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História Kingdom of wings and shadows - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura 🤗

Capítulo 17 - Chapter 16


- Pode haver _ meus olhos brilharam



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Olhei o Mestre Fu com os olhos brilhando enquanto esperava o resto da sentença


- Seu poder pode matar, mas ele também é a luz, ele é a vida rainha das sombras e pelos meus cálculos provavelmente uma gota de seu poder pode ser possível trazê-lo de volta, mas isso é uma hipótese _ olhei do mestre Fu para o corpo inerte do meu marido. Eu não ligava se isso era uma hipótese e que poderia dar errado, se fosse algo que poderia traze-lo de volta, eu faria


- Como faço isso? _ perguntei, a voz tão embargada que estava difícil a compreensão


- Junte as mãos em forma de cuia _ eu uni as mãos formando uma concha como ele havia pedido - Feche os olhos e pense no seu poder, seu poder cru, uma pequena gota dele _ eu fechei os olhos e assim o que o fiz eu pensei, pensei no meu poder e em como tirá-lo das profundezas do meu poder infinito uma gota de poder e abri os olhos quando o senti em minhas mãos - Agora despeje sobre o coração dele _ devagar eu abaixei as mãos e despejei a gota de poder puro sobre o coração dele e esperei, esperei e nada. Senti os olhos começaram a encharcar novamente. Eu realmente o perdi, era só o que eu pensava enquanto deitava minha a cabeça sobre o coração dele enquanto sentia o meu em pedaços. Senti braços me rodeado e vi que era meu irmão querendo me afastar. Quando eu ia protestar eu escutei baixinho, eu escutou baixinho o coração dele. Arragalei os olhos ao ver que tinha dado certo e que ele estava de volta, de volta para mim. Peguei seu corpo devagar nós meus braços o abraçando, ele estava ali, ele havia voltado



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Meu corpo inteiro ardia e doía e naquele momento eu me perguntava para onde eu tinha ido. Tentei abrir os olhos e tira-los da escuridão mas eu não conseguia e ao longe eu escutei uma voz


- Oi meu bem _ era a voz dela, a voz da Marin. Será que no outro mundo eu podia escuta-la? Me perguntei - Já é a decima vez que eu veio aqui só hoje né, você não está me escutando, mas concerteza já está enjoado de mim _ como assim vem aqui? Ela não morreu né? - Eu estou aqui porque tem uma semana que você está assim e eu estou com medo de você não acordar e do que eu tenha feito não ter resolvido _ senti lágrimas molhando meu rosto, lágrimas que não eram minhas e logo depois uma testa sendo colocada sobre a minha. Sua mão apertou a minha, entrelaçando nossos dedos - Eu sinto sua falta, nós sentimos _ nós? Os familiares e amigos dela sentem minha falta? - Volta logo e me desculpa, desculpa, desculpa _ e ela continuou repetindo desculpas até que eu consegui apertar sua mão de volta e abrir devagar meus olhos encontrando os seus olhos azuis arregalados e brilhando em lágrimas. Eu não havia morrido pelo visto


Eu ia tentar dizer algo quando ela sumiu da minha frente, ela havia atravessado. Encarei ao redor atordoado ao perceber que eu estava no meu quarto, nosso quarto no castelo das sombras. Com uma dificuldade tremenda eu me sentei na cama e olhei o arredor novamente para ter certeza se era isso que eu realmente via e era. Fechei os olhos e inalei profundamente o ar e abri-os num susto a porta sendo aberta com brusquidão e logo um corpo forte e músculoso me abraçando, Luka. Senti meus ossos gemerem em dor pelo aperto


- Luka dói _ murmurei baixo. Minha voz completamente seca e a garganta implorando por água


- Desculpe _ ele se levantou e sorriu me encarando e depois soltou uma gargalhada - Você está um caco _ revirei os olhos e estendi a mão quando ele me entregou um copo de água. Bebi tudo em um gole - Como você está? _ lhe encarei após deixar o mesmo copo sobre o criado


- Bom, para quem ia morrer, acho que estou bem _ o sorriso que estava no seu rosto sumiu com a minha frase e eu tentei entender o motivo 


- Você morreu na verdade. Você morreu _ pisquei os olhos atordoado, então eu realmente havia morrido - Mas a Mari junto com o mestre Fu conseguiu te trazer de volta, não sei o que aconteceria com ela caso você não voltasse _ franzi o cenho confuso. Como assim? Ela ficaria bem ué. Antes que eu pudesse dizer algo ele me interrompeu - E você, o que deu nessa sua cabeça para enfiar na frente dela, você e seus sacrifícios, sério, até quando você vai continuar nisso? Que merda Adrien você morreu, você se enfiou na frente dela e ela te matou, sabe o quanto ela se sente culpada _ soltei um riso sem emoção 


- Eu fiz isso para o bem dela. Se ela machucasse algum de vocês, provavelmente ela morreria de culpa a corroendo, mesmo que ela estivesse sendo controlada. Já eu, percebi que com provável contato humano ela retornaria e foi isso que eu fiz. Minha morte não faria muita diferença daqui um mês. Ela superaria e uso ficaria bem _ ele que deu um riso sem emoção dessa vez e pareceu querer bater


- Você realmente não entende o quanto ela te ama não é _ an? - Sabe, você em questão de sentimentos consegue ser tão burro _ levantei uma sombrancelha em confusão - Você é um idiota de pensar isso. Ela está quebrada, se culpando mais que tudo por ter te ferido. Adrien _ lhe encarei - Ela estava entrando em pânico _ arregalei os olhos


- Mas ela me viu acordar, eu acordei quando ela estava aqui _ ele que me olhou confuso - Eu acordei e ela sumiu 


- Ela está pior do que eu imaginava _ nossa, que reconfortante - Vou chamar a curandeira para ver seu estado 


- Não quero curandeira coisa nenhuma, chama ela aqui _ ele negou 


- Ela precisa de um tempo para processar que você acordou e que está bem, ela precisa ter certeza. A curandeira chega daqui a pouco, a noite eu a chamo aqui _ descide não discutir e esperei ele sair do quarto. Em poucos minutos a curandeira apareceu e começou a me examinar para ver se ele estava realmente bem e quando ela saiu depois de constatar que eu estava ótimo, eu passei a tarde sozinho apenas olhando a paisagem linda que dava da varanda. A Marin não apareceu e eu não fui atrás, segundo o Luka ela precisava de um tempo e eu ia respeitar por mais que me corresse ficar longe dela sem saber nada 



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Estava quase dormindo quando a porta do quarto foi aberta. Já era de madrugada e eu havia esperado ela por toda a noite e ela não havia aparecido então descide ir dormir


Levantei o olhar e perdi o fôlego ao ver ela entrando. Ela entrou de cabeça baixa e ao ouvir um soluço percebi que ela chorava. Me sentei e esperei em silêncio ela se aproximar da cama. Ela sentou na cama e sem levantar a cabeça me abraçou pela cintura escondendo o rosto no meu tórax. Embalei seu corpo com meus braços e asas e esperei pacientemente ela se acalmar 


- Me desculpe _ sua voz baixinha no meu ouvido me quebrou, por estar tão embargada. A quanto tempo ela chorava? Pelo seu rosto inchado percebi ser muitas 


- Não há porque se desculpar _ ela se distanciou de mim minimamente e olhei seus olhos azuis que eu tanto iria sentir falta de tivesse morrido 


- Eu te machuquei, meu Deus Adrien, eu matei você _ ela começou a chorar mais e eu neguei com a cabeça encostando nossas testas


- Não, eu estou aqui não estou, você me trouxe de volta e eu estou bem, para de se culpar _ ela me abraçou mais apertado e eu beijei o topo da sua cabeça


- Você dormiu por uma semana, achei que o que eu tinha feito não ia funcionar _ lhe abracei mais forte para mostrar que eu estava ali e que não ia a lugar algum - E quando eu deitava aqui, do seu lado para dormir eu não conseguia. Eu passava a noite toda velando seu sono com medo de que a qualquer momento você parasse de respirar. Eu não podia te perder de novo, nós não podíamos _ beijei sua têmpora


- Eu estou aqui amor e bem e respirando. Não precisa ter medo de me perder porque eu não vou a lugar algum _ ela assentiu e algo veio na minha mente. Era a segunda vez que ela falava nós, que nós é esse? - Quem seria nós? _ ela se afastou e me encarou com um leve sorriso nos lábios. Eu olhei seus olhos vermelhos de choro e franzi o cenho pela sua reação


Eu e eles

Ela disse pelo laço e levou a mão que estava na minha cintura a própria barriga e no mesmo momento o ar faltou e em um pulo eu levantei da cama a assustando


Desculpe 

Pedi pelo laço e levei a mão aos cabelos os bagunçando e deixei um sorriso escapar pelos meus lábios. Meus olhos lacrimejarem e eu andei novamente até ela que me encarava com receio. Me abaixei em frente a cama e encostei meu rosto na sua barriga ouvindo os dois coraçãozinhos batendo. Gêmeos. As lágrimas escorreram do meu rosto molhando sua blusa 


- Não gostou? _ ela perguntou com medo na voz e eu sorri, mas não afastei meu rosto dali, era uma sensação mágica 


- Eu só estou tentando processar tanta felicidade _ senti suas mãos nos meus cabelos fazendo um carinho ali e fiquei aproveitando a nova notícia quando algo martelou minha cabeça - Eles estão bem? Está de quantas semanas? Eles _ ela me interrompeu ao selar nossos lábios em um leve selinho 


- Eles estão ótimos. Eu estou de 10 semanas, dois meses e meio _ assenti - Segundo a curandeira meu poder quando os detectou fizeram uma redoma de proteção tão forte que estava praticamente impenetrável. Involuntariamente e sem eu ao menos saber eu os protegi o meu poder então nada acontece a eles, nem mesmo as fortes emoções da última semana _ assenti e dei um beijo na barriga ainda coberta pelo vestido e outro em sua bochecha 


- Obrigado, por tudo 


Notas Finais


Desculpe se estiver ruim




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