História KiriBaku - Sin is sincere - Capítulo 23


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Hanta Sero, Hitoshi Shinsou, Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Personagens Originais
Tags Bakugo Katsuki, Bnha, Boku No Hero, Híbrido, Hitoshi Shinsou, Kamisero, Kiribaku, Kirishima Eijiro, Midoriya Izuku, Shindeku
Visualizações 288
Palavras 1.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente eu tô jejwiwbowbwosb 214 favoritos EU TÔ SURTANDO!!!!!!!! 🤧💕

Estamos iniciando uma nova fase nessa história que eu realmente não esperava receber toda essa positividade em visualizações, favoritos, comentários. Vocês são meu apoio em tudo!! Muito obrigada de verdade, e eu espero que essa segunda parte seja tão bem recebida quanto a primeira.
O capítulo quase não saiu pq acabei me distraindo de mais com um filme jjkkk mas espero que gostem ❤

Capítulo 23 - Homem que presa as bolas - segunda parte


Fanfic / Fanfiction KiriBaku - Sin is sincere - Capítulo 23 - Homem que presa as bolas - segunda parte

《Kirishima》

A prova de física e química sugaram qualquer tipo de energia que meu corpo e cérebro aínda possuíam; mas aparentemente essa drenagem aconteceu só comigo mesmo. Os garotos estavam empolgados até mais para eu conseguir ficar minimamente de bom humor. Faltava apenas dois dias para a "Viagem mais incrível de nossas vidas" -- de acordo com Bakugo. E eu ainda nem falei com minha mãe sobre isso. Claro que não seria um problema fazer uma viagem assim, minha mãe conseguiu um emprego no mercado próximo de nossa casa, que pagam até bem, mas desde que tudo aquilo aconteceu eu já havia planejado tentar um emprego de meio período pelo menos durante as férias. Mas sempre tem um contratempo para me fazer mudar de ideia. E esse contratempo se chama Bakugo Katsuki.

- Você vai, né? - Bakugo me pergunta pela milésima vez naquele dia, dessa vez com seu rosto próximo de mais do meu.

- Ja-já disse que vou - digo e o afasto.

Já está calor o suficiente e ele ainda fica se aproximando desse jeito. O que ele pensa que está fazendo?

Começo a caminhar em passos rápidos, ajeitando minha mochila no ombro, posso sentir o olhar e o sorriso idiota do Bakugo queimando em minhas costas.

- Te vejo amanhã - ele grita e sigo meu caminho, sem olhar para trás.

Eu sei que indiretamente prometi uma conversa, mas definitivamente não estou sabendo lidar com essa situação. Bakugo me disse que eu não precisava lhe responder a sua confissão naquele momento, e a relação que temos agora não está ruim; Bakugo não me provoca tanto como fazia antes e não tenta me beijar ou forçar seus sentimentos sobre mim. Mas como todo bom homem que presa as bolas que tem, eu devo lhe dar uma resposta. Mesmo que seja uma rejeição.

Suspiro fundo e ignoro esses pensamentos assim que chego e abro a porta de casa, tem sido assim já faz uns dias. Estou apenas fugindo e sei que isso só me deixa patético.

- Ah, Eiji. Bem vindo de volta - minha mãe diz, saindo da cozinha.

- Estou de volta - digo, sem muito ânimo

- O jantar está quase pronto

- Vou banhar primeiro - e caminho em direção ao meu quarto.

Jogo minha bolsa na cama e começo a retirar minhas roupas enquanto entro no banheiro. Tomo um banho consideravelmente demorado, aproveitando bem a sensação da água gelada esfriando meu corpo.

Saio do banheiro e coloco apenas um short de tecido fino e vou para a cozinha.

- Deveria secar o cabelo direito... e talvez hidratar um pouco, você sabe que..

- Cuidar do cabelo é como cuidar do pêlo - falamos juntos e sorrimos.

- Talvez eu faça isso depois. - digo, sem muita convicção de que vou realmente fazer isso - Mas eu queria falar com você sobre outra coisa.

- Sobre o que? - ela responde curiosa, me servindo da comida.

- Então.. me chamaram para uma viagem.. de uma semana para a praia.

Ela me olha mais curiosa ainda

- Quem?

Desvio o olhar por um momento, procurando as palavras certas de como prosseguir com essa conversa; e por alguma razão me lembro de Hitoshi, ele estendendo a mão para mim, quando estávamos no terraço, ele me dizendo:
"Somos amigos.. certo?" Um pequeno sorriso se forma em meu rosto e eu olho para minha mãe

- Meus amigos.

Minha mãe me olha com brilho nos olhos e parece que vai chorar, ela vem em minha direção e me abraça.

- Estou tão feliz por saber que você tem amigos - Agora ela definitivamente está chorando

Por conta da minha personalidade um pouco difícil, sempre foi um pouco complicado manter alguém, que eu considerasse mesmo que minimamente um amigo, por perto. Não posso dizer que minha mãe está exagerando, também me sinto feliz por reconhecer eles como amigos. Apesar de serem que são. Mas definitivamente, minha mãe não precisa saber desses detalhes.

- É claro que você pode ir, meu amor. - ela diz, acariciando minha orelha no topo de minha cabeça. - Está tudo bem agora, você merece se divertir. 


》Dia da viagem《 

Saímos da escola após a última prova e o que todos estavam ignorando naquele momento era apenas a possibilidade de alguém ter tomado bomba. Confesso que estou ficando animado com a viagem, porém ansioso, devida a minha decisão. Já estava tudo certo; Bakugo já havia reservado uma pousada próxima da praia para ficamos, e decidimos ir de trem, ja que fica ao norte da capital e que seria mais rápido. Então apenas nos despedimos e corremos para casa para trocar de roupa, pegar as malas e nos reencontramos na estação.

Cheguei em casa e rapidamente tomei um banho. Coloquei uma regata preta, calça jeans clara -- que ta um pouco surrada; coloquei o cabelo pra cima e uma faixa branca para ajudar a mantê-lo no lugar; perfume, tênis, mala na mão e celular tocando.

- Oi mãe
- Oi amor, já está saindo?
- Sim.
- Pegou tudo o que precisa?
- Verifiquei ontem, tudo certo.
- Pegou protetor solar?
- Peguei mãe.
- Pegou o..
- Mãe.. Eu já peguei tudo e vou te mandar mensagem toda noite antes de dormir, ok?
- ...Ok. Tenha cuidado, tá? Te amo
- Vou ter. Também te amo.

Encerro a ligação e saio.

Conecto o fone no celular e deixo o aleatório decidir o que vou escutar até chegar na estação. On my Own do Ashes Remain começa a tocar e meu estômago embrulha em ansiedade; aperto o botão do fone para pular para a próxima música. Me lembro perfeitamente da noite em que dormi com Bakugo, após me resgatarem do galpão. Escutei até a última frase da música Right Here, a que ele cantou pra mim, me apertando contra seu corpo enquanto fazia um carinho na minha orelha; é um pouco estranho termos um cantor que gostamos em comum, mas de certa forma também não é estranho, já que nunca conversamos abertamente sobre as músicas que gostamos. Isso me faz pensar que não sabemos muito um sobre o outro; e só reforça minha dúvida sobre: o que Bakugo Katsuki viu em mim?

Umas dez músicas depois e eu chego na estação, todos já estavam ali em frente ao portão de acesso; e ver Bakugo parado li, usando uma regata branca por de baixo de um macacão jeans claro com vários rasgados nas pernas só me deixa mais nervoso.

"Sinto que vou nadar e morrer antes de chegar na praia"

Ficamos sentados nos bancos, conversando sobre o que iríamos fazer quando chegássemos, já que a viagem levaria no mínimo quatro horas, e se não houvesse nenhum atraso, chegaríamos no crepúsculo. E eu quero muito que não ocorra nenhum atraso.

Cerca de 30 minutos depois nosso trem chega. Escolhemos nossos lugares e guardamos nossas malas no bagageiro; me sento ao lado da janela, e claro, Bakugo se senta do meu lado. Ele retira o meu fone do lado esquerdo e o coloca; olho para ele em reprovação porque odeio quando ele faz isso,  mas ele apenas fecha os olhos e apoia a cabeça no encosto do banco. Após todos embarcarem, o trem começa a se mover. Não demora muito para a paisagem começar a se modificar; a cidade atrás da janela desaparecendo e o amarelo dos campos de arroz surgido.

Sinto algo tocar meu ombro; olho para o lado e vejo que Bakugo dormiu. Sua cabeça apoiada confortavelmente no meu ombro, suas orelhas se remexendo em sua cabeça, fazendo com que toquem minha bochecha, me causando uma pequena cócegas. Bakugo de repente começa a rosnar baixinho, não posso deixar de imaginar que tipo de sonho ele está tendo. O que acaba por me fazer sorrir.

Fico olhando para ele, mas apenas o analisando. Sua pele é clara e destaca o rubro dos seus olhos, ele é alto e seus músculos são bem definidos, e seu cabelo espetado é incrivelmente macio, que possui cheiro de shampoo; como se seus feromonios não fossem capaz de se sobrepor a aquele cheiro; e nenhum dos dois aromas chega perto de ser desagradável. Desde que o vi pela primeira vez eu soube que ele era do tipo lobo alfa, o que significa que é perigoso. Mas dormindo assim do meu lado, com um semblante tão sereno, ele apenas parece.. indefeso e fofo.

" Espera.. espera, espera, espera aí. Eu acho ele.. fofo?"

Bakugo rosna de novo e eu desvio o olhar para a janela. Tenho que me manter calmo antes que eu tenha um ataque de ansiedade e um treco em seguida.  

Sem nenhum atraso, chegamos ao nosso destino, retiro o fone do ouvido de Bakugo e começo a sacudi-lo para que ele acorde. Começo a rir alto quando ele resmunga e me chama de mãe, mandando eu deixá-lo dormir mais um pouco. Dou alguns tapinhas em seu rosto e ele desencosta de mim, falando algum palavrão que não entendi.

- Acorda idiota, não sou sua mãe.

Me levanto e passo por ele, esticando todo meu corpo, já que passei praticamente quatro horas na mesma posição, com um Bakugo dormindo no meu ombro. Poderia apenas tê-lo empurrado por ter invadido meu espaço, mas simplesmente não o fiz (?) já que ele estava dormindo tão tranquilo e profundamente. Pegamos nossas coisas e fomos caminhando em direção a pousada.

Vinte minutos de caminhada e fico encantando com o crepúsculo entre as nuvens, o laranja do céu em contraste com o mar. A natureza é surpreendente.

Diferente da praia que ficava próxima ao galpão onde Shigaraki me manteve preso -- que obviamente era usada mais para pescaria; essa era totalmente diferente; tudo é paradisíaco, a água sendo mais azul, as pousadas em forma de cabanas de palha por toda parte, turistas andando de um lado para o outro, alguns com mochilas enormes nas costas, com barracas para acampar. Bakugo não estava exagerando quando disse que essa seria a viagem de nossas vidas.

Fomos em direção a pousada, e obviamente era a única diferente. Ridiculamente grande para uma casa de dois andares, toda revestida em madeira e vidro. Parece casa de filme.

- Bakugo - o chamei, depois que os outros três já haviam entrado.

- Algum problema?

Inspiro fundo e o olho nos olhos

- Podemos conversar?


Notas Finais


Espero que tenha ficado bom hshahah até a próxima 💕


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