História Kiss The Devil - Capítulo 2


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Visualizações 75
Palavras 600
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiro, sorry pela demora
Segundo, obrigada a quem favoritou e comentou, n imaginei q fossem curtir tanto a fic, vocês são únicos e maravilhosos <3
Terceiro, explicando um bagulho aqui, os caps serão basicamente o ponto de vista dos assassinatos que ela cometeu, no começo será assim, mais pra frente, eu vou mudar um pouco, mas por enquanto, é assim
Quarto, é isso ai, espero que gostem <3

Capítulo 2 - Sem Mais Lágrimas


Fanfic / Fanfiction Kiss The Devil - Capítulo 2 - Sem Mais Lágrimas

As lágrimas possuem uma força especial – M.

Vejo o brilho da lâmina reluzir na luz da lua. Seu sangue suja o sofá e o chão. Você não está completamente morto, seu corpo ainda agonia no chão, o sangue ainda jorrava do seu pescoço, e você, inutilmente, tentava estancá-lo com suas mãos trêmulas. Isso não serviria de nada, sua alma já deixava seu corpo, e eu seria seu guia, para o inferno.

Eu sorri, encarando seu corpo finalmente sem vida.

Mais um excelente trabalho, concluído com maestria – Encarei a foice

Pelo reflexo da lâmina, pude ver seu sangue em meu rosto. Meu sorriso se desfez no exato momento, e eu só pude encarar seu corpo morto com desprezo. Seu sangue podre estava em mim, isso fazia de mim alguém podre também? Não.

Nunca derramei o sangue de inocentes, minha foice encontra apenas a carne e o sangue dos culpados. Já você, tão podre por dentro e por fora. Derramou o sangue de duas crianças inocentes. Duas pobres e inocentes almas, puras e boas de coração, mas você as corrompeu, e por isso, pagou o preço.

Você teve o que mereceu, mas, eu deveria ter feito algo pior? Tortura, talvez? Era uma excelente idéia, tortura é melhor do que apenas a morte, a morte vem muito rápido, deveria tê-lo feito sofrer igual a como ele fez aquelas crianças sofrerem.

Ouvi o trovão lá fora, a chuva se aproximava cada vez mais, hum? A chuva costuma lavar nossas almas, mas, a chuva não pode lavar a alma dos mortos.

A chuva é interessante.

Minha foice sumiu em minhas mãos, passei por cima do maldito morto. Não queria sujar meus sapatos, mas meu desejo era de pisoteá-lo até desfigurar seu rosto.

Não, eu não iria fazer isso, não iria fazer o mesmo que ele fez com as pobres crianças.

As imagens delas naquele chão imundo, nunca saem da minha cabeça. Irmãos gêmeos, uma garota e um garoto, 5 anos. O vestido branco dela estava encardido e rasgado, seu lindo rosto, desfigurado e com um dos olhos faltando, pernas quebradas, até mesmo os dedos das pequenas mãozinhas haviam sido arrancados, pobre garotinha. Seu irmão, teve o mesmo destino que a irmã, mas, com a cabeça decepada e ao lado do corpo.

Eu já vi muitas coisas ruins, e aquela, foi horrível. Meu alivio só chegou quando cortei os fios que ligavam as almas deles aos corpos e pude mandar aquelas inocentes almas, para o céu.

Aquele foi meu alivio. Encarei o corpo daquele monstro no chão. Não era necessário, mas eu iria fazê-lo. Comecei a pisar em seu cadáver, a ponta do meu salto atravessava o corpo, o sangue jorrava mais e mais para todos os lados. Aquele sangue podre estava em mim novamente, mas eu não me importava mais. Quanto sangue podre já tive em minhas mãos?

Estava ofegante, suja com seu sangue. Guiar aquelas crianças ao paraíso foi o meu alivio, matar esse homem, foi a minha satisfação. Passei as costas da mão no rosto, limpando o sangue. Segui em direção á porta, encarei o corpo morto, e agora, desfigurado, uma última vez.

Ninguém ira dar falta de você, estou fazendo um favor á humanidade – Encarei a janela, começava a chuviscar

Apenas o som dos meus sapatos contra o chão era ouvido, sem mais gritos, sem mais barulho, sem mais crianças mortas.

Abri a porta da frente, sentindo a brisa gelada em meu rosto. Respirei fundo. Sem mais lágrimas, as crianças estão em paz.

Sai dali, sentindo a chuva molhar minha pele, a chuva costuma lavar nossas almas, mas, eu não possuía uma.



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