História Kiribaku Uma noite - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou
Tags Bakugou, Eijirou, Gay, Katsuki, Kiribaku, Kirishima, Lgbt, Yaoi
Visualizações 24
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


prepara pro infarto mina-san

Capítulo 3 - 3 - Uma provável briga


Kyoka Jirou e Katsuki Bakugou ficaram o resto da tarde conversando e se zoando. Aquilo fazia tão bem para Bakugou quanto para Jirou. Para Katsuki porque isso o distraia de Kirishima, e para Kyoka que se distraia de Momo.

 

 

 

 

 

— Talvez eu possa conviver sem a amizade dele, não acha?

— Para de ser idiota. — A roxeada se pronunciou, sem paciência. — Apenas vá lá falar com ele.

— Mas a aula vai começar daqui a pouco...

— ... — Kyoka ficou em silêncio por um tempo, até ter uma ideia. — Isso não é nada másculo, Biribinha. Está se sentindo submisso?

O loiro sentiu seu rosto ficar vermelho, mas não sabia identificar se era de raiva ou vergonha.

— Lógico que não, eu posso muito bem falar com ele. Tsc. — Chiou o loiro.

— Então faça logo! Vai antes que o Aizawa chegue! — A garota tentou empurrar Bakugou, mas desistiu logo que viu que a tentativa era falha.

— Beleza gótica. Se acalma.

— Tá falando isso pra mim ou pra você? — A garota cruzou os braços.

— Tsc.

— Sabia, mas agora... — Antes que sequer pensasse em terminar sua frase, a roxeada fora interrompida pelo barulho da porta da sala 1–A sendo aberta. Era Aizawa, o professor da classe. Todos fizeram a reverência habitual e sentaram-se. Bakugou dava graças aos deuses pelo professor ter vindo à sua salvação.

— Resumindo, tem teste surpresa hoje. — O professor, com sua paciência e aparência cansada e esgotada, entregou uma folha para cada aluno. — Apenas leiam com atenção e respondam.

Talvez agora o loiro não agradecesse tanto quanto estava há poucos minutos atrás.

— O senhor não vai explicar nada não? — Mina, a garota dos cabelos curtos e rosados, se pronunciou.

— Eu já expliquei, leiam com atenção e respondam, vocês podem deixar a folha em cima da minha mesa quando terminarem. Mais alguma dúvida? — O homem disse num tom sarcástico, que quase saiu despercebido.

A sala balançou a cabeça em negativa, logo olhando para a prova. Pareciam desesperados, em exceção de Shoto, Yaoyorozu e Katsuki. Bem, Katsuki estava desesperado sim, mas não era por causa da prova.

 

Mesmo que poucos fossem admitir, o teste não estava tão difícil quanto pensaram, mas mesmo assim ela demorou algumas horas, tempo suficiente para dar o horário que marcava o fim da primeira aula.

Agora o plano do loiro era comer e tentar se esconder ao máximo do ruivo.

 

Bakugou é um garoto muito esperto e inteligente, mas até o atual dia, ele nunca achara algo para fazer o bakusquad o deixa-lo em paz, além de suas explosões, claro, e hoje não foi diferente.

 

— Oe, Biribinha. — O loiro escuro chegara perto de Bakugou, junto a seu amigo; Sero. — Tá comendo sem a gente? Vai ficar de papinho com a gótica é?

— Cala a boca, Pikachu do Paraguai. — O loiro disse, estressado.

 

— Não fale assim, Katsuki! 

 

 

Aquela voz, aquela maldita voz, pertencia a ninguém menos, ninguém mais que Eijirou Kirishima, o garoto que fazia o coração de Bakugou falhar a cada vez que chegava perto. E, logico, desta vez não fora diferente.

 

Katsuki sentiu o rosto arder. Soltou um de seus famosos “Tsc” em resposta ao ruivo, e virou bruscamente seu rosto para o lado oposto.

Kyoka sentiu a tensão no ar, decidiu ser cuzona. Ela era uma ótima amiga.

— Oe, Pikachu, Fita-humana, preciso falar com vocês. — Lançou um olhar para Katsuki. — Em particular.

— Eita, fizemos merda? — O de cabelos negros se virou para o loiro escuro.

— Ela tá falando normal, eu não sei o que esperar, cara... — Denki fez uma face confusa e levantou as mãos em sinal de dúvida.

Katsuki demonstrou todo seu ódio numa única expressão, que fora direcionada para Kyoka, que saiu correndo levando dois garotos confusos consigo.

— Ei, Bakugou... — O ruivo se pronunciou. O coração de Bakugou ficou frenético. — Achou o teste de hoje difícil? — Algo estava errado, o ruivo fez uma pausa muito grande entre fala e outra.

 

— Que pergunta besta, cabelo de merda. — O loiro voltou a se sentar numa mesa, enquanto bebia uma lata de suco de laranja artificial.

— Eu achei... E o sensei nem fez questão de nos avisar uma semana antes! Como eu iria me preparar?

 

Bakugou ficou em silêncio perante as reclamações do ruivo, e o mesmo percebeu tal ato, ficou até meio decepcionado.

 

 

Antes que pudessem perceber, o sinal havia tocado novamente e eles já estavam em seus respectivos assentos.

 

 

 

O restante da aula foi apenas coisas teóricas, que ao ver do loiro, eram apenas coisas inúteis, e mesmo que quisesse que a aula acabasse logo, também queria que nunca mais acabasse, assim não teria que olhar na cara do ruivo novamente, mas, para o azar de Bakugou, a aula passou mais rápido do que deveria aos olhos do mesmo.

 

— Então não se esqueçam, amanhã tem o teste prático e depois o exercício em conjunto ao 1°–B. — Aizawa deixou um suspiro escapar. — Sem brigas. — Disse, olhando e referindo-se ao loiro, que nem prestava atenção. — Dispensados.

 

Foi possível escutar o sinal tocar.

 

Era o fim de mais um dia na U.A, e com certeza, o começo de uma provável briga.

 

 

 

— Ei, Biribinha, espera ae! — O falso-ruivo corria atrás do loiro, que estava ignorando-o o dia todo. Por sorte, conseguiu alcançar o amigo.

 

— Você tá em silêncio, beleza, vou respeitar. — Kirishima fez uma face triste.

Katsuki grunhiu involuntariamente em desagrado, e, por mais que não quisesse, isso o lembrou da sua transa com o ruivo, o que acabou corando o mesmo.

 

O resto da caminhada até os dormitórios fora feita em total silêncio, mesmo que na cabeça dos dois amigos estivesse o total contrário, cheio de pensamentos sobre a tão luxuosa noite que tiveram.

 

Finalmente a caminhada cessou, mas não impediu que Kirishima seguisse Bakugou, afinal, eram vizinhos de quarto, o que, no momento, estava sendo um total desconforto para Katsuki.

 

— Ei, Bakugou, sei que você não tá muito pra conversa, mas pode me ajudar a estudar? Não entendi nada do que tinha no teste… A gente sequer estudou aquilo?

 

Por algum fucking motivo, o jeito normal que Kirishima conversava com Bakugou após tal noite o irritava. O loiro não sabia que reação gostaria que o ruivo tivesse, mas com certeza aquela não era uma delas.

 

— … — Nem se quisesse, Bakugou conseguiria dizer algo agora. Um nó estava se formando em sua garganta… E ele era formando por uma enorme quantidade de perguntas que queria fazer para o ruivo.

 

— Bem, vou aceitar seu silêncio como um “sim”, bro. — Kirishima sorriu de orelha a orelha.

 

Aquele sorriso. Aquele maldito sorriso. Aquele maldito rosto. Aquele maldito garoto… Aquele maldito sentimento. Era exatamente o que Katsuki pensava agora.

Por que Kirishima estava sendo tão natural? Aquela noite não tinha sido nada para o ruivo? Por que aquilo era irritante para si? Não era mais fácil o loiro entrar na onda e fingir que nada havia acontecido? Por que se importava? Por que aquilo o afetava tanto? Por que?

 

Ele não aguentou. Ele explodiu…

 

QUAL O SEU PROBLEMA, PORRA? — Gritou, socando com uma enorme força a parede que dividia os dois quartos. Algumas explosões escaparam da mão do loiro, mas não afetou ninguém.

Katsuki deixou o sua impaciência falar mais alto, se bem que ele não sabia se a pergunta era para o ruivo ou para si mesmo.

— Por que…?

Contra a vontade do loiro, lágrimas estavam se formando nos olhos do mesmo.

Era aquilo real? Katsuki Bakugou estava chorando? O Sr. Biribinha estava chorando por outro garoto?

 

Eijirou estava desesperado, talvez até mais que o próprio Katsuki, que não entendia sequer o motivo de ter socado a parede.

 

A respiração dos dois estavam frenéticas, seus corações falhavam durante alguns batimentos.

 

Ficaram por um tempo naquele silêncio que dizia tantas coisas, mas que ninguém compreendia.

 

Kirishima não entendia, mas sentia a mesma coisa que Bakugou. O que exatamente? Bem, não é algo que se pode dizer facilmente com palavras.

 

E ali estava o início de uma provável briga…

 

 

 

 

 

Ou um provável romance…


Notas Finais


vamo fazer osotro sofrer irra


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