História Klaroline - Remember Me? - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Klaroline
Visualizações 115
Palavras 3.295
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores, sim, eu voltei! Promessa é dívida, e eu não quero ter dívida com 14 anos uhhahah
Recomendo que leiam os dois últimos capítulos para lembrar do que estava acontecendo
Espero que gostem, tentei caprichar em alguns detalhes, e deixar uma forma resumida, para não ficar tão longo.
Obrigada a todas as dicas e todos os apoio!
Tem música no final do cap, link nas notas finais!
Boa leitura

Capítulo 31 - The End


POV Autora:

 A morte de Kol e Davina seria ainda um choque para muitos. Mal sabia todos eles que Miriam, Camille, e Hayley estavam totalmente mais perto do que eles imaginavam, e mais perigosas possíveis.

Todos se reuniram na casa de Katherine, estranhando o sumiço de Elijah e Aurora.

Receberam então um SMS de um número desconhecido, o alertando sobre os próximos desastres.

"Procurando Aurora? Talvez Elijah? Cuidado, os próximos poderão ser vocês"

— Certos, todos estão aqui, né? — Caroline perguntou — Olha, estou muito preocupada com essa mensagem. Pode ser tanto Miriam, tanto Camille.

— E o pior: Camille e Aurora são idênticas, temos que identificar quem é quem — Klaus disse logo em seguida.

— Eu preciso dizer, temos que nos mover! Temos que pensar como elas, se fossemos Miriam, ou Camille, o que faríamos? — perguntou Damon.

— Iria matar todo mundo — disse Caroline.

— Não, estão errados. Miriam pode ser assassina, mas se tem uma coisa que ela é além, bem mais do que isso, é doentia. Sempre foi psicopata por Elena, Caroline, e todas as suas "filhas" perfeitas. Menos Camille, que é tão doente quanto a mãe — disse Katherine.

— Se eu fosse Miriam, a primeira coisa que eu iria fazer seria eliminar todas as pessoas importantes que as minhas filhas amam. Ela iria eliminar tudo que não fosse as suas "queridas filhas." Ou seja: Klaus, Elijah, Kol, Davina, Rebekah, Stefan, Damon, Katherine, Joseph e Evelyn. Podemos concluir assim, pois ela já tentou atacar Evelyn e Joseph — disse Elena.

— Mas e enquanto a Aurora? — perguntou Rebekah.

— Aí eu já não sei. Pois Aurora era parte disso, mas se uniu a nós, então provavelmente ela entra na lista dos "descartados e mortos" — respondeu.

— Kol e Davina, Elijah e Aurora... É possível que todos eles estejam mortos? — Damon perguntou.

— Eu não quero ser pessimista, nem acreditar que perdi dois de meus irmãos, mas eu acho que sim — disse Klaus.

— Eu discordo de você — rebateu Caroline, e ele fez uma cara estranha em reação a fala da moça — Ela não mataria todos de uma vez, não é tão simples. Ela nunca iria até a gente, e sim fazer nós irmos até ela.

— Então como vamos saber onde eles estão? — Klaus perguntou — Vocês, Stefan e Damon, como  detetives, deviam saber! O que acham?

— Talvez na Morgan, porém seria muito perigoso, por causa das câmeras. E iria dar um trabalhão desligar todas, e enfim — Stefan começou a articular.

— Juntando todas as peças, e mais o combo da mente doentia de Camille e Miriam, eu apostaria onde tudo começou. No Orfanato Brooke.

— O que acha de ir até lá? — Klaus sugeriu.

— Certo, iremos todos, agora! — Caroline disse.

— Você fica, está grávida! Não quero que você perca o nosso — Klaus automaticamente se conteve, mas prosseguiu — Nosso filho,

— Nosso? Meu filho! — Caroline falou em um tom um tanto elevado.

— Ei, antes de vocês começarem uma discussão, Klaus está certo Caroline. Você está grávida, e não pode se arriscar. Eu fico com você — disse Elena.

— Nada disso, duas preciosidades de Miriam em um lugar só, sem proteção nenhuma? — Klaus balançou a cabeça dizendo: — Nada disso!

— Vamos fazer o seguinte, eu já liguei para Evelyn e Joseph, eles disseram que já estão subindo, um homem, Joseph, já protege Caroline, Elena e Evelyn — disse Rebekah — E como uma força bruta, Stefan, Damon, Katherine vão, e eu também como um reforço também irei.  Combinado?

Todos concordaram, Evelyn e Joseph chegaram e disseram para eles serem cuidadosos, pois eles estavam sentido que estavam sendo seguidos antes de chegarem na casa de Katherine.

(...)

— Aurora! — Elijah suspirava de alívio ao ver que sua amada estava viva — Eu vou te tirar daqui! Não sei como, mas vou. Vamos sair dessas.

— Céus, Elijah, estou preocupada com você, não era para você está aqui, é muito perigoso — ela o abraçou.

— Só saio daqui com você, minha ruiva. Me diga, quem é aquela que está tomando conta da porta?

— Bonnie, uma antiga colega do Brooke. Não foi adotada, então Miriam a colocou como diretora do orfanato.

— O que a mantém aqui? — perguntou ele.

— Ela disse que tem um marido, e que precisa fazer isso. É tudo que ela me disse.

—  Vou falar com ela!

— Cuidado, Elijah! — Aurora o alertou — Ela pode estar armada, ou enfim.... Te amo!

— Também te amo!

(...)

— Vamos galera, todo mundo entre no meu carro, fiquem tranquilos, é blindado! Sempre me protegi contra as futuras ameaças de Miriam, e esse dia chegou. Debaixo de cada banco, tem uma arma presa em cima. Peguem, cada uma fica com vocês, e escondam, com muito cuidado. Precisamos nos resguardar — Katherine dizia.

— Onde conseguiu as armas? — Damon perguntou — Bem bonitas, aliás.

— Guarde suas perguntas de detetives para depois Damon! Temos um caso mais sério para resolver agora,  e Rebekah, você dirige.

— Sim senhora — Rebekah lançou um sorriso.

Stefan e Rebekah  foram nos bancos da frente, enquanto a Mikaelson dirigia. Já Damon e Katherine no banco de trás.

(...)

— Você escutou Elena? Ele disse " nosso filho" — Caroline sorria de felicidade, e chorava de euforia e preocupação.

— Ele no fundo, sabe amiga. Relaxe, vamos orar, vai dar tudo certo. Eles precisam de energia positiva agora. Precisam viver!

— Muito bem, Elena está certa, filha — disse Joseph.

Os quatros uniram suas mãos, formando um círculo e pedindo com toda fé e vibração por todos seus amigos que estavam embarcando nessa difícil missão.

(...)

—  Bonnie, certo? — Elijah se aproximou da mulher — Sou Elijah, você poderia conversar comigo?

— Sim, Bonnie... Não me leve a mal, porém recebi ordens, não posso conversar com o senhor, Elijah!

— Soube que tem um marido, uma família então. Pode falar disso?

Bonnie suspirou, Elijah sabia que aquele era seu ponto fraco. A família, assim como o ponto fraco dele.

— Olha, o que eu posso falar é que eu amo meu marido, Kai, e ele se encontra muito doente. Miriam está sendo muito generosa em pagar o tratamento, e eu sou muito grata a ela por isso. Já que não me encontro em condições de pagar.

— E se eu pudesse pagar também? Pense, vale a pena deixar a sua família viva, sabendo que para isso tenha que deixar que outra família morra? Ela não está agindo com generosidade. Generosidade é dar algo sem querer algo em troca. Tem certeza que quer a vida de seu marido em troca de outras mortes nas costas. Podendo ter seu marido e a outra família viva. Enquanto quem realmente é a vilã de tudo isso pague pelo que fez... O que você acha Bonnie?

— Elijah, você está certo. Mas eu não tenho escolha.

— Tem sim!  Você não parece ser uma pessoa ruim.

— Eu tive que presenciar a morte de um de seus irmãos, e a namorada dele. Kol e Davina, e eu não pude fazer nada. Miriam é muito perigosa, assim como Camille.

— Eles... Morreram? — Elijah não acreditava, e começou a chorar.

Ele não gostava de se mostrar frágil diante das pessoas, mas aquele momento acabou com ele.

Seu irmão e sua cunhada haviam morrido, e por causa de uma psicopata doentia.

— Por favor Bonnie, pense no que eu te disse, eu imploro, me ajude a não deixar o resto da minha família morrer... Por favor!

Bonnie estava em dúvida, sabia o certo a se fazer, mas tinha medo, o que podia lhe acontecer se fosse para o lado certo da história? E se Miriam se vingasse e matasse seu marido? Ela tinha que tomar essa decisão o mais rápido possível, e não tinha tempo sobrando para isso.

(....)

45 MINUTOS DEPOIS.

Damon, Stefan, Rebekah e Katherine chegaram perto do orfanato, e estacionaram um pouco antes do mesmo, para não levantar muitas suspeitas.

— Quanto dejavú! — disse Rebekah.

— Nem me fale — riu Katherine.

— Vamos entrar pelos fundos! Conheço isso aqui com a palma da mão.

(...)

— E então, conseguiu convencê-la? — Aurora perguntou para o amado.

— Eu... Não sei... Só sei que meu irmão e Davina se foram! — Elijah abraçou Aurora — E eu não pude fazer nada, acho que nem consegui fazer nada.

— Elijah, não foi sua culpa! — ela beijou sua testa. — Vamos agir! Precisa ser forte! Olhe ao redor desse quarto, está vendo aquela cama ali? — apontou. — Debaixo dela tem um colchão, e provavelmente, ela é feita de madeira solta. Camille sempre reclamava que dormia muito mal por causa da estrutura da cama daqui!

— E o que isso significa?

— Vamos tirar e fazer uma arma! Aproveite que Bonnie é café com leite e só está vigiando a porta de fora, vamos nos preparar, vamos sair daqui!

(...)

Na medida em que Bonnie se fazia de boba e deixou Elijah e Aurora escaparem, os mesmos corriam procurando uma saída daquele lugar.

E nisso, encontraram Klaus, os irmãos Salvatore, Rebekah e Katherine.

— Céus, graças a Deus! — Klaus abraçou Elijah fortemente — Achei que nunca mais iria ver você — disse — E você também, cunhadinha — Klaus sorriu sem jeito para Aurora.

— Está todo mundo bem? — Stefan perguntou.

Uma aparência triste tomou a face de Elijah, deixando Klaus e o resto preocupados.

— Irmão? O que houve? — Klaus perguntou.

— Kol e Davina... Não podemos falar disso agora, eu não consigo! Vamos sair daqui primeiro, por favor! — suplicou.

Todos começaram a seguir Rebekah, e Katherine mandou uma mensagem para Elena e Caroline que estavam nervosas dentro de casa.

Absolutamente estava tudo correndo bem, até que Miriam e Camille os acharam.

— Onde pensam que vão? — Miriam perguntou retoricamente e riu, seguida de Camille — Sentiu falta de mim, Katerina?

Katherine se avermelhou de tanto ódio e raiva que possuía por aquela mulher.

Aquela, que matou seus pais, a deixou sem lar, sem sua irmã, sem sua família. Independente de qualquer coisa, ou doença mental, nunca, nunca teria desculpas para tamanha maldade!

— Eu estava indo muito bem, até você chegar — riu sarcasticamente — Agora me diga, Miriam, como é ver todos esses rostinhos conhecidos, que você viu crescer, se desenvolver, amadurecer, e é claro, ficando mais inteligentes! Afinal, que escolha mais inteligente do que o Team Katerina Gilbert?

— Como você é engraçada, perde a vida, mas não perde a piada, não é Katerina?

Enquanto Miriam discutia com Katherine, Rebekah mandava uma mensagem para Elena chamar a polícia. Precisavam de ajuda imediata.

— E você perde seu tempo, e olha que ele passa! Entretanto ainda não superou essa coisa doentia que você supre dentro de si.

— Chega de papo — Camille gritou e colocou uma de suas mãos para cima, segurando algum objeto —Vocês tem duas opções: a primeira é:  todos morrem!  Ou, a segunda: entreguem-me Klaus!  E entreguem a Miriam: Caroline, Elena, e Aurora.E a Katherine... Morre também, de qualquer jeito!

— Eu prefiro a parte do plano em que você ainda não contou, ruivinha — disse Rebekah para Camille — Primeiro: vocês morrem tentando, ou vão presa falhando miseravelmente.

— Morrer ou falhar não faz parte do meu vocabulário, Rebekah. Porém pode fazer parte do seu. Não é você que está com uma granada nas mãos.

— Se você acionar isso, morre junto —disse a Mikaelson, preocupada. Não sabia em quanto tempo a polícia iria chegar, e isso a preocupava demais. Não podiam se arriscar muito, estava ficando sem ideias.

— Então, prefiro morrer tentando, como você disse!

Quando Camille ia atirar a granada, Rebekah conseguiu a desarmar, sem perigo algum. Mas falhou quando Miriam apontou uma arma para ela.

— Não vou atirar em você, irei atirar nisso que está segurando, Rebekah! Pare de tentar! Não tem saída.

— Por que não briga com alguém do seu tamanho, Miriam? — Katherine se aproximou, andando cautelosa — Ah, me esqueci, ninguém joga tão baixo como você joga... Mas é ai que você se engana — foi se aproximando — Você realmente acha que as suas amáveis meninas irão te amar?

— Eu não acho, tenho certeza. Elas só precisam me entender!

— Entender, entender o que? Não tem nada aqui para ao menos tentar compreender você, nenhum motivo, nenhuma razão.

— Por que não atira logo nessa vaca, e acaba logo com isso, mãe? — perguntou Camille.

— Já disse para não ficar me chamando de mamãe! — gritou Miriam.

— Oh, mas não é a verdade. Você é a mãe dela! E infelizmente, a de Aurora também. Você podia ter sido esperta. Ter jogado Camille em um internato qualquer... Ter criado melhor Aurora. E ainda ter sua irmã, seu cunhado e suas sobrinhas ao seu lado. Mas a questão é: você é bem mais doente que Camille, Miriam — Katherine desabafou — Quis tanto concertar sua filha, concertar a sua imagem de " família, filhos imperfeitos", e esqueceu de cuidar de si!

— Não tem ideia do que fala, Katerina! — apontou a arma para a sobrinha.

Todos começaram a ficar nervosos. Stefan protegia Rebekah, que tentava acionar mais uma vez a polícia.

Enquanto Damon e Klaus procuravam com olhares, alguma saída alternativa.

Aurora passou um pedaço de madeira que tinha pegado de uma cama do orfanato, enquanto estava sendo mantida em cativeiro. E passou o mesmo, para Elijah.

Mas antes de qualquer outra atitude, um disparo foi feito na sala.

De um lado, Rebekah assustada, tinha conseguido pegar mais uma vez a granada de Camille, e a jogou longe.

E do outro, Miriam caiu no chão.

Sua coxa havia sido baleada.

— Não se pode construir uma família, matando outra, Miriam. Você devia saber disso — Bonnie apareceu no local, com uma arma na mão.

Todos suspiraram aliviados, e ao mesmo tempo surpresos.

Katherine queria matar Miriam, mas achou melhor não sujar suas mãos com quem não valesse a pena em sua concepção.

E Camille se atirava perto da mãe, dizendo que tudo ficaria bem, e que elas iriam sair dessa.

— Você também, irmãzinha! — Aurora pegou uma arma de Damon e atirou no braço de Camille — Essa dor, não se compara a dor que estamos sentindo! Por perder Kol, Davina, e por tudo que vocês já nos fizeram. Entretanto, a morte não é o lugar de vocês! Vocês precisam pagar, dia por dia, pelo que fizeram. E enquanto estiverem atrás das grades, estaremos aqui fora, felizes!

O jogo havia acabado! Toda tortura, crueldade e confusão também.

— Fez a escolha certa, Bonnie! — Elijah disse e todos abraçaram a morena.

Depois de alguns minutos, a polícia chegou.

Foram todos a delegacia, explicar o que havia acontecido.

Miriam respondeu pela morte de Miranda e John Gilbert, matar Davina e Kol Mikaelson, manter Katerina em cárcere privado por anos, entre outros mil crimes.

Camille foi parar em um hospital psiquiátrico, para tratar seus traumas, desde a infância,  rejeição da mãe, a morte de  Victoria Grayson, a melhor amiga de Klaus na infância, e assim por diante.

Todos os outros, passaram na casa de Katerina, onde estavam Caroline, Elena, Joseph e Evelyn.

— Graças a Deus! — gritou Elena, quando viu todos chegando.

— Amém, deu tudo certo — Caroline tentava se acalmar.

A Forbes abraçou fortemente Klaus, e em seguida os dois se beijaram, ainda emocionados.

— Por um breve momento, com um pensamento negativo, achei que tivesse acontecido alguma coisa ruim com você — Caroline disse.

— Nosso bebe não poderia ficar sem o pai, não é? — ele sorriu.

— Temos muito o que conversar, não acha? — perguntou, e apontou para o andar de cima da casa — Katherine, preciso ficar sozinha com o Klaus, posso ir lá para cima? Temos algumas coisas para resolver...

— Claro, fiquem tranquilos — respondeu.

Os dois subiram, gritaram, choraram, se lamentaram, mas no fim, o amor falou mais alto, e se desculparam.

O funeral de Kol e Davina, foi muito triste. Perder um de seus irmãos e uma cunhada, foi péssimo, horrível, para os irmãos Mikaelson.

Infelizmente, o corpos deles já não se encontravam mais em  um estado considerável para um velório. Por outro lado, a justiça foi feita, entretanto, nada vai substituir a ausência desses dois.

Elijah e Aurora se casaram, mas não no religioso, tiveram gêmeos, genética de família de Aurora Martel, que agora é Mikaelson! Porém, gêmeos bivitelinos, ou seja, não são idênticos. Dois rapazes lindos Mattew e Louis.

Elena e Damon, Rebekah e Stefan se casaram em Las Vegas, os quatros juntos!

Rebekah e Stefan tiveram uma filha, Holly.

Holly puxou os cabelos loiros de Rebekah, e os olhos verdes hipnotizantes de Stefan.

Já Elena e Damon, adotaram três crianças. Elena descobriu, meses depois de seu casamento, que era estéril, não podia ter filhos. Quebrando um pouco a genética de sua família. Porém, eles não deixaram isso abalar, e hoje são pais de: Emma, Kol, e Davina.

Homenageando os seus amigos queridos.

 

Bonnie Bennet, heroína da história, disse adeus ao seu amado Kai Parker, e acabou ficando amiga  e se relacionando com Enzo alguns anos depois.

Hayley e Tristan sumiram do mapa. Descobriram que eram eles que furtavam dinheiro da empresa Morgan, a empresa dos Mikaelson. Até hoje, não se sabe muito deles.

A grande história de amor entre dois jovens que se conheceram em um orfanato, se uniram, se separaram, sete anos depois, se reencontraram. Em seguida, brigaram novamente, trabalharam juntos, e se uniram... De novo! Céus, isso não acaba?

Caroline Forbes e Klaus Mikaelson tiveram Esther Forbes Mikaelson,se casaram, uma linda cerimônia, que gerou um pequeno fruto, um menino, que está na barriga de - agora, atualmente - Caroline Mikaelson. Os dois ainda estão indecisos no nome.

Katherine assumiu o orfanato Brooke, se casou com um arquiteto e teve duas lindas meninas, na qual chamou de: Miranda, homenageando sua mãe, e Kate.

7 ANOS DEPOIS - ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO DE KLAUS E CAROLINE.

Para comemorar sete anos de casado, Klaus e Caroline fizeram um jantar reunindo seus amigos e familiares.

Caroline se declarou para Klaus, fazendo um vídeo muito lindo.

Klaus resolveu fazer uma carta  para sua amada, e a lê, em voz alta.

 

— " Meu amor, quatorze anos atrás, eu era um adolescente, indeciso, e enfim... Não estou escrevendo sobre mim, estou escrevendo sobre nós. Afinal como falar de mim, sem uma parte que me pertence, que faz parte de mim. Como falar de Klaus Mikaelson, sem Caroline Forbes, que agora é Caroline Mikaelson.

Eu não sabia como um simples encontro em um orfanato, no meio da noite, iria gerar tanta coisa...

Gerou o relacionamento da minha vida, uma companheira incrível. Gerou nossos filhos, na qual eu amo demais!

Apesar de todos os problema que enfrentamos, as perdas, não posso deixar de agradecer a Deus por ter você ao meu lado. Por me dar essa linda família.

E do mesmo jeito, que quatorze anos atrás escrevi uma carta cheia de tristeza e com coisas mal resolvidas, hoje, depois de todos esses anos, escrevo uma carta para dizer que: TE AMO!
Sempre irei te amar, ontem, hoje, amanhã, depois de amanhã, passado, presente, futuro, por toda a eternidade.  Amo você, Caroline.

Que esses sete anos, sejam alguns de muitos anos que ainda virão por vir."

— Que lindo! — Katherine gritou e todos aplaudiram!

Os dois se beijaram, se abraçaram, e comemoraram como disse Klaus: alguns anos de muitos, que estarão por vir, juntos!

" Take the weight off my shoulders

(Tire o peso dos meus ombros)

See, I won't make the same mistakes when we're older

(Veja, não cometerei os mesmos erros quando formos mais velhos)

'Cause with every step you take I'm getting colder

(Porque com cada passo que você toma eu estou ficando mais frio)

So come a little closer, just come a little closer

(Então venha um pouco mais perto, venha um pouco mais perto)

Say that you're the one who's taking me home

(Diga que você é quem está me levando para casa)

'Cause I want you on my skin and my bones

(Porque eu quero você na minha pele e meus ossos)

Knocking me off my feet

Just say I'm the one that you need (oh, please)

(Derrubando-me de meus pés                                                                                                                                                                                      Apenas diga que eu sou o único que você precisa (oh, por favor)

Say that you're the one who's taking me home

(Diga que você é quem está me levando para casa)

So I can get you alone

(Então eu posso te deixar em paz)


Notas Finais


Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=QH83THNRWi0
E aí amores, esperam que tenham gostado.
Não tem como descrever o amor e o carinho que eu sinto por essa história.
Uma história que foi tão grande para mim, que sonho em ser escritora. Remember Me foi um grande degrau que subi, onde evoluí minha escrita e céus, não consigo acreditar que está chegando ao fim, e consegui terminar essa fanfic.
Agradeço a todos e a todas que contribuíram com cada leitura, com cada comentário de apoio, de incentivo, vocês são demais!
Agradeço a Deus por ter me dado vida para estar escrevendo muito. E que Ele abençoe cada um de vocês, que fizeram parte dessa incrível história.
A minha mãe, que me acompanhou até aqui, me incentivando a continuar a fanfic, e não deixar vocês na mão!
Parece que as perguntas da sinopse foram respondidas: Sim, eles se lembraram um do outro.
Óbviamente,suas personalidades estavam mudadas. E parece que com toda certeza, eles deixaram o passado para lá, lá bem longe, afinal, o que importou mesmo, foi o futuro, e o começo de uma nova página, de uma história tão vasta!
Obrigada, obrigada e obrigada!


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