer seu almoço. - grunhiu e ia saindo quando perguntei: 

- É sério cara, o que aconteceu? Acho que se você tivesse visão de raio laser Rachel estaria morta já. 

- Não percebeu ainda Justin? É ela o problema! Desde que ela apareceu aqui, e isso só faz algumas horas, Caitlin e eu não paramos de brigar! E ela está aqui com um motivo, ou você acha que ela veio só pra passear e encher nosso saco? Não, Caitlin trouxe pra você começar a foder com ela e tirar a Melanie daqui.

Eu assobiei baixo. 

- Caitlin é realmente inteligente, se é esse o plano dela já está funcionando. - dei de ombros 

- O quê?! Do que você tá falando? Esqueceu o que a gente conversou?

Eu assumi um tom sério. 

- Não Ryan, pelo contrário, me lembro bem do que a gente conversou, mas eu não vou deixar de foder umas putas só porque você quer que eu tenha uma namorada! Eu não tenho tempo pra isso Ryan, eu controlo a maior parte da máfia de Los Angeles, sem contar minha parte no Canadá, Rachel ou Melanie, a diferença é mínima pra mim, eu vou foder com quem eu quiser, não nasci pra ficar sendo preso por mulher nenhuma e muito menos pra ter dor de cabeça com isso, e não vai ser alguém como Melanie que vai começar a complicar mais minha vida.

Ele estava puto, dava pra perceber, fazia tempo que a gente não discutia assim, mas eu não tava nem aí, ninguém ia ficar me dizendo com quem eu ia foder, nem mesmo meu irmão. 

- Tá Justin, faça como quiser. Cansei de te dar conselhos, e Pattie quer falar com você, você não a atende mais pelo jeito. - ele deu de ombros e saiu.

Ele queria fazer chantagem emocional pelo jeito, minha mãe não devia ter nada a ver com aquela história.

Eu realmente estava ignorando ela, mas por outro motivo, ela queria que eu fosse ao Canadá e eu tinha muita coisa pra resolver aqui, não tinha como largar tudo de mão.

Bufei e peguei o celular, cinco ligações perdidas, mãe. Ia ligar de volta para ela porém desisti assim que Maria, a empregada, trouxe minha comida em um carrinho de servir. 

- Humm - o cheiro estava muito bom - o que é? - perguntei 

- Linguine salteado com camarão, abobrinhas em palitos fritas com queijo, e suco de amoras. 

- Nossa que fome. - levantei às travessas e ataquei a comida. 

- Ah, Sr.Bieber - ela começou - eu achei uma coisa no bolso do short da Srta.Melanie enquanto lavava roupa. 

- Que short? 

- O short que ela usava quando chegou aqui. 

- Ah, sim. O que foi? 

- Eu ia entregar diretamente para ela, mas não sabia se o senhor iria aprovar então... - ela tirou do bolso uma pequena chave prateada. 

- Isso? - olhei entediado para a chave - Pode jogar fora. Ela olhava receosa, alguma coisa me dizia que ela não iria fazer isso. 

- Sim senhor. - ela ia saindo quando falei desconfiado. 

- Não Maria, mudei de ideia, deixe aí em cima. - apontei para mesa de centro. Ela entrou e deixou relutante, a pequena chave em cima da mesa.

Terminei de comer, me levantei e fechei a porta, chega de gente no meu quarto, agora eu queria paz.

Peguei o pequeno pacote que Ryan havia deixado, injetei em mim a substância que logo começou a fazer um forte efeito, neutralizando a dor. Deitei a cabeça no travesseiro e mergulhei em um sono profundo e sem sonhos.

P.O.V Melanie

 Eu via a provocação de Rachel em cada olhar, em cada sorriso debochado.

Ela e Caitlin estavam pisando no meu calo, a mesa do almoço estava em uma tensão enorme, Caitlin e Ryan não estavam se falando e trocavam farpas e olhares fulminantes a cada cinco segundos.

Rachel e eu nos encaravamos e quase não havíamos tocado na comida, apenas Chris, Chaz e Nolan estavam na plateia. Como se esperassem para ver quem atiraria a primeira faca ou garfo. 

- Caitlin pode me passar o molho? - Rachel quebrou o silêncio com aquela voz nauseante.

Eu já estava de saco cheio daquilo e me levantei, preferia ficar no meu quarto, dei a volta na mesa e reparei em Rachel que segurava um recipiente cheio de molho fumegante, talvez eu devesse lembrá-la de que ela deveria tomar cuidado.

Passei pelo lado da cadeira dela e esbarrei forte em seu braço fazendo-a derrubar todo o molho quente em suas pernas. Ela começou a gritar. 

- Quente! - ela gemia apontando para as pernas, Caitlin rápido se levantou e foi buscar uma jarra cheia de água com gelo, ela derrubou tudo em cima de Rachel, o que a fez gritar mais.

Eu só conseguia rir mesmo, eu e todo mundo. No meio da confusão Rachel ainda olhou pra mim, eu sabia que não ia ficar assim, mas não me importava, eu já estava na chuva, não adiantaria me esconder. 

Deixando-as com seus desastres sai dali e fui para o meu quarto, precisava de um pouco de paz. Mal deitei a cabeça no travesseiro e minha paz ilusória foi interrompida, Chaz escancarou a porta. 

- O que foi aquilo lá em baixo? Você queimou as pernas da garota! 

- Foi sem querer. - falei monótona olhando para a TV. 

- Ah qual é, qualquer um idiota percebe que foi de propósito. Por que fez aquilo? 

- Porque eu quis, e porque era o que ela faria comigo sem pestanejar. Aliás, ela com certeza vai se vingar. - dei de ombros 

- Nossa, você vê o futuro agora? 

- Não, eu não vejo o futuro. Seria até bom, eu nunca teria vindo parar aqui, e quer saber de verdade por que eu fiz isso? Porque eu cansei de viver uma vida que não é minha, sem propósito, sendo subjugada. Pelo menos o tempo que eu passei praticamente sustentando a minha família valeram de alguma coisa. Eu aprendi muita coisa, andei de cabeça baixa por muito tempo, eu não tenho mais mãe, nunca tive um pai de verdade, não tenho mais amigos, nem escolhas, muito menos liberdade. E eu cansei de me lamentar sobre isso. Eu nunca fui assim e não é agora que eu vou começar, agora eu tenho um objetivo, é a única coisa que eu tenho aqui, e eu tenho que alcançar, senão talvez eu não consiga mais... - minha voz foi sumindo aos poucos, mas eu a recuperei - Então, se você quiser ficar aí defendendo aquela perua de padaria fica a vontade, mas eu não vou mais me abater. Eu vou me vingar de quem fez isso comigo, e vou tirar qualquer um que esteja no meu caminho, mesmo que eu possa me destruir no processo, eu já conheço a sensação de ser destruída mesmo.

A verdade era que eu estava me agarrando a uma ilusão, eu sabia que iria doer quando eu acordasse, mas eu precisava, a ideia de vingança era a única coisa que projetava em mim uma centelha de vida, uma pequena luz. 

- Eu não estou defendendo a Rachel, eu nem vou muito com a cara dela! Só tava perguntando ué, eu só fiz uma pergunta e você me fez um discurso! - ele se aproximou - Ei, pode contar comigo tá? Eu não vou julgar você, até porque você é meio maluquinha e isso é legal. Só quero que saiba que aqui  você pode ter amigos se quiser, você não precisa ficar sozinha. 

- Obrigada Chaz. 

- É, me agradeça mesmo, eu sou incrível. 

- Não exagera. 

- Mas aí, você ainda não me contou qual é o seu super plano incrível e vingativo. 

- Quer mesmo saber?

Ele me olhou com uma cara como se dissesse: "Dã" e se jogou na cama.

Pensei um pouco. 

- Já te deixo falar. - resmungou impaciente 

- Bom, o que eu tenho que fazer na verdade é transar com o Justin.

Ele tossiu e começou a rir, como se eu tivesse falado a coisa mais engraçada desse mundo. 

- Como...? - ele continuou rindo 

- É esse seu grande plano?! Transar com o Justin? Olha, eu sei que pra qualquer pai normal, a filha transando pode significar a morte pra ele, mas sinto muito em dizer que o seu pai não é normal.

O soquei no braço com força. 

- Cala a boca. Claro que falando assim soa totalmente estranho, mas... Justin é, ironicamente, a única pessoa a quem eu posso recorrer, só ele pode me ajudar. 

- Então, vai dar sexo em troca de vingança? Uma vingança que tem que acontecer porque seu pai é o culpado de você ter vindo parar aqui com o Justin, e agora você vai usar o próprio Justin pra se vingar do seu pai por ter feito você vir morar aqui. Ah, isso é um pouco confuso quando se fala assim mas eu acho que já entendi, e também entendi o molho quente, se a Rachel entrar no seu caminho o Justin vai foder com ela ao invés de ser com você. 

- Pois é, que merda... - comentei 

- É, uma merda mesmo, e eu tô achando que você tem problemas porque, o Ryan me falou que ainda agora ele entrou no quarto do Justin e ela estava em cima dele. 

- Puta que pariu. - passei as mãos no rosto. 

- E ele estava gostando... Se você não correr, pode dar adeus ao seu plano infalível. 

Chaz estava certo, eu precisava correr, mas não sabia o que ia fazer. 

Ficamos um bom tempo em silêncio.

- Então, você sabe atirar? 

- Atirar? Ah, não o que isso tem haver com...? 

- Vem. - ele sorriu e me puxou pra fora do quarto, Ryan estava passando e perguntou: 

- Aonde vão? 

- Eu vou ensinar ela a atirar. - Chaz respondeu 

- Ah você vai o quê? - perguntei confusa e surpresa ao mesmo tempo 

- Beleza, eu vou também. - Ryan nos acompanhou até a academia, eles foram até a escada que descia para uma área mais particular que, pelo que eu percebi, só Justin usava.

Mas para minha total surpresa e espanto os dois passaram direto para a parede e não bateram, eles andaram para o lado e sumiram, corri atrás deles para ver aquilo, quando me aproximei mais e passei também pela parede, descobri que aquilo não era parede, era mais ou menos como um painel que dava uma ilusão de ótica incrível, parecia que ali era o fim da academia, mas atrás daquele painel havia uma escada que dava para o subsolo, era realmente incrível.

Chaz e Ryan já haviam descido e eu os segui, a escada levava a um corredor comprido, sem móveis e todo branco. O cheiro me parecia familiar. 

- Esse cheiro é de... 

- Álcool. - Ryan completou. - Chris tem uma estranha e séria obsessão com bactérias, ele passa Álcool em que tudo que é dele. 

- Sério? - perguntei confusa. 

- Sério, ele é bem doido, mas aí, aqui entre a gente, obsessão uma ova, o Chris tá é cheirando isso.

Eu e Chaz rimos. O corredor tinha várias portas, também brancas, eu me sentia em um hospital. 

- Então, para onde? - perguntei Chaz entrou na segunda porta do lado esquerdo e nós o acompanhamos, era uma grande sala, em um lado havia duas mesas com diversos tipos de armas, grandes e pequenas, facas e muitos outros tipos de objetos que eu não sei nomear. Do outro lado da sala estavam espalhados manequins com alvos pintados em diversas partes do corpo, atrás dos manequins haviam mais alvos.

Chaz e Ryan correram para a mesa como se fossem crianças entusiasmadas com brinquedos, brinquedos bem perigosos. 

Eles conversaram sobre qual era a mais apropriada para mim, e decidiram que era melhor começar com a pequena, Chaz jogou para mim uma arma preta um pouco maior que a minha mão.

Depois de ter me dado algumas dicas sobre como segurar, apertar o gatilho e mirar com precisão, ele ordenou que eu atirasse na barriga de um dos manequins. 

- Tá bom mas... Pra que isso? - perguntei 

- Você acha que foi fácil ter que proteger você e eu ao mesmo tempo no tiroteio? Se acontecer de novo algo assim, e provavelmente vai, você tem que estar preparada, vai ter que se defender sozinha. E aliás - ele sorriu malicioso - Justin adora mulheres que atiram. 

- Ah cala boca. Mirei no manequim e atirei acertando a parede, aquilo era difícil. 

Chaz e Ryan me ajudavam de todas as formas possíveis, trocavam as armas verificando os pesos, e eu atirava. Treinamos assim por um bom tempo, era divertido.

Eu sabia que provavelmente estava treinando para matar alguém, mas mesmo assim, segurar uma arma me fez sentir que pelo menos uma vez, eu poderia ter o controle daquela situação.

Saímos de lá e já era a noite, eu estava com muita fome. Tomei um banho e desci para comer alguma coisa, levei um susto ao ver Justin na sala de jantar, comendo sozinho.

Coloquei meu prato na mesa e sentei, ele parecia pensativo, o curativo em seu ombro estava um pouco manchado de sangue. 

- Então, já tem sua decisão? - ele perguntou sem levantar a cabeça.

Pensei um pouco. 

- Já, já sim, eu quero mesmo me vingar, então amanhã... 

- Humm, amanhã... Sabe, você não parece nem um pouco capaz de matar alguém. 

- As vezes temos que esconder o pior de nós. - rebati 

- Discordo. Nós temos que demonstrar o pior de nós, só assim se consegue o devido respeito. 

- Eu acho, que é respeitando que você conquista respeito, mas se pensa assim... - dei de ombros - O fato é que sou capaz sim de matar alguém.

Ele riu. 

- Você achar que é capaz, e ser capaz de verdade são duas coisas muito diferentes Melanie. Você acha que é capaz, de olhar nos olhos de alguém, ver essa pessoa tremer de medo e implorar por misericórdia, suar frio, e mesmo assim, apertar o gatilho e atirar, e ver todo o sangue e toda a vida se esvaindo dos olhos dela, gota por gota. E pensar, saber que foi você que fez aquilo? Acha mesmo que é capaz disso?

Eu ainda não tinha pensado assim, só na minha vingança, mas Justin provavelmente entendia tudo isso, e sabia que se falasse daquele modo iria me atingir. 

E conseguiu.

Ao ver que eu não respondi, ele se levantou e disse vitorioso e cínico: 

- Bom, agora não tem mais volta, mas sabe, eu fiz isso muitas vezes. Matei várias pessoas, tem que ser profissional pra não deixar o rosto delas te assombrar em todos os momentos do dia. Ser um assassino é pra poucos Melanie, mas já que você quer o título, amanhã te vejo na minha cama.

Ele se inclinou e passou os lábios pela base do meu pescoço. Não entendi muito bem o que aconteceu, mas quando voltei a mim, Justin já tinha ido embora.

" Amanhã te vejo na minha cama."

Muito bem, pensei, que o jogo comece.  



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