História Killers - Capítulo 1


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Palavras 2.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALAAAAAAA CHUCKYS E FUJOSHIS!! BLZ!! TRANQUILOS EM SEUS ASILOS TOPE!

Mano, mano, mano. Essa é uma daquelas fanfics onde eu vou pegar pesado, sério, eu até botei nas tags "Não tem comedia" e não vai ter, só bagulho pesado, vai ser do mesmo calibre que minha Errink "Baixa Fidelidade" onde eu vou tratar de assuntos polêmicos e esses caralhos ai; não vou falar quais são pra ão dar spoilers mas ao fim do capítulo vocês saberão. E eu escolhi logo o Blueberry pra foder #soumá #mentira
Esse capítulo tá bem suavizada tanto em conteúdo quanto na gramática porque eu quero deixar vocês apreensivos e choca-los no próximo, então: se preparem.
Ok parei kkkjs criei um clima desnecessário aqui kkkkjs Era só isso mesmo.

Espero que gostem o/

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo I


Após tanto tempo, após tanta angústia, Blueberry ainda não conseguia acreditar que estava a poucos minutos de entrar na faculdade, era inacreditável, parecia ser um golpe; uma ilusão criada para brincar com seu estado emocional e com seu autocontrole. Havia demorado, havia procrastinado, havia feito várias coisas que o atrasaram, mas finalmente estava ali: a poucos passos do seu grande sonho de ir para uma faculdade de medicina. Haviam sido tantas idas e vindas, tantas ladeiras e ribanceiras.

O uniforme que vestia o caracterizava como estudante superior, mais parecia que vestia as fardagens do livre-arbítrio e do autocontrole, da vida própria, sem ninguém mandando em si. A sensação era ótima. Porém, sabia que aquela sensação era efêmera e que podia perder tudo se falhasse em manter-se sob controle, tinha de ter uma mentalidade rígida para impedir que seu outro lado o domasse.

Olhou para o espelho por exatos cinco segundos, apenas reparando se o uniforme estava bem em seu corpo e não continha nenhuma falha. Não ousara olhar para seus olhos. Certamente veria essa característica em específico em uma coloração âmbar, e se visse os olhos, todo seu esforço teria sido em vão. Por isso os cinco segundos. Pegou sua mochila e checou se o material estava lá:

Cadernos; livros; canetas; branquinhos/apagadores; apostilas; equipamentos medicinais de calouro e o geral que se precisa num primeiro dia para causar boa impressão nos professores.

Sorrindo, ele fechou o zíper de sua mochila. Encaixou o fone no seu celular e clicou numa playlist de música diversificadas, desde gospel à raps e heavy metal, qualquer cantoria ou barulheira que o distraísse e qualquer som que não possuísse um teor erótico, seja parcial ou imparcial, até mesmo os discretos. Não que tivesse algum pré-conceito com pessoas que cantavam aquilo ou que ouviam, mas sempre que ouvia algo relacionado começava a sentir náusea e tonturas, tudo parecia lembra-lo do acontecimento de alguns anos atrás, por isso preferia manter distância.

Trancou a porta de casa e meteu o pé para o campus, era perto dali, podia ir andando e não ia se cansar. Uma coisa que ele notou foram os olhares dos moradores da pequena comunidade em seu uniforme, claro, o campus na qual começaria a estudar era inteiramente sobre estudos medicinais. Direito e engenharia ficavam em bairros divergentes dali. Não se importou com a atenção, classificou como irrelevante, logo eles se acostumariam, e mais, não devia nada a eles.

...

— Tudo bem colega?

Blueberry abaixou o panfleto sobre os preços de comida da loja que havia no prédio, dando de cara com um esqueleto sorridente, tal sorriso o contagiou, fazia tempo que não via um daquele tamanho. Acenou com a cabeça em resposta a pergunta, ele deveria ser um aluno voluntário de alguma atividade extra.

— Sou Dream! — Ele ergueu a mão enquanto alargava o sorriso, Blueberry se perguntou como aquele tanto de dentes cabia na boca dele, talvez a ausência de sorrisos na vida de Blueberry fizeram com que ele ficasse paranoico com todos os elementos que formavam a feição labial.

— Blueberry. — Apertou à mão dele, ela estava quente, ou a sua estava muito fria. Talvez sentisse aquilo por falta de muitas mãos para apertar, para ser honesto ele não havia apertado muitas mãos ao longo de sua vida. — Eu sou novo aqui, é meu primeiro dia.

— Ah! Não diga isso cara... — Dream exclamou e logo em seguida abaixou a voz, colocou as mãos no ombro de Blueberry e o fez abaixar-se, numa tentativa de escondê-lo. — Sabe, têm veteranos aqui que estão à procura de novatos como você, não recebemos calouros há dois anos e eles estão ansiosos para pregarem uma peça. — Explicou baixinho, como se estivessem sendo observados.

— É serio isso? Em que ano estamos? Mil novecentos e um? — Brincou com a situação, não querendo acreditar que trote ainda acontecia nas universidades, e numa universidade particular de medicina americana!

— Não, estamos em dois mil e dezoito. — Respondeu. Sarcasmo era uma língua que ele não conhecia. — E acho que eu. — Ele iniciou seu discurso, retirando as mãos do ombro do novato e fazendo pose. — O grande Dream; vai ter que lhe ajudar a evitar os veteranos. Começando é claro. — Ele se auto pausou novamente, pegando algo em seu bolso. — Pela lista de salas que acontecerão palestras. — Entregou o papel ao novato.

Blueberry passou os olhos pela lista enquanto o veterano falava mil e uma coisas sobre os veteranos ameaçadores que estavam afiando as facas e carregando as armas para os futuros trotes. Na atual data haveria três palestras com seis professores diferentes, depois mais uma; só que era uma aula revendo todos os conceitos básicos da medicina, seriam cinco telões para mais de quinhentas pessoas conseguirem acompanhar tudo, Blueberry meio que arregalou os olhos com aquela descrição, engoliu seco com o tamanho porte daquela palestra.

— E por fim, teve um trote na qual eles foram à lavanderia dos calouros e trocaram o sabão por pó de mico. Eu fiquei muito feliz de ter entrado um ano antes daquilo, morri de pena pelos novatos, o mundo é tão cruel. — Finalizou suas explicações com um choro verdadeiro, só de se lembrar dos companheiros chorando por não terem nada para usarem por baixo dos aventais... — Então, já leu tudo? — Parou com o drama e voltou-se ao novo amigo.

— Sim. — Respondeu meio tonto, não era fácil digerir toda aquela informação com um iguana tagarela do seu lado. Riu do próprio pensamento, mas logo fez o sorriso morrer e arregalou os olhos com o que havia pensado, aquele pensamento não era seu, ele não pensava mal das pessoas, quem fazia aquilo era... — Então! — Exclamou, tentando focar sua atenção em qualquer outra coisa. — Conte-me mais sobre os trotes que os veteranos fizeram durante os anos! — Pediu gaguejando discretamente.

Os olhos de Dream brilharam como nunca antes. Ninguém, absolutamente ninguém! O levava a serio quando o assunto era aquele, então interpretou aquilo como um pedido de amizade, uma amizade que com toda a certeza do mundo iria durar por toda à eternidade.

...

— A primeira palestra vai ser aqui.

Blueberry arregalou os olhos novamente, sentindo o ar lhe escapar. Aquilo era um auditório?! Mais se parecia com uma versão escolar do maracanã ou o estágio do Corinthians, e outra, ele havia sido enviado para a China? Não, o número de pessoas de lá mal se comparava com o número de pessoas naquele lugar. Tudo bem, ele admite ter exagerado, talvez isso se devesse ao fato de que há muito tempo não havia frequentado um lugar movimentado. Em meio aquilo ele sentiu uma falta de ar passageira, não foi tão pesada quanto às outras, desta vez a mão contra o peito e as costas envergadas puderam ser descartadas junto de um possível desmaio.

— Ei cara, ‘cê tá legal? — Dream indagou colocando uma das mãos no ombro do novo amigo, despertando-o de uma possível crise de falta de ar.

— Estou lega, estou legal. — Respondeu rindo envergonhado, corando discretamente. Suspirou colocando as mãos no bolso. — Só não sou acostumado a estar em lugares lotados...

— Ah... — Dream havia finalmente compreendido. Ele abaixou a cabeça e olhou para os lados, procurando alguma maneira de poder ajudar o novato, já havia estudado sobre aquele tipo de reação. Sorriu, havia tido uma ideia. — Bom! — Exclamou, fazendo o novato encara-lo. — Se esse é o caso, espere aqui! Não saia daqui, não diga nada a ninguém, diga que é filho de um dos professores ou coisa do tipo e que você foi obrigado a usar esse uniforme. Eu volto em dois segundos. — E correu para fora dali, cruzando uma porta feito um raio, ou um relâmpago, se bem que raios e relâmpagos não podem correr.

Blueberry decidiu esperar, em meio à solidão encostou-se a uma pilastra, pegou o celular e passou a ler a continuação de um artigo sobre doenças nos pulmões, ignorando a barulheira que ficava cada vez mais alta no recinto.

— Quem é aquele ali?

— Qual?

— Aquele de cachecol azul que tá encostado numa pilastra com celular na mão.

Blueberry ouviu as vozes de uma conversa distante, seu rosto enrubescia cada vez mais ao notar que provavelmente estavam falando de si já que era o único naquele fim de mundo que portava um cachecol azul. Ele interrompeu a leitura e olhou na sua direita, direção da qual havia ouvido as vozes, porém se arrependeu, seus olhos azulados fitaram-se em belas orbes escarlates que estavam a bons passos de distância.

O dono dos olhos escarlates portava um uniforme diferente do seu, talvez ele fosse aluno privilegiado ou de outro nível, não parecia pertencer à outra faculdade visto que o símbolo da faculdade “MAU” (Medicina Avançada Underground) estava presente na roupa dele; o que fez Blueberry sentir-se interessado pelo de olhos escarlate foi à postura ofensiva que ele portava, parecia estar pronto para defender-se de qualquer ataque, o que era estranho, mas interessante. A única coisa estranha naquele esqueleto era um dente amarelo que parecia ser mais pontiagudo que os outros, mas deixou passar.

Do seu lado direito havia outro esqueleto, só que... O uniforme que ele portava parecia estar mais colado... Ele... Será que era “ele” mesmo? Tinha olhos lilases, usava pulseiras e outros acessórios femininos discretos, era uma garota, tinha de ser e provavelmente ela havia recosturado o uniforme para que ficasse mais colado ao seu corpo. A esquerda do de olhos escarlates, mais um esqueleto, dono de olhos coloridos e uma expressão analítica.

Quando notou que os três olhavam para si seu rosto esquentou ainda mais, não estava acostumado com olhares curiosos em sua direção, pelo menos não mais...

Abriu a boca novamente em surpresa quando percebeu que seus pensamentos estavam recaindo novamente, virou-se, procurando não encarar os três desconhecidos e passou a mão no crânio, nervoso, impaciente e com um leve sentimento de medo. Mas não iria desistir, havia chegado bem longe, havia lutado bastante! Com essa nova linha de raciocínio, virou-se novamente e ignorou o olhar dos três, voltando a ler o artigo no seu celular.

— Voltei!

Blueberry se assustou com a exclamação.

— Esta vendo aqueles assentos quase vazios? — Dream apontou para um espécie de mini arquibancada que encontrava-se no canto direito do palco. Vendo o novato acenar, o sonhador balançou dois papeis coloridos na frente dos olhos dele. — Vamos lá! AH! — Assim que virou-se para ir com seu novo colega até a mini arquibancada, deu de cara com seus velhos companheiros de estudos. — Oh Red, que susto, não faça mais isso comigo eu quase infarto aqui.

Blueberry prendeu a respiração, era o mesmo cara que estava encarando-o há segundos atrás. Boa parte da felicidade que era poder assistir as explicações de perto em assentos reservados que não teriam empurra-empurra morreu, dando lugar a um nervosismo casual.

— Não foi minha intenção Dream. — Desculpou-se com seu típico sorriso irônico, tal ação labial fez com que Blueberry corasse mais ainda, mesmo não compreendendo a razão da vermelhidão se espalhar. — Quem é esse seu amigo? Não é novato é?

Naquele momento, Dream pareceu mais nervoso que Blueberry.

— N-não! Claro que não! Ele é o Blueberry! — Dream não soube como responder aquela então falou tudo que lhe veio à mente. Colocou-se atrás do novato e o empurrou para perto do veterano máster.

— P-prazer em conhecê-lo. — Blueberry ergueu sua mão em meio a um sorriso atrapalhado; gentil e solidário. Aquele par escarlate lhe arrepiando fundo a ALMA, inconscientemente sentiu sua mão tremer quando entrou em contato com a do, aparentemente, mais velho, tinha de apertar mais as mãos dos monstros, estava perdendo o costume.

— Esse aqui é o Ink. — Dream apontou para o esqueleto de olhos coloridos, este apenas acenou com a cabeça, parecia não gostar de cumprimentos. — E esse aqui é o Lust. — Apontou para o de uniforme colado.

Putz, não era uma garota!

— Ah, você não era uma- Se auto calou prevendo que provavelmente ofenderia Lust, e para sua surpresa este apenas riu alto e languido. — Eh, prazer. — Ergueu a mão sorrindo nervoso diante daquela reação inusitada, tinha de conviver mais com monstros diferentes.

— Prazer, pequenino. E pode ficar tranquilo, eu já ‘to acostumado com todo mundo me confundindo com uma garota por causa das minhas roupas. — Lust ditou descontraído achando graça da situação, quando foi soltar a mão de Blueberry passou o dedo indicador na palma da mão dele¹.

Blueberry corou, mas procurou ignorar aquele gesto... Aquele gesto familiar... Familiar... Assustadoramente familiar... “Onde está sua sanidade?”, não... Não agora, precisava ficar firme, alguém o ajude!

— Bem! — Dream puxou Blueberry percebendo que ele estava desconfortável na presença dos amigos. — Vamos Blue?

— S-sim. — O novato respondeu passando a andar lado a lado com Dream para longe daquele trio excêntrico.

— Rapaz... — Ink levou a mão até o queixo e estreitou os olhos, em seguida riu e deu uma lambida nos lábios. — Ele não é familiar pra você Red? — Voltou-se ao amigo.

— Pensei que só eu quem tinha notado. — Lust comentou se virando ao de olhos escarlates com um sorriso maldoso. — Red? Ei amigo, acorda, aprecie o novo alvo. — Estalou os dedos na frente do rosto do colega; numa tentativa de acorda-lo do transe.

— Mermão. — Red pareceu acordar, estremecendo-se. — Lust, pergunte a Dust e Horror o que eles colocaram no meu café da manha viado, eu acho que ‘to vendo coisas. — Colocou a mão na testa sentindo-se meio tonto, mas não deixando o sorriso sumir. — Caralho, isso aqui tá parecendo uma viagem no tempo.

— E o que você vai fazer? — Ink indagou interessado.

— O de sempre eu presumo. — Lust deduziu, Red olhou para ele com uma cara de quem diz “acertou miserável”, os olhos lilases brilharam com intensidade. — Red você é mal, viado! 


Notas Finais


¹ - Pra quem não entendeu esse gesto que o Lust fez na mão do Blueberry significa "quero fazer sexo contigo" é bastante usado aqui onde moro e não sei se vocês conheciam, pra quem não conhece agora tá esclarecido porque o Blue corou xD

GOSTARAM?? Preparem-se porque ai vem chumbo grosso :) Pq será que o Blue é assim meio estranho? O q será que rolou na vida dele? ;D E do que diabos o Red tá falando?

Gente, minha grande amiga Nick acaba de postar sua primeira historia no site, é uma fanfic de Undertale que vale muito; mas muito a pena ler, eu gostei e sei que vocês vão adorar! Deem uma olhada, não custa nada, aqui está o link, se divirtam: https://www.spiritfanfiction.com/historia/deltatale-12983523

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Meus outros Yaois de Undertale:

DustxLust- https://www.spiritfanfiction.com/historia/view-13028549

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DustxLustxHorror- https://www.spiritfanfiction.com/historia/bang-bang-13019216

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Lust x Todo Mundo - https://www.spiritfanfiction.com/historia/o-desaparecimento-de-lust-12664212

Fiquem com o Springtrap e não roobem-


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