História Kiribaku - Capítulo 17


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
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Palavras 1.588
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 17 - Eu vou sair daqui


               Katuski Bakugou 


Sinto o ódio dominar meu corpo, um ódio que eu nunca senti em toda a minha vida, como aqueles filhos da puta tiveram a ousadia de sequestrar minha filha?! Eles só podem ter usado algum tipo de droga podre, porque não vejo nenhum motivo lógico para tal ação. A liga de vilões passou vários anos nas sombras, passamos pelo menos uns 5 anos sem receber qualquer notícia sobre eles, era como se eles tivessem sumido. Nada estava fazendo sentido para mim, eu só queria matar aqueles filhos da puta, mas com toda aquela merda eu tinha que pelo menos tentar manter a calma, porque Kirishima estava completamente abalado, o ruivo não parava de se culpar por ter deixado que a levassem. No momento estávamos em casa junto com Midorya e Todoroki 

- Kirishima calma, a gente vai achar a Mey - o esverdeada tentava acalmar o ruivo que no momento estava tendo uma crise de ansiedade 

- VOCÊ FALA PRA EU ME ACALMAR, MAS NÃO SABE O QUE EU TO SENTIDO - o ruivo levanta a voz por todo o estresse que esse momento estava lhe proporcionando - como estaraim se tivesse sido o filho de vocês - o casal também optou por adotar uma criança, adotaram um menino a aproximadamente dois anos, o menino se chamava Shiro e possuía apenas 4 anos, o próprio estava no colo de Todoroki um pouco mais afastado de toda a confusão dando comida para a criança 

- realmente não sei o que está sendo, mas não vai adiantar nada você ficar assim - o esverdeada estava com uma voz calma 

- ela estava doente... estava fraca e indefesa... - percebo algumas lágrimas escorrerem no rosto do ruivo, ver ele desse jeito me parte o coração - que tipo de herói eu sou sendo que eu não consigo nem se que proteger a minha filha? - abraço o ruivo e o próprio afunda seu rosto em meu peito para esconder suas lágrimas 


Esses filhos da puta vão me pagar por isso, isso eu tenho certeza. Quando a notícia que a filha de um dos maiores casais de heróis se espalhou revelando o sequestro, muitos amigos do tempo da escola ligaram pra gente, mas ignoramos praticamente todos, na medida que as horas se passavam e nenhuma notícia era obtida, decidimos voltar para casa e pelo menos tentar ficar mais calmos. E foi nesse momento que Todoroki e Midorya apareceram em nosso apartamento. Eles queria nos ajudar, mas o que poderiam fazer? Por mais que isso fosse doloroso, nos tinhamos que esperar por qualquer sinal da liga dos vilões 


- vão tomar banho, a gente faz o almoço - Todoroki se manifesta, terminado de cuidar da criança 


- tá - falo e vou guiando kirishima até nosso quarto e fecho a porta assim que entramos - se acalma meu amor - seguro delicadamente o rosto do ruivo e limpo as lagrimas de seu rosto 


- como eles sabiam que estaríamos naquele hospital? E como sabiam qual era o quarto dela? - os questionamento do ruivo faziam muito sentido, eles sabia exatamente de tudo é  como se alguém tivesse nos observando, esperando o melhor momento para dar início ao plano, seja lá esse qual for 


- eu não sei, mas nos vamos descobrir - seguro as mãos do ruivo e percebo que as próprias estão tremendo - por favor, se acalma - minha voz passifica e meu jeito dócil no momento estão sendo controlados meticulosamente para tentar acabar o ruivo 


                  

                            Mey



Abro meus olhos lentamente, a última coisa que me lembro e que meus pais me trouxeram pro hospital, mas por que esse lugar parece tão difente do hospital? O lugar é escuro e eu to sentido calafrios estranho. Me sento na cama, ainda com um pouco de dificuldade, meu corpo ainda doía e meu estômago estava revirado 

   - oh! Você acordou - olho para a origem da voz e se trata de uma integrante da liga dos vilões, já li sobre ela, se não me engano seu nome é  Toga, mas por que ela tá aqui? Na verdade a melhor pergunta seria, onde eu estou? 

- por um instante achei que tínhamos te matado - olho para a outra voz que estava em um outro canto daquele quarto escuro, era o Tomura, líder da pega dos vilões

- onde estou? O que querem comigo? Vocês vão... - sou interrompida por um forte tapa na parede. Isso me faz estremecer, incolho meu corpo sobre a cama e nessa hora percebo que minha perna direita estava acorrentada  

- para uma criança você pergunta demais - o vilão conhecido como Dabi se aproxima de mim e me incolho ainda mais - se você ficar quietinha ai, nada vai te acontecer 

- vocês sabem que estão mortos né? - sei que minha frase foi um tanto ousada, mas não consigo conter minha língua 

- vadiazinha - Dabi puxa meu cabelo e me faz encarar seu rosto - os únicos que vão morre vão ser aqueles heróis de merda, inclusive seus queridos papais - um sorriso assustador surge em seu rosto 

- você ainda acha que tem chance contra eles? - retribuo o sorriso, mesmo sentindo meu corpo dolorido principalmente meu couro cabeludo, não podia deixar de falar - meus pais vão acabar com vocês, seus filhos da puta - Dabi levanta a mão para me bater, por instinto defendo meu rosto e fecho os olhos 

- Dabi! - fui salvá no último instante por Tomura - se ela estiver machucada o plano não vai da certo 

-hm - Dabi sai do quarto onde estávamos

- seja uma boa menina e fica quietinha - ele também sai do quarto e fica apenas Toga e eu naquele lugar 

             ===============

Horas se passam, eu so consigo saber que ainda é dia por causa de uma pequena janela, que fica no alto da parede, pela posição do sol, devemos estar em algum lugar mais a sul. Estou com cansada e com medo... Eu só queria ver meus pais de novo. Eu tenho que sair daqui o mais rápido possível, eu não aguento mais ficar aqui. Mas acho que não ficar mais tanto tempo aqui, eu tenho uma pequena chance de escapar daqui, e bem pequena se eu levar em consideração meu estado físico e o fato de que eu não faço ideia de onde estamos, mas  ainda é uma chance 

Para me vigiar eles trocam de turno a cada uma hora e entre cada turno existe um tempo de aproximadamente dez minutos, onde eu fico completamente sozinha, são nesses dez minutos que está a minha chance de fugir. A primeira coisa que tenho que fazer é soltar essa corte, eu acho que de todo esse processo, essa vai ser a tarefa mais fácil. A única coisa que preciso é coisa pequena e por sorte estou usando uma presilha de cabelo fina o suficiente pra entrar na fechadura 

- olha que sorte, você vai falar com seus queridos papais - Toga entra no quarto um tanto animada segurando um notebook nas mãos, isso me deixa um pouco mais feliz e assustada ao mesmo tempo 

- você só tem que falar que está bem e que ninguém te machucou - seu sorrido "amigável" muda pra um sorriso sombrio - e se por acaso você falar algo inadequado ou apenas se mexer, e eu não gostar eu tenho autorização de tomar todos as medidas necessárias, então é bom se comportar - aceno positivamente  com a cabeça e ela abre o notebook e o posiciona na minha frente. Pouco tempo depois uma chama de vídeo e iniciada e consigo ver meus pais do outro lado 

- pai...papai...- não consigo conter as lágrimas que escorrem no meu rosto 

- Mey! Minha querida, eles te fizeram mal? - a voz do ruivo faz meu coração se apertar ainda mais, pois o próprio também não consegue conter as lágrimas 

- eu estou bem, eles não me fizeram nada - tento me conter 

- vamos te encontrar logo, eu prometo - dessa vez foi a vez do loiro falar, ele não estava chorando, mas estava visivelmente abalado também 

- que reunião comovente - Tomaru aparece atrás de mim e bota sua mão em meu pescoço, deixando de encostar apenas o dedo indicador - mas é uma pena que eu detesto coisas comoventes - não consigo conter o medo que sentia naquele momento 

 olha aqui, seu filho da puta, se você se atrever a fazer alguma coisas com ela eu juro que eu mato vocês lentamente - o loiro se exalta 

- se não quiseram que sua preciosa Mey se fira, é melhor ouvirem minhas exigências - ele aperta com um pouco mais se força o meu pescoço - eu quero o All Mithig e o Deku, eu vou mandar as coordenadas e o horário, caso ocorra algum problema eu não hesitarei em machucar sua "pequena" - antes que meus pais pudessem dar qualquer respostas, Tomaru fecha a tela do notebook encerrado a ligação 

- muito bem garota, agora eles vão estar mais desesperados para te salvar - Toga da algumas gargalhadas que me deixam assustada 

- vou poder falar com eles de novo? - meu tom de voz estava baixo e minha cabeça estava baixa 

- não abusa menina - ambos saem do quarto e fico sozinha de novo 

Eu preciso sair daqui o quanto antes, eu preciso melhorar meu plano e preciso calcular com mais precisão cada escolha que eu vou tomar, mas eu vou sair daqui 



Notas Finais


Eitaaa
Vcs acham que a Mey vai conseguir??

Obrigada por ler <3


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