História KiriBaku - Sin is sincere - Capítulo 22


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Personagens Originais
Tags Bakugo Katsuki, Bnha, Boku No Hero, Híbrido, Hitoshi Shinsou, Kamisero, Kiribaku, Kirishima Eijiro, Midoriya Izuku, Shindeku
Visualizações 221
Palavras 1.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou tão empolgada com início da segunda parte que mal posso esperar para escrever aaaaaaaaaa 💕

Espero que gostem.

Capítulo 22 - Duas oportunidades - Fim da primeira parte


》Narradora《

《Flashback 》


Após a ligação ter sido encerrada e depois de tanto tempo poder escutar mesmo que brevemente a voz do filho, tudo o que Humiki gostaria naquele momento era poder ter largado tudo aquilo e fugir para o lugar onde tinha alguém que realmente precisava de sua atenção, mesmo que isso fosse lhe custar sua vida. Mas o que Humiki não entendia era, como Eijiro havia conseguido o número de telefone do escritório de Aoyama? O telefone era bloqueado, como todos os outros, podendo receber e efetuar ligações apenas de números registrados. Algo estava errado.

- Era importante, Humiki-san? - Aoyama perguntou, entrando no recinto segurando uma xícara de chá.

- N-não, a ligação caiu - respondeu gentil.

Dois dias havia se passado e Humiki não podia deixar de ficar pensando sobre a breve ligação e de ficar preocupada com o que estava acontecendo lá fora; não que não estivesse antes, mas tudo aquilo que ela estava sentindo parecia estar transbordando. A preocupação com o filho estava fazendo com que a mulher cometesse erros bobos dentro da mansão; e Aoyama não podia deixar de notar.

Diferente do que o pai havia planejado com aquilo, Aoyama via aquela raposa mais como uma amiga conselheira do que como uma mãe, ao qual poderia recorrer quando precisasse de amparo quando tinha suas inseguranças, ou quando precisava de ajuda para escolher alguma peça de roupa. Não era idiota de não perceber que a mulher estava mais agitada que o "normal", e sabia que isso poderia ter haver com o filho. Aoyama sabia sobre Eijiro, como era um garoto esforçado apesar de ter o desenvolvimento atrasado. Apesar de egoísta, sabia que não podia mais seguir com aquilo. Alguém precisava dela mais do que ele mesmo.

- Pai, preciso falar com você. - Aoyama o avisou, quando o viu saindo de seu quarto e marchando em direção ao escritório.

- Seja rápido - ríspido como sempre, mas ansioso.

- Reunião agora? Achei que estava livre.

O loiro mais velho suspirou, ajeitando o lenço vermelho no pescoço que substituía a gravata.

- O Bakugo mais novo quer falar comigo.

- Katsuki? O que justo ele iria querer?

- Talvez seja aquele tipo de trabalho que só a Yakuza pode fazer - respondeu sorrindo.

O homem achava engraçado quando lobos, a espécie que mais se achava superior a qualquer outra, o procurava para esse tipo de trabalho.

Mas para a surpresa do velho Yuga, Katsuki queria muito mais quê um trabalho que ele mesmo era capaz de fazer. Katsuki queria comprar a liberdade da mãe do garoto que amava. Não quê isso fosse uma garantia que fizesse Eijiro o amar ou ser amável só por ter feito algo por ele mais uma vez. E Katsuki sabia que exigir algo assim era algo arriscado; poderia comprometer a relação entre as famílias, e quê apesar da família Bakugo ser da elite dos lobos branco, eles não tinham poder contra os Yuga. Mas para tirar aquele peso de Eijiro por ter seus pais tirado de si, ambos de maneira tão cruel; Katsuki faria qualquer coisa.

Yuga não queria ceder e nem Katsuki desistir. A conversa se prolongou mais do que ambos gostariam, mas quando o assunto começou a envolver dinheiro, o chefe da Yakuza fechou um acordo em que Katsuki deveria pagar a quantia exata do que faltava da dívida da família Kirishima, Katsuki aceitou o acordo, tinha mais do que necessário na sua própria conta. Mas teria que dizer ao pai sobre o que fez.

- Não sei ainda o que aconteceu, mas você está livre. - Aoyama dizia, quase no final daquela tarde, segurando ambas as mãos da mulher.

Era nítido que o garoto estava triste com a despedida, os olhos marejados acima de um sorriso gentil. Era bem diferente do pai. Mesmo que por um pouco tempo que passaram juntos, Aoyama havia se apegado a Humiki, gostava de sua companhia e seguia seus conselhos como se fossem o seu chamado divino.

- Mas por que...? - se questionava

- Não importa, Humiki-san, você não precisa mais se preocupar com tudo isso.. obrigado por tudo. Agora, vá para casa. Vá ver seu filho.

O abraço de despedida não foi tão longo, e logo Humiki estava do lado de fora da mansão, sentindo o vento bagunçando seus cabelos e o sol do verão que se aproximava aquecendo sua pele.

Humiki foi escoltada pelo motorista particular de Aoyama até sua casa. A todo momento se sentindo mais apreensiva do que feliz. Faltava pouco para rever o filho e se desculpar por tudo que havia acontecido. Sabia que deveria lhe contar toda a verdade, e era essa parte que fazia seu estômago se embrulhar; tinha medo de como Eijiro iria reagir ao ter aquela conversa.

Chegando em casa, se deu conta de que Eijiro poderia estar na escola, já que a casa estava trancada. O motorista de Aoyama apenas lhe pediu licença, retirando um grampo que prendia seu cabelo, o colocou no fecho da porta e depois de alguns movimentos a abriu. Depois da surpresa em ver que era fácil invadir uma casa, Humiki o agradeceu e entrou. Ficou bons minutos se sentindo acolhida ao sentir o cheiro dos feromonio do filho por toda a casa.

Logo decidindo por tomar um banho, a água morna correndo pelo seu corpo, retirando todo aquele peso e estresse por ter sido arrastada para tudo aquilo por causa das más decisões do falecido marido. Humiki ficou embaixo do chuveiro até se sentir satisfeita e mais leve. Foi o seu quarto, notando que estava exatamente do jeito que havia deixado quando saira dali pela última vez. Sentia que tinha algo de diferente, mas não sabia dizer exatamente o que. Colocou roupas confortáveis e foi a sala, com a toalha secando os cabelos, estava pensando no que deveria dizer ao filho quando o mesmo chegasse em casa.

《Fim do flashback 》

Seu pensamento foi interrompido pelo o barulho de algo caindo no chão. Se virando para a porta e avistando um Eijiro com uma expressão um tanto atordoada ao vê-la ali. Chamou pelo filho, que correu e se jogou em seus braços, ambos se abraçando apertado enquanto Eijiro mumurrava o quanto havia sentido falta da mãe.

Ambos se permitiram ceder, caindo no chão ainda abraçados. Humiki o afastou gentilmente, beijando toda a face do filho, que ria com o ataque de beijos que recebia da mãe.

- Senti tanta a sua falta - Humiki dizia, voltando a abraçar Eijiro.

- Mãe.. - a voz de Eijiro saiu um pouco mais seria do que gostaria, fazendo Humiki afrouxar seu abraço, e o olhar nos olhos - .. precisamos conversar.

- Eu sei que preciso dizer onde eu estava e...

- Mãe - a interrompeu - é verdade que meu pai foi morto pela yakuza?

Humiki o olhou em choque devida a pergunta. Ele já sabia, mas precisava de uma confirmação. Uma confirmação que vinha dela.

- É verdade - respondeu sem enrolação. Com o olhar voltado para o chão. Não conseguia encara-lo.

- Não precisa me dizer mais nada, eu já sei de tudo. - Eijirou falou quase num sussurro, tudo se esclareceu com apenas uma afirmação. Não queria ouvir mais nada. Levantou o rosto da mãe, para que ela o olhasse, e com um sorriso disse -- Mas não importa mais, não é mesmo? Bem vinda de volta.

- Não importa - retribuiu o sorriso - estou de volta.

~~~~~

Dois meses havia se passado e Eijiro não havia contado para Humiki sobre como havia conseguido ligar para a mansão dos Yuga, e principalmente que havia sido sequestrado naquele dia; sempre fugia do assunto contando sobre como havia sido sua primeira transformação (e evitou principalmente² contar  sobre seu cio que foi induzido por um lobo macho) Não queria deixá-la maluca com algo que já passou. Estava tudo no passado. Estava tudo indo bem até de mais. Ou era isso que Eijiro achava.

Izuku sempre que podia fazia questão de cutucar na ferida de Eijiro, dizendo que o ruivo estava devendo uma conversa com Bakugo que não fosse sobre os conteúdos que ele tinha do primeiro ano ou trivialidades como:

"Está ficando bem quente, não acha?"

A semana de provas chegou e Eijiro prometeu a Izuku de que teria a porra da conversa quando as provas acabassem, já que falar sobre aquilo naquele momento  seria apenas um desvio de atenção para o que realmente importava.

- Vamos pra praia sexta, depois da prova - Katsuki sugeriu

Após saírem da escola, os cincos garotos estavam sentados de baixo de uma árvore, todos tomando bebidas geladas devido ao calor que fazia, planejando o que fariam nas férias que se aproximavam.

- Por mim tudo bem - Sero respondeu animado, olhando para Eijiro esperando uma confirmação do mesmo.

- Tanto faz

- Não gosto de praia - Shinsou respondeu

- Você é um morcego ou o que? - Katsuki retrucou, puxando o garoto para mais perto de si, lhe dando um cascudo.

- Eu só não quero ir.. me solta

- Poxa Shin, só porque eu queria ir com você. - Izuku não teve modéstia em remexer suas orelhas no topo de sua cabeça e morder levemente o lábio inferior.

- Eu disse alguma coisa? É claro que eu vou. Amo praia. - Repondeu Shinsou, dessa vez mais animado, fazendo os outros rirem.

Apenas Eijiro ainda se mantinha neutro naquela pequena rodinha, ainda estava se acostumando com a ideia de sorrir abertamente diante daqueles garotos que fizeram tanto por ele. Nunca tinha ido a praia e essa poderia ser suas duas oportunidades: ver algo que sempre quis e ter um momento certo para conversar com Bakugo.

Os garotos falavam tão empolgados sobre o que iriam fazer nas férias, que esqueceram de um detalhe. Um detalhe cujo iria atormentar principalmente Eijiro.


Notas Finais


Eitaaaaa o que será que vai acontecer??

Geeeente amanhã é meu aniversário, me deem biscoitos de presente lendo minhas fics heiheienieje

Espero ter conseguido esclarecer tudo o que rolou nessa primeira parte. >>>>Não sei se os Yuga vão retornar <<<<

Qualquer dúvida é só chegar nos comentários. Até a próxima 💕


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