História Kiss the boss - Capítulo 8


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Categorias Marco Reus, Mats Hummels, Roman Bürki
Personagens Marco Reus, Mats Hummels, Personagens Originais, Roman Bürki
Tags Julian Weigl, Marco Reus, Mats Hummels, Reummels, Roman Burki
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Palavras 1.334
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hallo!
E lá vamos nós para mais um final, não é?
Quero ressaltar o quão simples eu queria que fosse esse final. Por isso não escrevi demais, talvez até de menos e já peço desculpas antecipadamente se decepcionar alguém com o capítulo!
Enfim, aproveitem!

*Mövenpick é uma marca de sorvete suíço e Caramelita é um sorvete de creme suíço com pequenos pedaços e calda de caramelo.

Capítulo 8 - De chefe para homem da minha vida


Fanfic / Fanfiction Kiss the boss - Capítulo 8 - De chefe para homem da minha vida

– Você está com saudade.

– Não seja idiota, não estou.

– Pensei que depois daquele dia no casamento vocês iam ficar juntos.

– Isso foi há cinco meses, apenas esqueça.

– Não posso e não quero. Você estava tão feliz naquela noite, Juju.

– Isso foi antes de perceber que Roman é medroso demais para mim.

Suspirei e desviei a atenção do rosto de Julian para a panela em minha frente. A situação toda era realmente uma merda porque odiava ver Julian tão para baixo e saber que Roman não estava muito diferente.

Mas eu não podia fazer nada quando nem eles mesmos faziam.

– Essa merda toda de romance, é uma verdadeira desgraça. – Murmurou e tornei a olhá-lo.

– Não fale besteiras, é só uma experiência ruim. E céus, é sexta de sorvete, largue essas atividades. Amanhã eu te ajudo corrigir, prometo. – Pedi.

– Está bem.

Julian me deixou só na cozinha enquanto eu preparava as pizzas e balancei a cabeça negativamente, antes de voltar a cantarolar uma música qualquer e demorou apenas alguns minutos até ouvir as batidas na porta e logo as vozes animadas dos meus amigos preenchendo o apartamento. Para uma sexta de uma semana cheia, eu não estava tão cansado e como estávamos nos reunindo depois de dias agitados para todos, pedir para descansar era um sacrilégio.

Mario foi o primeiro a aparecer na cozinha, com Ann e Anna em seu encalço e não me surpreendeu perguntarem por Mats antes mesmo de me cumprimentarem.

– Tô começando a achar que gostam mais dele do que de mim. – Reclamei ganhando um beijo em cada da bochecha das meninas.

– Ele é mais legal, e finalmente achei alguém para praticar meu francês. – Mario deu de ombros.

– Ah, me desculpe, mon seigneur, se o meu namorado é muito mais interessante do que eu.

Ann e Anna abriram um sorriso enorme e olhei com tédio para elas. Lá pelo terceiro mês de relacionamento com Mats eu sabia que não conseguia mais ser o mesmo sem ele ao meu lado, mas a despeito disso, não houve pedido ou uma conversa sobre o que de fato éramos e muito, mas muito raramente, a palavra namorado aparecia no meu vocabulário para se referir ao moreno.

– Você fica tão fofo chamando-o de namorado! – Anna falou toda animada.

– Isso me deixa tão orgulhoso. – Leon surgiu na cozinha com Max em seu encalço, enquanto André parecia mais entretido em mostrar algo para Julian no celular. – Eu juro que não foi por querer, Jule. Max e Ann encheram tanto o saco para trazer esses que não tive escolha. – Se desculpou enquanto tirava os potes de sorvete da sacola.

– Bom, ao menos os sorvetes têm culhões. – Meu amigo deu de ombros e ajudou Leon a guardar os potes de Mövenpick.

Conferi o horário pela milésima vez, de fato, Mats não andava tão bom com os horários desde que saiu da empresa do pai e começou a cuidar do próprio negócio – e era justamente por causa disso que ele atrasava, já que diante tanto sucesso da doceria, o movimento era intenso e quase sempre ele tinha que estender seu horário de funcionamento.

Eu tinha muito orgulho do rumo que a vida do meu ex-chefe tinha tomado e agora sim me sentia livre de qualquer culpa por ver o quão feliz ele estava e como a minha bagunça em sua vida tinha sido boa. E estávamos levando uma vida tão boa e calma, nossos amigos se davam bem, a mãe dele e os tios me adoravam, assim como toda a minha família fazia questão de sempre dizer o quanto eu tinha um homem maravilhoso ao meu lado.

Eu tinha, sem planejar muito, alcançado o tipo de vida que sempre quis.

Quase uma hora depois do combinado, ouvi um coro de finalmente vindo da sala e Max, que me ajudava a assar as pizzas, me cutucou.

– Você está atrasado, Hummels.

Cruzei os braços em frente ao peito e sorri vitorioso.

– Parece que o jogo virou, uh? – Mats se aproximou e envolvi meus braços em sua cintura deixando meu corpo se apoiar no balcão enquanto ele descansava a cabeça em meu ombro. – Olá, Max. Como você está? – Sorriu para o loiro perto do fogão.

– Bem, e você pelo jeito está bem cansado! – O moreno assentiu, sua cara denunciava o cansaço.

– Cansado, mas muito feliz, aquilo foi uma zona hoje.

Enquanto Mats falava com Max eu o observava com atenção. Não costumava mais usar tanto o cabelo penteado para trás e eu gostava daquele aspecto mais bagunçado que os fios negros adquiriam caindo por sua testa, ele tinha ganhado mais uns músculos nas últimas semanas – e antes já tinha bastante – e por isso quando seus braços me rodeavam da maneira que estavam agora, me sentia dentro de meu pequeno mundo onde nada poderia me atingir.

– E como estão as coisas por lá? – A pergunta de Mats me tirou do devaneio e foquei a atenção em Max.

Ele continuava trabalhando na revista e para Andrea, que com a retomada de controle por parte do tio de Mats, assumiu a posição mais alta dentro do lugar. As vendas tinham superado as dos concorrentes e, segundo Max, pelos corredores todos eram só elogios para Andrea. Zavia não pisava mais o pé no lugar e mesmo que o pai de Mats tivesse ainda uma voz dentro do lugar, geralmente quem andava dando as palavras finais eram seu irmão e o irmão de Roman.

Sentia um pouco de falta de trabalhar na revista, mas estava muito mais tranquilo com meu cargo de assistente administrativo de um banco.

A noite se desenrolou tranquila, com Julian ralhando com André vez ou outra por ele tentar roubar um pouco de seu sorvete de Caramelita, e filmes dos anos 2000.

– Amor, tô tão quebrado. – Mats murmurou deixando-se cair de bruços em minha cama depois de todos irem para casa e Julian se trancar em seu quarto com suas atividades para corrigir.

– Vai tomar um banho antes de dormir, anda. – Dei um tapa em sua bunda tão bem demarcada pela calça apertada.

– Deixa eu tirar só um cochilo... – Pediu com a voz abafada contra o travesseiro.

– Negativo. Anda, anda, faço até uma massagem se for rápido!

A muito custo ele se ergueu da cama e foi para o banheiro, aproveitei sua ausência para ajeitar a cama para dormimos e vestir algo mais confortável. Era verão e os dias estavam quentes e abafados, mas o sistema de climatização do apartamento dava conta de deixar o quarto com uma temperatura agradável o suficiente para que eu e Mats pudéssemos dormir da maneira que mais gostávamos: bem agarradinho um ao outro.

Como prometido, fiz a massagem em Mats.

– Baby, suas mãos são uma maravilha. – Ele ronronou como um gato quando minhas mãos deslizarem dos seus ombros para toda a extensão das costas definidas.

– Você não é o primeiro que diz isso. – Provoquei e ele riu.

Deslizei pela cama até que estivéssemos com os corpos esticados no colchão. Apoiei a cabeça em seu peito e agarrei sua mão direita; às vezes eu ria porque meu pai sempre perguntava onde estava minha aliança, mas simplesmente não tinha porque não achávamos necessário, não ainda.

Eu era de Mats e Mats era meu e mesmo que nem todos tivessem ciência desse fato e que vez ou outra passássemos por situação desagradáveis por falta da bendita aliança que algumas pessoas respeitavam, apenas ríamos do ocorrido mais tarde e acabávamos na cama reforçando nossa aliança carnal e sentimental.

– E eu te amo? Sou o primeiro a dizer? – Sussurrou de forma sonolenta, e acariciei seu rosto barbado, sorrindo por causa do contato áspero.

– Ah, não. Com certeza não. Mas é o primeiro que vai ouvir de volta. – Ele riu e me apertou em seus braços. – Eu... – Sussurrei a primeira parte passando meus dedos por seu braço. – Te... – parei a mão sob seu coração. – Amo.

Tão sincero como sempre fui com ele, seu coração acelerou e sorri.

Mais ligados que nunca, dei mais um beijo naquele que de chefe passou para homem da minha vida e dormi.


Notas Finais


Quero agradecer mais uma vez por todo o carinho, comentários e favoritos de vocês!
Obrigada por me darem essa confiança e saibam que uma das coisas mais gratificantes para mim é saber que tem alguém tirando alguns minutinhos de seu tempo para ler o que escrevo!
Volto lá pelo fim do ano, como disse algumas vezes, mas dependendo do andar da carruagem, até fim de setembro já posto a nova fic! (preparem os corações, quero causar choro ksksksksksk)
Tschüss!


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