História Killer of Spirits (Imagine Namjoon) - Capítulo 5


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Palavras 3.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eaew garelinea

olia só quem resolveu aparecer

Capítulo 5 - Velho Amigo


Fanfic / Fanfiction Killer of Spirits (Imagine Namjoon) - Capítulo 5 - Velho Amigo

- Deixa a garota!

Uma voz que a arrepiou da cabeça aos pés, uma voz que a fez se sentir em segurança, uma voz...grave, como a de seu sonho...

Um silêncio tenso se fez entre os três. Ninguém se atrevia a pronunciar-se, pois não tinha o que dizer naquele momento. O dono da voz estava pleno, diante dos dois sentados num balanço. Sua jaqueta de tecido grosso o impedia de sentir frio, seus olhos rasgados e seu inglês com sotaque o entregava, era um estrangeiro. Key não podia controlar, mesmo com todo o frio, seu coração aqueceu-se ao ver aquele rapaz, sentia-se protegida de tudo e todos somente com aquela imagem, podia ser uma completa loucura, mas aquele estranho mexeu com seus sentimentos. Até que, uma risada debochada foi solta em meio aquele silêncio.

- Tudo bem, senhor protetor de ‘’donzelas indefesas’’! – Fez aspas com os dedos. – Irei voltar para o baile, porém, é somente porque eu não quero arrumar confusão e machucar seu rostinho delicado. – Levantou-se e saiu dali gargalhando.

A atenção do maior voltou-se a Key, que logo sentiu seu rosto queimar diante de seu olhar, arrancando um riso soprado do outro. – Está tudo bem? Ele te machucou? – Estendeu a mão para a mesma levantar-se. O contato entre suas mão fez o corpo da menor se arrepiar inteiramente, sua mão quente dava um leve contraste em sua mão fria, causando um choque térmico em Key. Estava evitando falar, pois sabia que se tentasse, iria gaguejar na frente do mais velho, e não iria ficar muito bem para a imagem da mesma.

- Existem vários como ele, evite confiar cegamente nas pessoas. – A puxou para ficar em pé, fazendo palpitar descontroladamente o coração da outra. Sua voz exalava sabedoria, como se ele já tivesse vivenciado uma situação como aquela para aconselhar com tanta convicção. Aquilo fez com   que Key imaginasse que o estrangeiro era mais velho, e mais experiente, e ele tinha razão em alerta-la, pois errou feio em ter confiado em alguém como o Tom. – Mas não se preocupe, também existem pessoas boas. – Sorriu abertamente, fazendo a mesma suspirar com tal ato. ‘’Como você...’’ completou Key mentalmente. – Como é seu nome, mesmo?

- Hum?

- Seu nome. – Riu nasalado. – Não tem um nome?

- Ah... – Por um momento esqueceu-se do próprio nome, mas logo voltou à realidade. – Key. – Sorriu. – Key Bryant.

- Kim Namjoon. – Estendeu mais uma vez sua mão para cumprimentar a mesma. – Bom, pelo que vejo, acho melhor você voltar de onde veio, pois aqui pode ser perigoso para uma adolescente. – Sorriu novamente. E com suas falas, o pensamento de Key foi concretizado, ele era um rapaz experiente, e ela era somente uma adolescente que acabou de vivenciar uma situação nada agradável.

- Sim... – Abaixou a cabeça recordando do baile. – É melhor eu voltar! Claro, já anunciaram quem foram os eleitos a rei e rainha, eu... – Fitou mais uma vez os olhos do rapaz, como se pudesse ver sua alma, seus olhos negros sugavam sua atenção cada vez mais, como uma prisão, que não a deixava sair da profundidade de seu olhar. – Que droga! – Passou a mão em seus fios loiros.

- Adolescentes... – Riu soprado. – É seu primeiro baile?

- Na verdade, sim...

- E aquele cara era seu par? – Indagou com um pouco de incredulidade. Ser par de Tom Field num baile era realmente um absurdo, porém, Key descobriu tarde demais. Field, na verdade, era um clichê colegial, ele enganava garotas inocentes, para poder ter mais uma em sua lista. Tinha uma ‘’boa’’ reputação, uma boa aparência, era desejado pelas garotas, e sortudos eram seus amigos, ou quem somente trocavam poucas palavras com ele, pois sua popularidade aumentava instantaneamente. Como uma obra do destino, descobriu umas informações sobre Key, o que o fez se interessar pela loira pouco conhecida entre os alunos. Key realmente não poderia imaginar o que aconteceria caso o ‘’Kim’’ não tivesse aparecido, o que a fazia ficar inteiramente grata pelo seu ato.

- Não! – Rapidamente aumentou o tom de voz, assustando ambos com sua reação repentina. Tem vezes em que a mesma é bastante inesperada, e sempre se repreendia mentalmente por aquilo.

- Então... – Foi interrompido por um pigarreio. Ambos olharam para a direita e lá estava ela, Mary Mitchell, a pessoa menos esperada de se aparecer, já que ainda estava entristecida com sua amiga e protegida, mas algo a dizia que a mesma precisava de ajuda, a sua intuição a dizia que algo de muito errado estava acontecendo, e que era sua culpa.

- Atrapalho algo? – Indagou olhando diretamente para os olhos do estrangeiro, mas parecia que, para ela, a profundidade de seu olhar estava trancada, como se ele a proibisse de ver mais além, o que era bastante estranho. – O que está fazendo aqui fora, Key?

(...)

Inquieto era o estado de John. Sentado em seu sofá de couro, balançava suas pernas respectivamente, não conseguia deixa-las paradas. Suas mãos suavam frio, e seus olhos estavam fixos no telefone posicionado na mesinha de centro a sua frente, não perdendo as esperanças de que a qualquer momento Mary o telefonasse para confirmar a ausência de Key no baile, ou como o mesmo esperava, confirmar o bem-estar da mesma no baile. No fundo ele sabia que Key não havia o obedecido, e que naquele exato momento ela estaria correndo um grande perigo, se ela se aproximar de seu inimigo, ele poderá fazer qualquer coisa com ela, ou até mesmo com seu pai.

- Key? – Gritou na tentativa de ouvir sua voz. – Querida, está com fome? – Aguçou seus ouvidos, a fim de escutar alguma resposta, porém, escutou uma risada baixa, o arrepiando da cabeça aos pés. – Key...?

- Errou, Bryant.

Ficou estático, enquanto processava aquela informação, em todos aqueles anos ele nunca teve contato direto com o mundo obscuro que rondava sua mulher e sua filha, mas naquele momento, ele teve a certeza de que tudo aquilo não era brincadeira. Levantou- se rapidamente, foi até o porão, e abriu o baú que sua mulher guardava há anos, a procura de algo para se defender. Ele nunca havia aberto aquilo, e ainda se lembra da última exigência de Lucy sobre o mesmo: ‘’Abra-o somente se for uma necessidade extrema!’’, e bem, talvez aquilo seja um necessidade extrema. Encontrou vários livros, jogando-os para longe, não se importando com nada, até que no fundo, depois de várias camadas de livros e poeira, viu algo brilhante, era uma adaga, que estava impecável, sem resquício de pó apesar do tempo.

- Isso não vai funcionar, Bryant, isso não te pertence!                                                                                

Virou de supetão para conferir a direção da voz, porém nada encontrou, mas mesmo assim, continuou na defensiva, apontando a adaga da sua falecida esposa para todos os lados. Vendo que o caminho estava livre, correu em direção as escadas, indo de encontro a sua sala de estar, contudo fora brutalmente jogado contra a enorme estante de livros que ali continha, machucando suas costas, cansada pelo tempo.

- Como você é um pai irresponsável, Bryant.

- Como se você pudesse me dar lições de como ser um bom pai! – Cuspiu um pouco de sangue, tentando chegar até a adaga que foi jogada para longe, mas falhando, pois foi novamente jogado com força para outro canto do cômodo, derrubando vários objetos pelo trajeto.

- Acredite, John, eu posso...

 (...)

- Porra, Key! Sua primeira experiência com bailes, e você já arranja problemas com o Field! – Passou a mão em seus cachos castanhos, enquanto percebia a grande burrada que fez em deixar a loira sozinha. – Você já é grandinha o suficiente pra saber que Tom não é só para danças e elogios! Você deveria saber o momento certo de dizer ‘’não’’! – Ditou como um pai dando um sermão na mais nova.

- Eu já entendi, Mitchell! – Exclamou olhando finalmente em direção à cacheada, que tinha os olhos mantidos na estrada, para a segurança das duas. – Eu já entendi que você é minha babá e eu sou um bebê indefeso, que precisa ser vigiada vinte e quatro horas por dia!

- Eu não estou fazendo isto por mal! – Exclamou no mesmo tom que a loira. – Sabe-se lá o que ele iria fazer se aquele estranho não tivesse aparecido. – Suspirou profundamente. – Key, eu me preocupo com você, e... – Foi interrompida.

- E este é o grande problema! Eu não preciso da preocupação de vocês! Eu só quero viver minha vida em paz! – Subiu o tom de voz, fazendo seu rosto ficar vermelho de raiva. – Caralho, por que não posso viver como uma adolescente comum?! Hein?! – Foi a gota d’água para a cacheada estacionar o veículo luxuoso numa parte qualquer daquela rua deserta, e virar bruscamente para a loira. – Não vai me responder?!

- PORQUE VOCÊ NÃO É A PORRA DE UMA ADOLESCENTE COMUM! – Gritou, esquecendo-se das consequências. – NEM EU, NEM VOCÊ, NEM SEU PAI PODE CURTIR OS ÚLTIMOS ESTÁGIOS DE SUA VIDA EM PAZ, KEY! – A expressão de Key já era um misto de raiva com confusão. Esta não entendia o que a morena queria comunicar. – E sabe o porquê de eu não ter abandonado isso ainda?! Porque eu não tenho escolha, Key! Eu nasci para isto, e vou viver para isto até a porra de minha morte! – A única coisa que era audível naquele carro era suas respirações descompassadas, e seus rostos vermelhos entregando a raiva que continha em seus semblantes. Bryant nunca havia visto sua amiga dar tantos palavrões como naquele momento, a morena sempre foi um exemplo de boa garota, e pelos seus palavrões, era nítido ver seu ódio. – E você é a porra de uma ingrata, mas você não tem culpa disso! A sua mãe... – Foi interrompida por uma batida forte na parte de trás do carro.

- O que foi isso? – Indagou a loira temendo ir conferir o que causou tal barulho. – Não sai agora, Mary! – Tentou impedir.

A mais velha suspirou e foi ver o porquê do alvoroço. Logo viu a garota mais temida de seu colégio, depois de Stephanie Ross, caída no chão, tentando tirar seu capacete, desnorteada, e em meio a sua bicicleta caída. – Droga, meu carro. – Choramingou ao ver o estrago em que Vick causou na parte traseira do mesmo. – O que você está fazendo a esta hora da noite numa rua deserta? E por que diabos você bateu com sua bicicleta em meu carro? Está cega?

- Vick? – A loira apareceu, atraindo a atenção das duas garotas. Vick ficou aliviada, pois comprovou com os próprios olhos que Key não estava em casa. Mary encarou profundamente a caída, algo estava errado com ela. Para Mary, Vick nunca foi um bom exemplo de garota confiável, sempre andava sozinha, sempre usava roupas escuras, não que a mesma a julgasse por sua aparência, ou coisa parecida, mas sim porque esta sentia más vibrações perto da garota, como se existisse uma aura negra ao seu redor.

- Você... – Começou com dificuldade, tirando finalmente seu capacete. Seu estado não estava um dos melhores, em seu cabelo havia folhas, como se a mesma tivesse corrido num mato, seu tênis estava imundo, sua calça rasgada lhe proporcionou uma ferida sanguenta, e por fim, sua roupa que estava suja, pois caiu em cheio no chão. – Estava a sua procura. – Trouxe surpresa a Mitchell, esta não sabia de onde a caída conhecia Key, pois era raro ver a mesma conversar com alguém. Tentou levantar, com dificuldade, pois estava emaranhada em sua bicicleta. – Uma ajudinha aqui, por favor. – Sugeriu a Mitchell.

- Por que te ajudaria? – Cruzou os braços, achando suspeito. Vendo a resistência de sua amiga, Key ajudou a garota, dando um olhar de reprovação a Mary, que deu de ombros.

- Por que a desconfiança, Mary? – Indagou a mais nova, já confusa com tudo naquele dia estressante. – Você está muito estranha, é melhor me contar logo o que está havendo com você!

- Não é culpa dela, Bryant. – Pronunciou-se deixando as duas surpresas, pois não entendiam como a mesma tinha tanta firmeza em suas palavras, sendo que não sabia nem um terço da história. Era o que elas achavam. Apoiou-se no carro para conseguir ficar de pé, e olhou nos olhos de Mitchell, arrepiando a mesma com o ato. – Mas se não adiantarmos, e algo a mais acontecer, certamente irei colocar a culpa em você.

- O quê? – Indagou as outras duas. – Adiantarmos? Para onde? – A cacheada resolveu indagar. – Olha, Vick, eu não sei o que acontece aqui, mas é melhor você ir para casa, se cuidar, tirar essa roupa, fazer um curativo, tomar um banho, pois já está tarde e... – A interrompeu.

- Mitchell! – A olhou com um semblante aterrorizante, aos olhos de Mary. – Eu não estou brincando. – Reforçou trincando o maxilar. – Vamos logo.

- Para onde temos que ir com tanta pressa? – Foi a vez da loira. – Vick, se não nos dizer o que acontece, não poderemos ajudar. – Disse tentando manter a calma entre as outra.

- Para a casa de John Bryant. – Disse simplista entrando no carro. As outras duas se entreolharam, mas logo adentraram, para não contrariar a garota misteriosa que havia sentado no banco de trás do carro.

- Espera, Vick! Por que está querendo ir para a minha casa? Olha, eu sei que é ‘’urgente’’, mas poderia pelo menos me explicar?

- Caralho. – Tocou em sua ferida. – Caralho! Vamos logo antes que eu arranque você desse volante, Mitchell! – Exclamou com raiva, fazendo as outras arregalarem os olhos, pois, pelo retrovisor, viram os olhos da machucada completamente brancos. A mais velha acelerou como se não houvesse amanhã, fazendo o pneu cantar.

(...)

- O que... – Não conseguiu completar a frase pelo grande choque de ver o estado em que estava sua casa. Um caos se fez na residência, trazendo dificuldade para a locomoção das mesmas. Os olhos de Key encheram-se de lágrimas, lágrimas de medo, medo do que poder ter acontecido enquanto estava ausente, e lágrimas de arrependimento, por não ter acatado um simples pedido de seu pai. Ela estava em um misto de emoções, não sabia se pensava coisas positivas ou negativas sobre o paradeiro de seu pai.

- John?! – Gritou Mary a procura do pai de sua amiga. – Desgraçado... – Sussurrou vendo que a casa estava vazia. – Parece que houve uma guerra aqui! – Chutou alguns livros para longe. – Como pude deixar isto acontecer? – Sussurrou. – Minha missão era simples... – Sentiu seu coração apertar.

- Tarde demais... – Murmurou Vick. – Chegamos tarde demais! – Esbravejou. – Encontrem tudo que possamos considerar pistas, temos que saber para onde o levaram, e já! – Começou a explorar, com dificuldade, pois era tamanha a desordem.

- Eles o... – A loira foi interrompida.

- Isto serve? – Pronunciou a cacheada, estendendo a adaga em que estava jogada no chão como um objeto qualquer na cena.

- Eu reconheço isso...! – Exclamou Key, que estava com a cabeça mais bagunçada que sua sala de estar naquele momento. – Era...era da minha mãe. Meu pai sempre disse que era para manter distância. – Encarou as duas garotas a sua frente. – Podem explicar o que está havendo?! Para onde foi meu pai?! E por que minha casa está toda bagunçada?! – Elevou o tom de voz, sentindo um nó se formar em sua garganta.

- Key, olha... – Foi interrompida por um barulho de livros indo de encontro ao chão. Ao seu lado, Vick estava caída ao lado de livros, enquanto agoniava-se, como se estivesse tendo uma convulsão. – Mas o...?

- Chama uma ambulância...não, a polícia...ou os bombeiros! Rápido! – Foi à procura de um telefone no meio de toda a bagunça, porém não teve sucesso, causando mais desespero na mesma. – Por que está parada?!

- Mantenha a calma, Key! – Segurou a loira pelos ombros, mantendo-a parada. A cacheada suspirou profundamente. As coisas já saíram do controle, já era hora de revelar toda a verdade, até porque não tinha como esconder. – Vamos, temos que leva-la até um conhecido meu...

(...)

- Uau. – Foi o que a loira pôde pronunciar após sair do carro da mais velha. – Onde estamos? – Indagou após longos minutos de estrada. Estavam no meio do nada, mais confiava o suficiente em Mary para aceitar estar ali.

- Em minha casa. – Fez a loira arregalar seus olhos com aquela simples frase. Para falar a verdade, a Bryant nunca havia ido à sua casa, sempre que a mesma tocava no assunto, a cacheada inventava algo como: ‘’É muito longe, eu vou à sua’’, ou ‘’Minha mãe irá receber visitas’’, até que esta desistiu de insistir, e se contentou em receber visitas da mesma. Mas ali, contemplando a mansão em que a mesma residia, se sentiu inferior a mesma, fazendo-se questionamentos do porquê a mesma não querer visitas, até mesmo de sua melhor amiga.

- Espera, a gente não iria ver um ‘’conhecido’’ seu? – Ajudou a mesma a pegar Vick, apoiando um de seus braços no ombro, vendo a outra fazer o mesmo com o outro braço.

- Ele mora aqui. – Disse com dificuldade, pois a desmaiada era pesada. Suspirou, percebendo que a mesma não estava cooperando, apenas esperou pelo momento certo. Adentraram a mansão, colocando a desmaiada no sofá. – Quer algo? – Indagou sentando-se.

- A verdade. – A cacheada engoliu a seco, e levantou-se indo para outro cômodo da mansão, deixando Key sozinha em sua enorme sala de estar. A loira sentou-se, suspirando fundo enquanto encarava a desmaiada ao seu lado. A visão até seria engraçada, se a situação não fosse tão tensa. Encostou-se no sofá, aliviando tudo por um suspiro, o lustre acima de sua cabeça parecia um bom lugar para fixar o olhar naquele momento. Evitava ficar pensando, pois seus pensamentos logo iam para seu pai, e a grande situação que a mesma estava enfrentando naquele momento. Sentia que tudo e todos estavam a enganando, como se tudo que a mesma viveu, foi uma mentira.

- Eu não preciso de um babá! – Escutou um berro, acordando-a de seus pensamentos profundos. – Além de me trazer pra essa merda, tenho que aguentar você?! – Era possível reconhecer a dona da voz, e pelo tom, estava bastante nervosa. Assustada com o alvoroço, esta resolveu seguir o barulho, a fim de saber o que causava tamanha raiva em sua amiga. A cada passo que a loira dava, o som ficava mais audível, porém, havia um grande dilema, com quem a outra discutia? Era um mistério, pois só se ouvia os berros da cacheada, e nenhum sinal de outro ser naquela mansão. A mesma parou assim que os berros cessaram, esperando outro grito, ou algo parecido, mas nada se ouvia, então apenas resolveu sair à procura de sua amiga, seguindo pelo extenso corredor, com inúmeras portas no mesmo. – Por que brinca comigo desse jeito...? – Disse quase num sussurro, num fio de voz, e se a loira não estivesse ao lado da porta de onde o mesmo veio, não teria escutado.

- Eu... – A outra voz parou assim que Key abriu de supetão a porta, assustando os que antes discutiam. Ao abrir a porta, se deparou com uma adega, uma cacheada vermelha e com o rosto molhado, que julgava serem lágrimas, e um estranho de roupão e uma garrafa cara de vinho na mão.

- Key? – Indagou surpresa pela presença da amiga.

- Por que...o que...como...quem...?  – Não sabia qual pergunta fazer primeiro, causando uma grande confusão.

- Key...Key Bryant. – Sussurrou o rapaz. – Você é igual a sua mãe... – Ditou se aproximando, fazendo a loira se questionar de onde aquele homem conhecia sua mãe. Percebendo seu olhar confuso, o mesmo resolveu estender a mão para cumprimentar a loira. – Prazer, Jeon Jungkook, um velho amigo da sua bisavó...


Notas Finais


relevem os erros, nao revisei, como sempre

joguei e saí correndo

*view em coco avenue*


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