História Kingdom of Heroes - Capítulo 3


Escrita por: , ImIva e Niely_Lima

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anti-herói, Heróis, Lgbt, Luta, Magia, Mutantes, Poderes, Romance, Vilão
Visualizações 14
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês!
Dessa vez com um pouquinho de ação.
Boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Kingdom of Heroes - Capítulo 3 - Capítulo 3

Janyelle P.O.V

— Gente, eu acho que sei como ocorreu o assassinato.

Após Nathan dizer isso, eu e Ivanessa ficamos assustadas e rapidamente olhamos para ele, que ainda estava parado em frente a porta.

— Pois então conte, menino. Está esperando o que? — Eu disse me sentando direito no sofá para escutar o que ele tinha pra dizer.

Nathan nos contou sobre tudo que ele tinha visto, desde quem cometeu is crimes e até mesmo a forma de como as pessoas foram assassinadas. É, parece que o assassino é mesmo um mutante revoltado.

Algum tempo depois, os dois resolveram ir para suas casas. Ivanessa disse que acompanharia Nathan até a residência dele, pois dava para perceber claramente que ele não estava em condições de voltar sozinho, mesmo morando perto.

Depois deles terem saído, fui até o banheiro para tomar banho, o cheiro daqueles corpos estavam impregnados em mim. Que nojo!

Enquanto sentia a água correndo pelo meu corpo, me lembrei que não tinha falado com a Cris desde a noite passada. Será que ela me esquece? Ou só está se fazendo de difícil? Vou descobrir isso e é agora!

Saio do banheiro já vestida com um short e um topzinho que uso para dormir. Me jogo na cama e pego meu celular, mandando uma mensagem para a Cris:

Jany: Oi amor. Por que não falou mais comigo? :(

Cris: Oii bebê. Me desculpa, é porque eu estava ocupada ontem a noite.

Jany: Tudo bem. Deixa eu te contar, você acredita que ontem teve um assassinato em massa num bairro aqui perto de casa? Foi macabro!

Cris: Sério? Meu Deus! Como foi que aconteceu?

Lhe contei tudo que eu sabia e ela pareceu bem surpresa, tanto que se despediu de mim e parou de responder as mensagens dizendo que iria resolver uns assuntos importantes da família. Estranho.

Depois dessa despedida estranha da Cris, resolvi sair um pouco pra correr, pois estava sem sono. Vocês devem estar se perguntando "Por que essa doida vai sair pra correr às 23:30 da noite?", acontece que sou um lobo então… Adoro correr a noite.

Antes de sair, visto uma blusa branca, jaqueta de couro preta, calça também preta rasgada nos joelhos e um tênis qualquer que peguei no meu guarda-roupa e saio de casa trancando as portas.

Procuro um local escondido para que eu possa me transformar sem ser vista e acho um matagal bem nos fundos de uma casa. Vou até lá e me agacho, começo a me concentrar nos meus poderes e não demora muito pra sentir meus ossos estalando.

Segundos depois já estou transformada na minha forma animal. Já disse que adoro virar lobo? Eu adoro. Me sinto livre para fazer qualquer coisa que eu quisesse.

Começo a correr como se não houvesse o amanhã, sentindo o vento se chocando e balançando meus pelos negros. Era uma sensação maravilhosa, se não fosse um cheiro muito forte de sangue que invadiu minhas narinas rapidamente.

Desacelero um pouco meus passos e sigo em direção ao cheiro, que cada vez que me aproximava, mais forte ficava.

Ao chegar na origem daquele odor horrível, vejo uma cena pior ainda. Haviam vários corpos empilhados um em cima dos outros numa praça abandonada que ficava no fim da cidade. Quando vi aquilo, imediatamente me lembrei do assassinato que ocorreu naquele bairro. Todos os cadáveres estavam do mesmo jeito, com cortes profundos no pescoço e completamente ressecados.

Eu iria voltar para minha forma humana, mas desisti ao ver um pessoa. Era ela, a assassina que apareceu na visão do Nathan. Fico um tempo observando o que ela estava fazendo e a vejo pegando uma mulher — Que ainda estava viva — pelos cabelos e a jogar com tudo no chão. Vejo a moça se esforçando para se arrastar para longe do ser, mas o mesmo se aproxima rapidamente e coloca a mão sobre a cabeça dela e rapidamente a vida foi retirada de seu corpo.

Sinto a raiva consumindo meu corpo e segundos depois já estou correndo em direção aquele ser para matá-lo. Aquela "coisa" rapidamente percebe a minha presença e estica os braços para frente, fazendo com que um tipo de campo de força negro aparecesse e me jogasse pra longe. Só que não deixei barato.

Me recomponho rapidamente e vou pra cima dela dessa vez, que estava distraída arrastando um corpo para junto dos outros.

Achou que eu tinha morrido é vagabunda! — Penso e pulo nas costas dela dando uma mordida bem no seu ombro esquerdo.

Escuto a garota dar um grito de dor e depois começar a recitar palavras estranhas:

— Plantae, colligunt eam!

Após ela dizer isso, sinto algo me agarrando por trás e logo percebo que era um galho de árvore.

Ela deu vida para aquela árvore? — Pensei tentando me soltar dando mordidas e arranhando os galhos que me agarraram.

— Você vai me pagar por isso, seu lobo desgraçado! — Disse ela se preparando para lançar algum feitiço em mim.

Mas de repente ela para ao ouvir passos de alguém se aproximado do local onde estávamos. Olhamos para a direção de onde vinha os barulhos e vemos luzes de lanternas.

— Você ainda vai se ver comigo. Me aguarde! — Disse ela antes de desaparecer.

Depois dela sumir, a árvore do nada me solta no chão e o primeiro pensamento que tenho é sair correndo de volta para casa. E é isso que faço.

Minutos depois de chegar em casa, entro pela janela do meu quarto e volto a minha forma humana. Rapidamente pego meu celular e mando uma mensagem no grupo que era composto por mim, Ivanessa e Nathan:

Jany: Galera, vocês não vão acreditar no que eu acabei de fazer!

Ivanessa: O que, cachorra? Espero que seja importante pra me acordar uma hora dessas!

Nathan: Qual o babado?

Jany: Eu saí hoje pra correr um pouco e depois de alguns minutos eu senti um cheiro de sangue. Aí vocês sabem o jeito que eu sou, fui atrás e vi vários corpos um em cima do outro. Foi horrível! E aquela assassina estava lá. Eu lutei com ela, mas não consegui matar porque ela fez uma árvore me pegar e depois fugiu quando tinha pessoas se aproximando de lá.

Ivanessa e Nathan: Como é que é?!

Depois de explicar melhor para eles sobre o acontecido, combinamos de analisar melhor isso amanhã no fim das aulas. Me despedi e me joguei na cama de qualquer jeito pensando no acontecido até adormecer.

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Autor P.O.V

A garota furiosa pegou um vaso que estava em cima da mesa tacando na parede até vê-lo se despedaçar, enquanto era observada por um garoto que não demonstrava reação nenhuma, pois já estava acostumado com as explosões de raiva da menina.

— Aquele lobo maldito mordeu meu ombro! Ah, mas isso não vai ficar assim. Não vai mesmo! — Disse a garota passando as mãos no cabelo em um ato de raiva.

— Sério que quer se vingar de um lobo? Esperava mais de você hein. — Disse o garoto sentado no sofá com um copo de vodka na mão.

— Cala a boca, Jason! Não era um lobo qualquer, aquele era esperto demais para o meu gosto. Duvido muito que seja um simples animal selvagem. — Disse se sentando ao lado do garoto.

— Então o que pretende fazer? — Perguntou Jason bebendo mais um gole da bebida.

— Tenho um leve pressentimento de que conheço aquele lobo. Não sei de onde, mas conheço.

A garota levanta e começa a fazer uma pose pensativa, dando um sorriso em seguida.

— Opa, conheço esse cara. O que você quer aprontar dessa vez, Cris? — Perguntou Jason olhando desconfiado para sua irmã.

— Eu estava pensando… Que tal voltarmos pra escola? Estou com saudade de estudar. — Disse com um falso sorriso no rosto.

— Saudades, sei!

— Então está decidido, vamos voltar para a escola amanhã mesmo. — Decidiu sem o consentimento do outro — Sinto que vou encontrar muitas coisas interessantes lá. — Disse Cris mordendo levemente seu dedo indicador, enquanto dava um sorriso macabro.


Notas Finais


É isso aí.
Espero que tenham gostado.
Até o Próximo :)


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