História Klaine Forever - Capítulo 65


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Artie Abrams, Blaine Anderson, Brittany S. Pierce, Burt Hummel, Finn Hudson, Hunter Clarington, Jefferson "Jeff" Sterling, Kurt Hummel, Mercedes Jones, Nick Duval, Noah "Puck" Puckerman, Personagens Originais, Quinn Fabray, Rachel Berry, Sam Evans, Santana Lopez, Sebastian Smythe
Tags Amor, Blaine Anderson, Chris Colfer, Colegial, Crisscolfer, Dalton Academy, Darren Criss, Finchel, Gay, Glee, Klaine, Kurt Hummel, Love, Musical, Romance, Samcedes
Visualizações 153
Palavras 6.478
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá serumaninhoooooos 😄😄

É capítulo grande que vocês querem!? Então vamos de capítulo gigante kkkkk

Gente ele tá muito grande e eu até perguntei pra algumas amigas (Aninha, Poli, Malu 😘) se eu dividia ele em dois mas todas disseram que quanto maior melhor então... estamos aqui né!

Boa leitura e talvez amanhã quando vocês acabarem de ler vocês deixem seus comentários 😂😂😂

Capítulo 65 - Livres?


Fanfic / Fanfiction Klaine Forever - Capítulo 65 - Livres?

Blaine (POV)

- Estamos livres amor! - Kurt com um largo sorriso exclamou pra mim.

- Estamos oficialmente namorando e sem esconder de ninguém - também sorri e me aproximei de seu corpo.

Ergui o corpo de Kurt e ele entrelaçou as pernas na minha cintura, selei nossos lábios apertando suas costas.

- Eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo! - exclamou me abraçando bem forte.

- E eu também te amo muito, meu amor! - eu disse de forma bem sorridente selando novamente nossos lábios.

- Hãhãm - alguém nos chamou atenção.

- Ah, oi David! - o cumprimentei pondo Kurt no chão.

- Por estarem se beijando de porta aberta presumo que o plano deu certo - sorriu entrando.

- Deu certíssimo! - exclamei - tudo correu como o planejado, minha mãe pediu nossa transferência, o diretor não fez nada contra nós termos namorado aqui e finalmente estamos livres da chantagem - eu estava verdadeiramente feliz.

- E de quebra o Will e o Sebastian serão expulsos daqui por ameaça, abuso e um monte de coisas - Kurt completou sorridente.

- Eu sabia que daria certo - nos abraçou e após o abraço sua feição estava com um ar mais triste - que bom que eles foram expulsos assim não terei que ver a cara deles por aqui - sorriu sem graça.

- David, a única coisa que eu não estava gostando nesse plano todo era ter que sair daqui, você sabe que eu amo essa escola e principalmente estudar com o meu melhor amigo - coloquei a mão sobre seu ombro.

- Porque você não vai pra nossa escola? Lá você pode ficar no coral com a gente, com todos os meus amigos que você conheceu - Kurt sugeriu e eu fiquei animado com a possibilidade de continuar estudando com meu melhor amigo e meu namorado.

- Não da, faltam só dois meses pras aulas acabarem. Minha mãe não ia me deixar mudar pra uma escola mais longe de casa sem nenhum motivo importante no finalzinho do último ano. Ela sabe que eu amo a Dalton.

- Vou sentir sua falta! - exclamei o abraçando.

- Eu também! Vou sentir falta das aulas divertidas com o Kurt, das nossas noites de jogatina e papo de garotas e garotos - ele disse me fazendo sorrir ainda no abraço - vou sentir falta de ver sua animação na educação física também! - nos afastamos - Kurt, cuida bem dele lá em! Não deixa ninguém mexer com essa florzinha aqui. - brincou nos fazendo gargalhar.

- Quero ver você lá em casa todo final de semana - eu disse praticamente como uma ordem.

- Se o Kurt não se importar da gente dormir de conchinha - brincou.

- Eu não, contando que eu esteja incluído nem que seja pra ficar na ponta - Kurt entrou na brincadeira.

- Íamos parecer até um cachorro quente - David gargalhou e eu e Kurt arregalamos os olhos nos encarando na hora lembrando do nosso passado com essa palavra - Oque foi? - David questionou confuso.

- Nada - respondemos juntos olhando pro chão.

- Tem a ver com sacanagem né!? Pai eterno... Disso eu não vou sentir saudade - revirou os olhos - Bom, vim aqui só me despedir, tô em aula e eles vão pensar que eu tô com dor de barriga de tanto tempo no "banheiro" - fez aspas e nós rimos.

- Até final de semana - o abracei e logo em seguida ele abraçou Kurt nos dando um tchau por fim saindo do quarto.

[...]

- Nunca vi demorarem tanto pra trazer tudo pro carro - minha mãe reclamava - parece até que vocês moravam aqui com tanta coisa.

- Tecnicamente morávamos. Passávamos mais tempo aqui do que em casa - eu disse.

- Verdade! Bom, eu vou deixar vocês em casa e depois vou ao McKinley me encontrar com Burt e vermos a matrícula de vocês - ela avisou virando em uma curva.

- Okay, você acha que meu pai tá surtando com essa história? Já que ele não sabe tanto quanto você. - Kurt perguntou meio apreensivo.

- Olha, eu vou tentar acalma-lo mas vão os dois vão explicar tudinho a ele, a Carole, ao Finn e a todos de noite! Vocês devem isso a família.

- Tudo bem! - exclamei olhando para a janela e batendo na mesma no ritmo da música do rádio.

- Façam silêncio por favor que eu tenho uma ligação importante - minha mãe disse ligando o celular no rádio do carro.

- Okay - Kurt disse.

Minha mãe começou a falar no telefone com alguém do seu trabalho. Eu estava no banco de trás no canto e Kurt sentado ao meu lado, virei meu rosto olhando para ele e ele mantinha seus olhos na minha janela, mudou a direção de seu olhar me encarando com um sorrisinho meigo.

Sorri também e me aproximei de seu rosto apenas misturando nossas respirações e nós dois sorríamos de maneira boba. Aproximei mais lhe dando um beijo carinhoso e parado, Kurt levou sua mão até minha nuca apertando-a contra seu rosto. Afastei nossos lábios com um enorme e apaixonado sorriso e os arrastei até seu ouvido.

- Eu adoro o gosto dos seus lábios - sussurrei beijando sua orelha.

- Blaine - Kurt suspirou sorrindo.

- Você tem o mais doce e delicioso beijo - sussurrei mais baixo.

Afastei um pouco e Kurt estava corado pelos elogios e mantinha seu rosto com uma expressão vergonhosa.

Com um sorriso bobo nos lábios e um coração batendo a mil por estar perto do garoto mais perfeito do mundo me aproximei novamente selando nossos lábios em um beijo mais movimentado.

Movíamos nossas cabeças acompanhando o beijo e Kurt entrelaçando seus dedos em meus cachos, nossas línguas dançavam juntas e eu me sentia em uma enorme onda de paz.

O carro virou em uma curva bem torta e Kurt veio caindo com seu corpo em cima de mim e o meu na porta do carro nos fazendo não prestar atenção no beijo e acabarmos batendo nossos dentes de cima um no outro logo nos afastando.

- Aii - reclamei pondo a mão na boca e rindo.

- Hmm - Kurt franziu o rosto em expressão de dor também com a mão sobre os lábios.

- Tá tudo bem ai? - minha mãe perguntou

- Tá - respondi ainda mexendo em meu dente.

- Me empresta o celular pra eu mexer um pouco no Facebook e ver oque tá acontecendo com o mundo? - pediu cochichando.

- Claro! - concordei lhe entregando o celular.

Desde que Burt pegou o celular de Kurt eu emprestava o meu pra ele direto. Ele mexia em suas redes sociais e trocava mensagens com as meninas. Kurt apesar de saber minha senha por eu ter dito já que não tinha nada a esconder ele sempre me pedia antes de mexer, nunca pegava sem me pedir oque de fato eu adorava.

Ficamos uns longos segundos em silêncio e, do nada, Kurt se aproximou de mim e pôs seu rosto em meu pescoço, Kurt mantinha sua respiração bem quente sobre minha pele me arrepiando completamente apesar de eu não entender oque estava fazendo.

Kurt se afastou e pegou meu braço erguendo a manga do casaco e o olhando.

- Hmm - com um leve sorriso voltou a mexer no celular.

- Oque foi isso?

- Eu passei por uma foto aqui que dizia sobre o namorado se arrepiar com o simples toque ou respiração da namorada. Eu quis testar pra ver se é verdade! - exclamou

- Eu me arrepio toda vez que você se aproxima, as vezes até a distância quando te vejo com pouca roupa... - eu disse sentando um pouco de lado em sua direção pondo a mão em sua coxa - toda vez você canta, ou simplesmente fala comigo, e sempre que diz que me ama. - finalizei e Kurt abriu um sorrisinho meigo.

Kurt pôs o celular no meio das pernas na qual estava sentado em perninha de chinês e se aproximou. Pôs suas duas mãos em minha nuca colando nossas testas com os olhos fechados.

É mágico quando nos aproximamos assim apenas nos sentindo. Kurt selou seus lábios em um selinho apaixonado.

- Eu te amo - sussurrou ao final do beijo.

- Eu te amo - respondi acariciando sua bochecha.

Kurt sorriu e se afastou voltando a mexer no celular e eu pus minha mão em sua coxa apenas lhe fazendo carinho enquanto olhava a rua.

[...]

- ... e então é isso, por isso nós havíamos terminado e depois do nada havíamos ficado bem e não sabíamos disfarçar - Kurt finalizou a explicação para nossa família.

- E sobre o pequeno debate daquele almoço, sim, eu chamei o Kurt de lindo! - esclareci.

- Eu sabia! - Shel exclamou sorrindo.

- Essa história toda parece até de filme, que bizarro. - Finn comentou.

- Nós temos que prestar queixa, um garoto abusou do Kurt - Burt disse.

- Não, eu achei melhor deixar assim. Me desculpa ter tomado basicamente a decisão por vocês mas os meninos foram expulsos e proibidos de estudar no McKinley. Apesar da transferência ter sido feita antes da descoberta do namoro, Kurt e Blaine também estavam errados - minha mãe disse.

- Essa era a mentira né Kurt, esse tempo todo vocês namoravam sem permissão no colégio - Burt disse.

- Ah, vamos combinar que é um pouco ridículo não permitir namoro lá. - Cooper se pronunciou - Pelo amor, e se dois garotos se apaixonarem como aconteceu com eles? Vão ter que sair da escola por amar? Olha, o lance de namorar no quarto eu entendo mas é meio bizarra essa regra.

- Mas é a regra - Burt rebateu.

- Pai me perdoa, agora você sabe de tudo! Eu não tenho mais nenhum segredo e nunca mais vou esconder algo de você! Eu juro! - Kurt disse encarando Burt.

- A cada semana eu descubro uma mentira sua. Parece que você só aprendeu isso naquela escola. - Burt indagou.

- Não pai, eu fiz amigos, um namorado, e nunca estudei tanto na minha vida! O senhor viu meu boletim. Todas essas mentiras não interferiram nos meus estudos. Muito pelo contrário, eu e Blaine no mesmo quarto passávamos a noite estudando sem parar.

- Senhor Burt. - me intrometi - Eu não fui muito fã dessa ideia de mentir do Kurt desde o começo pra falar a verdade, mas ele fez tudo pro senhor pensar o melhor dele. Não tem outro motivo dele ter contado essas mentiras.

Burt me olhou bem e depois para Kurt que o olhava com uma cara apreensiva. Burt encarou Carole que tinha um sorriso piedoso.

- Tá, tudo bem. Eu ainda não acredito que tenham passado por tudo isso, por esses garotos e por essa história de chantagem - Burt disse.

- Eu também não - eu disse pondo a mão no ombro de Kurt - a verdade é que o Kurt por muito até me contar aguentou tudo sozinho, aguentou eu falando mal do caráter dele, eu dizendo que estava saindo com outras pessoas...

- Mas você não tinha culpa já que pra você o Kurt te traiu e admitiu que traiu mesmo - Cooper disse.

- Eu sei, mas meu coração no fundo sabia que tinha alguma coisa por trás. Ainda mais que eu sempre o via chorando, agindo como se tivesse sido obrigado a fazer isso, vestindo minhas roupas... Por isso que no meu aniversário eu aceitei fazer amor com ele...

Kurt arregalou os olhos e eu fui parando de falar. metade das pessoas estavam com os olhos arregalados e a outra metade com uma cara confusa. Minha mãe, é claro, com um enorme sorriso.

- Peraí, no dia do aniversário do Blaine nós saímos de casa pra vocês poderem transar!? - indagou Cooper.

- Kurt! - Burt o repreendeu.

- Vocês não entenderam - Kurt estava nervoso - O Blaine... É... Eu...

- Olha, em parte foi isso mesmo - me pronunciei e Kurt arregalou os olhos pra mim - O Kurt queria me dar de presente de aniversário uma coisa que só ele poderia me dar...

- Sexo? - Cooper questionou com cara de tédio - desculpa maninho, mas qualquer um poderia ter dar isso!

- Não... minha primeira vez! - exclamei e todos arregalaram os olhos porém de uma forma mais sensibilizada como se agora tivessem entendido - Eu não queria fazer aquilo com mais ninguém, ainda mais me entregar sendo de certa forma virgem.

- Mas então oque vocês fazem esse todo todo se o Blaine era virgem? - Burt questionou confuso e todos bateram a mão na testa.

- Burt, eles tem duas espadas, cada uma tem a sua hora de lutar! - minha mãe explicou e Burt continuou com uma cara confusa até parecer entender e arregalar os olhos e abrir bastante a boca.

- Então, os dois fazem... Meu Deus... - tampou o rosto com as mãos.

- Ignora ele, continua a história - Carole pediu.

- Então - retomei - antes dessa coisa toda do Will e do Sebastian, o meu lindo disse que estava pronto pra ter a primeira vez... - peguei na mão de Kurt.

- Aleluia! - Cooper brincou revirando os olhos.

- Mas passamos por toda essa história e no meu aniversário o Kurt disse que mesmo que não voltemos ele não queria que ninguém tivesse oque me pertencia. Eu aceitei e fizemos um amor muito lindo e especial - sorri para Kurt segurando suas mãos e ele mantinha um sorrisinho tímido - logo após, ainda na cama, Kurt me contou toda a verdade. E a partir daí vocês já sabem, só o David, o Brandon e o Cooper sabiam.

- Perai, o Cooper sabia? - minha mãe questionou em um quase grito - E eu não?

- Não é isso mãe, ele pegou a gente se beijando na garagem mas pedimos pra ele não contar.

- Podiam ter me contado, eu não diria a ninguém! - rebateu com um pouco de raiva.

- Mas se nós ficassemos contando todos saberiam e daria na mesma. - revirei os olhos.

- Bom... - Burt iniciou - Apesar de não ter entendido muito bem esse lance de primeira vez, dar oque era seu e etc... Eu, acima de tudo, estou feliz que agora vocês estão juntos e possam estar juntos sem obstáculos.

- Obrigada pai - Kurt levantou o abraçando.

- Todos nós estamos, torcemos muito para a felicidade de vocês - minha mãe disse e eu sorri para ela.

- Mas pera - Cooper nos chamou atenção - O Kurt saiu do McKinley por que sofria bullying por ser gay, aí agora vocês vão estudar lá... Vocês dois!?... Os dois gays!?

- Sim, só que agora estamos juntos e por tudo que nós já passamos nenhum ignorante será um problema no nosso caminho! - eu disse confiante.

- Sobre o McKinley, nós estamos finalizando a transferência tá, mas vocês devem voltar a estudar só segunda que vem - minha mãe disse.

- Não quero que percam essa semana então tratem de estudar as matérias que tem, se adiantem com os conteúdos que o Finn tem. Nada de passar a semana em casa como se fossem férias - Burt advertiu.

- Okay - eu e Kurt dissemos juntos.

[...]

- Ohh... Meu deus... Eu amo esse dado! porque nunca fizemos nessa posição antes? - perguntei ofegante mordendo meu lábio inferior.

Kurt não disse nada só continuou quicando bem rápido em meu pênis da forma como nunca fez me levando ao total delírio.

Eu estava deitado na cama com as mãos na cintura de Kurt o auxiliando e o próprio estava de costas para mim quicando rapidamente em meu órgão apoiando as mãos em minhas coxas com suas pernas dobradas ao lado da minha cintura.

- Vai amor... - gemi.

Kurt então parou os movimentos ficando com absolutamente todo meu membro dentro de si jogando a cabeça pra trás em um gemido prazeroso e empinando suas nádegas.

Definitivamente eu nunca na minha vida havia sentido tanto desejo quanto ao corpo do Kurt naquele momento, ele parado, suado, de costas, totalmente empinado era a visão mais excitante do mundo inteiro. Como Deus havia caprichado pra fazer aquele garoto. Tenha misericórdia!

Levei minhas mãos até suas nádegas as apertando e fazendo movimentos circulares, Kurt virou a cabeça me olhando e mordendo os próprios lábios voltando a se movimentar sobre mim.

Seus gemidos estavam me proporcionando um tesão enorme, a velocidade na qual quicava me fazia revirar os olhos e abrir a boca em total êxtase, nossas peles se batendo ecoavam no quarto inteiro o deixando a pegar mais fogo.

- Amor... eu vou gozar... eu vou gozar... - avisei sentindo meu orgasmo vindo.  

Kurt com uma cara extremamente safada olhou pra mim e diminuiu a velocidade agora rebolando de maneira bem gostosa em meu pênis. Comecei a morder minha mão tentando me segurar para não ejacular só para poder aproveitar mais aquele momento com aquelas fantásticas reboladas do meu castanho.

Comecei a falar um monte de coisa sem

nexo algum e não aguentando mais, ejaculei dentro de Kurt ao mesmo tempo que ele.

Kurt virou a cabeça em um sorrisinho e saiu de cima de mim logo se jogando na cama ao meu lado. Nós respiravamos bem ofegantes apesar de eu não ter feito basicamente nenhum movimento.

- Você... é o melhor... namorado... do mundo! - exclamei pausadamente devido a respiração.

- Eu tô ficando bom, né!? - deitou de lado me olhando com um sorriso suado.

- Tá ficando? Bom você já era lá na nossa primeira vez, agora... Você tá simplesmente incrível! - sorri para ele que deu uma leve corada - desculpa não ter feito praticamente nada hoje, você me deixou completamente extasiado.

- Não tem nada a ver amor, nós somos parceiros. Vamos só fazer amor da forma que acharmos que devemos. Hoje eu me senti tão bem te vendo daquele jeito - aproximou seu rosto do meu com um enorme sorriso.

- E eu amei aquela posição, depois deixa eu tirar uma foto sua daquele jeito? - perguntei de uma maneira um pouco acanhada.

- Pra que você quer uma foto minha daquele jeito? - questionou rindo.

- Pra guardar, pra eu ver como meu namorado é perfeito e sexy. - sussurrei o provocando.

- Vou pensar no seu caso! - me deu um selinho e jogou sua cabeça no travesseiro - Que maravilha... - suspirou alto - Fazer amor com o meu amor! - exclamou com um enorme sorriso.

- Você é maravilhoso!

- Bee... - Kurt se aproximou e deitou de bruços apoiando-se pelos cotovelos ao meu lado olhando meu ombro e deslizando seu indicador pelo mesmo - Eu tenho reparado e tava querendo te falar, você anda falando umas coisas muito indecentes desde que você foi o passivo.

- Sério!?

- É, só que é bem mais quando você é o passivo - olhou em meus olhos.

- Oque é que eu falo? - indaguei rindo

- Coisas do tipo "mete em mim bem gostoso" "me come" e palavrões. - ele disse corando um pouco.

- Nem tinha reparado, deve ser a maneira de cada um ser o passivo, tipo quando você é o ativo é tranquilão agora quando você é o passivo você geme pra caralho!

- Blaine! - me repreendeu me dando um leve tapa no ombro aonde antes estava alisando.

- Me desculpa amor, você sabe que eu também não gosto de palavrão assim, só que não tem como definir melhor, você geme pra caralho e não é baixo não, é alto pra caralho também, chegam até ser gritos no final! - exclamei e Kurt estava corado de vergonha.

- Você acha isso chato?

- Eu já disse que é a coisa mais excitante do mundo pra mim, a forma que você grita pedindo mais... hmm - suspirei e Kurt me analisava atentamente - enfim, me desculpa pelas indecências, quer que eu pare? - perguntei e ele pareceu pensar.

- Não sei, é que eu tenho um pouco de receio de você acabar soltando alguma coisa pesada, tipo aquela palavra com "c" - ele disse com um olhar super fofo.

- Coração? - perguntei brincando pois já sabia qual era a palavra.

- Não!

- Cérebro?

- Blaine...

- Ataa... Cú!

- Aí para, isso é tão feio, nunca esqueço a frase que você me disse naquele jogo - ele disse mexendo a cabeça.

- Eu vou prestar atenção no que eu vou falar sendo passivo, tá bom? - eu disse e ele sorriu.

- Tá bom - beijou meu ombro e deitou sobre o mesmo.

- E quando você vai me comer de novo? - questionei o provocando.

- Aí Blaine - reclamou levantando e virando de costas pra mim e eu comecei a rir.

- Que garoto chatooo - brinquei me jogando sobre seu corpo e o olhei nos olhos.

- Eu te amo! - sussurrei

- Eu te amo! - sussurrou de volta.

Selei nossos lábios em um beijo bem calmo e delicado.

[...]

Quarta (noite)

- Amor, o David e eu havíamos marcado de sair num sábado pra eu poder conhecer a nova garota dele só que aconteceu aquilo tudo e blá blá blá... Ele quer saber se podemos essa sexta agora? - perguntei virando minha cabeça em direção ao Kurt que apenas lia um livro.

- Tudo bem, então vai ser tipo um encontro de casais?

- Mais ou menos, eles ainda não estão namorando sério - voltei a mexer no celular.

- Tá bom, diz que nós vamos. - voltou também a ler.

Conversei com David por mais uns minutos confirmando detalhes de sexta, como lugar e horário. Coloquei meu celular pra despertar as 9:00 como todo dia e o coloquei no criado mudo.

- Posso apagar o meu abajur? - perguntei

- Pode.

Apaguei e deitei de lado de frente para Kurt e pus meu braço sobre sua barriga.

- Larga esse livro e vem dormir comigo por favor - pedi sussurrando.

- Já vou, é que eu tô em uma parte muito boa.

Revirei os olhos e esperei mais uns minutos e nada dele parar de ler, muito pelo contrário, Kurt parecia ainda mais empolgado com a leitura. Revirei novamente os olhos e me aproximei de seu corpo deitando minha cabeça sobre sua barriga e nada. Kurt continuava lendo. Pus minha perna sobre as suas e abracei mais seu corpo e nada.

Com a minha cabeça fui empurrando seu livro e subindo o mesmo até bem perto de seu rosto.

- Ta Bom, tá bom! - exclamou - você venceu, eu paro de ler.

Suspirou e colocou o livro no criado mudo.

- Feliz? - questionou com cara de tédio e apagou a luz.

- Tô! - ignorei sua cara e abracei mais seu corpo com um enorme sorriso.

- Você tá parecendo até um gato - comentou puxando o edredom.

- Eu sou um gato! O seu gato! - mordi meu lábio inferior e me aproximei lhe dando um selinho.

Kurt sorriu e me pôs para deitar em seu peito novamente enquanto fazia carinho em meus cabelos e nas minhas costas.

[...]

Sexta feira (noite)

- Você tá muito bonito, não sei se quero você saindo assim não - comentei olhando Kurt.

Eu vestia uma calça preta jeans larga, uma camisa branca e sapatos sociais mas Kurt estava com uma calça jeans azul caneta bem colada e uma camisa preta com o colarinho também azul para combinar, sapatos sociais pratos, seu topete estava perfeito e Kurt estava pra lá de perfumado.

- Blaine, eu tô com uma roupa normal - se explicou se olhando no espelho.

Cheguei por trás e pus minha cabeça em pescoço o cheirando.

- Você passou muito perfume, você só pode passar perfume assim pra ficar comigo! - reclamei ainda sentindo seu maravilhoso aroma.

- Mas eu passei pouco - ele disse finalizando a arrumação da blusa que estava por dentro da calça.

- Ah, eu amo seu cheiro - sussurrei ainda passando meu nariz por todo o seu pescoço.

- Blaine, assim não vamos sair daqui, vamos logo! - exclamou rindo.

- Vamos.

Descemos nos despedindo de quem encontrássemos no caminho e fomos para a garagem tirar o carro.

Marcamos de jantar em um restaurante francês no centro da cidade. David me passou uma mensagem dizendo que já estavam lá e eu disse que chegaríamos em alguns minutos.

Nós chegamos ao restaurante e eu dei nossos nomes, a recepcionista nos levou até a mesa aonde David estava sozinho.

- Oi - nos cumprimentou.

- Oi - Kurt sorriu.

- Oi. Cadê a garota? - perguntei.

- Tá no banheiro - respondeu.

- Ela não é sua imaginação não né!? - brinquei pegando o cardápio.

- Há - sorriu sarcástico - Ah, aí está ela. - levantou da mesa - Melissa, esses são meu melhor amigo, Blaine, e o namorado dele, Kurt. Kurt, Blaine essa é Melissa.

Kurt levantou para cumprimentá-la mas eu a ficava encarando parecendo já conhece-la.

- Blaine!? Meu Deus! - exclamou ao olhar pra mim direito.

- Meu Deus. Melissa! - exclamei me aproximando e a abraçando.

- Vocês se conhecem? - David perguntou confuso.

- Vai dizer que você já ficou com ela? - Kurt perguntou baixo pra mim seriamente.

- Que? Não! - respondi.

- Eu dei em cima do Blaine quando ele ia ao hospital visitar o Kurt. Falando nisso é ótimo te ver assim Kurt, eu sabia do seu estado - sorriu triste para Kurt.

- Eu sou muito lerdo, David me falava da Melissa que trabalhava no hospital e eu não associei a você - comentei rindo - lembra amor quando eu disse que deram em cima de mim né!? - questionei para Kurt.

- Ah, a mulher dos peitos grandes - sorriu brincando comigo.

- Essa mesmo - concordei e os dois nos olhavam confusos - É brincadeira nossa! - expliquei sem graça - vamos sentar - eu disse e nós quatro nos sentamos.

- Pois é, eu conheci ela indo ver o Kurt no hospital, eu nunca tinha visto uma garota tão bonita - ele disse olhando para Melissa.

- Por isso do nada você foi me visitar quase todo dia? - Kurt questionou brincando.

- Vocês estão muito engraçadinhos hoje né - David sorriu sem graça por Kurt ter o entregado.

- Eu disse que você ia encontrar alguém - eu disse sorrindo para Melissa - e eu vou dizer que estava certíssimo porque o David é um partidão! - brinquei.

- Que mundo pequeno - comentou ela rindo - A propósito podem me chamar de Mel. Eu gosto mais.

O jantar prosseguiu com direito a altas risadas e brincadeiras. David e eu contávamos nossas histórias e oque eu mais gostava era de ver os olhares de Mel na direção de David. Era um olhar verdadeiro e apaixonado, oque me deixou de fato feliz por eles dois terem se conhecido.

[...]

Autora (POV)

- Pâmela você colocou o Blaine em um colégio público? - Eric questionou entrando na sala em raiva.

- Desculpa, eu abri a porta e ele saiu entrando - Shel se desculpou.

- Tudo bem Shel. - Pam disse e Shel saiu da sala - Sim, foi escolha dele! - respondeu seriamente.

- Você só pode estar louca mesmo, não já basta o futuro medíocre que ele quer você ainda tem que ferrar com a vida acadêmica dele também?

- Eu não estou ferrando com a vida dele, lá é um bom colégio - Pam rebateu

- É um colegiozinho público de quinta! Qual é a sua intenção nisso?

- Como é? - levantou do sofá.

- Oque você tem a ganhar com isso?

- A felicidade do Blaine, lá não é um colégio ruim e vai fazer o Blaine muito mais feliz - Pam indagou com um pouco de raiva na voz por se sentir ofendida com a acusação.

- Você não sabe oque é melhor pros nos nossos filhos. É uma mulher maluca e dissimulada!

- E você um infeliz solitário! - rebateu Pam em alto tom.

Richard encarou seriamente Pam e se aproximou.

- Sabe oque eu vou fazer!? Uma coisa que já tinha que ter sido feita a muito tempo e que com certeza eles não iriam estar assim - Pam o olhou confusa - vou tirar eles de você! Vou pegar a guarda dos meninos e só assim eles vão ter um futuro descente com um emprego descente e uma esposa descente.

Pâmela o olhou com os olhos arregalados.

- Você não pode fazer isso. Eles nunca vão querer morar com você!

- Eles não tem querer, são menores de idade. Quem decide isso não são eles!

- E você acha que vai conseguir tirar meus filhos de mim!? A mãe deles!? - Pam indagou com firmeza na voz.

- Claro, dizendo que você não tá nem aí para oque eles fazem, Cooper tem 20 anos e não faz nada da vida, Blaine tem 18 e no final do último ano você decide muda-lo de escola provando que você não é sã pra cuidar deles. E ainda por cima um coleginho público!

- Você me dá nojo. - Pam cuspiu a frase em raiva.

- Eu vou ficar com a guarda do Cooper e do Blaine pra eles tomarem um rumo na vida. Claramente você não sabe cuidar dos seus próprios filhos e prepara-los para o futuro - Richard disse como palavra final lhe dando as costas.

Do lado de fora da casa...

Blaine e Kurt comemoram seu namoro, agora, livre.

- Vem cá Blaine - Kurt puxava Blaine pelo braço

- Não, vamos entraaar - Blaine tentava puxar Kurt para ir para a casa.

- Você não entende!? - soltou a mão - Antes não podíamos nem ficar aqui do lado de fora juntos - falou olhando a rua - porque eles tiraram até fotos da gente aqui, agora nós somos livres pra nos amar aonde quisermos sem ninguém no nosso caminho!

- Meu amor, eu já disse que te amo hoje? - Blaine abraçou Kurt por trás.

- Só umas 5 vezes, geralmente você fala umas 30 - Kurt disse sorrindo em ironia fazendo Blaine gargalhar.

- Você é muito abusado.

- E você me ama! - virou seu corpo para a frente de Blaine sorrindo.

- Amo mesmo, e amo esse sorriso lindo! - bicou os lábios do castanho.

- Me dá um beijo digno por favor - Kurt pediu e Blaine sorrindo lhe deu um selinho pouco demorado - Blaine!

- Não, vamos lá pra dentro! - se afastou puxando Kurt

- Naoooo - Kurt gargalhava alto tentando ao máximo não ser puxado

Durante essa brincadeira que ocorria entre a calçada e o gramado da frente da mansão, Eric sai da casa fechando a porta atrás de si e olha para os meninos brincando. Mas nos olhos de Eric não é bem uma brincadeira que está acontecendo.

- Blaineeeeee, vem cá agora e me dá um beijo! - Kurt tentava puxar o corpo de Blaine.

- Eu já disse que não!

- Mas eu tô mandando - Kurt disse rindo e tentava de todas as formas puxar Blaine.

- Kurt...

- Ei você - Eric chama a atenção dos meninos - solta meu filho agora!

- Pai... - Blaine congelou o corpo na hora com os olhos bem arregalados.

- Eu mandei você soltar o meu filho - Eric com raiva nos olhos foi se aproximando dos meninos e Kurt soltou subitamente a mão de Blaine em medo.

- Pai... oque tá fazendo aqui? - Blaine questiona ainda parado.

- Vim conversar com a sua mãe, e que bom que eu vim e vi essa cena - olhou Kurt nos olhos - eu não quero esse garoto voltando a te tocar, ele tava te obrigando a beijar ele?

- Que? Não! - Blaine respondeu.

- Eu ouvi muito bem, é por isso que você tá com esse papinho de viado né, por conta de más influencias a sua volta! - Eric exclamou em raiva bem exaltado.

- Pai... - se pôs na frente de Kurt em uma espécie de proteção - Eu não tenho más influencias. O Kurt é o meu namorado!

- Que namorado, Blaine? Que namorado? Você tem que aprender a ser um homem - aumentou o tom de voz

- Eu sou um homem pai - Blaine também aumentou o tom.

- Não é não, homem não beija outro homem, homem beija mulheres!

- E como a pessoa que eu beijo pode influenciar no meu sexo? - encarou o pai incrédulo - Eu sou homem pai e sou gay, lamento se você não entende isso.

Richard consumido totalmente pela raiva e ódio empurra Blaine o jogando no chão, Blaine por sua vez cai com o rosto na grama de maneira forte.

- Você é um monstro - Kurt rebateu em assombro.

Kurt se afastou para ir até seu moreno mas o grisalho foi mais rápido agarrando e segurando fortemente em seu braço.

- Tá me machucando - Kurt diz tentando inutilmente tirar a mão de seu sogro que segura com força sua carne.

- Não quero você perto novamente do meu filho! - aproximou mais seu rosto de Kurt o olhando bem nos olhos assustando ainda mais o castanho e apertando mais ainda seu braço - você me ouviu!? Se eu lhe vir perto do meu filho novamente, vai desejar não ter me conhecido!

- Eu já não desejo - Kurt com lágrimas nos olhos responde firmemente.

Eric franzi a testa e cerra os dentes em ódio levanta sua mão pronto para acertar em cheio o castanho mas Blaine levanta a tempo segurando o braço do pai com suas duas mãos.

- Você não vai tocar nele - Blaine diz com raiva empurrando o pai pra trás o fazendo soltar o braço de Kurt.

- Eu dei minha palavra final a esse troço que você chama de amigo - Eric disse se referindo ao Kurt e indo para o meio da rua.

Entrou em seu carro dando partida no mesmo e sumindo de suas vistas.

- Amor... - Kurt pôs as mãos em seu rosto para ver se havia algum ferimento.

- Aonde ele te tocou? - Blaine pergunta desesperado analisando bem Kurt.

- Não importa - o castanho disse limpando a grama do cabelo de Blaine.

- Importa sim, ele te machucou?

- Não, não me machucou - levemente assustado pela raiva nos olhos do namorado - Tá tudo bem.

- Não, eu vi ele encostando em você - Blaine pegou os braços de Kurt para olhar bem erguendo os mangas da camisa.

- Amor... - pôs as mãos no rosto do moreno - Tá tudo bem, vamos entrar e tomar um banho.

- Não, eu vou falar com a minha mãe pra processar ele - Blaine dizia em ódio ainda analisando Kurt no pescoço e rosto.

- Não se preocupa com isso agora, você tá de cabeça quente, vamos relaxar um pouco e depois você vê isso - Kurt tentava acalmar Blaine.

Pegou a mão do mesmo e o direcionou para entrar em casa, Kurt levou o moreno até as escadas e em seguida ao quarto do menor. Foi ao guarda roupa pegar roupas de dormir para os dois e foi para o banheiro encontrando Blaine com os punhos cerrados na pia respirando fundo e alto exalando raiva em seus olhos.

- Bee... - sussurrou se aproximando.

Kurt abraçou fortemente Blaine por trás deitando sua cabeça em sua nuca.

- Eu tô aqui amor, não fica com esse ódio no coração...

- Não Kurt, eu não posso permitir que ele venha aqui e agrida você assim e saía impune - praticamente rosnou as palavras.

- Ele não me agrediu - sussurrou.

- Porque eu o segurei - elevou bastante o tom de voz se virando de frente assustando Kurt - Por pouco ele não deu um tapa na sua cara! Você tem noção disso?

- Fala baixo... - pediu em um sussurro.

- Kurt você não entende? Eu nunca ia me perdoar se ele tivesse te batido, já é errado ele bater em mim que sou filho dele, mas em você!? Que não tinha nada a ver!? - Blaine quase gritava fazendo os olhos de Kurt ficarem marejados - Eu odeio meu pai. EU ODEIO.

- Blaine, eu entendo sua raiva mas não grita comigo por favor - pediu um pouco assustado.

Blaine olhou bem nos olhos de Kurt e parou respirando fundo.

- Me desculpa - sussurrou.

- Tá tudo bem - Kurt se aproximou - tá tudo bem.

Kurt abraçou Blaine que logo se pôs a chorar em seu ombro apenas pensando no que havia acontecido.

Kurt se afastou e começou a abrir a blusa do moreno botão por botão, logo depois a sua e as respectivas calças. Blaine tirou sua cueca e Kurt também.

O castanho foi até a banheira e começou a enche-la com água morna jogando sua loção de jabuticaba dentro da mesma. Quando a água estava em uma altura boa ele entrou chamando Blaine pela mão. O moreno foi caminhando até a banheira e logo entrou sentando na frente de Kurt entre suas pernas. O castanho alisava seus braços e depositava beijos carinhosos em sua nuca tentando de todas as formas acalma-lo.

- Kurt, eu não posso mais fazer isso com você - Blaine disse se virando para ficar de frente para Kurt.

- Do que você tá falando?

- Que eu não vou me perdoar se algo te acontecer. Meu pai veio aqui e já te ofendeu pra caramba...

- Ele não me ofendeu - Kurt pegou as mãos de Blaine.

- Agora ele vem te machuca e te ameaça pra você se afastar de mim, eu não vou me perdoar se ele fizer alguma coisa contra você - Blaine tinha seus olhos marejados.

Kurt lhe olhava confuso tentando entender aonde o moreno queria chegar.

- Eu acho melhor a gente não ficar mais junto, e-eu acho melhor nós termi...

- Shiiii. Para de falar, para de falar, para de falar. - o castanho pediu puxando o corpo de Blaine - Não fala bobagens... Nós nos amamos muito e não vai ser um homofóbico que vai nos separar.

- Me desculpa por tudo isso - Blaine chorava no ombro de Kurt.

- Você não culpa amor. Você não me fez nada - alisava suas costas - Isso, pode chorar, coloca toda essa raiva pra fora. - Kurt acariciava os cabelos de seu amado tentando enfim conforta-lo.

Ao término do banho ambos saíram da banheira e respectivamente do banheiro e vestiram seus pijamas. Kurt ligou o ar do jeito que o moreno gosta e o mesmo deitou na cama ainda com uma expressão de dor no rosto. Kurt apagou as luzes e subiu na cama entrando debaixo do edredom logo indo ao encontro do corpo do moreno o abraçando por trás.

- Você tá tão cheiroso - Kurt sussurrou beijando o pescoço de Blaine.

- Você se aproveitou que eu tava distraído e de cabeça quente e me fez tomar banho com seus negócios né - Blaine brincou com um breve e pequeno sorriso.

- Digamos que sim - o castanho sorriu enchendo o pescoço do moreno de beijos - e digamos que eu adoraria fazer mais vezes já que você tá uma delícia com esse aroma.

- Nem vem... - sorriu.

Kurt mais tranquilo por ver um sorriso nos lábios de seu amado apertou bem seu corpo deitando a cabeça em seu ombro e pondo sua perna sobre as dele.

- Eu te amo - sussurrou o castanho.

- Eu te amo - sussurrou de volta - e sinceramente eu não sei oque seria de mim sem você, muito obrigada por estar sempre do meu lado nesses momentos, mesmo eu gritando com você coisa que eu odeio fazer.

- Eu sou seu namorado mas acima de tudo seu parceiro, eu sempre vou estar ao seu lado pra te aconselhar e acolher - beijou sua bochecha - Eu sempre, sempre estarei aqui pra você! Cuidando de você!

- Obrigada meu amor - agradeceu abraçando mais os braços do castanho e entrelaçando seus dedos aos dele.


Notas Finais


E aí??? Oque acharam???

Me falem pelo amor Deus se foi cansativo chegar até aqui porque eu tô com esse medinho no coração kk

Beijoooos e até sexta, isso mesmo, sexta tem capítulo novoooo 😘😘


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