História Kings and Queens - Capítulo 10


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Tags Astrid, Banguela, Hiccstrid, Soluço
Visualizações 326
Palavras 1.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guys!!!!
To aqui com mais um capítulo e sei que demorei um pouquinho.
Foi mal!!!
Bora ler agora que eu não gosto de enrolar!

Capítulo 10 - Quebraram regras


P.O.V Astrid

   Não acredito no que fizemos na noite passada, bem... no que eu fiz. Lembro que eu não conseguia me controlar e acabei colocando Soluço ainda. Não era eu, o que está acontecendo comigo?

   Mas foi muito bom, eu tenho que admitir. Soluço também gostou, ele não parava nenhum minuto e agora nós estamos imóveis sem ter coragem de voltar para casa pare ver a reação da nossa mãe. Enquanto eu ficava com as mãos na cabeça pensando longe, Soluço estava sentado ao meu lado sem reação na cara, completamente, acho que ainda estava absorvendo os nossos “momentos”.

   - Adoro quando esses dois fazem drama – disse Tempestade para Banguela – É tão fofo, não acha?

   - Realmente – eles pareciam felizes com o que aconteceu – Agora temos certeza absoluta que aconteceu.

   Eu ainda continuava com as mãos na cabeça sem dizer nada. Então Soluço finalmente quebrou o seu silêncio.

  - É sério isso?

  - Mas temos que concordar que a versão “se despindo na praia” é a melhor de todas – eles não perdem nenhuma oportunidade para as gozações – Ok, vamos pegar o café da manhã e já voltamos – então saíram voando com o Banguela cantando algo como: o principezinho vai chegar.

   O que tem na cabeça deles? Pelos deuses!

   Novamente ficamos sozinhos sem dizer nada por alguns segundos. Até que resolvo quebrar esse silêncio perturbador:

  - Soluço...

  -Astrid, eu também tive culpa. Mas pensa o seguinte: os defensores não contaram muita coisa sobre o nosso destino, disse que as coisas vão acontecer com o tempo ou talvez por acaso. Só dormimos no quarto que eles nos deram, nada demais, e por isso paramos em uma ilha do nada e deu nisso tudo – ele se levanta meio agitado e percebo que tudo faz sentido agora – Lembra quando eles falaram que os deuses nos favoreciam?

   - Você tem toda razão. Será que foram eles que despertaram aqueles desejos sujos? – comecei a dar voltas, refletindo.

  - Sim, eu acho – ele conseguiu me parar de dar voltas e tocou meu rosto, me acalmando – Eu sei que quebramos uma tradição viking estúpida, mas somos assim. Qual regra ainda não quebramos nesse mundo? – ele me fez rir do seu comentário – Viu? É assim que vamos encarar os nossos problemas! Vai da tudo certo, eu prometo.

   Nos beijamos depois disso, ele começou a tocar a minha barriga, o que eu achei um pouco estranho. Quando nos separamos lentamente, ficamos nos encarando por alguns segundos, até que ele disse:

  - Há grandes chances agora de você estar grávida – me afastei meia assustada. Como não percebi isso antes?

   Levei minhas mãos até minha boca, e depois direcionei elas para a minha barriga. Um largo sorriso surgiu dos meus lábios. Grávida? Preciso de alguns dias para confirmar, mas não me importo, tinha algo dentro de mim que me fez ter certeza que estava carregando um príncipe ou princesa dos dragões. Olhei para Soluço, e assim como eu, ele estava emocionado e me abraçou.

   - A nossa mãe vai ficar feliz – disse ele – Depois da bronca, é claro.

   - Meu amor, é melhor não adiantar as coisas. Devemos esperar um pouco para ter certeza – ele foi até as coisas dele, as arrumando para irmos em bora.

   - Tudo bem! Mas onde estão aqueles dois patetas?

   Um monte de maçãs cai na cabeça do Soluço, era Banguela e Tempestade que haviam soltado o nosso café da manhã.

   - Quem é pateta aqui mesmo? – Banguela lambeu ele com aquela baba que quase não sai.

  Enquanto dávamos gargalhadas, Soluço se debatia para parar de ser atacado. Comemos um pouco antes de partir, depois eu examinei os machucados do príncipe que já estava cicatrizando bem. Mais cicatrizes para a “coleção” dele, é assim que Soluço chama elas, já que tinha muitas, dez só nas costas, umas pequenas nos braços e uma brutal no peito esquerdo que descia no seu abdômen definido, resultado de uma tentativa muito mal sucedida de treinar um dragão selvagem quando ele ainda tinha dez anos. Isso mesmo, com apenas dez anos ele fazia loucuras desse tipo, mas não se assustem tanto porque ele já fez coisas piores.

  Estava tudo pronto para voltar para casa, a viajem foi calma e divertida também. Conversamos bobagens junto com os dragões, tudo isso para esquecer essa frustação de quando todo mundo ficar sabendo da minha possível gravidez antes do casamento. Algumas horas depois, finalmente foi possível ver aquele castelo gigante. E como sempre, receberam agente com festa.

   - Finalmente voltaram! – mamãe abraçou agente – Então como foi a visita? Os defensores da asa chegam quando?

   - Foi legal, eles sabem muita coisa sobre nós e o nosso destino, o que é bem estranho – disse Soluço – Malla, a rainha dos defensores, disse que vem logo essa semana para conhecer o palácio.

   - Ótimo saber disso, quero muito conhece-los, mas porque demoram tanto para voltar? Tiveram algum problema no caminho? – nesta hora congelamos, por onde eu começo para explicar?

  - Bem, é uma longa história – olhei para trás e vi que tinha muita gente bebendo, estávamos na sala do trono – Mas é uma história particular.

  Ela entendeu o que eu quis dizer e fez um sinal para sair em direção a um escritório dela, um lugar mais reservado. No caminho eu e Soluço estávamos nervosos para contar, mas é melhor fazer isso agora e aguentar a bronca.

  - Bom, aqui estamos – sentamos para conversar – O que aconteceu?

  Eu olhei para Soluço para ver qual de nós começava a falar e como falar.

  - Eu posso contar...

  - Não – tomei coragem – Deixa isso comigo – fiquei alguns segundos formulando algo para começar- Bem mãe, depois que anoiteceu na ilha dos defensores...

  Contei tudo detalhadamente para ela. Meu namorado permanecia imóvel olhando para o chão, nossa mãe estava sem expressão na cara enquanto eu contava e ficou assim por algum tempo quando eu terminei. Ela virou para Soluço e perguntou.

  - Você tem algo para falar filho? – disse calma e séria, ele apenas negou com a cabeça. Eu vi em seu olhar que ele estava com um pouco de medo e preocupação – Eu entendo.

 - Entende? – ele perguntou meio espantado e eu também fiquei.

-  Eu sabia que isso ia acontecer um dia, mas não posso culpa-los.

 - Não está zangada?

 - O que? Zangada? Claro que não – ela começou a ri – Não posso culpa-los porque eu já passei por isso.

 - Como assim mãe? Não estou entendendo nada?

 - Ok, vou explicar. Um dia depois do meu casamento, eu e seu pai nos encontramos as escondidas em um lugar um pouco afastado da vila para ensaiar os nossos votos- ela limpou uma lagrima ao lembrar do pai -  Nos emocionamos e alguns dias depois daquele dia, eu descobrir que estava grávida, então você nasceu Soluço.

  Soluço estava de boca aberta com o que acabou de ouvir.

 - Nossa! Então quer dizer que nossa família se importa muito com tradições de casamento – ele e seu sarcasmo de novo.

  - Ah! Quem se importa? Aconteceu, já era! – ela nos abraçou mais uma vez – O importante agora é que eu vou ter netos!

   No final deu tudo certo, mas ainda não temos certeza que estou grávida. Depois da nossa conversa resolvemos voltar para a sala do trono, onde berserkers bebiam, comiam, batiam um no outro e se divertiam com os dragões.

  - Rainha Valka! – Dagur chamou a nossa atenção – Temos visita!

  Olhamos para ver quem era: Mala, Throk e alguns guerreiros dos defensores da asa vieram a Dragonheim.

  - Malla, que bom que veio! – eu a cumprimentei – Essa é Valka, atual rainha de Dragonheim.

  - É uma honra conhecer a rainha dos dragões, os seus filhos falaram muito sobre você.

 - Igualmente, também estou muito feliz de receber os velhos aliados de Hamish no castelo, venham! Vamos comemorar.

   Os defensores da asa sabem sobre muita coisa do Hamish, contaram várias histórias sobre ele, por exemplo, quando descobriu o ferro Gronckle ou como ele arquitetou o castelo e ganhou muitas guerras ao norte do arquipélago, também contou sobre a sua morte na guerra contra a sua própria Berk.

 

P.O.V Autora

Berk...

  Mais um dia cansativo para Stoico, estava em direção a sua casa. Mas algo o parou, um barco estranho com um brasão estranho chegou no porto e o chefe foi ver quem era. Chegando lá, avistou um homem de altura mediana, com um cavanhaque e tinha um olhar sombrio. Ele se aproximou do chefe.

   - Estava procurando por você, Stoico o imenso.

   - Quem é você? O que veio fazer na minha ilha?

   - Viggo Grimborn ao seu dispor. Estou aqui a negócios, e eu sei que você é a pessoa certa para esse tipo de negócio.

   - Prossiga – disse Stoico curioso.

   - Eu, assim como você, quero acabar de vez com a tirania dos dragões, certo? – o homem assentiu – Acontece que eu sei que essas bestas tem um príncipe.

  - Príncipe? – Stoico riu – Só pode estar de brincadeira.

  - Parece louco, mas eu o vi com meus próprios olhos. Ele e sua tropa atacaram meus barco recentemente.

  - Ok, mas o que eu tenho com isso?

  - Não entende? Se nos aliarmos, podemos capturar esse príncipe e acabar de vez com essa guerra – Viggo estende a mão – Temos um acordo?

   Stoico sabe quando alguém mente ou não, e aquele sujeito tinha todas as verdades no olhar. Seja o que for, o chefe de Berk aceitaria qualquer oportunidade de acabar com os dragões e vingar a morte de sua família, até mesmo matando um príncipe que não sabe nem se existe.

  Então ele aperta a mão de Viggo, selando enfim, uma aliança contra os dragões.

 

   Dragonheim: uma semana depois

Astrid observava da varanda do seu quarto Soluço treinar naquela chuva. Treino ousado, muito ousado. O príncipe estava sem camisa, não muito recomendado porque fazia frio, com uma espada na mão acertando os alvos e dando piruetas em uns troncos na vertical com uns vinte metros de altura até o chão, tudo isso com os olhos vendados.

   Os berserkers e defensores que também treinavam ali perto, pararam para admira-lo.

   - Ele faz isso toda manhã? – perguntou Throk.

   - Faz, mas isso ai é só o aquecimento – respondeu Dagur.

  Soluço deu um salto para trás pousando perfeitamente no chão.

  - Como estão os preparativos para o Snoggletog? – ele tirou a venda.

  - Era sobre isso que eu queria falar com você – Dagur mostrou um mapa – As mercadorias que encomendamos, bem, elas foram saqueadas nesse local.

  - Por quem?

 - Ta ai o mistério, o mercador foi morto então ninguém sabe ao certo quem foi.

- Partimos amanhã então em busca de pistas, o Snoggletog é daqui a um mês e eu quero que esteja tudo perfeito – eles se despediram e Soluço deu uma olhada para cima e viu Astrid o observando. Sorriram um para o outro.

   De repente a princesa começou a sentir alguns enjoos e saiu rapidamente da varanda, Soluço correu para ver o que havia acontecido. Valka e Malla viram ela passar mal e foram socorre-la.

   - Astrid! – gritou Valka – O que está acontecendo? – ela a olhava parar no banheiro e vomitar.

   Malla olhou para Valka, elas sorriram e perceberam que o que estava acontecendo com a princesa era normal.

  - Pelos deuses! – Malla tocou na barriga dela – A princesa já carrega um herdeiro.

 Astrid sorriu emocionada e Valka a abraçou

 - Parabéns minha filha!

 Depois de segundos de alegria entre elas, Soluço chega desesperado olhando para Astrid.

  - É melhor deixá-los a sós- as rainhas saíram com uma cara de felicidade e deixaram o pobre Soluço confuso.

  Eles se entreolharam, a princesa ainda emocionada disse:

  - As nossas suspeitas se confirmaram.

  O garoto demorou um pouco para assimilar.

 - Então quer dizer que...

 - Eu estou grávida Soluço!

 

 


Notas Finais


Não ta la essas coisas na escrita, mas ficou legal.
Então o que acharam desse capítulo?
Espero que tenham gostado porque eu rescrevi esso ai três vezes kkkkkk
Bjss da Malu!


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