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História Kimetsu Academy - O amor floresce entre as chamas - Rengoku. - Capítulo 21


Escrita por:


Notas do Autor


Esse capítulo foi meio irritante de fazer.
Acredito que a imagem do início é uma analogia minha sobre como eu vejo um relacionamento com uma pessoa tóxica. É como uma praga que te devora aos poucos mas você aceita por medo ou insegurança entre tantos outros motivos próprios que não devem ser julgados.

Não aguentem isso. Ninguém merece algo assim.

(Acabei esquecendo de avisar, aparece um personagem citado apenas no mangá, mas não liguem pra ele, não vale a pena)

Capítulo 21 - Pessoa Tóxica.


Fanfic / Fanfiction Kimetsu Academy - O amor floresce entre as chamas - Rengoku. - Capítulo 21 - Pessoa Tóxica.

 

"Você não merece um relacionamento tóxico ou abusivo"

 

Os dias que vieram a seguir foram dolorosos. Por mais que eu soubesse que aquilo era um grande exagero da minha parte, Rengoku havia sido o meu primeiro amor. A sensação que ainda martelava em meu peito era bastante incômoda, como se algo ainda me prendesse a ele. Por mais que tentasse me distrair em absolutamente qualquer coisa que fizessem por mim, ainda me sentia no fundo de um poço com tanta vergonha. Urie fizera de tudo durante o domingo seguinte ao ocorrido, tanto que encontrou meu filme preferido, fez pipocas e junto com Sanemi (que agora não se importava por eu chama-lo pelo nome) e Genya ficaram ao meu lado tentando me alegrar. Apesar de achar que foi muito delicado da parte deles, eu não conseguia pensar em mais nada. Sanemi tentou explicar o que poderia ter acontecido, mas assim que disse o nome de Kyojuro eu simplesmente acabei indo direto para o quarto. Ouvir sua voz me fazia muito mal. Não queria discutir aquilo com ninguém, nem me lembrar mais daquele dia em especial, queria apenas ficar no meu quarto e tentar me esquecer de tudo. Por mais difícil que fosse. Dormir tinha se tornado uma tarefa complicada, já que na maioria das vezes passava uma boa parte da noite pensando em todos os momentos que tivemos. Desde a primeira vez que o vi, seus olhos tão intensos que poderiam enxergar a minha alma e meus maiores segredos. Seu cheiro e seu toque não conseguiam sair da minha mente. Meu corpo formigava de ansiedade, era como uma saudade intensa de algo que não foi concluído. Me lembrava com clareza da noite que conversamos na sala, do seu beijo e da sua pele quente, quase que derretendo todo o meu ser. Era como estar rodeada pelo Sol mais brilhante que existia e agora estava tudo escuro. As aulas teriam que continuar, assim como meu ano letivo, era um fato de que não podia desistir de tudo por conta daquele engano da minha parte. Me apaixonar tão fortemente por Rengoku havia sido talvez o pior erro da minha vida. Na semana que se passou eu acabei mudando de lugar na sala, pedindo para uma colega trocar de mesa, resolvendo me sentar na fileira de trás o mais escondida possível. Os professores começaram a agir de outra forma comigo. Talvez preocupados, decerto por conta de Rengoku ter contado seu envolvimento com uma aluna ou talvez por causa da minha súbita depressão. Uzui que era o mais debochado entre os professores tinha agora mais cuidado ao conversar com seus alunos, ainda mais se fosse comigo.

– Ysaÿe. – Disse ele certo dia ao colocar a mão em meu ombro, retirando subitamente ao ver que meu corpo tremeu de receio. Ele pigarreou um tanto quanto nervoso e abriu um sorriso quando virei meus olhos para ele.

– Caso precise conversar, ou de algum auxílio saiba que tanto eu como os outros professores estamos à disposição. – Ele estava visivelmente preocupado mesmo que estivesse sorrindo. Apenas balancei minha cabeça positivamente. Fazer aquele movimento repetitivo de concordar com todo mundo estava se tornando um hábito.

Por incrível que fosse até Tomioka começou a ter mais empatia comigo. Numa das suas aulas de Educação Física após um treino árduo resolvi descansar e beber um pouco de água. Enquanto eu descansava, ele se aproximou sorrateiramente e me alcançou uma caixinha preta. Muito curiosa sobre o motivo daquilo apenas encarei o professor e peguei o objeto, abrindo-a em seguida. Tinham vários *Ohagi dentro dela, pareciam deliciosos.

– Pode comer alguns e descansar mais um pouco. – Disse ao fazer um sinal positivo com o polegar.

Apesar de saber que todos faziam aquilo para que eu me sentisse melhor. De nada adiantava. Percebi certo dia que aquela mulher que estava com Rengoku aparecia algumas vezes no portão da escola. No primeiro dia o professor saiu como um vendaval até ela, parou por alguns minutos enquanto parecia ter algum tipo de discussão e logo voltou para dentro. Aquilo me deixou um bocado irritada, acabei voltando no início do intervalo para a sala, jogando meu almoço no lixo. Inclusive em questão de como estavam as coisas entre nós, agora não passava de uma relação estrita entre aluno e professor. Percebi que nos primeiros dias após ter acontecido aquele showzinho no festival, Rengoku tentou conversar comigo, mas eu o ignorei completamente. Ele continuou tentando ter um tempo sozinho comigo, até o dia em que agarrou meu braço no meio do corredor vazio e pareceu extremamente triste quando nossos olhos se encontraram.

Ysa. – Murmurou com sua voz mais baixa que o normal. Sua palma quente e sua mão firme me fizeram sentir vontade de vomitar por causa da raiva que eu ainda sentia. Puxei meu braço com o máximo de força que consegui sentindo uma agonia tão grande que saí correndo. Antes disso pude ter um vislumbre de como Rengoku parecia exausto. Não era mais a pessoa animada de sempre. Mas não era culpa minha. Corri o mais rápido que consegui, sentindo-me nojenta. Mesmo que lavasse minhas mãos no banheiro continuava com a sensação de estar suja.

As aulas com Rengoku não eram mais as mesmas. Ele era mais quieto os teatros de cavalaria ficaram no passado. Todo mundo ficou curioso sobre o que aconteceu na verdade, alguns perguntavam para mim se eu sabia o que tinha acontecido já que tudo começou com aquele vexame no Café. Ignorava-os sem dó, sentindo raiva por acharem que a culpa fosse minha. Tudo parecia estar dando imensamente errado nos últimos dias, além de estar mais frio e eu acabar ficando resfriada, parecia que mesmo tendo os meus amigos querendo me ajudar eu queria distância de todos eles. Certo dia entre espirros e fungadas aguentando o vento frio que batia em meu rosto, antes que pudesse passar do portão da escola senti minha mochila sendo puxada com violência, de imediato fui gritar assustada, mas engoli a minha voz.

Tomioka que cuidava os alunos que entravam naquele momento talvez não tivesse percebido quando eu saí de perto do portão.

Nem quem estava me acompanhando.

A mulher um pouco mais alta do que eu sorria de forma estranha enquanto seu braço prendia o meu. Ela me encarava de cima a baixo com olhos afiados. Usava um sobretudo creme e a presilha de borboleta nos cabelos soltos. Seu cheiro doce demais era enjoativo. Minha cabeça começou a doer antes mesmo de ouvir sua voz.

– Ora, ora, quem eu encontrei aqui. – Disse ao continuar me puxando para longe do portão. Talvez por estar ainda fraca por conta do resfriado acabei deixando meu corpo ser levado. Se fosse em situações melhores provavelmente teria batido com a bolsa nela. Soltei um suspiro pesado. Ela apertou meu braço um pouco mais forte.

– O que você quer? – Murmurei com a voz rouca.

– Acho incrível que não percebi que você era uma menina. – Seu sorriso pareceu sarcástico. – Você é muito bonita, até demais. – Suas unhas compridas apertaram o meu uniforme. Ela abriu um sorriso maior ainda e me encarou com olhos gélidos. – Vamos tomar um chá, está muito frio. – Me puxou mais uma vez com força me fazendo andar.

– Não posso sair para tomar chá, tenho aula. – Resmunguei tentando me soltar daquela maluca.

– Ah, acredito que você vai querer me ouvir, tenho coisas para conversar com você. Não acredito que uma aluna prodígio não consiga faltar somente um dia. – Senti seriamente que suas palavras eram como veneno de uma cobra que se enrolava lentamente no meu pescoço querendo me enforcar como seu próximo lanchinho. A encarei levemente curiosa, mas também irritada. Eu não queria perder tempo com aquela criatura, mas sentia um certo medo de caso ignorasse fosse pior. Assenti concordando com seu convite. Caminhamos um pouco ainda de braços entrelaçados. Aquilo era praticamente um sequestro. Pensei. Não demorou muito para chegarmos em um Café de Gatos bastante popular entre as jovens da região. Shinobu entrou primeiro. A atendente veio sorridente para nós. Usava roupas largas e quentinhas, cobertas de pelos de gato. Ela deu uma risadinha ao nos mostrar uma mesa vazia.

– O que vão querer? – Murmurou ao levantar um bloquinho e uma caneta. Gatinhos miavam atrás dela, ronronando.

– Vou querer uma fatia de bolo de chocolate com creme e um cappuccino médio. – Disse Shinobu com o seu sorriso tedioso de sempre. Ela e a atendente olharam para mim. Engoli em seco.

– Vou querer um chá. – Ela anotou ambos os pedidos e se afastou tranquilamente contornando os gatinhos que estavam pelo chão, alguns brincavam animadamente, outros dormiam de forma bastante preguiçosa e fofa. Ela não combinava com um ambiente daqueles.

– Então, qual o seu nome? – Murmurou Shinobu, ao colocar uma mecha do cabelo para trás da orelha e me encarar com um sorriso aparentemente falso. Cruzou os dedos ao colocar os cotovelos na mesa, pousando seu queixo sobre a mão. Alguns animais tentaram se aproximar dela, saindo em seguida de perto. Talvez os gatos não gostem de pessoas ruins. Pensei entre uma risadinha. Ela me encarou curiosa.

– Ysaÿe. – Disse sem vontade. Um gatinho simplesmente pulou em meu colo me assustando. Podia estar sentindo o cheiro dos meus gatos que estava na roupa. Aninhou-se por ali e deitou sem hesitar. Senti o calor do seu pelo esquentando minhas pernas. Era gostosinha aquela sensação. Abri um sorriso e acariciei sua pelagem macia. Ele ronronou e tremeu, dormindo em seguida. A moça de antes chegou com os pedidos e muito sorridente nos serviu, em seguida indo atender outro cliente que havia acabado de chegar com o tilintar de um sininho da porta.

– Que nome exótico. – Disse a mulher ao bebericar da sua xícara. Resmunguei sem ligar muito enquanto afagava o dorso do animal que permanecia em meu colo.

– O que você quer afinal? Não viemos aqui só pra beber chá e conversarmos. – Murmurei a encarando. Ela deu uma risadinha debochada e cortou uma porção do bolo com o garfo, levando-o até a boca e soltando um gemidinho de prazer. Devia estar delicioso. Ela pegou outro pedaço de bolo e o levantou, analisava o garfo e o doce de uma forma estranha e seus olhos de repente viraram para mim. Eram olhos ferozes como os de um animal furioso.

– Sabe, ainda estou tentando entender o que ele viu em você.

– Do que está falando? – Senti um leve arrepio na espinha.

– Kyojuro disse que está apaixonado por outra pessoa, mas realmente não consigo ver nada de útil em uma criança. – Ela bebeu mais um gole de seu cappuccino. Talvez eu fosse ruim em desejar que aquilo tudo acabasse em uma bela dor de barriga para ela.

– Não sei onde quer chegar com isso. – Disse por fim. Estava prestes a me levantar, mas seu olhar afiado ordenava que eu continuasse ali. Talvez por conta do instinto, permaneci sentada.

– Você é tão séria, até parece com ele. – Ela deu outra risadinha debochada. – Acredito que até nos momentos infantis vocês sejam iguais. Que patético. – Agora estava de braços cruzados. – Apesar de que, Kyojuro mesmo sendo tão idiota às vezes, ainda serve para alguma coisa.

Permaneci em silêncio. Era tanto veneno sendo destilado que eu não sabia nem como responder. Ainda estava muito irritada com Rengoku, mas ele não merecia ser tão mal falado.

– Achei que vocês fossem namorados, por que está dizendo essas coisas? – Murmurei ao encará-la com curiosidade.

– Ora, eu já havia dito isso naquele dia do Café. Eu conheço Kyojuro desde a época da faculdade. Ele não era tão musculoso e bonito como hoje é claro, ele ficou muito mais delicioso do que antes. – Mordeu a lateral do lábio com malícia e deu uma risadinha. – Ele era um típico nerd de óculos. Não tinha nada de útil, mas vivia correndo atrás de mim. Ele até que acabou servindo pra algo, me ajudou a fazer muitos trabalhos naquela época em troca de atenção. Não devia ter nenhum amigo e vivia sozinho. Como era uma faculdade particular eu soube que ele apanhava de alguns alunos por ser filho de uma família pobre, ele trabalhava e pagava o curso, vivia cansado. Mas sempre sorria e abanava o rabo feito um cachorrinho quando me via. – Ela parecia satisfeita com aquilo, senti meu rosto corar de raiva por ouvir aquelas ofensas.

– Ele ficou muito satisfeito quando eu dei um beijo nele. Era tão tímido e sério que me fazia rir. Ficamos juntos por 5 anos. No primeiro ano de namoro ele queria me pedir em casamento, dizia que iria me fazer a mulher mais feliz do mundo, que me amava muito. Apenas enrolei e disse que ainda era muito cedo. – Ela continuava comendo o bolo enquanto falava. – Depois de um tempo ficou chato.

– Chato? – Murmurei quebrando o seu monólogo.

– Muito chato. Ele sempre foi péssimo na cama, queria ser romântico, todo cuidadoso. Me dá preguiça só de lembrar. – Ela imitou um bocejo me deixando claramente com muita raiva. Ela me encarou entre risos. – Vocês fizeram alguma coisa? – Perguntou.

– Não.

– Claro que não, o respeitoso Kyojuro não tocaria em uma criança. – Ela deu uma gargalhada. – Aquele otário é tão mole..., mas aí apareceu o Douma e não resisti, aquele cara parecia pegar fogo. – Ela mordeu os lábios novamente. Meu coração estava doendo de uma forma estranha, eu me sentia com agonia de estar ali. Aquele nome. Douma. Não era estranho. Pensei por alguns segundos e me lembrei. Douma era um ator famoso, muito bonito e cobiçado entre as jovens. Mas cheio de escândalos e confusões em sua carreira, que iam desde venda de drogas até abuso sexual. Não conseguia entender porque ela iria gostar daquele maluco.

– Você terminou com o seu namorado? – Perguntei nervosa.

– Claro que não, era mais excitante transar ferozmente com Douma e depois ver Kyojuro se esforçando. Patético demais.

– E porque você voltou agora?

– Ué, eu vim me divertir. Douma me chateou e como ele vive ocupado com os compromissos dele, acabei voltando para o Japão depois de descobrir onde Kyojuro estava. Ele sempre foi tão caído por mim que não iria resistir. E como ele ficou tão gostoso nesse tempo que eu estive longe, não resisti em me aproximar. – Ela apontou o dedo para mim, sua expressão mostrando tédio. – Mas aí você chegou e estragou tudo.

Não respondi, tentava absorver toda aquela informação. Ela era uma pessoa muito tóxica e nojenta.

– Não me entenda mal, só quero mais algumas transas com ele. Kyojuro é um otário e sempre vai ser, não vale a pena. E você é só uma criança, deveria estar brincando por aí. Além do mais, acreditar em amor entre professor e aluna é ridículo. – Ela começou a rir histericamente de forma debochada.

– Você deveria ter mais respeito por ele, vocês tiveram uma história juntos! – Disse tentando esconder minha raiva ao máximo.

– Que história menina. Eu quero o Kyojuro porque ele é meu. Só isso. – Continuou com aquele olhar tedioso. Eu estava completamente cheia daquilo. – Ele é um incompetente. Não serve pra nada além de diversão, sempre foi assim. Mesmo que continue se esforçando ele sempre vai ser um inútil. – Ela cuspiu aquela última palavra de uma forma tão nojenta que eu não consegui me segurar.

O gato que estava no meu colo pulou assustado com meu movimento brusco. Agarrei a xícara intacta e joguei todo o conteúdo na cara de Shinobu. Ela me encarou surpresa e um tanto assustada, o chá havia manchado toda a sua roupa.

– Sua vadiazinha. –  Murmurou. Eu levantei o dedo indicador fazendo com que ela prestasse atenção em mim.

– Cala essa boca sua vaca imunda. – Disse em um tom raivoso. Jogando talvez toda a carga de estresse que carregava durante todos aqueles dias. Shinobu continuava me encarando e o silêncio pesou no ambiente, a atendente veio para perto perguntar se estava tudo bem, mas apenas a ignorei.

– Olha só, você até pode ficar falando de mim sendo que não me conhece, pode me tirar da aula porque mesmo assim não vou deixar de ser uma boa aluna. Mas me recuso a ficar ouvindo mais uma palavra contra ele. – Bati ambas as mãos na mesa, fazendo os gatos que estavam por perto, correrem. – Você não passa de uma ridícula interesseira que não tem um pingo de amor próprio e nem pelos outros. Kyojuro devia estar cego de amores pra aguentar você! – Dei uma risadinha. – Seu? Kyojuro nunca vai ser seu, sua maluca do caralho. Se inventar de me incomodar de novo, ou pior de incomodar ele com essas suas ideias idiotas eu juro que da próxima vez ao invés de ser chá sendo jogado na sua cara vai ser a minha mão. – Peguei minha mochila e a enfiei nas costas, estava quase saindo quando uma furiosa Shinobu agarrou meu braço. A raiva era tanta que não me aguentei. Simplesmente fechei minha mão e soquei seu rosto. A mulher caiu para trás em um gemido de dor.

– EU DISSE PRA NÃO TOCAR EM MIM. – Gritei. A moça que nos atendeu estava claramente assustada, mas não deu razão para aquela mulher doida. Saí correndo dali deixando-a para trás, enfrentando um vento frio que machucou meu rosto. Apesar do ocorrido acho que nunca me senti tão bem. A raiva toda havia sumido por um instante.

Decidi voltar pra casa, não tinha mais como ir pra aula naquele estado. Durante todo o caminho pensava no que havia acontecido. Aquela mulher era completamente pirada e Rengoku não mereceu ter ela como companhia durante tanto tempo. Mas não sabia como agir, não queria vê-lo ainda. Muitos sentimentos misturados e eu não tinha cabeça para resolvê-los naquele momento. O tempo iria decidir tudo.


Notas Finais


Agradeço pelas visualizações, comentários e espero que continuem gostando da história :)

Igual eu disse lá em cima, Douma é uma peste que apareceu no mangá, como acho ele patético, não merece explicações. Sorry.

* Ohagi (御萩) são bolinhas de arroz, similares ao mochi, cobertas de feijão doce ou gergelim. O ohagi é preparado com uma textura diferente de azuki e é feito no inverno. A cobertura do ohagi mais popular é o anko (doce de feijão), que é usado frequentemente em doces japoneses.


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