História Killshot - Capítulo 30


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Categorias Naruto
Personagens Chiyo, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Pein, Rin Nohara, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikaku Nara, Temari
Tags Sasusaku
Visualizações 195
Palavras 1.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ei Ei, tudo bom?
Vim atualizar novamente essa delicinha, e espero que continuem acompanhando... Notei uma grande diminuição nos comentários... Isso desanima um pouco, porque eu não tenho a minima ideia se favoritam por favoritar, ou pela fic ser boa ou ruim... Fico feliz pelos que comentam ainda... É de uma imensa importância.
Não sou um exemplo de escritora, tive meus momentos onde não quis escrever e até pensei em excluir minha pagina... Pois é! Mas algumas pessoinhas me mandavam mensagens pedindo por continuação e aqui estou eu... Mas gente - Sem obrigação nenhuma - digam se querem continuação ou exclusão da fic. É uma história que requer tempo e eu preciso ter certeza se querem.... É isso!

Boa leitura.

Capítulo 30 - Chapter Twenty Nine - Meu anjo em meio ao inferno.


Fanfic / Fanfiction Killshot - Capítulo 30 - Chapter Twenty Nine - Meu anjo em meio ao inferno.

 

Killshot

POR – Sakura Haruno

 

Eu comia em silêncio enquanto encarava o fogo na lareira, depois que todos foram dormir, me levantei e desci para a cozinha já que eu não havia comido o dia todo, eu decidi que agora eu devia, já que minha barriga estava roncando a dez minutos. 

 

Sasuke não dormiu comigo, pelo contrário, soube que ele e Naori haviam ido para o bar e que só ele decidiu ficar, já que a mesma decidiu ficar ao lado do noivo... O que é mais sensato a se fazer. 

 

Sinto-me triste por saber que ele preferiu o bar a mim, talvez seja culpa minha. Já que o neguei desde que sai do hospital. Sinto falta dele, falta de seus toques, de seu beijo, de seu cheiro é como uma droga, depois que usei não consigo ficar sem. 

 

Além disso, passei o restante do dia pensando no que Gaara falou, se ele realmente estiver falando a verdade, eu estarei em apuros. Mas se ele estiver mentindo, eu estarei em um apuro maior. Eu não conheço Gaara, não sem de onde ele é ou quem ele seja, o que ele realmente faz? Eu simplesmente tenho zero informações sobre ele. 

 

E se eu não aceitar ficar com ele e ele machucar Sasuke? E se isso acontecer ao inverso? Eu não suportaria. E eu não vou. E se eu fugir? Me esconder? Esconder de tudo e todos? 

 

É a melhor ideia Sakura. 

 

Subo as escadas rapidamente e jogo minhas coisas na mala novamente. Sinto Madara agitado dentro de mim, sei que ele sente o que sinto, sei que ele esta conectado a mim, mas não posso permitir que eu fique num jogo de gato e rato, sendo que a qualquer momento eu poderia me machucar. E o pior de tudo, não somente me machucar, como machucar meu filho. 

 

Saio com a mala em mãos e desço as escadas rapidamente – sem fazer muito barulho, - e sorrio aliviada ao perceber as chaves do carro alugado de Naori sobre a mesinha.  Deixo a carta que fiz com tamanha rapidez sobre a mesma e abro a porta da frente saindo em seguida.

 

O frio me atinge com força quando estou correndo até o carro, respiro fundo recuperando o fôlego quando estou dentro do veículo. Ligo o carro e noto que a janela antes escura de Naori se acende, resolvo não perder tempo e logo estou acelerando de volta pelo caminho onde percorri antes de chegar aqui. 

 

Quarenta e cinco minutos depois estou de volta as ruas de Iwaga. As luzes mantêm todo o caminho iluminado, a sensação de não conseguir fazer o que quero é aterrorizante, se Naori acordou e Sasuke está aqui, ele logo irá me achar. 

 

Pego meu celular e abro o vidro da janela o jogando pela mesma. Madara chuta e toco minha barriga com a mão direita acariciando-o enquanto acelero em direção ao aeroporto. 

 

Assim que o carro para. Desço do mesmo em seguida segurando a mala com certa dificuldade, o dia está quase amanhecendo e os vôos vão ter saídas daqui a pouco. Apesar da movimentação, aproximo-me da fila de compra e a moça de cabelos cor cobre me encara sorridente. 

 

─ O que posso ajudar...

 

─ Sakura, meu nome é Sakura. ─ Entrego para ela meu passaporte e ela me encara sem expressão. 

 

─ O que deseja Sakura? ─ Olho em volta sem deixar que ela note meu nervosismo e sorrio para a mesma ao voltar minha atenção para ela. 

 

─ Eu preciso de uma passagem para a aldeia da Cachoeira, para agora se possível. ─ Ela me avalia antes de digitar calmamente em seu teclado, em seguida ela assina e carimba meu passaporte. 

 

─ Será dinheiro ou cartão? 

 

─ Cartão. 

 

─ Ok. ─ Entrego o cartão de vovó a ela e sem dar muita importância ao nome no cartão, ela digita o valor e logo em seguida, me entregando o comprovante e a passagem. ─ Seu vôo sai em dez minutos, fila cinco logo à frente. Tenha uma excelente viagem. 

 

Balanço a cabeça em agradecimento e corro para a fila de embarque número o cinco, apesar de ter poucas pessoas me sinto cada vez mais apreensiva. Quando chega minha vez, olho para trás e respiro fundo aliviada por nenhum deles ainda aparecer.  

 

Sento-me no lado direito do avião e encosto minha cabeça no banco encarando a pouca luz do lado de fora, volto a acariciar minha barriga e as lágrimas deslizam por minhas bochechas, sei que fui errada ao fugir, mas não posso dizer adeus ao homem que amo e viver com outro tranquilamente. 

 

Se Sasuke não souber de Gaara, ninguém se machuca. Se Gaara não souber de mim, ele não vai poder jogar na cara de Sasuke a todo o momento que me tem. Se Mizukage não souber de mim, ela não vai poder colocar as mãos no meu filho. 

 

Tudo ficará bem. Tudo.

 

Existe uma única pessoa capaz de me manter segura, ao menos até meu filho nascer. E gostando dela ou não, terei que procurar sua ajuda, mesmo que essa pessoa seja o pior exemplo de família que eu poderia ter.  

 

Iwaga | Sasuke Uchiha.

HORAS ANTES | Tule Bar. 

 

Levo um segundo copo aos lábios e sinto o liquido queimar em seguida. Bato o copo na mesa e sinalizo para que tragam outro. 

 

― Você vai ficar bêbado. ― Olho para minha irmã e balanço os ombros. 

 

― Você sabe que não é tão fácil assim. ― Ouço-a bufar. ― Beba comigo? Pela nossa família. 

 

― Você sabe que não podemos beber, não por esse motivo Sasuke. ― Ela afasta a mecha do rosto e me encara séria. ― Sakura esta estranha e eu aposto que não é pelo roubo. ― Pego o terceiro copo e encaro o liquido amarelado dentro do mesmo. 

 

― Você realmente quer saber o que aconteceu? O porquê dela estar estranha? ― Rio amargo. Pego o celular e abro o arquivo que fiz questão de salvar e entrego para minha irmã. ― Essa é a gravação que foi feita através do colar que dei para Sakura usar na festa, ai está tudo o que aconteceu lá, há filmagens também se preferir ver, mas eu salvei o importante. ― Naori pega um fone em seu bolso e conecta o mesmo em meu aparelho em seguida leva ao ouvido. 

 

Aos poucos seus olhos se arregalam e suas mãos se fecham conforme ela ouve o que ouvi várias e várias vezes, volto a beber e dessa vez o álcool queima minha garganta juntamente a dor em meu peito por ter a devida certeza da escolha de Sakura. 

 

― Sasuke...

 

― Eu busquei em tudo, até mesmo nos arquivos da FBI sobre Gaara, nada. Não encontrei porra nenhuma. ― Encaro minha irmã. ― Eu vou perder Sakura, Naori.

 

Minha irmã toca meu ombro e sinto a ardência em meus olhos. 

 

― Você já conversou com ela sobre isso? ― Nego. ― Porra Sasuke, você deveria conversar com ela. E se ela escolher Gaara com medo do que possa acontecer? Sakura esta confusa e qualquer pressão sobre ela a dominará por completo. ― Eu concordo.

 

― Sakura é forte mas ao mesmo tempo, fraca. ― Pego novamente o copo e bebo o liquido de uma vez. ― Não me aproximei dela por acaso. Ela é linda, doce, alegre... Ela é minha luz na escuridão, ela é o anjo em meio ao inferno. ― Minha voz sai amarga. 

 

― Então vai esperar ela ir embora? ― Olho minha irmã e respiro fundo.

 

― Não irei impedir Sakura, Naori.— Sou sincero. ― Porém se ela for com Gaara, eu deixarei Sakura para sempre. ― Naori se levanta da cadeira e seu semblante furioso me deixa quase sã novamente. 

 

― Você está bêbado Sasuke. Não sabe a merda do que está falando. ― Ela coloca as mãos na cintura. ― Você vai deixar a única mulher que amou ir embora assim? Eu não posso acreditar que você se tornou um bundão Sasuke. ― Eu até riria em outro momento. 

 

― Naori, não depende de mim. Sakura não sabe que sei sobre o que ouve, e ela parece firme em manter isso em segredo. ― Fungo. ― Ela não ficou ao meu lado ou trocou qualquer palavra desde que saímos do hospital. No fundo, bem no fundo ― Toco meu peito, sobre o coração. ― Eu sei que ela tomou sua decisão. E o que me dói é saber que eu não estou nela. 

 

― Porra Sasuke! ― Naori bate a mão fechada sobre a mesa atraindo olhares em nossa direção. Ignoro e ela faz o mesmo. ― Eu sinceramente não vou ficar olhando você se afundar no álcool e deixar a mulher que ama ir embora bem debaixo do seu nariz. ― Ela coloca uma nota sobre a mesa e me olha uma última vez antes de ir embora. 

 

Volto minha atenção ao copo e chamo o garçom pela milésima vez.

 

 

KONOHA | Gaara no Sabaku

 

Encarava a movimentação na praça central, é quase noite e apesar do frio as pessoas parecem nem se importar. Observo através dos óculos o carro preto parar do outro lado da rua. Dois caras descem do mesmo, em seguida uma terceira pessoa. Há passos rápidos, eles atravessam a rua e caminham em minha direção. 

 

― Deixem-nos a sós, mas se mantenham por perto. ― Os homens obedecem em segundos estamos sozinhos. 

 

― Veio rápido. ― Falo recebendo apenas um balançar de ombros.  

 

― Como foi? ― O vento balança as árvores em volta deixando visível que em breve possa chover. 

 

― Rápido e fácil. ― Dou de ombros. 

 

― Rápido e fácil? ― Ri. ― E como foi? ― Lambo os lábios encarando os prédios a nossa frente.

 

― A história que inventei foi o suficiente para fazer Sakura acreditar em tudo. E tenho certeza de que ela vai deixar Sasuke em breve. ― A gargalhada vem em seguida. 

 

― Como pode ter tanta certeza? Sabe que se Sasuke descobrir ou qualquer outro, eles vão descobrir que mentiu e ficara pior do que imagina para conseguir tira-la dele. ― Bufa. 

 

― Eu tenho tudo planejado. Eu sei mentir bem quando quero algo. Sakura ficará comigo e pouco me importa o que aconteça com a criança. ― Encaro-a agora. 

 

― Eu prometi a criança ao pai e a mãe a você, eu só quero o que é meu por direito Gaara. ― A ruiva se ergue do banco e os seguranças se aproximam.  — Certifique-se de que seu plano deu certo Gaara, ou as consequências de seus erros serão deveras caras. 

 

― Eu sei o que estou fazendo Mizukage. ― Me ergo também. ― Sakura será minha, somente minha.


Notas Finais




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