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História King's cage. - Capítulo 13


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Notas do Autor


Trouxe Billdip pra vocês. Sinto muito pela demora. Mas pelo menos algo pra se distrair dos problemas do nosso mundo, certo?
Como está essa poha de Corona vírus na cidade de vocês?
Espero que vocês estejam se cuidando bastante!!!

Capítulo 13 - Uma nova missão.


– Olha Bill, não acho que você deva fazer isso é arriscado e você tem mais chances de perder do que ganhar com isso. – Will aconselhou, após ouvir todos os planos rápidos que Bill teve que fazer após o imprevisto.

– Você deveria era ficar na forma normal e colocar aquele lugar a baixo. – Kill Disse com raiva, o que se poderia considerar normal.

O que aconteceu foi o seguinte: alguns baixadores do grande conselho da galáxia vieram a fazer uma investigação nas realidades que Bill "controlava" NOVAMENTE e viram às grandes anomalias que tinham apenas em Gravity Falls. Eles queriam respostas sobre o porquê de tanta energia concentrada em um único lugar e queriam saber porque havia uma quebra na barreira.

É claro que por mais que Bill tivesse exalado confiança e verdade em níveis que fizeram Dipper Achar que tudo era verdade, o conselho disse que montaria uma guarda na Cidade e estariam ainda mais de olho em tudo que Bill fazia.

O aviso era claro. Bill se arrependeria se ele estivesse tentando passar a perna neles.

– Se ele fizer isso imbecil aí sim não só ele, como nós dois estaremos fodidos. – Will fez cara de decepção para o irmão que apenas bufou e soltou um xingamento.

– E o que você sugere Will? – Bill massageia às têmporas de onde estava em seu trono.

– Deixe eles irem. Tudo está praticamente exatamente como era antes certo? Só uma coisa foi alterada. – Will murmurou. 

– Fale pra fora Will, sabe que odeio quando você fica fazendo isso envez de só me falar logo. – Bill soltou um suspiro alto.

– Você deveria deixar Dipper ir para fingir que está fazendo uma visita casual a cidade. – Will olhou indiferente para Bill, erguendo a cabeça e dizendo de maneira fria. Bill odiava a indiferença de Will quando ela parecia zombar dele. Afinal, Ele ajudou ele. Se não fosse por Bill, Will ainda seria um mísero escravo e é assim que ele está tentando "retribuir" o favor?

– Não mesmo. Ele não está voltando para aquele lugar. – Bill diz ainda mais irritadiço do que antes.

– Essa é uma boa ideia Bill. Dipper Não Precisa ver eles de verdade. Você mantém os Pines e os outros próximos, longe de Dipper, faça ele ser um pequeno espião, ele pode ficar em alguns lugares, encontrar um dos infiltrados ali e agir como se fosse a primeira vez que ele os vê e quer saber quem eles são, achando que são turistas. – Will continua. – Dipper enrola eles, e logo mais o conselho vai ver que Dipper Realmente não está enganando eles. 

– Do mesmo jeito que eles parariam de Desconfiar sobre isso. Ou seja, Se tudo ocorrer bem, você sai ganhando. – Kill completa a linha de raciocínio.

– Não é tão difícil fazer isso Bill. Pare de ser tão orgulhoso e se quer chegar mesmo a algum lugar comece a por essa mente para funcionar. – Will diz e se levanta. – Se fizer a coisa errada, eu vou estar bem longe daqui e não estenderei minha mão a você.

– EU ESTENDI A MÃO PRA VOCÊ QUANDO PRECISOU, NÃO ESQUECI QUE QUEM ESTÁ NO COMANDO AQUI SOU EU. – Bill se levantou e todas às luzes do local ficaram loucas. Bill usou seus poderes para virar Will para ele e assim ficaram cara a cara.

– E eu só estou tentando garantir que você continue no poder. – Will sorri gelo e volta a andar. 

– Não acredito que vai... – Kill tenta disfarçar a risada por ver às veias do pescoço de Bill saltando.

–Sai daqui agora. – Bill ralha baixo e indicando perigo. Como Kill não se mexeu, Bill tomou providências. – EU MANDEI VOCÊ SAIR DAQUI SEU INÚTIL! – Agora às luzes que antes piscavam explodiram, fazendo com que milhões de cacos de vidros e outras coisas que foram usadas para a criação das luzes da sala, voassem por todos os lados e atingisse os dois ali. 

Kill pela primeira vez desde algum tempo, sentiu medo deu Bill. A figura que tinha o clássico fogo azul brilhando nos olhos amarelos de gatos e o corte na bochecha onde já escorria sangue, enquanto o rosto de Bill tinha uma expressão complemente psicótica fez Kill se lembrar de quem estava no controle ali.

Porém Kill tinha seu orgulho e saiu mantendo sua postura e queixo erguido.

– Ele ainda tem razão, Bill, É um bom plano. – ele diz antes de deixar a sala ao se teletransportar em vez de só abrir a porta e sair.

Bill ficou no mesmo lugar por um tempo, se acalmando, então simplesmente pensou e tudo ao seu redor estava como antes.

Ele volta ao seu trono e se senta lá, enquanto pensa no próximo passo que tinha que dar.


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Dipper Estava lendo um dos livros que contava toda a história de como o Grande Conselho havia se formado e ele tinha que admitir. Aquela era a História mais fascinante que ele já havia lido. Ele queria saber sobre às coisas que não haviam sido ditas, ele queria saber mais sobre aquelas pessoas que haviam lutado em guerras que se diziam impossíveis de se ganhar e vencido. Provando a todos que eles eram mais do que apenas um título banal.

Dipper queria entender o que fizeram deles heróis. O que fizeram deles heróis de suas próprias Histórias e mesmo assim não terem os devidos valores nas Histórias. Ele queria saber o que estava atrás por toda aquela sede de poder que levou muitos a derrota. 

Ele precisa saber para poder vencer.

Ele fez uma pequena nota mental de na próxima vez que vesse Will, perguntaria mais sobre eles. 

Uma pena ser interrompido por guardas que ali entravam com uma das clássicas caixas de presente que Bill lhe dava todas as vezes antes de alguma reunião acontecesse. Mas depois do fiasco da última que havia sido a que tiveram de manhã. Dipper dúvidava que fosse isso.

Ele não fez questão de olhar para a caixa ainda. Mas sabia que logo teria que a vestir, então foi para um banho demorado. Deixou que a água tirasse o suor e o deixasse relaxado  o suficiente na banheira. Era como se ele pudesse flutuar de onde estava.

Pena que a água não lavava Tudo. O rancor ainda estava empreguinado em baixo de sua pele. Cercando seu coração. Enquanto lutava em uma batalha com o que um dia havia sido o garoto de Gravity Falls.

Foi esse sentimento de indiferença rancorosa sobre a sua própria situação que o fizeram sair da água. Molhando o piso por onde passava até chegar a toalha que tinha ficado sobre a pia.

Ele pega a caixa que havia trazido para o banheiro e olha para o pequeno papel em cima dela.

Pinetree. Temos que ter uma conversinha para relembrar algums detalhes do nosso contrato. E depois disso você estará partindo em uma missão. Quando você terminar de se arrumar, um guarda já vai estar de esperando para te levar até mim em nosso pequeno Encontro. Onde explicarei tudo o que precisa saber e como deve ser feito.
Não deixei seu mestre desapontado.
Seu Mestre. Bill Cipher.

Então é isso, uma missão. Dipper pegou o papel e o amassou jogando na pia.

Missões era algo quase cotidiano agora. Passear pelas outras cortes, fazer '"amizades", arrancar disfarçadamente informações às passar para Bill. Conhecer o território inimigo e descobrir em qual lado ficar caso ocorresse uma guerra em meio a tempo de negociações. O que realmente poderia acontecer a qualquer momento. Mas não era a preocupação de haver uma guerra que assombrava Dipper. 

No momento Ele estava surpreso pelo fato de sua roupa da vez era diferente das que ele vestia desde que estava aqui. Preso. Com uma falsa liberdade. Enquanto via o tempo correr bem diante dos seus olhos. Todos os dias ao acorda. Ali, martelando a verdade em que se submetera para salvar a quem amava. 

Normalmente suas roupas eram como roupas de bailes. Ternos formais, que mostrava riqueza e de onde ele pertencia. Na maioria das vezes pretos com maravilhosos detalhes bordados vermelhos ou vinho. Às vezes até dourado e esses casos às roupas de Bill sempre combinavam com as suas. Pois de acordo com Bill (e até Kill) a cor combinava com ele. O deixa magnífico ao entrar pelas portas juntamente a eles. Isso mostrava que ele não era vulnerável. Sendo que ele era. E muito. Mas se ele aprendeu bastante em todo esse tempo, foi mostrar confiança mesmo quando não tinha nenhuma.

E dessa vez não era diferente. Ele tirou um traje, que dessa vez era branco com detalhes em vermelho. Não era o mais bonito que ele vestiria, mas francamente? Ele não ligava muito pra isso. Quando ele acaba de vestir a calça e pega a parte de cima para vestir vê um pequeno papel cair.Ele acaba de se vestir só para então pegar e novamente ler.

Use o terno branco para nosso encontro. A próxima roupa é apenas uma cortesia se nossa conversa for razoável. E tenho a certeza de que será.

Ele olhou por cima do tecido preto que separava o primeiro traje ao segundo. 

Dipper ignorou sua curiosidade e fechou a caixa. 

Era melhor ir logo a esse encontro com Bill e fazer logo o que ele queria. 

Quando mais cedo fizer, mais cedo terminará. 

E assim como esperado um quarta apareceu assim que ele saiu do banheiro. Ele escoltou Dipper pelos corredores iguais que só agora Dipper Finalmente aprendeu que nunca poderia os memorizar pois Eles também se moviam.

Quando eles chegaram a uma porta da enorme e diferente de todas às outras um arrepio se passou por Dipper.

Ele sabia onde essas portas davam. Ele sabia no que essas portas davam.

Mas mesmo quando elas se abriram, ele não pode esconder a surpresa que passou em seus olhos por alguns momentos. 

Ele deu seus primeiros passos para dentro do quarto de Bill antes que às portas se fechassem, deixando ele ali sozinho, com Bill. Afinal, uma coisa era estar sozinho com Bill em seu próprio quarto. Outra muito diferente era estar no quarto de Bill. 

Todos os seus sentidos trabalhavam juntos dizendo apenas uma coisa: Cuidado, território perigoso. Saia daí o mais rápido possível.

Porém ele permanece ali, até que o quarto (que era imenso, parecia até uma casa) se ilumina mais deixando tudo completamente a vista e isso acaba levando os olhos de Bill e os dele se cruzarem.

Eles apenas fazem isso por um tempo. Se encaram. Até Dipper desviar o olhar, essa era uma batalha que ele nunca venceria.

– Dipper. Venha se sentar comigo. Temos muito que conversar. – Bill diz de onde estava sentando na frente de uma mesa circular, gesticulando para que ele se sentasse a sua frente.

Quando Dipper Se aproximou a cadeira se afastou sozinha para que ele se sentasse, se ajeitando e o aproximando da mesa.

– Então, Mestre, você tem uma missão pra mim, não é isso? – ele perguntou deixando os braços sobre o colo por não saber o que fazer com eles.

– Sim, uma missão muito importante e que provará sua lealdade a mim. – Bill diz seriamente. – Mas primeiro sirvasse e me diga o relatório sobre o fíasco de hoje mais cedo.

E Assim Dipper fez. Se serviu e relatou todos os mínimos detalhes que ele adquiriu durante o estressante dia de "trabalho". Depois ele e Bill tiveram uma conversa agradável. Sim você não está lendo errado. Uma conversa agradável sobre estratégias. Pois agora era como um novo hoobe de Dipper. Ele achou algo que era útil e que ele gostava e não é se gabando. Mais ele fazia isso muito bem. Bill o elogiava por pensar certas coisas e isso depois de todo esse tempo ainda era um problema. O seu coração ainda era burro demais por palavras doces ditas daquela maneira inteiramente pra ele.

Mas o assunto principalmente da noite chegou.

E então depois ele ouviu. Cada palavra dita por Bill fazendo seu coração mandar sangue para todos os lugares ainda mais rápido que o normal. De uma maneira boa e extremamente desagradável.

E então ele foi despensa. Hoje mesmo ele partiria. E Dipper sabia que esse seria um dos momentos que poderiam alterar tudo em seu futuro.

Quando enfim ele estava sozinho em sua cela ele correu novamente para o banheiro. Ele tirou suas roupas e logo abria a caixa novamente vislumbrando a roupa que ela estava.

Agora essas roupas que ele deslizava lentamente pelo corpo o fizeram sentir coisas que ele havia parado de se permitir sentir. 

Eram como às roupas dele. As roupas do antigo ele. As roupas que o garoto de Gravity Falls usaria em sua adolescentes. 

Calças jeans. Uma camiseta vermelha e uma blusa xadrez. Tinha um tênis de cano alto na caixa também e ele rapidamente entrou dentro dele. Ele não acreditava que finalmente poderia vestir algo que o fizesse se sentir ele mesmo.  Algo que o lembrava de casa. Isso quase o fez chorar.

E foi ia que ele se olhou no espelho um pouco maravilhado.  E então a realização bateu nele. 

Ele estava ali a quase 3 anos...Ou podia ser menos ou até mesmo mais. Ele não estava muito afim de calcular agora.

Mas mesmo assim. O cabelo dele estava comprido,  cobrindo a testa e a marca, mas não muito pois Bill mandava alguém aparar quase sempre.

Nesse últimos tempos ele havia crescido. E muito. 

Já não era mais o garoto baixinho.Agora ele era alto. Não tanto quanto Bill...Mas julgava ter por volta de uns 1,79 de altura. 

O Rosto havia mudado para algo mais firme e confiante...mas se olhasse bem ainda relembrava aquele garoto. Ainda era ele.

Ele estava um pouco mais forte também.  Ombros mais largos uma barba que às vezes tinha que dar uma aparada.

Se ele estava assim...Imagina... Não ele não podia pensar nisso.


Você tem uma missão Pinetree, espero que você cumpra com seus deveres e não tente nenhuma gracinha.

Eu espero que você não me decepcione. 

Bill poderia ficar em paz por enquanto.

Dipper Jamais o decepcinaria como ele fez com ele.

Dipper Não teria coragem. Os momentos que eles tem juntos. Os pequenos Toques e lembretes pequenos que tem ao longo do tempo, apesar de pouco, ainda o fazem ser assombrado pelo que eles um dia tiveram.

Ou Ele só estava esperando o momento certo?


Notas Finais


;-----; isso tá muito ruim? Curto né? Desculpas.

Quantas vezes vocês querem a atualizar dessa fic por mês?

Alguém aqui sabe desenhar um pouco, e pode fazer uma fanart do Dipper pra Fic??


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