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História Kingitus - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: e Mula-san


Notas do Autor


Bom dia boa tarde boa noite!

Hoje mais um capítulo assim, naquele pique! (Desculpa, a quarentena tá mexendo comigo)

É um capítulo meio grande, mas com bastante cenas engraçadas e um pouco de desenvolvimento do livro, então não vou comenta muito e vou deixar vocês logo com uma:

Boa Leitura!

Capítulo 4 - Primeira Fase: Descriptografando o Livro


Fanfic / Fanfiction Kingitus - Interativa - Capítulo 4 - Primeira Fase: Descriptografando o Livro

▶ ??? ◀

 

— Então temos aqui a fórmula condensada, que faz parte da química orgânica… — O professor foi interrompido por uma batida na porta. Ao abrir, Siri e Ravel estavam na porta cansados. — Ora ora, senhorita Momoko e senhor Roytskí, chegando 20 minutos atrasados na sala de aula. Poderia saber onde os dois estavam?

 

— Ah… Sabe, estava resolvendo alguns problemas com a diretora sobre o Ravel! — Uma desculpa bem comum, não vai funcionar.

 

— E qual seria esses problemas?

 

Pude ver Siri ficando surpresa e perdida dentre minhas mechas avermelhadas, mas Ravel segurou seu ombro e se colocou à frente.

 

— Você quer saber meus problemas? Por que não se importa com os problemas do mundo? Há pessoas sem lar, pessoas sem comida e pessoas se matando como se a vida não valesse de nada! Qual o valor de uma vida para o senhor? Ignorar esses problemas para tentar nos punir por entrar na sua aula atrasados é o valor?

 

O professor ficou confuso e sem palavras, deixando os dois entrarem. Me segurei para não rir alto, esse Ravel é um sujeito realmente interessante!

 

— Bem, então vamos seguir com a fórmula… — Ele continuou a aula normalmente enquanto os dois se sentaram.

 

— Aí — Siri se virou para Ravel sussurrando —, valeu por agora, me tirou de uma enrascada.

 

— Não tem de que — Ele copiava sem tirar os olhos do quatro.

 

— Sobre o que aconteceu hoje, o que é aquele livro da Haru? Foi você que viu ela primeiro no laboratório né?

 

— Questione ao tempo

Ah, o tempo, aquele que move o vento

Sempre com seu ritmo equilibrado

Segurando o mundo pelas correntes para não ser destroçado

 

— Tá legal… — Ela se virou pro quadro meio confusa. Esse cara faz sentido nenhum, o que será que se passa na mente dele?

 

 

▶ Lucas ◀

 

O sinal bateu, era hora do almoço, 1 hora e meia apenas de descanso. Normalmente eu iria para o jardim dos fundos da escola para poder costurar, mas hoje não é um dia normal.

 

— Vamos lá Lucas, precisamos da Haru — Paulo apareceu do meu lado, ele estava animado, mas isso não era normal.

 

Desde que eu o vi pela primeira vez na sala, ele sempre foi muito quieto e sempre mantinha uma feição distraída, como se estivesse pensando em outras coisas ou estivesse no mundo da lua. Porém, agora ele está animado e cheio de energia desde que viu aquilo no laboratório, parece até um criança que ganhou um brinquedo novo.

 

— Lucas? — Ele me tirou dos pensamentos passando a mão na frente do meu rosto.

 

— É, vamos lá — respondi.

 

Nos encontramos com os outros na frente da escada que nos levaria a biblioteca. Aquelas garotas de mais cedo estavam aqui também, não sei quem chamou elas.

 

— Elas também vão? — Paulo perguntou.

 

— Como se eu fosse soltar do meu Isaquinho por um segundo! — Meri respondeu agarrada ao braço de Isaac, que suspirou em derrota.

 

— Cara, não deve ser fácil pra você… — Alan comentou a cena.

 

— O que você disse, cabeça de cenoura? — Ela perguntou um pouco irritada.

 

— Por que tá todo mundo me chamando de cabeça de cenoura? Seus cabelos são brancos e têm ninguém te chamando de velha! — Ele também ficou estressado.

 

— Isso não é branco! É rosa claro! — Ela respondeu jogando o cabelo.

 

— Nem fudendo que isso é rosa — Haru desceu as escadas com o livro na mão.

 

— Ora ora, parece que saiu da biblioteca sem ninguém ir te buscar — Siri ficou surpresa.

 

— Vocês estavam fazendo muito barulho aqui em baixo, não tinha como ler nada.

 

— Bem minha querida, isso é rosa sim, veja de perto!

 

Haru se aproximou e encarou o cabelo da garota, puxando e mechendo de um lado pro outro. Depois de analisar, soltou e continuou com a mesma cara séria.

 

— Você pintou.

 

— Sua bunda que eu pintei! — Ela se estressou de novo.

 

— Tá gente, chega disso — Darya foi quem falou dessa vez.

 

— Ei, vocês trouxeram comida de casa? — Isaac perguntou.

 

— Eu trouxe, por quê? — Emilly perguntou.

 

— A gente podia passar na padaria da esquina da minha casa, eu adoro o café de lá! — Já tô saindo da minha zona de conforto, agora vou sair da escola?

 

— Tudo por você! — Meri respondeu e os outros não fizeram muita cara de desaprovação, ótimo.

 

— Então vamos lá, não é tão longe daqui.

 

Íamos saindo, mas quando nos viramos demos de cara com um grupo de garotas do primeiro ano. Elas pareciam tímidas e envergonhadas com alguma coisa perto da gente. Comecei a pensar se alguém tinha nos visto mais cedo e vieram falar com a gente agora, não era impossível já que fizemos muito barulho e ainda deixamos o sangue lá. O monstro sumiu em uma névoa, mas os buracos explosões e barulhos ficaram lá pra aqueles que viram.

 

— Você é o Isaac que tocou na abertura da escola, não é? — uma delas perguntou. Quanto mais elas demoravam, mais eu tremia e suava frio.

 

— Sim, como posso ajudar vocês? — ele perguntou com seu sorriso elegante e calmo.

 

— É que a gente queria escutar você tocar mais um pouco.

 

— É, a gente gostou das suas músicas — outra falou.

 

— Claro, vamos lá — Finalmente me senti aliviado, quase caindo no chão.

 

— Tá tudo bem, Lucas? — Darya perguntou.

 

— Eu… Tô — Suspirava ofegante.

 

 

Estávamos na cantina, e adivinha só, não tinha um lugar mais discreto do que aquele onde todos iriam vir almoçar. O que era um grupo de garotas virou um bolo de gente que eu nem sei de onde veio, todos circulando a gente, o povo dessa escola parece brotar do chão.

Isaac cantarolava com um violão que ele pegou de um garoto do terceiro, parece que todo mundo gosta dele, até os babacas.

 

— Uma rodinha de violão, sério? — Darya perguntou.

 

—  O pior é que isso é pop ainda, nem pra ser algo mais legal — Alan foi quem reclamou dessa vez.

 

— Como assim algo mais legal? — Emilly perguntou.

 

— Quer saber? — Alan perguntou com um sorriso malicioso.

 

Emilly concordou com a cabeça igual uma criança interessada em alguma coisa e não deu outra, o que era uma roda de violão virou uma rave generalizada movida por um telefone e algumas músicas baixadas. Aquelas meninas e outros saíram, mas alguns ficaram no meio da festa, nos afastamos um pouco e assistimos de longe o zelador chegando e varrendo todo mundo.

 

 

— Cara, tava tão legal enquanto era só o violão e eu ali — Isaac reclamou. Já estávamos na rua indo em direção a padaria.

 

— Legal foi todo mundo fritando junto! Bagulho sem graça você e aquele violãozinho seu — Alan sorria, parece ter ficado feliz em “animar” a escola.

 

— Achei incrível a explosão de corpos ao se envolver em um som — Ravel comentou.

 

— Sem graça é você quebrando todo o clima! — Meri rebateu ignorando Ravel. — E olha só o que isso te custou!

 

— Ah, isso aqui? — Alan puxou a advertência do bolso. — É a 9° na minha coleção!

 

— Você não tá falando sério mesmo, né? — Darya perguntou meio surpresa, afinal era só o segundo bimestre ainda.

 

Olhei pro lado e senti falta de alguém, virei pra trás e vi Siri andando lentamente sussurrando algo com um papel na mão também.

 

— Aí Siri, tá tudo bem? — perguntei, todos pararam e observaram a garota.

 

— Eu levei uma advertência, eu levei uma advertência, eu levei uma advertência — ela sussurrava isso olhando para o papel em mãos.

 

— Por que você levou isso? — Paulo perguntou.

 

— Eu só queria curtir um pouco da festa, mas fui arrastada com o Alan! — Ela estava quase chorando.

 

— Nossa, foi mal! Não queria causar isso — Alan se desculpou.

 

— Não foi culpa sua, só não sei por que eu fui arrastada sendo que tinha mais gente também!

 

— Bem, eu não sei como responder isso.

 

— Chegamos! — Isaac gritou, nos tirando da situação de Siri.

 

Reparei na construção, era de cor marrom e pequena, mas moderna, tendo um copo de café como ícone e o nome: “Coffee Express” embaixo dele, tinha janelas dando a visão do interior e bancos com mesas de ferro fora. Sem contar que lá dentro havia uma pequena cesta de pães e um enorme balcão com cadeiras de assento vermelho.

Entramos na loja e um homem de 40 anos nos recebeu.

 

— Oh, Isaac! O que te traz aqui nessa hora? — Ele olhou por baixo do ombro de Isaac, vendo a gente. — E com companhia ainda por cima.

 

— Bom tarde, Muttley, vim aqui almoçar com alguns amigos. Traz aquele de sempre?

 

— É pra já! — O homem foi preparar o café de Isaac enquanto todos tiravam suas comidas.

 

— Então, a gente nem teve tempo para falar sobre o que aconteceu hoje de manhã — Paulo comentou.

 

— É, tentei falar com Ravel, mas vocês sabem como ele é — Siri disse.

 

— Sou como o vento… — E lá vai ele falando coisas sem sentido, será que ele usa droga?

 

— Bem, vamos com calma, aconteceu muita coisa em uma manhã só! — Isaac disse — Primeiro, como sabia que aquilo era um isca, Alan?

 

— Digamos que manifestações de magia em geral são iscas e eu senti magia naquilo, então era melhor sumir com aquilo antes que que eles aparecessem, mas não adiantou muito.

 

— Isso é um joguinho de vocês? — o atendente da loja perguntou. Realmente, era algo bem estranho de se falar em um local público.

 

— Ah, é sim. Eu descobri que eles jogam RPG também, aí a gente começou a jogar junto e estamos bolando estratégias para vencer os bosses — Isaac respondeu, acho que esse velho não vai saber muito sobre o que ele falou.

 

— Meu filho tem jogado um jogo que tá em um tal de “alpha fechado”, ele disse que era de RPG também, um tal de Forbidden Reigns.

 

— Não ouvi falar desse ainda, chegando em casa dou uma olhada.

 

— Tá, voltando ao assunto, como sabe disso Alan? — resolvi perguntar.

 

— Eu fiquei uma boa parte da minha vida aprendendo a controlar meus poderes, no meio disso essas criaturas apareceram. Com o tempo eu reparei que só apareciam quando eu utilizava uma grande quantidade de magia e que apenas atacavam aqueles com magia, então não tinha dúvidas de que você tinha alguma coisa, Darya.

 

— Hehe — Ela deu uma risada.

 

— E por que eles aparecem? — Siri perguntou.

 

— Não sei, mas tem algo haver quando usamos nossas habilidades.

 

— E o livro? — Paulo perguntou.

 

— Ele está criptografado em alguma língua estranha, não conheço muito bem isso — Haru respondeu abrindo o livro embaixo do balcão para o atendente não ver. — Mas eu consegui decifrar isso no início porque era código binário: — Ela mostrou um parágrafo todo em código binário —  “As lições desse livro estão disfarçadas, para que só os dignos e dispostos aprendam os segredos do nosso mundo.”

 

— Isso quer dizer que… — Paulo concluiu.

 

— … Somos nós. — Emilly terminou.

 

— Tá, mas e aquela carta? — Siri perguntou de novo.

 

— Que carta? — Darya perguntou.

 

— Quando pegamos esse livro veio uma carta nele com a receita da isca que atraiu aquela coisa — Expliquei.

 

— Ainda não sei de nada nela — Haru respondeu.

 

— A única coisa que eu tenho uma ideia do que seja é o que estava atrás de quem escreveu aquilo, que pode ser um desses monstros aí — Alan palpitou.

 

— Gente, vocês estão seguindo um livro e cartas pra aprender habilidades? — Meri perguntou.

 

— Na verdade não seguimos nada, estamos aprendendo com o tempo — Ravel respondeu.

 

— Isso fez sentido — Alan comentou.

 

— Aqui. — Muttley entregou o café de Isaac.

 

— Obrigado — O homem saiu e Isaac voltou pra conversa. — A carta estava no livro e depois de fazermos o que estava escrita nela, aquela coisa apareceu e rolou tudo isso.

 

— Entendi, mas ainda não acham que pode ter sido uma coincidência? — Meri perguntou de novo.

 

— Coincidência é você ter conseguido ver ele, não é? — Alan perguntou em um tom ameaçador. Ele estava certo, ela lançou aquela foice certeira no monstro, como ela conseguiu ver ele?

 

— Não foi coincidência, eu conseguia ver ele.

 

— É mesmo? Como? — ele rebateu.

 

— Gente, espera aí! — Emilly pediu, nos viramos pra ela e ela olhava um garoto sentado nos bancos de fora da loja. — Quem é aquele garoto ali?

 

O garoto era extremamente colorido, seu cabelo era branco com as mechas pintadas em várias cores diferentes, suas roupas bem largas e seu casaco roxo com estrelas, algo haver com o universo. Parecia ter uma coleira no pescoço e tinha piercings na boca, sua pele era muito branca.

 

— Deve ser algum garoto da escola, você sabe como o povo de lá é estranho — Darya respondeu.

 

— É, e ainda temos um exemplo vivo aqui. — Haru disse apontando para Ravel, que olhava as pinturas do outro lado.

 

— Sei lá, ele é estranho e ainda tá conversando sozinho no banco — Emilly não tirava os olhos dele.

 

— Deixa pra lá, deve ser só mais um diferentão — Alan terminou sua comida e guardou em sua bolsa.

 

— Tá, voltando ao livro, ele é todo criptografado de um jeito só ou tem várias outra criptografias? — Paulo perguntou.

 

— Apenas uma, mas é uma língua estranha — Haru respondeu.

 

— Então deixa ele comigo!

 

— Nem fudendo! — Até mesmo o atendente olhou pra ela nessa hora.

 

— Por favor! Eu sou ótimo em criptografia! Já assisti todos os episódios dos enigmas do Cellbit!

 

— Seja lá quem for Cellbit, Paulo sempre foi bom em questões que envolviam coisas desse tipo nas aulas, acho que deveria deixar isso com ele — resolvi apoiar ele nisso.

 

Haru ainda parecia desconfortável em deixar o livro com ele, mas aceitou por fim e entregou o livro pro garoto.

 

— Espero que descubra algo mesmo. — Ela disse.

 

— Vou ficar as 3 aulas tentando pegar o máximo de coisas, obrigado!

 

E foi assim que a gente ficou mais meia hora ali, conversando e comendo até as aulas voltarem.

 

 

Na aula, sempre que eu olhava para trás via Paulo com o caderno na mesa e o livro entre as pernas, tentando tirar algo e sempre escrevendo no caderno. Acho que vamos chegar à algum lugar hoje ainda.

 

 

— Não consegui nada! — Ele devolveu o livro para Haru. Já estávamos no último intervalo e parece que ele realmente não consegui nada.

 

— Claro, tu é burro pra cacete. — Ela respondeu.

 

— Desculpa, mas tentei muito e eu não entendi nada dessa língua que tá aí!

 

— Qual que você tentou? Talvez a gente consiga algo agora — Siri disse.

 

— A primeira página.

 

Haru abriu a primeira página e todos se juntaram atrás dela pra ver. Realmente eram símbolos estranhos que eu acho que ninguém nunca viu antes.

 

— Com base nas minhas experiências ao redor do globo, consigo dizer que isto se trata do alfabeto tebano — Ravel disse.

 

— Espera aí, você conhece isso Ravel? — Emilly perguntou.

 

— É algo bem antigo que vem da Grécia, foi atribuído a cultos de bruxaria — ele respondeu.

 

— E você sabe decifrar isso? — Paulo perguntou.

 

— Deixe me ver — ele pegou o livro e puxou uma caderneta do bolso, começou a anotar algumas coisas.

 

20 minutos depois, quase no fim do intervalo, Ravel fecha o livro e se levanta.

 

— “A magia não vem pelo toque, nem pelo olhar, tampouco pelo falar, ela está na mente e nós a respiramos” foi o que eu consegui — Quando eu pensei que algo seria relevado, vem isso aí, voltamos ao zero.

 

— E o que isso significa? — Alan perguntou.

 

— Apenas o universo pode nos responder meu amigo.

 

— Daora, 20 minutos pra nada. — Alan reclamou.

 

— Falaram que as lições estão disfarçadas, então temos que interpretar elas pra conseguir alguma coisa — Siri disse.

 

O sinal bateu, hora das últimas aulas.

 

— Todo mundo então vai pensar em alguma nesse tempo, nos encontramos na saída, até mais pessoal! — Siri se despediu.

 

Todos se despediram. Durante todas as aulas eu não consegui pensar em algo realmente sólido para aquela frase.

O sinal bateu e o pôr do sol brilhava em seu tom alaranjado acima de nós, no portão de saída vi todo mundo reunido.

 

— E aí, consegui alguma coisa? — Darya perguntou.

 

— Nada muito sólido, mas acho que deve ter algo haver com o ar — respondi.

 

— É, todo mundo chegou nesta mesma conclusão, alguns tiveram umas teorias muito exageradas, né Ravel e Meri? — Emily comentou.

 

— As maiores verdades parecem exageros para quem não as conhece... — Ravel respondeu e Meri apenas ficou calada.

 

— Vamos deixar isso pra amanhã então, tenho que chegar em casa rápido — Isaac disse já tentando sair.

 

— Ei, espera! — Siri pediu — Eu pensei, já que todo mundo tá envolvido nisso aqui, por que a gente não cria um grupo no Whats?

 

— É uma boa ideia — Haru comentou.

 

Então trocamos nossos números e fomos para casa, recebi a notificação instantaneamente de que fui adicionado em grupo enquanto Siri adicionava mais gente.


Notas Finais


Então né, avançamos e, com o avanço, mais perguntas surgem!

Quem era o garoto de fora da loja? O que significa aquela parte do livro? Por que o capítulo acabou de repente?

Tudo isso nos próximos capítulos (Ou não) :(

Um beijo, um queijo e até o próximo!


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