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História King Of The Girls - Capítulo 12


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Capítulo 12 - De Volta A Lakestings


Fanfic / Fanfiction King Of The Girls - Capítulo 12 - De Volta A Lakestings

2004

********e já estava quase fazendo dois anos, enquanto Lana tinha quase treze. Lana já estava entrando na fase de ter interesses sérios por garotos. Era uma noite fria. Já era tarde, e a única que permanecia acordada era Lana, ouvindo músicas no MP3. De repente, Lana começa a escutar barulhos na sua janela. O que poderia ser?

2022

- Riley... mas que merda você tá fazendo?

- O... que tá acontecendo?

- Eu sabia. Você não lembra de nada. Pelo menos nos seus sonhos você sabe o que tá acontecendo. O Maze podia te atacar logo antes de você dormir, mas ele já foi espancado enquanto estava na mesma situação que você, e ele sabe que não é algo digamos que... normal. O Maze era muito bom de briga, e ele quase ganhou naquela vez, mas tenho certeza que você entende.

- Não entendo não! Eu não sei que porra que tá acontecendo!

- Ah, beleza. Descobre, então. Acorda logo.

Acordei, e estava em uma cama confortável. Não era a minha. Era a cama em que as gêmeas dormiam... juntas. Elas já têm idade suficiente para dormirem separadas, não? A não ser que... os objetivos delas com a cama não seja apenas dormir... Por falar nisso... As duas estão envolvidas pelos meus braços... adormecidas e... completamente nuas... Eu tento me levantar, sem me mover bruscamente, mas minha mão esquerda está... justamente no peito de Layla. Demorou um pouco pra eu conseguir levantar, mas Layla acordou... parcialmente.

- Riley Moore... Você transa bem pra caralho... - E voltou a dormir.

Ok. Agora está confirmado. Nós realmente transamos. Eu espero ao menos ter usado um preservativo. Por algum motivo, eu não lembro de nada que aconteceu.

Saí da cama, me vesti, e peguei minhas coisas. Antes de abrir a porta, eu pensei em ficar um pouco mais, mas pensando melhor, elas literalmente só me chamaram aqui pra transar. Não foi nada afetivo. Fiz minha decisão. Abri a porta, e fui embora do apartamento.

Tive que ir a pé pra casa. Já eram três horas da tarde quando saí do apartamento. Por sorte, eu já conhecia as ruas da cidade de Tineystones. Levei uma hora para chegar em casa, e logo que entrei, Jill me encarava com uma feição que chegava a parecer demoníaca, de tão raivosa.

- Eh... Oi?

Não levaram muitos segundos para que eu fosse acertado por um soco no rosto.

- Eu entendo que você tá passando por um trauma emocional, mas porra! Você podia ao menos avisar que ia demorar! Esse é o nosso último dia com o papai! Não vamos nem poder aproveitar direito!

- Me socar não vai resolver nada.

- É claro que vai. Você não vai repetir o erro. - Disse ela, com um sorriso falso no rosto.

- Desculpa por isso. Eu não lembro de quase nada que aconteceu.

- Do que você lembra?

- Eu lembro de entrar no apartamento, e logo depois... elas me ofereceram um doce, e logo depois começaram a tirar toda a roupa e... bom, você sabe o que acontece depois...

- Esse doce... por acaso... era uma maldita balinha?

- Era...

- Riley! Vai se foder! Essas vadias te deram uma pílula de ecstasy e você nem percebeu!

- Ah... então é por isso que nada está fresco na minha memória...

Acabamos realmente não fazendo nada demais com o papai, e logo fomos embora de Tineystones, mas antes, demos uma passada no Gael. Chegando, descemos todos do carro, e Gael não estava esperando por Jill, muito menos por Chris.

- Chris?!

- GAEL! CALA A BOCA E ME DÁ UM ABRAÇO!

Os dois ficaram cerca de dois minutos abraçados. Logo entramos e fomos para a sala.

- Caralho! Eu imaginei que você pudesse ficar com qualquer pessoa, mas não a Gina Dettengrow! - Disse Chris.

- E você acha mesmo que eu imaginei você alguma vez com a irmã do Riley?!

- Quando eu passei aqui, antes de encontrar com vocês, eu disse exatamente a mesma coisa que o Chris, e Gael me respondeu exatamente da mesma maneira.

Todos rimos.

- Me conta, Jill. Como é viver com esses dois? - Perguntou Gina.

- É... digamos que agora quem tem que cozinhar somos eu e a mamãe, já que da última vez, eles quase colocaram fogo no apartamento, da última vez. Literalmente.

- Foi culpa do Chris, que pôs muito óleo na frigideira. - Disse eu.

- Relaxem, garotos. - Começou Gina. - Eu entendo vocês dois. Digamos que o Gael faça o papel da Jill aqui em casa.

- Uau. Eu nunca esperei isso de você. - Disse Chris.

- Mas... afinal... você não ia morar em Tineystones? - Perguntei.

- Bom... isso aqui não é exatamente fora de Tineystones...

- Gael... sua casa é literalmente no meio do mato. - Disse Jill.

- Um mato que fica dentro de Tineystones. - Respondeu ele.

- Na verdade, eu e o Gael morávamos em apartamentos diferentes no centro de Tineystones, antes de tudo acontecer. - Começou Gina. - Depois do casamento, optamos por uma moradia mais tranquila e isolada.

- Não foi uma má ideia. - Disse Jill.

- Tudo foi pensado antes de ser feito. - Continuou Gina. - Esse lugar é perfeito para uma criança viver!

- IIIIIIIHHHH! QUE HISTÓRIA É ESSA, GAEL? - Perguntou Chris.

- Não é muito surpreendente, se você usar seu cérebro. - Comecei. - Qual é o próximo passo de um casal, depois do casamento?

- Bodas de papel? - Perguntou Chris.

- Francanente... Como é que eu aguento você? - Perguntou Jill.

Acabamos passando a noite lá, como já era tarde. Caso contrário, chegaríamos em casa no meio da madrugada, e Chris provavelmente dormiria no caminho. Chris e Jill dormiram no quarto de hóspedes, enquanto eu fiquei no mesmo sofá que Jennie passou aquela maldita noite. Pude ouvir alguns gemidos, mas não consegui identificar de quem eram. Será que o Chris estava transando com a minha irmã? Não, provavelmente o Gael e a Gina ficaram empolgados com a conversa. Espera aí... Por que diabos eu tô pensando nisso?

- Não fique desatento. Eu ainda existo. - Disse Maze, pulando em cima de mim com uma faca.

- Você tá passando dos limites! Uma faca é demais!

- Cala a boca, porra! Você deu uma joelhada no meu saco!

- E você ainda não descobriu as posições certas pra evitar que isso aconteça de novo. - Respondi, dando outra joelhada no saco dele.

- Eu juro... que na próxima vez que você fizer isso... eu venho pra cima de você com uma AK-47. - Disse ele, sumindo.

Ah... finalmente um pouco de paz. Só na minha imaginação, mesmo. Peguei uma almofada do sofá, para me deitar, e havia um bilhete embaixo dela. Quer mais? Era da Jennie.


Riley,


Eu te amo, mas você não tá colaborando. Se você achou isso, saiba que eu não acho que algum dia eu vá superar isso tudo. Eu te amo como jamais amei o Ian, ou qualquer outra pessoa. Você foi o homem da minha vida, e eu acho que nunca vou encontrar alguém como você.


Com amor, Jennie.


Eu comecei a chorar. Era demais pra mim. Eu preciso esquecer. Nem que eu tenha que tomar medidas como as de ontem pra isso.

- Ah, que sofrência é essa, amigo? - Perguntou Clementine.

- Qual é. Tenho certeza que você me entende.

- Realmente. Se precisar de apoio emocional, você não precisa ficar tomando ecstasy ou se drogando. Basta dormir.

- Tá... se oferecendo pra ser meu suporte emocional?

Ela corou.

- Talvez...

- Achei que você fosse imune à magia da coroa.

- E eu sou! Seu bobo! Não é como se eu gostasse de você, ou algo assim! Eu só estou querendo... me tornar mais próxima...

- Tudo bem, eu entendo.

- Você não tem jeito, hein? Tirando conclusões precipitadas assim... Quer saber? Acorde.

Mas que merda?

Outro dia raiou, e nos despedimos de Gael. Chegando novamente em Lakestigs, já havia passado da hora do almoço, e nossa mãe já estava com a comida pronta, esperando por nós. Chegava a ser aliviante.

Logo depois do almoço, decidi me abrir para o Chris, também. Logo depois que terminei, ele teve uma reação meio...

- NÓS PRECISAMOS DE UMA NOITE DOS RAPAZES!

- Eh...

- Qual é, não posso nem me juntar? - Perguntou Jill.

- Não deixe que os nossos velhos tempos morram, Jill. Você vem na próxima. Eu vou pra casa, dar uma ajeitada nas minhas coisas.

Logo que ele saiu, falei com Jill.

- Relaxa. Os velhos tempos entre eu e você também precisam ser preservados.

- O que quer fazer? - Perguntou ela, com um sorriso bem suave.

- Me dê as suas mãos. Eu vou guiá-la até o mágico sofá, onde passaremos o restante inteiro da tarde assistindo anime.

O sorriso dela logo aumentou, e depois de alguns episódios...

- Aí, Riley...

- O que foi?

- Se você quer reviver os velhos tempos entre nós... - Ela sentou no meu colo, virada de frente para mim, colocando os braços sob os meus ombros. - Precisamos fazer tudo o que fazíamos nos velhos tempos, né? - Ela me olhava com um olhar que tinha segundas intenções. - Podemos fazer isso, já que a mamãe não está em casa, e está ocupada com as coisas do trabalho, né?

- Não necessariamen... - Fui cortado por um beijo.

- Não resista. Vai ser pior pra você. - Ela começou a abrir a camisa que estava usando, botão por botão, até chegar ao fim. Foi quando a tirou. - Vai lá. - Ela encostou a testa na minha, e logo depois o nariz no meu, também. - Abre meu sutiã.

- Jill... Isso tá errado... Já aconteceu uma vez que não era pra acontecer... Definitivamente não é pra acontecer de novo, ainda mais agora que você tá com o Chris, e quer algo mais... pervertido de se fazer...

Ela desceu do meu colo, vestiu a camisa, e não olhou nos meus olhos. Ela ia em direção ao seu quarto, mas antes que ela saísse do meu campo de visão...

- Virjão.

Eu não sabia direito o que sentir quanto a aquela situação. Depois de um tempo, Chris voltou, e surpreendentemente, Jill agiu falsamente como se nada tivesse acontecido.

- É, o seu coração foi quebrado de novo.

- Maze.

- E dessa vez foi sua irmã que quebrou. Pobrezinho do Riley... vendo que sua irmã só usa o seu melhor amigo como um objeto sexual e emocional, e na verdade, é uma vadia obcecada por sexo!

- Cadê a sua faca?

- Dessa vez eu vim desarmado.

- Você sabe que a cozinha é ali atrás, né?

Comecei a andar pra trás.

- É, eu sei, mas eu não preciso de facas pra acabar com você, Riley Moore.

Continuei andando pra trás, chegando na cozinha.

- Tá fugindo de quê?

Peguei uma faca na gaveta, e arremessei contra ele, antes que ele percebesse.

- VAGABUNDO! - Gritou ele, em dor e agonia.

- Riley! - Disse Chris. - Você nem trocou de roupa ainda!

- Eh... Desculpa... Eu meio que... Fui interrompido por alguns problemas...

- Que problemas?

- Ah... Eh... Nada! Foi só um... Foi... É que... Eu só me distraí um pouco...

- Entendo. Vai tomar banho, logo.

- Eu fui tomar banho, e fiquei meio perdido nos pensamentos, mas decidi não pensar muito, pra não bagunçar ainda mais a minha cabeça. Vamos ver o que o Chris planejou pra mim, hoje à noite.



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